Patentes Patéticas (nº. 152)

US06983493-20060110-D00001

Quem nunca teve uma ideia genial em pleno banheiro? Não só debaixo do chuveiro mas também em cima da privada, em pleno uso do aparelho excretor. É bom lembrar ao Sr. Fidelix que aparelho excretor pode não reproduzir mas produz. Produz ideias excretáveis brilhantes como a Retractable Table Top for a Toilet [Mesinha Retrátil para uma Privada]: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 151)

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Quando a Grande Guerra estourou na Europa, há pouco mais de um século, os submarinos já existiam. Embora ainda não estivessem plenamente desenvolvidos, tudo indicava que os navios submergíveis seriam armas terríveis pois eram virtualmente invisíveis. Enquanto as marinhas do mundo se adaptavam à nova realidade, um americano de Armiger, Maryland, teve uma ideia ainda mais terrível: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 150)

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Lyndon, Vermont, 1915. Albert B. Pratt lê notícias sobre a Grande Guerra que assola a Europa. Ao observar a ilustração de um soldado alemão e notar seu grande capacete, Pratt tem um insight: e se ali, no topo do capacete, houvesse um pequeno canhão? Ou uma pequena metralhadora? A ideia pareceu tão boa a Mr. Pratt que no dia 14 de julho ele procurou o USPTO e pediu uma patente para a tal “Arma”:

Esta invenção relaciona-se ao campo das armas e, entre outros objetivos, propõe uma arma de fogo adaptada para ser montada e disparada a partir da cabeça do atirador. (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 147)

Fig. 3

Com ou sem Copa do Mundo, com ou sem ou caos nos aeroportos, fazer viagens aéreas num país de dimensões continentais é bastante cansativo. Por mais confortáveis que sejam, as aeronaves modernas estão longe de serem um lounge. Dormir é sempre uma boa maneira de aproveitar as várias horas de voo entre uma cidade e outra — ou entre continentes e oceanos, em voos internacionais. Um travesseirinho confortável cairia bem, mas para Samuel Young um travesseiro com função de emergência seria melhor ainda: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 146)

Todos somos mamíferos, mas mamar ainda parece-nos um ato vergonhoso. O próprio verbo mamar carrega muitos sentidos pejorativos ou obscenos, ainda que o ato em si seja instintivo e natural a todos os seres humanos. As mulheres que precisam amamentar em público podem se sentir tão expostas ou constrangidas que Leia mais…

Patentes Patéticas (nº. 129)

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Está cansado de ter essas linhas de expressão sempre cansadas? Precisa levantar um pouco esses olhos? Todo mundo lhe diz que seu nariz precisa ser torneado? Não se desespere! Você não precisa entrar na faca para que sua cara entre em forma. Muito antes da moda de exercícios faciais, Johnathan G. Crawford já apresentava uma solução revolucionária: a Facial Muscles Exercise Mask [Máscara de Exercício dos Músculos Faciais]: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 121)

http://www.google.com/patents?id=cB00AAAAEBAJ&printsec=abstract&zoom=4&dq=4608967

Você é um executivo milionário #foreveralone, ou melhor, incompreendido, que fala sozinho e que não tem apoio de ninguém? Não: você é aquele cara que adora tirar sarro de si mesmo nas festas? Ou você é aquele chefe que se diverte dando estimulantes presentes de auto-ajuda pros seus funcionários? Seja lá quem você for: para Ralph Piro, você merece um tapinha nas costas. De si para si.

Não precisa se contorcer. Basta montar e usar seu Pat on the back apparatus [Aparato tapinha nas costas]: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 115)

 US06293874-20010925-D00001

Pé na bunda, chute no traseiro. Não importa o nome  do golpe baixo ou o contexto em que é aplicado. O gesto é uma ofensa universal, um sinônimo de humilhação. Há quem mereça muito isso. Talvez em série. Mas, por mais que você queira, ficar chutando traseiros alheios cansa. A não ser que você use o User-operated amusement apparatus for kicking the user’s buttocks [Aparelho de diversão operado pelo usuário para chutar o traseiro do usuário]. Se uma patente com esse título parece ruim, imagine o resumo…

Não precisa imaginar: (mais…)