Últimos posts na rede Blogs Unicamp:
Pesquisador do GEICT participa do Primeiro Congresso Internacional de IA e Ciências Sociais
Por Thais Lassali
No dia 19 de fevereiro, o pesquisador de doutorado do GEICT Carlos Javier Lozada Villegas participou do Primeiro Congresso Internacional de Inteligência Artificial e Ciências Sociais [Congreso Internacional de Inteligencia Artificial y Ciencias Sociales] organizado pela Facultad de Ciencias Políticas y Sociales (FCPyS) da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), realizado de maneira híbrida. O evento reuniu pesquisadores da América Latina e da Europa com o objetivo de debater sobre a crescente complexidade dos dados, símbolos e padrões gerados pelas tecnologias de IA de maneira interdisciplinar, tendo como referencial as conceituações criadas pelas disciplinas que compõem as ciências sociais em diálogo com acadêmicos, pesquisadores, estudantes e profissionais de diversas outras áreas.
Cartaz do evento "Congreso Internacional de Inteligencia Artificial y Ciencias Sociales". Fonte: site do evento.
Lozada participou do evento oferecendo a palestra “Gobernanza y geopolítica de la IA: una mirada desde Brasil”, na qual discorreu sobre sua atual pesquisa... | acesse ❯
Entre dissidências de gênero e a menstruação em terreiros de Umbanda
Por Michelle Perez
De acordo com a intelectual Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí, o pensamento ocidental estrutura o gênero a partir de uma lógica binária — mulher/homem — fundamentada em atributos biológicos e sociais, naturalizando classificações que organizam corpos, identidades e papéis de forma fixa. Ao realizar a pesquisa de iniciação científica, em 2025, intitulada “Corpos dissidentes que menstruam nos terreiros de Umbanda”, tornou-se evidente o quanto a própria abordagem esteve atravessada por esse enquadramento, exigindo uma autocrítica metodológica.
Essa percepção emergiu da questão central: como pessoas trans masculinas e não binárias participam dos cultos religiosos considerando suas identidades de gênero e a experiência da menstruação? O termo “corpos dissidentes” foi inspirado em Za Chacon (2024), cuja contribuição possibilitou pensar a pluralidade das experiências menstruais.
A discussão dialoga com interpretações clássicas, como as de Roger Bastide (2001), que apontam tabus ligados à menstruação em contextos afro-diaspóricos, frequentemente associados a corpos cisgêneros. A pesquisa tensiona essas leituras... | acesse ❯
Juana Paula Manso
O lançamento desta semana nos apresenta Juana Paula Manso (1819–1875), uma influente intelectual, escritora e educadora argentina, pioneira no feminismo e na defesa da Ilustração na América do Sul. O verbete, escrito por Natalia Sirlin e traduzido pela nossa editora Carolina Araújo, apresenta a carreira multifacetada de Manso, que se dedicou a um projeto educativo e social baseado em três pilares: educação mista, laica e popular (comum). Manso fundou escolas para meninas em Montevidéu e no Rio de Janeiro e, posteriormente, aliou-se a Domingo Faustino Sarmiento para promover a educação na Argentina, tornando-se diretora da primeira Escola Mista e editora da revista Anales de la Educación Común. Como feminista, ela defendia a autonomia intelectual da mulher, argumentando que “a alma (a mente) não tem sexo”. Além disso, como escritora e jornalista, fundou periódicos como O Jornal das Senhoras (Rio de Janeiro, 1852) para promover a emancipação feminina e utilizou obras... | acesse ❯
Por que fungos filamentosos?
Vamos imaginar uma minúscula “fábrica” capaz de produzir os medicamentos, combustíveis e até ingredientes para cozinhar. Hoje em dia, cientistas são capazes de construir essas “fábricas” utilizando microrganismos. Contudo, quando o fazem, precisam fazer uma escolha crucial: devem usar bactérias, leveduras ou algo inteiramente distinto? Várias vezes a resposta para essa pergunta pode estar nos fungos filamentosos - a mesma família de organismos que nos dá cogumelos e bolores.
Esta foi uma das muitas perguntas que levantei ao final do último texto apresentado aqui no EMRC. Para quem está perdido, este é o segundo texto de uma nova série do blog, em que vamos discutir biomanufatura e bioprocessos, dois importantes campos em que o LEBIMO (Laboratório de Engenharia Metabólica de Microorganismos) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) vem trabalhando, a partir de um grande projeto de pesquisa com fungos filamentosos. Se você, caro leitor, não está entendendo o que são alguns... | acesse ❯
Glycated collagen: what diabetes leaves in blood vessels even after treatment
Even with controlled blood sugar, cardiovascular risk in diabetes remains high. Discover how glycated collagen may drive this lasting effect.| acesse ❯
Colágeno glicado: o que o diabetes deixa nos vasos mesmo após o tratamento
Mesmo com a glicemia controlada, o risco de infarto e AVC no diabetes persiste. Entenda como o colágeno glicado pode explicar esse efeito duradouro.| acesse ❯
Soberania digital em xeque: REDATA e a controvérsia de atrair data centers ao Brasil
Por Yama Chiodi
Foto: Ricardo Stuckert / PR / CC-BY-SA 2.0
O debate sobre soberania digital não é novo, mas ganhou novos contornos com a expansão das inteligências artificiais generativas e da infraestrutura necessária para operá-las. Disputas internacionais em torno de data centers, terras raras e governança tecnológica redesenharam os mapas da geopolítica global e recolocaram a questão da soberania no centro do debate público.
