Patentes Patéticas (nº. 70)

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Ter o carro roubado é uma das piores experiências que um motorista pode ter. Ao longo do século passado, diversos sistemas (inclusive mecânicos) foram inventados e patenteados para evitar essa dor de cabeça. Mas nenhum é tão drástico quanto o Protective system for protecting against assaults and/or intrusions [Sistema protetivo para proteção contra assaltos e/ou intrusões] proposto por Yair Tanami: (mais…)

Dança da Manivela

Em 1936, o escritor e jornalista norte-americano E.B. White relembrava suas experiências com o Ford T, que entre nós foi chamado Ford Bigode: Durante minha associação com Modelos T, self-starters não eram um acessório comum. Eram caros e vistos com suspeitas. Seu carro vinha equipado com uma manivela de serviço Leia mais…

Patentes Patéticas (nº. 57)

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Evitar acidentes de trânsito é importante. Usar fogos de artifício para tentar fazer isso é… patético. O californiano Harry Rudolph Rodrigues não deve ter percebido os riscos envolvidos nesse método ao inventar o Vehicular Impact Signaling Device [Dispositivo de Sinalização de Impacto Veicular]. O U.S. Patent Office também não, pois aprovou um pedido de patente para (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 49)

7108178-0-largeLadrões de carro fugindo da polícia em alta velocidade são a base de jogos como Need for Speed: Most Wanted e GTA e de filmes como Bullitt e 60 segundos. Embora seja perigoso na vida real, o roubo de carros pelo método hit and run [bater e correr] é praticamente um patrimônio cultural norte-americano (ou, pelo menos, californiano). Mas isso não significa que todos os americanos adoram perseguições na vida real.

Por isso mesmo, diversas invenções foram criadas ao longo das últimas décadas para tentar frear os fugitivos à força (e atrapalhar a audiência dos plantões televisivos a la Datena). No entanto, nenhuma dessas estratégias patenteadas conseguiu superar a redundância digna de comédia policial do “Método para parar um carro roubado sem uma caçada em alta velocidade, utilizando um código de barras”, o qual seria (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 44)

limpador horizontal

Quando a americana Mary Anderson (1866-1953) inventou o limpador de para-brisas em 1903, recebeu muitas críticas. A principal delas argumentava que os movimentos pendulares dos limpadores eram incômodos e poderiam até hipnotizar os motoristas. Apesar disso, mais de meio século se passaria até que alguém tentasse fazer algo melhor. No fim dos anos 1950, os engenheiros Béla Barényi (1907-1997) e Karl Wilfert (1907-1976), de Stuttgart, na Alemanha, criaram um limpador de para-brisas com varredura linear que foi simplesmente chamado de “Limpadores de para-brisas para veículos motorizados” e cujo objetivo era: (mais…)

Arqueologia automotiva

Nos Estados Unidos carros são coisas tão banais que chegam a ser praticamente descartáveis. Não é raro encontrar verdadeiros clássicos abandonados, muitas vezes após pouco tempo de uso, nas áreas rurais da “América”. Foi o que aconteceu com o autor do video a seguir, jermikey, que ao sair para um Leia mais…

>Auto-atendimento bancário (1938)

> Se você acha que a sociedade moderna já é excessivamente sedentária e dependente dos automóveis, a coisa poderia ser bem pior se essa ideia de “auto-atendimento” tivesse decolado: Banco oferece serviço drive-in Para responder às necessidades e à conveniência de seus clientes motorizados, o Security-First National Bank de Los Leia mais…