Como é Feito o Transplante de Osso

Pouca gente sabe, mas além dos rins, fígado e coração, é possível fazer também o transplante de ossos. O osso é o segundo tecido mais transplantado no ser humano, perdendo apenas para o sangue (transfusões) (1). Várias doenças podem causar a perda de um pedaço grande de osso: infecções (osteomielite), tumores ósseos de vários tipos, fraturas graves provocadas por acidentes de transito ou tiros de fuzil, próteses de joelho ou quadril gastas, malformações congênitas, reumatismos, são algumas delas.

 

Figura: Transplante de osso. Tíbia proximal (metade da canela que fica perto do joelho) pronta para ser colocada no paciente. Fonte: arquivo pessoal do autor.

 

O osso pode ser obtido de três grandes categorias, de acordo com a sua fonte:

 

  • Heterólogo: osso de outras espécies animais. No século XVII, um cirurgião chamado Job Van Meekeren tratou uma perda óssea no crânio de um soldado russo com osso retirado de um cachorro. Devido às altas taxas de complicações e aos riscos de transmissão de doenças, hoje não se faz mais este tipo de transplante;

 

  • Homólogo: osso de outro ser humano. Retirar osso de uma pessoa viva para colocar em outra causaria muito prejuízo para o doador. Por isso, é feita a retirada de osso de pessoas com morte cerebral que irão doar outros órgãos e tecidos;

 

  • Autólogo: osso da própria pessoa. Neste caso, podemos retirar o osso de um lugar onde fará menos falta e coloca-lo em um lugar onde será mais útil. Por exemplo, podemos retirar a fíbula (osso mais fino da canela) e usá-la para reconstruir o fêmur ou o antebraço. Em geral, esse tipo de transplante é o mais realizado, mas acabamos nos referindo a ele na maioria das vezes como enxerto ósseo. Acabamos usando o termo transplante de osso para nos referirmos ao transplante homólogo, ou seja, tirar osso de uma pessoa e colocar em outra.

 

Veja a seguir as etapas para a realização desta cirurgia:

 

  • Doação

Tudo começa com um ato generosidade e de amor ao próximo, de uma família em sofrimento que aceita doar os órgãos de uma pessoa querida que acaba de falecer na unidade de terapia intensiva (UTI). Então é preciso entender que não é qualquer pessoa morta que pode doar o osso. Precisa ser uma pessoa jovem, saudável, sem nenhuma doença infecciosa e que está em morte cerebral numa UTI. O coração continua batendo e o resto do corpo ainda está vivo. São feitos vários exames para descartar doenças contagiosas.

Aqui já temos o primeiro gargalo, porque poucas famílias autorizam a doação de órgãos. Menos ainda a doação dos ossos.

 

  • Captação

 

Uma equipe de ortopedistas com capacitação específica e autorização do Ministério da Saúde é acionada e leva o doador para o centro cirúrgico, onde são removidos os ossos longos das pernas e dos braços. A equipe instala no lugar dos ossos removidos implantes feitos de plástico, para não causar deformidades, fechando a pele para que não possam ser vistos.

 

  • Processamento e armazenamento

 

Ao contrário dos outros órgãos, como rim e coração, que são implantados imediatamente no receptor para que continuem vivos, o osso removido precisa passar por um tratamento para remover todo o sangue e células do doador. Dessa forma, evita-se as reações imunológicas de rejeição. Por isso o paciente que recebe o osso não precisa tomar remédios para baixar a imunidade.

Esse osso é medido, embalado e fica congelado até que haja necessidade de uso em um paciente com as mesmas medidas.

Aqui temos o segundo gargalo. Como a estrutura necessária para armazenar esse osso é muito cara e a burocracia necessária é gigantesca, existem pouquíssimos bancos de tecidos musculoesqueléticos no Brasil. Muitos fecharam as portas nas últimas décadas.

 

  • Implantação

Identificado um paciente com necessidade de osso, é feito o contato com o banco de tecidos. Se as medidas forem compatíveis, o osso é transportado congelado até o hospital que fará o implante. A cirurgia precisa ser feita em condições rigorosíssimas de limpeza e assepsia, para evitar infecções. Depois de implantado, o osso está “morto”, sem sangue e sem células. O osso vizinho, do paciente, precisa se unir a ele e a partir daí ocorre um processo chamado “integração”.

O osso é um tecido vivo, em constante remodelação. Osso velho é removido e osso novo depositado diariamente, por um conjunto de células chamado “osteon”. Uma células grande, o osteoclasto, vais na frente retirando o osso velho e um grande numero de células chamadas osteoblastos vão atrás depositando osso novo. Isso ocorre o tempo todo e nem percebemos. Se isto der errado, temos doenças como a osteoporose e as fraturas de estresse.

No processo de integração, os osteons do paciente entram no osso do doador e vão trocando ele por osso novo, vivo e com sangue. No final, após alguns anos, o osso passa a ser povoado por células do próprio paciente. Se isso não acontecer, teremos a fratura ou a infecção daquele osso morto e o paciente perde o transplante.

O Hospital de Clínicas da UNICAMP é referencia em transplante de órgãos, sendo a instituição com maior número de transplantes no interior do estado de São Paulo. No ano de 2016 foram realizados 351 transplantes, um número recorde desde que os transplantes começaram a ser realizados em 1984 na instituição. O HC realiza também o transplante de ossos. Atualmente o Departamento de Ortopedia e Traumatologia conta com uma equipe de médicos cadastrados para realizar o procedimento, mas por enquanto o osso precisa vir de outras instituições, por que ainda não existe um banco de tecidos musculoesqueléticos na instituição.

