Texto escrito por Gildo Girotto Junior, Gian Carlo Guadagnin e Cyntia Almeida

E é exatamente devido à simplicidade de sua produção e, portanto, a facilidade de acesso, que devemos compreender como esta mistura funciona no organismo e esclarecer o porque o MMS NÃO serve no combate a doenças, sendo na verdade um produto com potencial risco de intoxicação

Produto milagroso, com potencial para o tratamento das mais diversas enfermidades conhecidas e até mesmo de condições ainda não compreendidas pela medicina e que, obviamente pode ser utilizado no tratamento da COVID-19. Sim, é desta forma que tem sido divulgado, em diferentes canais, a chamada solução mineral milagrosa (ou MMS – Mineral Miracle Solution). Recentemente, até mesmo o presidente do país de maior economia mundial fez referência ao uso de substâncias similares (os desinfetantes). 

Nos referimos aqui a uma recomendação grave, de uma substância com potencial tóxico e que tem sido ofertada de forma criminosa por diferentes sujeitos. Mas o que é o MMS, qual a origem de seu uso e quais seriam seus possíveis efeitos? Este tema poderia entrar para a série: dos absurdos que recebi nesses últimos tempos.

Não há relatos precisos a respeito da origem da indicação do uso do MMS, mas atribui-se as primeiras recomendações de uso a Jim Humble, que se auto-intitula ex-profissional da engenharia aeroespacial e, atualmente, cientologista. Inicialmente, o MMS foi sugerido, sem validação científica, no tratamento de malária e HIV. Atualmente, indivíduos de formação duvidosa continuam a sua recomendação no tratamento de dores lombares, envenenamento por picada de animais venenosos, como agente antimicrobiano diverso e incrivelmente no combate a condições como a Síndrome do Espectro Autista. Obviamente com todas essas promessas, houve quem acreditasse e  começasse a indicar tal  substância no combate ao vírus que tem causado a pandemia, o SARS-CoV-2

Até aqui você já pode questionar: Teríamos então um remédio contra a COVID-19? Vamos tentar entender um pouco mais sobre o MMS do ponto de vista químico para fornecer subsídios que refutem o uso desta suposta solução milagrosa. 

Do que é feito o MMS e qual  é a sua ação?

O MMS constitui-se de uma solução formada por uma substância chamada dióxido de cloro (ClO2) – um gás, dissolvida em água. Tal solução pode ser produzida utilizando-se clorito de sódio (NaClO2) ou hipoclorito de sódio (NAClO) misturados a uma solução ácida, a qual as receitas recomendam que seja da ácido cítrico (C₆H₈O₇). 

Talvez você reconheça os nomes citados e os associe a produtos presentes nas residências. De fato, o hipoclorito de sódio está presente na água sanitária (produto de limpeza que em algumas regiões é chamada simplesmente de cloro) e o ácido cítrico está presente em diferentes frutas ácidas (como limão e acerola) bem como pode ser adquirido em farmácias. Talvez, você também esteja se perguntando: então se eu misturar água sanitária com o ácido proveniente das frutas cítricas eu tenho o MMS? Sim, é isso que se recomendam as receitas de produção desta substância.

O clorito e o hipoclorito de sódio são agentes oxidantes, ou seja, reagem com substâncias tendendo a degradá-las por meio de reações que conhecemos como oxidorredução. É por isso que a água sanitária é utilizada na remoção de manchas e na desinfecção de superfícies. O dióxido de cloro produzido e presente no MMS tem potencial ainda maior de oxidar compostos, principalmente moléculas orgânicas que contêm, além de carbono e hidrogênio, átomos de nitrogênio (N) e enxofre (S). Essas moléculas orgânicas fazem parte de um grande número de biomoléculas que compõem nosso organismo.

Deste modo, o produto contido no MMS pode sim degradar as camadas proteicas presentes em vírus, assim como diversas outras moléculas presentes em nosso organismo, como as presentes em nossas células saudáveis. Isso acontece porque a degradação não apresenta seletividade1. Ou seja, o MMS irá degradar todas as substâncias com as quais tiver o contato e que sejam menos oxidantes do que ele. 

