Será o fim da tabela periódica?

Às vésperas de completar 150 anos, a tabela periódica começa a levantar dúvidas entre os cientistas sobre os seus limites. Quando apresentou ao mundo sua tabela para organizar os elementos químicos segundo suas propriedades e similaridades, Mendeleiev sabia que ela continha algumas lacunas. Em vez de se envergonhar pela incompletude, Leia mais…

Já ouviu falar da Iniciativa Níquel?

Utilizado nas tubulações de usinas nucleares, o níquel tem suas fraquezas. Para reforçá-lo, cientistas estão reunindo uma liga de vingadores metálicos. Enquanto a exposição a radiação dá superpoderes no mundo dos quadrinhos, um banho de radioatividade resulta em superfraquezas no mundo real. Nem os metais usados nas usinas nucleares escapam. Leia mais…

Mais uma luz para a fusão nuclear

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Imagine estar numa sala completamente escura e tentar acender uma vela com um fósforo. Não parece um grande desafio, mas troque o pavio por algo ainda menor, como uma cápsula de hidrogênio. Ainda assim, pode parecer mais moleza ao trocar o fósforo por um conjunto de poderosos raios laser. Exceto que você continua no escuro, não pode ver nem tocar o pavio e não tem como enxergar os raios laser nem o que eles iluminam porque eles são tão potentes que têm que ficar dentro de uma câmara de metal magnetizada — ou, no mínimo, te deixariam cego. É mais ou menos assim, atirando laser às cegas, que os cientistas estão tentando ativar uma reação de fusão nuclear controlada. E eles acabam de descobrir como localizar o pavio sem poder tocá-lo. (mais…)

O mistério dos cubos verdes

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Alemanha. Início da década de 1940. Enquanto as forças armadas do III Reich avassalavam boa parte da Europa, uma discreta tropa de cientistas alemães lutava para submeter o urânio à fissão nuclear. Sabemos que os nazistas não tiveram sucesso na criação de sua bomba atômica, mas desde o fim da II Guerra, historiadores e físicos nucleares tem se perguntado: até que ponto eles chegaram? Conseguiram criar e manter um reator nuclear estável? Quando e onde foram feitas suas pesquisas? De onde extraíram seu urânio? Sete décadas depois, uma investigação forense de amostras históricas de urânio encontradas na Alemanha parece ter as respostas. (mais…)

5 novos pesos pesados (pero no mucho)

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[Imagem: Lawrence Livermore National Laboratory/divulgação]

Na tabela periódica, os pouco mais de cem elementos químicos são ordenados de acordo com seu peso atômico. Na parte de cima da tabela, existem os pesos-leves (hidrogênio, hélio, lítio); no meio, os pesos-médios (a maioria dos elementos mais comuns, como cálcio, nitrogênio, carbono, oxigênio) e os pesos-pesados (urânio, rádio, polônio), alojados nos andares de baixo, tendem a ser instáveis e radioativos. Muitos dos pesos-pesados são elementos artificiais, fabricados em laboratório. Na busca por novos métodos de síntese de núcleos atômicos pesos-pesados, cientistas encontraram cinco variantes de elementos pesados já conhecidos, mas nem tanto. (mais…)