 

Referências

 

https://www.intechopen.com/books/bone-grafting/introduction1

 

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/v/unicamp-realiza-numero-recorde-de-transplantes-em-2016-com-350-cirurgias/5729015/

 

Alessandro Zorzi

Médico ortopedista e pesquisador na UNICAMP e no Hospital Albert Einstein, com mestrado e doutorado em ciências da cirurgia pela UNICAMP e especialização em pesquisa clínica pela Harvard Medical School.

69 thoughts on “Como é Feito o Transplante de Osso

  • 12 de janeiro de 2018 em 00:55
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    Sou portador de Doença de Paget, com fratura não consolidada do femur. Já foram realizadas varias cirurgias, devido a pseudartrose, mas sem sucesso, foi colocado um fixador externo passei 3 anos e deu osteomielite, foi retirado o aparwnho e ficaram as fistulas de onde sai secreção. Ja tive com Dr. Mercadante na Santa Casa em São Paulo, mas teria que fazer particular a cirurgia e não tive condições; depois tive em Jundiaí, com o Dr. Bonjiovane, mas teria que ficar mais de 6 meses, como estava em hotel, tambem não tive condições, fui encaminhado a Fortaleza para o Dr. Luiz Lopes, que retirou o aparelho e colocou o fixador que deu a osteomielite, e na ultima consulta ele me falou que não tinha mais nada a fazer. Eu respondi, que não descansaria enquanto tivesse uma solução. Eu creio muito em Deus e sei que Ele só dar a carga que suportamos. Já tentei no INTO, mas com as condições precárias do Rio, não me deram esperança. E mais uma vez estou tentando conseguir um transplante do femur, e vi na internet que que o hospital das clinicas da Unicampi tem feito muitos transplantes. espero conseguir! Obrigado

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    • 13 de março de 2018 em 22:34
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      Olá Antonio, que história triste! A osteomielite realmente é um problemão, ainda mais junto com a pseudoartrose e a doença de Paget para complicar. Você passou por grandes nomes da ortopedia brasileira: Mercadante, Bongiovani. Só feras! Espero que você encontre a solução para seu caso. O HC da UNICAMP é um hospital 100% SUS. Para agendar uma consulta, você precisa de uma vaga através do sistema CROSS. Isso é feito pelo encaminhamento de uma unidade básica de saúde ou de um hospital da região.

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      • 9 de janeiro de 2019 em 23:23
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        Dr. Alessandro, como falei para o dr Luis Lopes, que não ia desistir do meu intento e somente hoje vi seu comentario, e acendeu uma luz que não vai se apagar.
        Peço encarecidamente que me oriente como proceder, que seguirei sua orientação rigorosamente, sei que o senhor tem um bom coração e Deus como seu guia, por isso rogo que me dê o caminho que seguirei religiosamente. Deixo com o senhor meu celular (86)99981-6688 e meu e-mail : antoniopeixe@bol.com.br, na esperança de um contato! Que Deus lhe abençoe e ilumine seu caminho na sua trajetória, orientando e fazendo o bem a quem necessita! Um TFA🙏

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        • 12 de março de 2020 em 19:36
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          Boa noite doutor, minha mãe usou prótese do quadril por 15 anos e infeccionou, foi retirado colocado espaçador e um mês depois foi retirado tudo. A médica nos falou que será quase impossível colocar outra prótese pois os ossos dela são muito fino ” como papel”, ela tem lúpus tbm talvez que tenha agravado a situação. Hoje estou no hospital com ela e muito triste ela tem 62 anos e MTA vontade de ter vida independente. Faz um ano que sente essas dores e agora que tirou tudo diz sentir dor maior. Será que esse sofrimento vai continuar dessa forma?
          Eu não sei mais o que fazer, vendo ela sofrer com tantas dores a um ano sem caminhar.
          Obrigada dr

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          • 17 de março de 2020 em 14:49
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            Oi Alais, imagino seu sofrimento e o dela. Complicações de prótese são sempre devastadoras. Mas felizmente muitas soluções estão disponíveis. Não desista de buscar tratamento.

        • 14 de novembro de 2021 em 17:44
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          Dr. Alessandro, boa tarde!
          Minha cunhada mora em MG e está precisando com urgência colocar uma prótese na cabeça do fêmur.
          Como ela deve proceder para que ela consiga na Unicamp?
          Desde já agradeço a atenção!

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          • 27 de novembro de 2021 em 14:56
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            Olá, ela precisa ser encaminhada através do sistema CROSS do governo paulista. A secretaria de saude de MG precisa entrar em contato.

