O Primeiro “Mundo Perdido”

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RAWR!

Não, não vamos fazer mais uma resenha de Jurassic World ou mesmo de seu antecessor, Jurassic Park. Em vez disso, vamos nos aprofundar mais nessa história de dinossauros no cinema. O que têm a ver Arthur Conan Doyle, dinossauros e stop motion? O elo perdido entre esses três elementos é um filme mudo lançado há 80 anos: O Mundo Perdido. Verdadeiro fóssil cinematográfico, o filme é uma adaptação de um romance homônimo do criador de Sherlock Holmes. O próprio Conan Doyle contribuiu para a adaptação de sua obra à telona. (mais…)

A Química é Bela. Ainda mais em 4K.

Precipitação. Gaseificação. Combustão. Acidificação. Cristalização. Há muita ação (e reação) por trás das aulas de Química, mas falta atenção. Porque essa ação toda está em detalhes tão pequenos e fugazes que são facilmente ignorados por professores e alunos. Mas não são apenas as reações que passam em branco nas salas Leia mais…

Ou pelo menos é o que parece…

“Após vinte anos de luta encarniçada, os marcianos escravizaram a Terra, até o surgimento de um líder que leva os terráqueos à revolta…” Sob o título Planetas em Guerra, e com um enorme robô empunhando uma arma na capa, tem-se a impressão de que se trata de um livro com todos os clichês da Ficção Científica. Ou pelo menos é o que parece… Quando, porém, se nota quem é o autor – Poul Anderson –, é melhor esquecer os preconceitos e lembrar que não se julga um livro pela capa.

*** Esta resenha pode conter spoilers. Ou pelo menos é o que parece… *** (mais…)

A saga do III Prêmio “Bê Neviani”

“Era no tempo do Rei…” Ok, não faz taaaaanto tempo assim, mas parece.

Foi na noite do dia 22 de abril que o Samir Elian, vizinho bloguístico do Meio de Cultura, me avisou que eu havia sido o blogueiro premiado com o III Prêmio “Bê Neviani”. Eu estava sabendo da premiação através do MdC, mas não podia imaginar que acabaria agraciado. Pensei que fosse apenas uma promoção pros tuiteiros — pra quem não sabe, eu não tenho twitter. Aliás, gostaria de agradecer aqui, ainda que muito tardiamente, ao @hsegundo, por tuitar o post sobre Agatha Christie surfista. (mais…)

>Fora do Tom

> Trechos de resenhas da obra de Beethoven feitas pela revista oitocentista inglesa Harmonicon: Junho de 1823: “As opiniões obre a sinfonia Pastoral de Beethoven estão muito divididas, mas poucos negam que ela é longa demais” Abril de 1825: “Nós sabemos agora que [a duração da Nona Sinfonia] é de precisamente uma hora Leia mais…