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Segundo notícia publicada na seção de esportes do Terra (e no jornal inglês Daily Star), Lewis Hamilton (acima) teria se aconselhado com o mundialmente famoso paranormal chantagista profissional israelense Uri Geller (abaixo). Com grandes chances de vencer o campeonato mundial de pilotos de Fórmula 1 deste ano, o jovem piloto inglês surpreendeu o Circo da Velocidade com essa atitude que é, no mínimo ingênua – além de completamente inútil. Geller já foi desmascarado há mais de 20 anos, num dos programas de maior audiência dos EUA (vídeo disponível apenas em inglês e com bônus: acompanhe também o debunking do então famoso televangelista Peter Popoff):

Hamilton certamente ainda não viu o vídeo acima. Além disso, se ele, mesmo com todas as condições favoráveis, ainda precisava de algum tipo de apoio, ele procurou a pessoa errada. Embora Geller tenha afirmado que “ao longo dos últimos 40 anos fui procurado por uma multidão de esportistas, incluindo estrelas do tênis e futebol, que me pediram ajuda”, isso não quer dizer nada. Certamente, os “ajudados” por Geller, que não tiveram os nomes divulgados, não se beneficiaram muito, pois o pretenso paranormal só pode ter acertado em, no máximo, 50% dos casos. Geller não tem poder algum, não pode fazer mais do que qualquer outro ser humano em casos assim: torcer. E mesmo a torcida não adianta muita coisa… Uma corrida se resolve mesmo é na pista, com a disputa de pilotos e máquinas.

Enquanto isso, Felipe Massa, segundo colocado no mundial de pilotos (7 pontos atrás de Hamilton e dependendo de uma favorável combinação de resultados) declarou em entrevista ao jornal português Record, que não acredita que Geller possa ajudar o rival, mas revelou o seu ritual: ele usa sempre a mesma cueca nos fins de semana de corrida. Também não é lá muito eficiente, mas pelo menos ele não se apóia em supostas paranormalidades…


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