No Brasil, o tema se tornou uma das principais bandeiras do terceiro governo Lula, especialmente após os embates com Donald Trump e suas tentativas de interferência na política interna brasileira. Mas, entre políticas de atração de data centers e o debate em torno da regulação das inteligências artificiais, o que exatamente se entende por soberania digital tornou-se objeto de controvérsia.
O principal foco dessa disputa é o REDATA (Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center), atualmente em tramitação no Congresso como um dos dispositivos do PL-378/2026. Para... | acesse ❯
Drug repurposing: LUTED Lab investigates new uses for an existing medication
LUTED Lab studies urinary symptoms and erectile dysfunction, exploring drug repurposing strategies such as probenecid. Research integrates experimental models and human tissues to develop more effective and accessible therapies.| acesse ❯
Videoartroscopia de Quadril e Joelho: A Revolução Silenciosa que Transformou a Cirurgia Ortopédica
A cirurgia ortopédica vive uma das suas maiores transformações desde a introdução da videoartroscopia — aquela câmera milimétrica que adentra uma articulação por portais da espessura de um lápis — deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar o padrão-ouro no tratamento de patologias do quadril e do joelho. O que antes exigia incisões extensas, longos períodos de hospitalização e reabilitação arrastada, hoje pode ser resolvido com precisão cirúrgica milimétrica, retorno precoce à função e índices de complicações que rivalizam com os melhores resultados da cirurgia convencional. Mas até onde chegamos? E o que a ciência tem a nos dizer sobre essa evolução?
Uma Jornada de Décadas: da Curiosidade ao Padrão-Ouro
A artroscopia tem suas raízes no início do século XX, quando o japonês Kenji Takagi, em 1918, realizou as primeiras observações endoscópicas do interior de um joelho. Décadas depois, o canadense Robert Jackson e o sueco Ejnar Eriksson popularizaram a... | acesse ❯
Reposicionamento de fármacos: LUTED Lab investiga novos usos para medicamento já existente
LUTED Lab pesquisa sintomas urinários e disfunção erétil, explorando reposicionamento de fármacos como a probenecida. Estudos integram modelos experimentais e tecidos humanos para desenvolver terapias mais eficazes e acessíveis.| acesse ❯
GEICT participa da primeira Semana PCT
Por Thais Lassali
Entre os dias 11 e 13 de março, aconteceu no Instituto de Geociências (IG) da Unicamp a primeira edição da Semana PCT, um evento organizado pelos alunos do Programa de Pós-graduação em Política Científica e Tecnológica. Com o objetivo de criar um espaço de encontro, debate e integração, a iniciativa buscou reunir discentes, docentes, pesquisadores e toda a comunidade universitária envolvida com os temas do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT). A programação contou com três mesas, quatro oficinas, apresentações de pôsteres e sessões de apresentação de trabalho. O GEICT, claro, marcou presença no evento, contribuindo para as discussões nele ocorridas e reforçando a integração entre os diferentes grupos de pesquisa que fazem parte do DPCT.
Da esquerda para a direita, Prof. Dra. Flávia Consoni de Mello, Prof. Dr. Marko Monteiro, Prof. Dra. Maria Beatriz Machado Bonacelli, Prof. Dra. Janaina Pamplona da Costa e o discente Rafael Revadam,... | acesse ❯
O que é a biomanufatura e bioprocessos?
Você sabia que os fungos presentes no seu dia a dia podem ser a chave para a produção de novos medicamentos e materiais sustentáveis? Enquanto bactérias e mamíferos costumam ser os protagonistas nas pesquisas em saúde, como no desenvolvimento de vacinas, existe um vasto e poderoso reino de organismos que impulsiona silenciosamente a inovação: os fungos. Esses últimos, na maior parte dos casos, são geralmente correlacionados a leveduras, muito utilizadas na pesquisa e na indústria de produção de combustíveis.
Entretanto, a partir de hoje e durante os próximos meses, vamos começar a conversar aqui no EMRC sobre o uso de um tipo bem específico de fungo com diversas aplicações para a pesquisa e a produção industrial, principalmente em uma área que iremos falar muito: a biomanufatura. Nessa nova série que vamos começar a publicar por aqui, também falaremos bastante de uma espécie de fungo chamada Aspergillus oryzae.