Mas o que isso quer dizer? Se alguém ingerir a solução descrita, essa pessoa estará expondo seu organismo a um produto extremamente tóxico que poderá degradar tanto partes saudáveis do seu organismo como aquelas não saudáveis. 

Mas o uso do MMS é permitido? 

Não. A Organização Mundial da Saúde (OMS) em relatório publicado sobre o efeito da substâncias em cobaias mamíferas aponta os perigos diversos do uso do MMS que compreendem estresse respiratório, enfisemas e edemas pulmonares na dose mínima e morte de parte dos grupos nas doses superiores (no caso da inalação do gás)2 . Quando administrado oralmente, metade das cobaias morreu com a dose máxima, e outras duas com a dose intermediária passadas 48 horas da ingestão. Todas elas apresentaram irritação e  corrosão gastrointestinal. 

Ainda, outros estudos mostraram que camundongos expostos à baixas doses de dióxido de cloro em filhotes tiveram problemas neurocognitivos, com atrasos no neurodesenvolvimento e redução na formação de sinapses cerebrais, bem como possíveis problemas que o produto pode causar na tireoide, estômago, intestino, e até na diminuição do número de hemácias.

Todos estes dados impulsionaram a proibição do MMS em vários países e, no Brasil, tal proibição foi realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em junho de 20183 .

Portanto, produtos a base de clorito e hipoclorito de sódio são recomendados apenas para limpeza externa de superfícies, não sendo recomendados nem mesmo o uso na pele. Quanto ao derivado dióxido de cloro que  gera a “solução milagrosa”, seu uso não é recomendado e, nem sequer existe algum produto comercial a venda que contenha essa composição. 

Conclusão, administrar o MMS é o mesmo que ingerir veneno imaginando que o veneno irá atuar apenas nos microorganismos que causam doenças e não em células saudáveis, o que é completamente equivocado. Ou ainda, seria como pensar “Bom se a água sanitária mata as bactérias na pia, se eu tomar um pouco ela irá matar as bactérias do meu organismo” desprezando todos os outros efeitos que esta substância poderia causar.

Referências

 ASCOM/ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Autismo: falso medicamento é proibido. 2019. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/medicamento-falso-para-autismo-e-retirado-do-mercado/219201>

DOBSON, Stuart. CARY, Richard. Chlorine Dioxide (GAS). Concise International Chemical Assessment Document 37. World Health Organization. 2002. Disponível em: <https://www.who.int/ipcs/publications/cicad/en/cicad37.pdf

EPA. U.S. Environmental Protection Agency. Chlorite (sodium salt); CASRN 7758-19-2. National Center for Environmental Assessment. Disponível em: <https://cfpub.epa.gov/ncea/iris/iris_documents/documents/subst/0648_summary.pdf

Os Autores

Gildo Girotto Junior é Licenciado em Química (UNESP), Doutor em Ensino de Química (USP) e atualmente é professor e pesquisador no Instituto de Química da Unicamp

Gian Carlo Guadagnin é estudante de graduação em Licenciatura em História (UNICAMP)

Cyntia Almeida é estudante de graduação em Licenciatura em Química (UNICAMP)

Este texto foi escrito com exclusividade para o Blog Especial Covid-19

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Os argumentos expressos nos posts deste especial são dos pesquisadores, produzidos a partir de seus campos de pesquisa científica e atuação profissional e foi revisado por pares da mesma área técnica-científica da Unicamp. Não, necessariamente, representam a visão da Unicamp. Essas opiniões não substituem conselhos médicos.


10 comentários

Gabriela Souzedo · 27 de abril de 2020 às 10:37

Em tempos como o que vivemos agora em que até as maiores autoridades de um país realizam um deserviço em meio à essa pandemia, fontes de informações confiáveis e acessíveis são essenciais. Parabéns pelo texto, e obrigada pelas informações!

    Gildo Girotto Junior · 3 de maio de 2020 às 13:22

    Olá Gabriela.
    Obrigado pelo feedback.