      • 10 de maio de 2021 em 02:10
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        Dr.Boa noite!!Não imagina a felicidadee a esperança que me trouxe respondendo meu posto.Eu.moro em Belém do Pará e como lhe falei já passei por toda essa situação e estou com prótese que segundo a avaliação pelo RX o médico do plano de saúde me disse que já tenho indicação de cirurgia mas eu não gostaria de colocar prótese pois a qualidade do osso não será presevada e tenho muito medo de não ter mais qualidade de vida e e vida independente.Tenho dois filhos muito pequenos, de 6 e 8 anos e me dói muito imaginar colocar uma prótese que pode me favorecer por algum tempo mas não há segurança ou garantias de qualidade de vida pra mim.Atualmente estou tentando contato pra ser direcionada ao INTO (INTITUTO NACIONAL DE TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA) que fica no Rio.Eu não imaginava que me responderia e posso buscar a opção de enxerto ou transplante em outro lugar.Me ajude por favor onde posso buscar as avaliações para meu caso.Tenho exames de ex que mostram bem claramente o desgaste do osso da minha coxa e o grande encurtamento da perna.Sinto dores constantes e gostaria muito de uma avaliação.Se possível gostaria de mais contatos mas vou deixar os meus.
        Desde já muito OBRIGADA.
        Mirian Marques Ferreira
        Telefone:91 981732465
        mirianferreiramg631@gmail.com
        miriantim@hotmail.com
        Att,

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    • 28 de fevereiro de 2021 em 08:30
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      Minha filha, de 11 anos, está em tratamento de Sarcoma de Ewing, no femur direito, há 15 dias de uma cirurgia. Gostaria de saber se existe possibilidade de um transplante para ela.

      Resposta
  • 24 de abril de 2018 em 21:00
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    Olá meu filho tem 27 anos e quebrou a fêmur com 21 fez várias cirurgias e nd resolveu ele usa aparelho brace mas o joelho dl ñ move mais será q é possível faze um transplante de joelho com metade do fêmur? Agradeço se responde

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    • 2 de maio de 2018 em 07:30
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      Oi Anilsa, possível é, mas casos graves como o do seu filho precisam ser analisados nos mínimos detalhes para saber se é o caso. Busque o hospital universitário mais próximo de você através do SUS. Ele será referenciado para hospitais mais complexos se houver necessidade.

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      • 27 de novembro de 2021 em 02:54
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        Boa noite Dr. Tudo bem? Dr. Alessandro sofri um acidente em outubro de 2015, e nesse acidente tive uma frutura exposta do fêmur direito onde tive uma grande perda óssea, em seguida contrair uma infecção onde após 5 meses de tratamento com antibiótico foi controlada, após esse período de tratamento em seguida passei por um novo procedimento cirúrgico onde foi preenchido com cimento ósseo os espaços vazios e colocado uma placa para sanar a situação. Porém em novembro de 2020 retornei para o hospital sentindo fortes dores na região da cirurgia, após realização de exames foi diagnosticado com osteomielite, fiz inúmeras cirugias de limpeza e ciculos de antibióticos para resolver a situação, mais desde de então nada de sucesso, pois sinto dores ainda na região da fratura e um novo surgimento de fístula na região do joelho! Dr. queria saber se existe alguma possibilidade de tratamento mediante trasplante ósseo para resolver minha situação, venho sofrendo demais com isso e gostaria de buscar uma solução o mais breve possível, por gentileza me tirar essa dúvida e se existe essa possibilidade por favor me orientar como devo proceder, desde já lê agradeço demais é que lê abençoe sempre!

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        • 27 de novembro de 2021 em 14:48
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          Olá André, que caso complicado hein!? Sim, existem diversas técnicas de reconstrução óssea, que vão desde transplantes de osso do próprio paciente, transplantes de osso de doadores e utilização de dispositivos para transporte ósseo (gaiolas). São cirurgias complexas, feitas em grandes centros por poucos especialistas.

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    • 25 de janeiro de 2021 em 01:29
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      Boa noite!! Tenho prótese de fêmur por ter tido um câncer em 2007 hj tenho quarenta anos e tenho tido ultimamente dores e encurtamento da perna operada…fiquei muito esperançosa qndo soube do transplante,esperança de ter uma vida mais próximo do normal e sem dores.Qual seria o caminho para conseguir a substituição da prótese que tenho por um osso de verdade?Ele tem q ser trocado ou não?

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      • 9 de fevereiro de 2021 em 11:49
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        Ola Mirian, é necessário uma consulta médica para avaliar todos os seus exames e as condições clínicas da sua perna. Só assim será possível saber o que tem que ser feito no seu caso específico.

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        • 10 de maio de 2021 em 12:28
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          Dr.Bom dia!!Eu não sei e estou tentando conseguir essa consulta com o Senhor.Seria possível o senhor analisar algo se lhe mandasse por email?Desculpe é somente pela distância mesmo q nós separa e não saber como lhe encontrar, os dias ou onde exatamente.Me ajude!!Me informe como posso lhe encontrar.
          Meu email:
          mirianferreiramg631@gmail.com
          miriantim@hotmail.com
          Zap:91 981732465.

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          • 7 de junho de 2021 em 09:40
            Permalink

            Olá Miriam, eu atendo sim por teleorientação, dentro das normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). O objetivo deste blog não é este, mas o intuito é ajudar, então segue o endereço eletrônico onde você pode obter mais informações e fazer o agendamento: http://www.alessandrozorzi.com.br
            A teleorientação tem sido muito gratificante.

  • 15 de junho de 2018 em 18:59
    Permalink

    Minha esposa aguarda a 4 ano pelo transplante,
    femural realmente demora assim? pois ela esta sofrendo demais. Agradeço a atencão

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    • 26 de junho de 2018 em 10:51
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      Olá Hemerson, que estranho. Realmente não é para demorar tanto. Você precisa questionar o hospital sobre o motivo da demora.

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  • 17 de julho de 2018 em 11:02
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    Olá, meu nome é Daniele tenho 28 anos, sofri um acidente grave de moto e perdi alguns ossos do pé direito a possibilidade de transplante?