Diferente das leveduras, que são... | acesse ❯
Heterossexualidade Compulsória
No primeiro lançamento de 2026 da Enciclopédia Mulheres na Filosofia, trazemos um verbete sobre Heterossexualidade Compulsória, escrito por Juliana Aggio. Nele, a autora apresenta uma análise da heterossexualidade compulsória a partir da leitura do feminismo lésbico, articulando-a às críticas decoloniais de María Lugones. O argumento central é que a heterossexualidade deve ser entendida não apenas como uma prática sexual, mas também como uma estrutura de poder que define o gênero e oprime as mulheres. Aggio aborda o tema a partir de três pensadoras principais — Adrienne Rich, Monique Wittig e Judith Butler — e de uma pensadora decolonial — María Lugones —, mostrando que o feminismo lésbico e o feminismo decolonial concordam em que a heterossexualidade compulsória sustenta o binarismo hierárquico de gênero. A principal discordância é que, para o feminismo decolonial, o gênero e a heterossexualização não podem ser analisados em termos universais sem considerar a diferenciação racial, que... | acesse ❯
Atenção e matemática: a dança dos neurônios quando a gente dança
Crédito da imagem de capa: AFONSO, Lucas. "O que é dança?"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/artes/danca.htm. Acesso em 19 de março de 2026.
Há algo curioso na maneira como costumamos dividir o mundo do conhecimento. De um lado, colocamos o corpo, a arte, o gesto, o movimento. De outro, a razão, os números, a abstração. A dança ficaria no primeiro campo; a matemática, no segundo.
Mas será que essa separação faz mesmo sentido?
Nos últimos anos, diferentes áreas da ciência têm voltado sua atenção para perguntas como: o que acontece com a mente quando o corpo dança? Mais especificamente: como a prática da dança pode influenciar processos cognitivos fundamentais para aprender e pensar?
Entre esses processos, um tem despertado interesse especial dos pesquisadores: a atenção.
A atenção como ponto de partida
Antes de resolver um problema matemático, escrever um texto ou aprender uma sequência coreográfica, algo precisa acontecer: precisamos prestar atenção.
A atenção é resultado de um conjunto... | acesse ❯
Para além do X: como universidades na Holanda estão construindo alternativas às big techs
No atual cenário de transformações digitais, a busca por soberania tecnológica e alternativas às grandes plataformas centralizadas tem se tornado pauta central para governos, instituições de ensino e movimentos sociais ao redor do mundo. Com esse espírito em mente, o Blog do GEICT abre espaço para a entrevista realizada por Damny Laya com Wladimir Mufty. Laya é doutor em Política Científica e Tecnológica (IG/Unicamp) e atualmente é aluno da especialização em Jornalismo Científico e Cultural do Labjor/Unicamp, tendo uma bolsa Mídia Ciência voltada para o debate sobre soberania digital e redes sociais alternativas. Na entrevista, Laya e Mufty abordam um panorama detalhado sobre o funcionamento do Mastodon, suas diferenças das plataformas das Big Techs em termos de privacidade e controle de dados. Além disso, oferecem exemplos concretos de governos e universidades que estão adotando essa rede federada como parte de uma estratégia de autonomia digital, algo essencial para quem deseja... | acesse ❯
Beyond X: How universities in the Netherlands are building alternatives to big tech
In the current landscape of digital transformations, the search for technological sovereignty and alternatives to centralized platforms has become a central issue for governments, educational institutions, and social movements around the world. With this in mind, Blog do GEICT presents an interview conducted by Damny Laya with Wladimir Mufty. Laya holds a PhD in Science and Technology Policy (IG/Unicamp) and is currently a student of Scientific and Cultural Journalism at Labjor/Unicamp, with a Media Science scholarship focused on the debate about digital sovereignty and alternative social networks. In the interview, Laya and Mufty provide a detailed overview of how Mastodon works, its differences from Big Tech platforms in terms of privacy and data control. Furthermore, they offer concrete examples of governments and universities that are adopting this federated network as part of a digital autonomy strategy, something essential for anyone wishing to understand the direction of institutional communication in times... | acesse ❯
Diabetes: new faculty member seeks to understand a silent complication
A new UNICAMP researcher investigates underactive bladder in diabetes, a poorly understood complication affecting urinary function. The study aims to uncover its mechanisms and support the development of new treatments.| acesse ❯
Diabetes: nova docente busca entender complicação silenciosa
Profa. Dra. Mariana Gonçalves de Oliveira Taranto é a mais nova docente do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da UNICAMP. Em seu projeto inovador, com financiamento já aprovado pela FAPESP (processo nº 2024/20136-9), investigará a bexiga hipoativa no diabetes. Trata-se de uma complicação ainda pouco compreendida do diabetes, mas com grandes impactos na vida do paciente.