Jefferson · 1 de maio de 2020 às 12:20

Na forma MMS há resíduos, mas na forma CDS usa -se só o gás (dióxido de cloro) misturado na água e na proporção indicada, nunca matou ninguem. Verificar sobre essa substância, cujo estudo clínico em humanos, encerram em 1/6/2020, na Colômbia (https://patentimages.storage.googleapis.com/f0/8f/9b/4356d4bff1c967/ES2518368T3.pdf).
São estudos multicêntricos, alguns países, estão fazendo em hospitais militares. Esta substância é conhecida e utilizada de forma obrigatória para desinfecção de sangue em bolsas p/ transfusão, desinfectar água, carnes, verduras, em vários países. Está sendo estudada na Suiça, cujo divulgador Andreas Kalcker se dispõe a enviar todo os estudos científicos que o País interessado desejar. Custo baratíssimo, qualquer farmácia pode fabricá-la. Aqui pode contatar : https://andreaskalcker.com/. Os estudos em andamento constatam atualmente uma efetividade de 97%. Alguns links para subsídio: https://www.docdroid.net/wIPxtU5/clo2-covid19-general2eng-pdf; https://andreaskalcker.com/documentos-cientificos/; https://patentimages.storage.googleapis.com/f0/8f/9b/4356d4bff1c967/ES2518368T3.pdf. Testemunhos médicos: https://www.youtube.com/watch?v=FdXwJTin1Us&t=1s; https://www.youtube.com/watch?v=SPkKnrgfXCA; https://www.youtube.com/watch?v=17UFJUFKzJM&t=81s; https://www.youtube.com/watch?v=6FgfhZUnzxQ&t=114s; https://www.youtube.com/watch?v=5u40eFFBmWw; https://www.youtube.com/watch?v=pat1B9spfxk; https://www.youtube.com/watch?v=L0RiEL2WtXs&t=56s; Será que Trump sabe? https://www.youtube.com/watch?v=EjshZUfGgDU; https://www.youtube.com/watch?v=V8QBdaFE5YI; https://www.youtube.com/watch?v=d10rNc8kpak; https://www.youtube.com/watch?v=iyXnhMeQNI8; https://www.youtube.com/watch?v=g7eHiRrqvCk; https://www.youtube.com/watch?v=r-jk9M-Qb6o.
Não estou aconselhando o uso, mais sim, que o Governo faça estudo e não fique ouvindo opiniões que não apresentem estudos.

    Gildo Girotto Junior · 3 de maio de 2020 às 13:21

    Caro Jefferson, obrigado por suas colocações.

    Como você nos proporcionou material de leitura, vamos responder com base em suas recomendações.
    Primeiro, cabe ressaltar que em nenhum momento do texto fomos contra A PESQUISA E A INVESTIGAÇÃO SOBRE O USO DA SUBSTÂNCIA. Nosso texto critica a recomendação e uso desregulado da substância, algo que tem sido feito.
    Outro ponto é que, se de fato as pesquisas sobre o produto já tivessem apresentado resultados comprovados, não haveria razões para a crítica a esta substância. Feito este esclarecimento inicial, analisemos os trabalhos que citou.

    O pedido de patente apresentado no link https://patentimages.storage.googleapis.com/f0/8f/9b/4356d4bff1c967/ES2518368T3.pdf se refere a um pedido de uso do dióxido de cloro vaporizado no ar em concentrações de no máximo 0,1 ppm. Nosso texto se refere ao uso da substância administrada diretamente no organismo e não vaporizada no ar, algo bastante diferente porque, além da concentração de uma solução caseira ser maior do que 0,1 ppm, ao administrar diretamente haverá um maior contato da substância com partes do organismo do que se a mesma estiver espalhada no ar, afinal o ser vivo presente no ambiente não respira TODO o ar nele presente.

    O uso para “desinfecção de sangue em bolsas p/ transfusão, desinfectar água, carnes, verduras, em vários países” citado por você é uso externo. Ou seja é o mesmo que você passar um agente desinfectante em um alimento para depois consumi-lo. O que é bem diferente de consumir o agente desinfectante.