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    • 18 de julho de 2018 em 21:18
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      Oi Daniele, sua pergunta deixa duas possibilidades de resposta:
      1) Transplante do pé inteiro = NÃO. Já houve tentativas de transplantar uma mão inteira e o resultado foi pouco animador.
      2) Transplante de osso = SIM. Claro, precisa ver exatamente o que é a sua lesão, mas a possibilidade teórica existe. Como os ossos do pé são bem pequenos, na maioria das vezes dá para resolver com transplantes de você para você mesma. Isso chama Transplante Autólogo. Tira um pedaço de osso de alguma parte do seu corpo que não vá fazer tanta falta e coloca no pé.

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  • 24 de julho de 2018 em 02:13
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    Alessandro, tive uma fratura mínima no dedão do pé, jogando futebol. Mínima mesmo. Mas faz muito tempo – eu nunca soube que era uma fratura, só sentia dor ao chutar da mesma maneira. Recentemente fui a alguns médicos e descobri a fratura. Tem doído bastante, e, se jogo muito, até mesmo para pisar incomoda. Parece que não vai mais calficicar, pois é uma fratura de meses e meses, nem lembro de quando sinto essas dores. Algum processo cirúrgico pode me ajudar?

    Resposta
    • 24 de julho de 2018 em 11:05
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      OI Everton, do jeito que você descreve, parece um quadro chamado PSEUDOARTROSE. Depois que o osso quebra, o processo biológico de reparação é temporário. Em geral, depois de seis meses, o osso para de tentar formar o calo ósseo. Tudo isso estou dizendo “em geral”, não estou dizendo que é o seu caso. Se você realmente tiver uma PSEUDOARTROSE, uma das soluções é colocar osso novo ali, cirurgicamente, para estimular a consolidação (nome do processo para o osso se consertar).

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  • 2 de janeiro de 2019 em 17:00
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    Boa tarde! Sofri um acidente de moto a um pouco mais de 6 anos e no procedimento de colocação de placa adquiri uma bactéria no osso o fêmur. No ano de 2018 fiz tratamento com antibiótico endovenoso e a medica falou que a osteomielite esta controlada, mas infelizmente ainda sinto muita dor. Gostaria de saber se no meu caso poderia ser realizado o transplante do fêmur ou da área afetada?

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    • 14 de janeiro de 2019 em 23:59
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      Olá Leiciane. Para curar a osteomielite, é necessário ressecar toda a parte doente do osso. Essa cirurgia é chamada sequestrectomia. Depois, de acordo com o tamanho da falha óssea residual, o transplante de osso é uma das opções para reconstrução, mas não a única. Existem outras técnicas, tipo o transporte ósseo com fixador externo.

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  • 5 de janeiro de 2019 em 01:25
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    Sofri um acidente quebrei o fêmur perdir 6 centímetros de osso já fiz uma cirurgia estou com um fixador transversal vou ter que fazer mais qual será os procedimentos

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  • 25 de março de 2019 em 18:03
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    Sofri um acidente de moto e tive fratura exposta do calcâneo meu calcâneo explodiu!!! Qual o procedimento??

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  • 19 de junho de 2019 em 16:17
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    Dr. tenho necrose óssea múltiplas, nos dois fêmur e nos dois joelhos. Já coloquei prótese de fêmur bilateral e no joelho esquerdo e um pino no quinto metatarso. No momento estou há mais de 10 dias com as penas travadas, sem sair da cama do hospital, porque a prótese esquerda depois de uma pequena queda no dia 01/01/19 começou uma sucessão de luxação ate a quarta luxação, o médico resolveu revisar a proteste, até o médico decidir fazer a revisão da prótese, dia 23/1, depois disso a mesma prótese já luxou mais 4 vezes. Como tenho osteopenia e em outros membros necrose, nessa última revisão que já deveria estar em um processo inflamatório/infeccioso, foi realizado a troca dó acetábulo e da cabeça do fêmur. Agora a dificuldade que preciso fazer a revisão da revisão e estou em um quadro infeccioso com um acetábulo que precisa ser removido de uma bacia que tem uma fina camada de espécies. Conclusão o hospital onde estou não tem cadastro em nenhum banco de ossos e também não pode receber. Não tenho dinheiro para pagar por esse tipo de cirurgia e estou presa em uma cama de hospital, onde a solução que me deram, que ao abrir vão limpar a parte infeccionada, colocar uma haste de 6 a 1 ano para cuidar com antibióticos e no final volta a fazer a colocação de um acetábulo contrito. Dr. tenho 43 anos uma filhinha de 12 anos não sei o que é vida desde 2009 quando coloquei minha primeira prótese, agora estou fadada a ter esse destino. Por favor, o Sr. Já viu uma série de experiências traumáticas mas terei que me conformar com isso. O pior não tenho como sair da cama e ir atrás de alguém que possa me ajuda. O Sr. pode e quer me ajudar? (11) 99250-5026

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    • 21 de junho de 2019 em 09:11
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      Oi Andreia, que desespero. Terrível sua situação. Pelo que você conta, parece que existe uma infecção. Infecção significa bactérias, pus e osso morto. Nesses casos, supondo que seja isso mesno, não dá para fazer transplante de osso. O certo é tratar a infecção primeiro. A conduta do seu médico está correta. Precisa raspar bem, limpar tudo, retirar a prótese e colocar cimento ortopédico com antibiótico. Também precisa receber antibiótico na veia durante 1 a 2 meses. É um quadro devastador, já vi pessoas entrarem em depressão profunda por ficarem tanto tempo internadas. Mas é a única saída, não há escolha. Depois a infecção desaparece e aí é necessário planejar a reconstrução. O importante é que no final tem cura, depois de muito sofrimento a pessoa volta a ter qualidade de vida.