A proposta da pesquisadora é investigar os processos celulares e moleculares que levam à disfunção da musculatura da bexiga ao longo da progressão da doença. Ao compreender melhor esses mecanismos, o trabalho poderá abrir caminho para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas no futuro.
Profa. Mariana busca novos alunos para trabalhar no projeto. O auxílio de pesquisa aprovado pela FAPESP conta com bolsas de iniciação científica e mestrado. Além disso, Profa. Mariana também está aceitando candidatos ao doutorado, para os quais poderá solicitar bolsa para as agências de fomento. Interessadosdevem entrar em contato pelo e-mail marigo@unicamp.br.
Construindo... | acesse ❯
Existem monstros no oceano?
Monstros marinhos existem? O oceano abriga criaturas tão estranhas e fascinantes que parecem saídas da imaginação. | acesse ❯
Deepfakes: ver para crer?
Texto de: Lucy Sousa Pereira Graduanda em Letras na UnicampThiago Motta Sampaio: Docente na área de Psicolinguística na Unicamp
Ao longo da história, os humanos desenvolveram tecnologias que foram se tornando nossas companheiras inseparáveis, ou ao menos até surgir a próxima. Um exemplo está nas tecnologias utilizadas para transmitir informação. A invenção do rádio no final do século XIX nos acompanha até hoje, mesmo que em menor escala após invenções posteriores como a TV e a internet.
A rádio iniciou uma época em que uma empresa de comunicação detentora de uma frequência em determinado território consegue transmitir entretenimento e notícias relevantes ao público de maneira quase instantânea. Com o tempo as emissoras de rádio se tornaram fontes frequentes de notícias para as populações locais. E aqui vem nossa primeira pergunta:
Podemos confiar em toda informação que nos passam?
A confiança dessas emissoras fez com que nos EUA em 1938 nos EUA e o Brasil... | acesse ❯
Habermas (18 de junho de 1929⭐︎ — 14 de março de 2026✝)
Se o leitor tiver paciência (e um pouco de compreensão) e trafegar até o primeiro post deste blog moribundo, verá que o título é "Frankfurt", numa referência direta à escola filosófica desta cidade alemã. Nos idos de 2008, eu estava bastante envolvido com minha segunda leitura da "Dialética do Esclarecimento" de Adorno e Horkheimer (sim, por que na primeira, não entendi nada). Se considerarmos os dois primeiros argumentos do livro, a saber, a transformação da razão em razão instrumental e o paradoxo de que o esclarecimento pode regressar ao mito, é possível construir uma crítica bastante interessante à prática médica moderna. Foi o início de uma reflexão sobre a medicina que gerou alguns frutos interessantes. Daí para Habermas foi um passo.
Uma de minhas utopias é a de uma teoria geral da comunicação em saúde. Imagino algo que consiga lidar não só com todos os problemas e ambiguidades da linguagem comum... | acesse ❯
O Agente Secreto: o oceano presente na trama
Por Laura Cristina
Neste próximo dia 15 de março, o filme brasileiro O Agente Secreto, concorrerá a quatro indicações no Oscar (melhor filme, melhor filme internacional, melhor escolha de elenco e melhor ator). Lançado em 2025, sob direção de Kleber Mendonça Filho, e protagonizado por Wagner Moura, o longa-metragem retrata o cenário político brasileiro durante a ditadura militar na década de 1970, em Recife (PE). Nesse contexto, a história traça relações do meio social com o mar.
Cartaz do filme O Agente Secreto, para campanha nos Estados Unidos, contextualiza relações sociais da trama com o mar. Fonte: Instagram @oagentesecreto_filme
O principal tópico está na análise do espaço mediante o continente e o litoral, no qual as barreiras naturais de Recife definem a logística da fuga e do esconderijo do protagonista Marcelo (Wagner Moura), professor e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) perseguido pelo regime. A ciência oceanográfica permite interpretar o filme através da... | acesse ❯
Project aims to improve immunotherapy for the treatment of wasp venom allergy
UNICAMP research aims to improve immunotherapy for wasp venom allergy by developing hypoallergenic variants of Polybia paulista allergens, potentially reducing adverse reactions and expanding access to safer treatments.| acesse ❯
Projeto busca melhorar a imunoterapia para o tratamento da alergia ao veneno de vespas
Pesquisa da UNICAMP busca tornar mais segura a imunoterapia contra alergia ao veneno de vespas, por meio de variantes hipoalergênicas dos alérgenos da vespa Polybia paulista, com potencial para reduzir reações adversas e ampliar o acesso ao tratamento.| acesse ❯
Resenha em cápsula (XI): Economia nas escolas
Por: Joana Salém Vasconcelos| acesse ❯