    Neste outro texto indicado por você (https://www.docdroid.net/wIPxtU5/clo2-covid19-general2eng-pdf) os autores sugerem uma proposta de teste, sem resultados ainda. Citam vários trabalhos feitos na mesma linha mas que, em grande parte se referem a desinfecção externa e, quanto administrados, mostram efeitos colaterais mas, de fato alguma premissa quanto ao uso. Pena que os trabalhos ainda não consigam mostrar dados com maior representatividade. O estudo citado apresenta um teste para 20 PACIENTES APENAS.

    Por fim, neste outro link disponibilizado por você (https://andreaskalcker.com/documentos-cientificos/) há um conjunto de textos bastante interessante (com ressalvas de serem em grande parte de uma década atrás, o que talvez indique algo). Dentre estes artigos, uma grande parte estuda a capacidade do dióxido de cloro em degradar diferentes tipos de vírus em ambientes externos ao organismo (novamente). Os trabalhos in vivo são com poucos pacientes (pouco representativos) e mostram potencialidades mas não efetividade, necessitando de mais pesquisas a respeito.

    Enfim, ressaltamos que em nenhum momento falamos do dióxido de cloro como agente desinfetante para uso externo. Criticamos a ingestão e, mais ainda, as receitas caseiras propagadas. Somo a favor de toda e qualquer investigação científica que possa comprovar ou refutar sua eficácia. Mas até o momento, não há fortes indícios que permitam o seu uso in vivo, administrado de qualquer forma.
    E mais, nossa notícia também tem o intuito de orientar que o MMS esta sendo recomendada para diferentes situações, como a cura do autismo, por exemplo, o que é absurdo.

    Obrigado por suas colocações e pelo debate promovido. A troca de ideias é sempre frutífera para o desenvolvimento do conhecimento.

Cassiano · 20 de maio de 2020 às 17:27

É triste ler artigos assim, de gente que não sabe o que diz. Cloro existe na piscina, mas ninguém derrete quando pula em uma, porque a proporção que foi jogado na água é segura e aceitável pelo organismo humano. Não vou me estender aqui tentando explicar detalhes técnicos, pois quem se arvorou a escrever o texto acima é quem deveria ter pesquisado melhor, mas apenas saliento que não existe nenhuma prova melhor para comprovar uma teoria científica do que a própria experiência e eu posso garantir que usei, assim como minha esposa, além de dois amigos, sendo que todos foram curados de suas doenças, sendo elas: malária, dengue e bactéria H-pylori. Se duvidar, eu provo bebendo de novo na frente de qualquer um e vou mostrar que não terei absolutamente nenhum efeito colateral e olhe que eu tomei a dose de um bezerro, segundo os protocolos veterinários que testaram o produto em animais de engorda. Ocorre é que nenhuma indústria farmacêutica quer que a população saiba disso, porque o MMS e o CDS são compostos por dois componentes que são obtidos de maneira muito fácil por qualquer pessoa e isso impede que algum laboratório o patenteie. Além disso, os médicos que ganham as suas devidas comissões da indústria farmacêutica, bem como precisam que o paciente fique o maior tempo possível dependente dele e de medicamentos químicos, não têm interesse de curar ninguém. Assim como está ocorrendo com a hidroxicloroquina (em que o gasto total com o tratamento de um paciente até sair da fase aguda sai por cerca 40 a 60 reais), outros medicamentos vendidos pelo mundo custam de 5 a 6 mil dólares. Pergunto agora ao autor desse indigitado pasquim: em qual caso você se encaixa?