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  • 5 de setembro de 2019 em 07:29
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    Dr Alessandro,
    Meu filho sofreu uma queda e teve luxação no ombro, na Unidade de Pronto atendimento não realizaram o procedimento de colocar no lugar de forma correta, com o passar dos meses ele teve perda de massa óssea, a cabeça do úmero foi danificada e agora precisa de um transplante, terá que fazer um enxerto de acordo com o médico que ele passou, como devemos proceder na Unicamp para tentar essa cirurgia, sabe me informar se é possível ter sucesso na captação desse tipo de tecido ósseo?
    Obrigado

    Resposta
    • 5 de setembro de 2019 em 15:33
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      Caramba Rinaldo, que história triste. A UNICAMP é um hospital 100% SUS, não existe a possibilidade de atendimento privado nem de convênios. O agendamento de consultas é feito mediante o encaminhamento de uma unidade básica de saúde para o sistema CROSS, que gerencia as vagas. Existem outros hospitais da rede pública e também hospitais privados que estão aptos a realizar o procedimento. Mas precisa ver se é o caso do seu filho, ou seja, tem que fazer um diagnóstico preciso. O primeiro passo é procurar um ortopedista.

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    • 10 de maio de 2021 em 02:31
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      Dr.Boa noite!!

      Não imagina a felicidade a esperança que me trouxe respondendo meu posto.Eu moro em Belém do Pará e como lhe falei já passei por toda essa situação e estou com prótese que segundo a avaliação mostrada pelo RX o médico do plano de saúde me disse que já tenho indicação de cirurgia, mas eu não gostaria de colocar prótese pois a qualidade do osso não será presevada e tenho muito medo de não ter mais qualidade de vida e vida independente.Tenho dois filhos muito pequenos, de 6 e 8 anos e me dói muito imaginar colocar uma prótese que pode me favorecer por algum tempo mas não há segurança ou garantias de qualidade de vida pra mim por muito tempo.Atualmente estou tentando contato pra ser direcionada ao INTO (INTITUTO NACIONAL DE TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA) que fica no Rio.
      Eu não imaginava que me responderia e se posso buscar a opção de enxerto ou transplante em outro lugar pois aqui quando comentei com o último médico que me avaliou , o médico me disse que não tem em nossa região. Me ajude por favor onde posso buscar as avaliações para meu caso.Tenho exames de rx que mostram bem claramente o desgaste do osso da minha coxa e o grande encurtamento da perna.Ja com quase 5 cm de encurtamento nessa perna. Sinto dores constantes e gostaria muito de uma avaliação.Se possível gostaria de mais contatos mas vou deixar os meus.
      Desde já muito OBRIGADA.
      Mirian Marques Ferreira
      Telefone:91 981732465
      mirianferreiramg631@gmail.com
      miriantim@hotmail.com
      Att,

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  • 7 de novembro de 2019 em 11:45
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    Olá doutor Alessandro. Me chamo Vera e sofri um acidente aos 3 anos,quem por consequência me deixou com um encurtamento de 7 cm de diferença da outra perna e o fêmur fora do lugar. Será que o hospital das Clínicas da unicamp poderia me ajudar nesse caso.

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  • 23 de novembro de 2019 em 07:25
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    Bom dia doutor sou Ewerton tenho 34 anos pois sofri um acidente de moto a 2 mês pois tive uma fratura exposta no joelho esquerdo, e perdi 25% do côndilo lateral estou esperando um transplante óssea

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  • 23 de novembro de 2019 em 07:42
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    Bom dia doutor sou o Ewerton pois sofri um acidente de moto e tive uma fratura exposta no joelho esquerdo e perdi 25%do côndilo lateral esquerdo gostaria de saber quanto tempo leva para fazer o transplante óssea pois estou cadastrado no hospital Santa Casa de São Paulo e no hospital das clinicas.

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  • 25 de novembro de 2019 em 03:42
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    Bom dia Dr fui diagnosticada no ibcc c osteosarcoma e querem retiram meu pé .gostaria de saber se tem um jeito de tranplantar esse osso da tíbia p poder manter o meu pé .meu nome é yole agradeço o contato.

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  • 4 de janeiro de 2020 em 02:19
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    Dr. Alessandro, sofri duas fraturas de fêmur por acidentes automobilísticos e tive perda de massa óssea que gerou encurtamento de 6cm. E perda de flexibilidade, minha perna não atinge 90°, é possível um transplante?
    Qual o caminho para este procedimento?

