Embolação Viral

Gripe, AIDS, ebola, corona: por trás de toda grande epidemia existem as bolinhas minúsculas que conhecemos como vírus. Embora eles sejam bem-estudados, só agora estamos entendendo como se formam suas redondas blindagens virais. Ele é o troço mais simples, mais elementar e mais minúsculo da biologia: o vírus não passa Leia mais…

Grude protetor

Pesquisadores alemães desenvolvem uma estrutura molecular capaz de fixar um agrotóxico a base de sapo, algo que exigiria menos aplicações em culturas como a soja Agrotóxicos são, por definição, tóxicos. Alguns são produzidos naturalmente, como a nicotina dos pés de tabaco, que geralmente afastam insetos. Entretanto isso não é o Leia mais…

Magnetismo Medicinal

A manipulação de nanopartículas magnéticas pode ser eficaz no tratamento de dores crônicas. Não deixa de ser uma descoberta irônica, dada a relação histórica entre medicina e magnetismo. Mesmo que você não conheça a fundo a História da Medicina, é possível que já tenha ouvido falar em Franz Mesmer [1734-1815] Leia mais…

Espionagem antibacteriana

Fábricas de antibióticos microscópicas existem por todo canto, mas não é fácil fazê-las produzir para nós. Que tal tentar copiar a receita? “Agente infiltrado passa por diversas empresas e rouba segredos industriais.” Se as bactérias tivessem jornal, essa poderia ser uma manchete para descrever o trabalho dos pesquisadores da Rockfeller Leia mais…

Ginástica no Laboratório

estica e puxa

Estica e puxa, amassa e desamassa, prende e solta, corre e pára, bate e rebate, contrai e relaxa. Cada uma no seu ritmo, as células vivas estão sempre se movimentando. Conhecemos os aspectos bioquímicos das estruturas celulares há décadas, mas seus movimentos e suas características puramente físicas sempre foram deixados meio de lado. Sempre pareceu difícil estudar os impactos do incessante estica-e-puxa que acontece dentro dos seres vivos. (mais…)

Nanotermômetros de DNA

DNA luz

Como medir temperaturas em escalas celulares? Não dá pra encolher um filete com mercúrio até poder colocá-lo numa célula. Mesmo que isso fosse possível, não haveria como enxergar a temperatura marcada (o que já é meio difícil com termômetros comuns). A miniaturização de dispositivos eletrônicos seria uma possibilidade, mas ainda é algo muito complicado nessa escala. Que tal, então, usar moléculas como proteínas e DNA? (mais…)

Magnetismo que dá nos nervos

nervos

Desde que Luigi Galvani deu uns choques numas pernas de rãs, no fim do século XVIII, os médicos e cientistas sabem que os nervos são condutores de corrente elétrica. Em meados do século XIX, Maxwell estabeleceu a inter-relação entre eletricidade e magnetismo. Desde então, cientistas têm buscado um meio prático e confiável para medir o magnetismo gerado pela rede elétrica do sistema nervoso. Um novo tipo de dectector está nascendo nos laboratórios da Dinamarca e parece ser o graal do biomagnetismo. (mais…)

A vida, o Universo e tudo mais — numa bola de gude

A internet inteira numa bola de gude? É possível.

A internet produz uma quantidade colossal de informação a cada dia — em 2013 eram 5 exabytes por dia, equivalente a tudo que havia sido criado pela humanidade até 2003. Novos experimentos — do LHC às fotos em HD da New Horizons — também recolhem uma montanha de informação em frações de segundos. Antes de processar e analisar todos esses exabytes, é preciso resolver um problema mais básico: onde e como armazenar tudo isso? (mais…)

As aranhas supernanopoderosas

dona aranha

A Dona Aranha subiu pela parede do laboratório e um cientista a pegou. Veio uma chuva de nanopartículas e a derrubou. Antes de cair, porém, a D. Aranha ficou supernanopoderosa e produziu uma seda reforçada — mais forte do que o mais forte fio de aranha conhecido, segundo cientistas italianos. (mais…)