O museu de perfumes

As memórias mais intensas, dizem, são despertadas por aromas. O que é irônico pois aromas são, por sua própria natureza química, efêmeros. Você não pode simplesmente ir a um museu e descobrir, digamos, como era o odor da colônia usada pela sua bisavó ou o último perfume de Napoleão Bonaparte — a não ser que você esteja na França, mais precisamente em Versalhes, mais precisamente na Rue du Parc de Clagny, nº. 36, de preferência numa quarta-feira. (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 138)

http://www.google.com/patents/US4942044

Com exceção das pizzas, a cozinha italiana está longe de se adaptar à lógica do fast food. Você pode até conseguir uma macarronada quase instantânea em alguns restaurantes mas vai demorar ao consumi-la enrolando educadamente a massa no garfo ou mesmo com garfadas mais agressivas. Se você for apressado a ponto de tentar fazer isso andando, vai perceber que comer macarrão sem se sujar é uma missão impossível. Mas já faz um bom tempo que um ítalo-americano bolou uma solução para isso. Basta ter apenas um (mais…)

Dois blocos de notas

Qual o livro com mais páginas que você já leu? Um Ulysses, de James Joyce? Um Senhor dos Anéis em volume único? Uma Bíblia multilíngue? Qualquer que tenha sido o catatau de sua preferência, dificilmente ele era mais alto que um par de meros “blocos de notas” dos séculos XV Leia mais…

Em uma palavra [185]

badameco (ba.da.me.co) s.m., arc. 1. antiga pasta em que os estudantes carregavam seus papéis e livros. 2. p. ext., jovem estudante; rapazola, adolescente, mocinho. 3. assistente, criado. 4. joão-ninguém, fulano. [do latim vade mecum = vai comigo]