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    • 5 de julho de 2020 em 21:02
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      Também tive 6cm de perda.. fiz o transplante e consegui recuperar boa parte.. espero que dê tudo certo daqui pra frente

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      • 10 de maio de 2021 em 02:15
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        Dr.Boa noite!!Não imagina a felicidade a esperança que me trouxe respondendo meu posto. Eu moro em Belém do Pará e como lhe falei já passei por toda essa situação e estou com prótese que segundo a avaliação pelo RX o médico do plano de saúde me disse que já tenho indicação de cirurgia mas eu não gostaria de colocar prótese pois a qualidade do osso não será presevada e tenho muito medo de não ter mais qualidade de vida e vida independente.Tenho dois filhos muito pequenos, de 6 e 8 anos e me dói muito imaginar colocar uma prótese que pode me favorecer por algum tempo mas não há segurança ou garantias de qualidade de vida pra mim. Atualmente estou tentando contato pra ser direcionada ao INTO (INSTITUTO NACIONAL DE TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA) que fica no Rio.Eu não imaginava que me responderia e se posso buscar a opção de enxerto ou transplantepara o meu caso e onde buscar.Estou essa semana inclusive tentando um ortopedista no SUS pra tentar algum encaminhamento. Me ajude por favor onde posso buscar as avaliações para meu caso. Tenho exames de Rx que mostram bem claramente o desgaste do fêmur e o grande encurtamento da perna já com quase 5cm. Sinto dores constantes e gostaria muito de uma avaliação.Se possível gostaria de mais contatos mas vou deixar os meus.
        Desde já muito OBRIGADA.
        Mirian Marques Ferreira
        Telefone:91 981732465
        mirianferreiramg631@gmail.com
        miriantim@hotmail.com
        Att,

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  • 8 de fevereiro de 2020 em 07:30
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    Sofri acidente de carro 20 anos já fiz 2 enxerto osseo primeiro definir reabsorção agora tô diagnóstico de psedartrose tem melhora com trsplsnte celular troncos já é realidade nos hospitais

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  • 29 de março de 2020 em 15:27
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    Olá!!! Bom primeiramente espero se respondida,desde já agradeço…cai da minha altura em Outubro de 2019 de início foi duas fraturas na cabeca do fêmur e fui orientada pelo médico de ficar de repouso pois era pequena a fratura,mas com o decorrer dos dias comecei a sentir dores muito forte a incompatíveis com a fratura fui internada por 2× cada vez fiquei 15 dias e nao conseguiram descobrir só depois com vários exames de sangue fui diagnosticada com lúpus e mas para minha surpresa depois de um raioX a cabeca do fêmur sumiu por conta da doença….estou na fila de espera pela cirurgia e somente passo com reumatologista pois o ortopedista traumologista me deu alta ,está correto isso?! Hoje estou na cadeira de rodas na verdade desde que começou às dores perdi 25 kg e faz 6 meses que estou nesta situação torcendo e esperando em Deus pra sair logo uma vaga na Unicamp….

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    • 20 de abril de 2020 em 17:54
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      Oi Vania, caramba! Pelo que você conta acima dá a impressão de ter ocorrido uma OSTEONECROSE da cabeça do fêmur. Isso é frequente em quem tem Lupus. Se for isso mesmo, você vai precisar da avaliação de um ortopedista para saber se o caso é cirúrgico (muito provável). As vagas no HC da Unicamp são controladas pelo sistema CROSS do governo do Estado de São Paulo.

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  • 5 de julho de 2020 em 20:11
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    Boa noite! Já tive osteomelite. Fiz a cirurgia de limpeza, coloquei o fixador externo, fiquei 2 meses com antibióticos na veia.
    Alguns meses depois, Fiz uma cirurgia de transplante ósseo. O médico não passou antibiótico após a cirurgia de transplante e ainda não retirei os pontos dessa cirurgia.
    Hoje, ao trocar o curativo, percebi uma pequena abertura ao lado do da cicatriz e onde está o ponto (tenho foto).
    Estou com medo de estar sofrendo nova infecção.
    É normal ocorrer esse tipo de fissura ou pode ser infecção ou rejeição do osso transplantado?
    Caso precise ver a foto meu numero 21 970160776.
    Estou com medo de outra infecção

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    • 8 de julho de 2020 em 08:34
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      Oi Igor, seu medo é compreensível. Você tem razão. Você tem que fazer uma série de exames para avaliar se existe nova infecção. Esse negócio de rejeição do osso não existe. Se assim fosse, seria necessário usar medicamentos imunossupressores, igual quem faz transplante renal. Mas o risco de infecção do osso transplantado existe. Não adianta ficar esperando, é melhor fazer logo todos os exames e se houver suspeita de infecção, partir logo para o tratamento o mais precocemente possível.

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  • 12 de dezembro de 2020 em 10:27
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    bom dia dr. minha esposa sofreu um acidente de moto, quebrou a cabeça do fêmur e passou por sete cirurgias devido a erros médicos, colocaram nela uma prótese mas ate hoje ela sofre muitas dores, é possivel a troca completa do femur, sem que necessite usar prótesses, se sim como devo proceder para fazer a cirurgia?

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    • 17 de dezembro de 2020 em 08:54
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      Oi Vanderlei, sinto muito pelos problemas com sua esposa. Não tem jeito de transplantar um fémur inteiro. Somente partes dele. Pelo que entendi sua esposa tem uma prótese metálica e sente dor. Nestes casos é FUNDAMENTAL investigar a presença de uma infecção bacteriana latente, escondida entre a prótese e o osso. Se não tratar a infecção a dor não vai embora.

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  • 19 de dezembro de 2020 em 10:38
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    Dr. Alessandro Zorzi,
    Tudo bem?

    Lendo esse artigo sobre Transplante de Osso aqui no Blog da Unicamp, fico realmente encantada e feliz com o avanço da medicina.

    Mas ao mesmo tempo, fiquei triste e com uma sensação de impotência muito grande, pois já temos recursos na medicina regenerativa para trazer uma melhor qualidade de vida para as pessoas, mas não é acessível a todos.

    Há pouco dias minha Vó recebeu alta do Hospital Manoel Victorino que conta com Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia, aqui em Salvador-Ba.