    gildo · 7 de julho de 2020 às 00:56

    Olá Cassiano.
    Em primeiro lugar, obrigado pelo comentário. Toda devolutiva é importante para nosso trabalho. Contudo, em segundo lugar, gostaríamos de nos atentar à alguns pontos do seu comentário. Somos pesquisadores e cientistas sérios, que além do nosso nome, carregamos parte da responsabilidade que pesa do nome de uma das melhores universidades da América Latina, a Unicamp. Assim, este texto é fruto de um grande trabalho de compilação de informações disponíveis ー e cientificamente corretas e validadas ー como você pode ver nas referências disponíveis, todas de agências ou pesquisas com respaldo científico e governamental internacional. Nenhuma das informações apresentadas se baseia em puras experiências pessoais, porque sabemos que, neste caso, a melhor forma de comprovar uma teoria e obter respostas é o método científico, que possibilita uma normatização e respostas mais condizentes com a realidade. Ficamos felizes em saber que mesmo utilizando substâncias que não são recomendadas por agências de saúde para pelo uso humano como medicamento, você não tenha tido nenhum efeito colateral.
    O que ocorre é que, como cientistas químicos, não médicos, não farmacêuticos, não políticos ou industriais, nos interpretamos as informações que nos competem sem realizar nenhuma hipotetização sobre o funcionamento ou conduta de médicos, da indústria ou da política visto que não nos compete aqui fazer esse tipo de leviandade.
    Apresentamos, de forma menos técnica e mais coloquial possível, as informações e recomendações de pesquisas profundas, das agências de saúde e de grupos de cientistas, que circundam áreas da química presentes nas conversas cotidianas. Apenas isso.
    Ninguém derrete entrando na piscina com a concentração correta de cloro. No entanto, creio que ninguém se comprometa a beber a água da piscina para curar uma doença. Seria um tanto quanto estranho e perigoso. Do mesmo modo, não podemos julgar experiências pontuais como forma de generalização. Ficaremos gratos caso apresente mais dados sobre a “cura” das doenças apontadas, desde que esses sejam frutos de um estudo mais aprofundado. Seria extremamente promissor uma vez que possibilitaria o tratamento de diversas enfermidades.

Adilson · 18 de julho de 2020 às 20:41

EU SÓ LAMENTO O ENTRAVE ACADÊMICO, GOVERNAMENTAL, E DA INDÚSTRIA FARMACEUTICA. QUE ACABA IMPEDINDO DE PESSOAS SEREM TRATADAS COM CLOROQUINA, IVERMECTINA , MMS ENTRE OUTROS MEDICAMENTOS QUE JA É CONPROVADO QUE COMBATEM TODO TIPO DE VIRUS BACTÉRIAS FUNGOS.. EU SOU TESTEMUNHA VIVA DO USO DO MMS E INDICO A OUTROS NÃO SÓ O MMS COMO IVERMECTINA E OUTROS MAIS. O TRABALHO VOSSO É SÉRIO POREM PESQUIZEM DOUTORES COMO LAIR RIBEIRO ENTRE OUTROS E IRÃO SE SURPREEMDER. OBRIGADO

    Ana Arnt · 21 de julho de 2020 às 22:23

    Adilson,

    Muito obrigada pela leitura atenta!
    Todas as nossas recomendações são baseadas na ciência e são pautadas no que preconiza a Organização Mundial da Saúde. Não é um “entrave” acadêmico impedir que pessoas usem tratamentos sem comprovação científica. Todas as nossas publicações passam por revisão técnica e científica e são embasadas em artigos publicados e indicações da OMS.

    Atenciosamente,

    Ana Arnt (coordenadora do projeto Blogs de Ciência da Unicamp)

Eduardo Wosniak · 27 de agosto de 2020 às 19:14

Por que é permitido o uso de dióxido de cloro em enxaguantes bucais?

Tina · 5 de setembro de 2020 às 23:08

Tbm concordo com vc…Adilson,mesmo pq qualquer remédio alopático vem uma “bula”gigante,mais parece um jornal,todos têm contra indicações,efeitos colaterais,etc.
Agora,se uma HIDROXICLOROQUINA,que tbm tem seu jornalzinho,foi proibida a venda,sem receita médica,pq supostamente serve para curar o coronga….isso já virou politicagem.
OMS,eu achava que fosse uma Instituição apolítica,mas,provou que não .
Eu não acredito mais ,perdi a confiança.

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