    Ela, portadora de Artrite reumatóide, há 20 anos atrás fez uma Artroplastia do Quadril através do Hospital Sarah, há poucos meses, devido a não substituição no tempo devido, essa prótese causou uma inflamação séria e ela precisou ser internada.

    Ela passou por uma série de procedimentos no Manoel Victorino que falharam e causaram muito sofrimento a ela e a família. Passando meses hospitalizada.

    Agora foi devolvida para sua casa, com uma perna completamente inutilizada, sem o “Osso do Fêmur”, pois até a desarticulação do coxo femural foi descartada.

    É um quadro muito triste de ver, principalmente por sermos pobres e não ter condições de pagar por um procedimento e tratamento mais humano.

    A casa dela fica em um interior chamado Santanópolis, que nem existe abastecimento de água, precisa usar água represada da chuva para sobreviver, isso quando tem chuva.

    Agora está em cima de uma cama, sem poder levantar para fazer as próprias fezes.

    Uma Mãe, Avó e Bisavó.

    Mulher lúcida, guerreira, forte e que sempre foi muito independente, mesmo com as sequelas da Artrite Reumatóide, que já à acompanha por anos.

    É muito triste vê-la dessa forma.

    Me desculpa o desabafo, eu só queria do fundo do meu coração, que a medicina regenerativa fosse acessível a todos, principalmente aos que não tem condições de pagar, mas que contribuíram a vida inteira para um mundo melhor, educando seus filhos da melhor forma possível para que se tornassem bons cidadãos trabalhadores e pagadores de impostos.

    Mãe de 9 filhos, com 15 netos e 5 bisnetos, e não conseguimos ajudá-la, pense na frustração e sensação de impotência.

    Essa é infelizmente ainda a realidade do Brasil 2020.

    Gratidão por sua atenção!
    E parabéns pelo seu lindo trabalho!
    Que Deus te abençoe sempre!

    Resposta
    • 19 de dezembro de 2020 em 18:47
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      Cris, infelizmente essa é a realidade da maioria absoluta de nossa população. É revoltante. O problema não é falta de dinheiro, é o descaso. Descaso que fica muito pior quando se trata de doenças do sistema músculo-esquelético.

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  • 14 de fevereiro de 2021 em 09:20
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    Dr Alessandro Zorzi.
    A cabeça do meu fêmu está se desgastando, tenho 37 anos, mas desde criança q vem desgastando, minha perna já está com 2 cm menor q a outra, o meu médico falou q só vai colocar a prótese quando n der mais para andar. Eu não sabia q era possível fazer transparente de osso, gostaria de saber se no meu caso é possível fazer o transplante da cabeça femural ?

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    • 23 de maio de 2021 em 21:36
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      Boa noite doutor fiz um transplante do fêmur a 2 anos quebrou 2 vez a placa agora o doutor falou que osso transplantado tá morto o posso fazer obrigado

      Resposta
      • 7 de junho de 2021 em 09:21
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        Eita Airton! Que dificuldade! Isso pode acontecer mesmo, em alguns casos o osso não INTEGRA. Ele precisa integrar com o seu osso para receber suprimento sanguineo. Se faltar sangue o enxerto morre. A vida está no sangue, já dizia a Bíblia. Uma opção é colocar um novo enxerto. Outra opção é substituir por uma prótese metálica. Mas aí precisaria ter mais detalhes sobre seu caso. Converse com seu médico sobre as opções.

        Resposta
        • 27 de setembro de 2021 em 13:51
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          Olá Boa tarde Dr ,meu nome é Ana Amélia,tive dois tumores na minha perna ,O primeiro atingil minha tíbia e o joelho,eu essa cirurgia com Dr Walter Pena um excelente profissional,foi uma cirurgia de muito sucesso,fiz uma artrodose de joelho,passaram se três anos tive novamente outro tumor,esse tumor descalcificou a cabeça do meu fêmur,onde fui submetida a outra cirurgia,colocando um prótese total de quadril,estava com 25 anos, hoje estou com 56,gostaria de saber se no meu caso seria possível um transplante?
          Desde já agradeço pela atenção,Deus abençoe.

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          • 1 de outubro de 2021 em 07:48
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            Oi ANA, muita gente imagina que o transplante de osso vai substituir a protese metalica. Isso não acontece. Se a prótese estiver gasta e precisar ser trocada, o medico pode sim optar por colocar um transplante de osso JUNTO COM A NOVA PROTESE, para reforçá-la. Mas não vai ficar sem prótese.

  • 10 de junho de 2021 em 14:44
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    Boa tarde doutor eu conversei com o doutor que fez o trasplante ele sugeriu a colocar uma astia p dentro do osso mas se o osso tá morto não adianta eu acho como Faso p ver valor p fazer o outro trasplante com senhor meu número é 051997516044 se me atende agradeço muito obrigado

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  • 29 de junho de 2021 em 20:49
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    É possível fazer transplante da cabeça do fêmur ?

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    • 5 de julho de 2021 em 08:29
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      Olá Fábio. A questão é que nós usamos sim muitas vezes a cabeça do fêmur para transplante. Mas não para substituir uma cabeça doente. Nós picamos o osso da cabeça do fêmur do doador e usamos o osso picado para preencher falhas ósseas. Para substituir a cabeça inteira, é feita uma prótese metálica, porque os resultados são excelentes.

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  • 25 de outubro de 2021 em 15:57
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    Boa tarde… gostaria de saber se é possível e ser é feito aqui no Brasil e quais hospitais públicos que são especializados em transparente ósseo. pós sorrir um acidente de moto e tive um trauma severo no maléolo da tíbia e da fibula que causa muita dor… me indicaram a artrodese ,,mas não acredito ser o melhor pos ja ouvir relatos que não mudou muito a qualidade de vida dos que optaram por esse procedimento. sei que parece um tanto talvez absurdo ate… mas gostaria de saber se fazendo a substituição dos ossos danificados “” somente a parte danificada, sendo estas os maléolos tanto da fibula e da tíbia.. é possível,seria na minha visão leiga a melhor alternativa, melhor que protese ou outros procedimentos.

    fico muito grato se houver uma apreciação e uma resposta a minha causa.

    obrigado

    Resposta
    • 11 de novembro de 2021 em 11:36
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      Oi Christiano, muitos hospitais usam o transplante de osso . Existem no Brasil hoje seis que fornecem esse osso. Os mais conhecidos são o Instituto Nacional de Traumatologia Ortopedia (INTO) no RJ, a USP em SP, a UNICAMP, Marília, HC de Ribeirão Preto.

      Resposta
  • 6 de janeiro de 2022 em 14:39
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    Olá Dr. Alessandro Zorzi, boa tarde!
    Dr, minha filha de 23 anos teve um osteossarcoma e retirou uma parte de 11cm do fêmur e colocou um implante ósseo de banco de ossos. Isso foi em fevereiro de 2021 e até agora nada de colar. Isso é normal? Existe algum tratamento que possamos fazer para acelerar a integração? Muito obrigada!

    Resposta
    • 3 de fevereiro de 2022 em 20:02
      Permalink

      OI Giana, as vezes pode demorar um pouco. Esse processo é lento e precisa ser acompanhado de perto pela equipe que operou. Em casos não oncológicos, a terapia com ondas de choque pode ajudar a acelerar a consolidação. Mas nos casos de tumor isso precisa ser muito muito muito discutido com o oncologista.

      Resposta
  • 18 de abril de 2022 em 00:21
    Permalink

    Olá Dr, meu marido fez uma cirurgia de transplante ósseo na parte do fêmur distal… Está completando 5 meses, porém tem muita dor, e com limitação no joelho, fica no máximo em 45°. É normal?

    Resposta
  • 20 de abril de 2022 em 09:15
    Permalink

    Bom dia Dr Alessandro, meu companheiro de 33 anos tem uma haste intramedular no fêmur há dois anos e um novo acidente além de ter quebrado a tíbia e a acetábulo da outra perna, empenou a haste que já havia e constatou que a fratura ate hj não havia consolidado. Orientação é retirada da haste, mas depois de tudo que passou sabe que é uma cirurgia bastante complexa e pode deixá-lo com mais problema na perna. Gostaria de saber se fizesse apenas a cirurgia da fratura antiga, se poderia ficar com a haste empenada. Obrigada

    Resposta
    • 14 de julho de 2022 em 11:56
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      Olá Soraya, seria necessária uma avaliação mais pormenorizada da história, do exame físico e dos exames de imagem e laboratoriais para te responder.

      Resposta
  • 7 de maio de 2022 em 12:27
    Permalink

    Boa tarde Dr. Alessandro Zorzi.
    Sofri uma queda de altura a descrição do laudo da tomografia é essa: Fratura cominutiva intra-articular do corpo do calcâneo, com múltiplos traços se estendendo à faceta posterior e com extensão também a margem plantar e posterossuperior do osso, bem como comprometimento do sustentáculo do tálus. Nota-se ainda alargamento laterolateral do mesmo e retificação do PITCH do calcâneo. O fragmento que contém a maior porção da faceta posterior está desviado em flexão. Há redução do ângulo de Böhler e aumento do ângulo crucial de Gissane. Discreto derrame articular tibiotalar e subtalar. Edema circunferencial da tela subcutânea do tornozelo / retropé. Textura óssea preservada. Demais estruturas ósseas de morfologia e contornos conservados. Demais espaços articulares conservados. Grupamentos musculares com morfologia, contornos e coeficientes de atenuação normal. O médico que está cuidando do meu caso me explicou que como a fratura foi muito severa ele optou pelo tratamento conservador, aguardar os ossos cicatrizarem e após realizar uma cirurgia de artrodese para unir o tálus com o calcâneo, essa é minha preocupação, pois há possibilidade de perca de movimento e o formato anatômico do calcâneo possivelmente será comprometido. Minha pergunta (sou leigo) É possível fazer um transplante desses ossos?

    Resposta
  • 11 de maio de 2022 em 08:42
    Permalink

    Olá Dr Alessandro Zorzi.
    Sofri uma queda de altura e tive uma lesão severa no calcâneo.
    Esse é o laudo da tomografia: Fratura cominutiva intra-articular do corpo do calcâneo, com múltiplos traços se estendendo à faceta posterior e com extensão também a margem plantar e posterossuperior do osso, bem como comprometimento do sustentáculo do tálus. Nota-se ainda alargamento laterolateral do mesmo e retificação do PITCH do calcâneo. O fragmento que contém a maior porção da faceta posterior está desviado em flexão. Há redução do ângulo de Böhler e aumento do ângulo crucial de Gissane. Discreto derrame articular tibiotalar e subtalar. Edema circunferencial da tela subcutânea do tornozelo / retropé. Textura óssea preservada. Demais estruturas ósseas de morfologia e contornos conservados. Demais espaços articulares conservados. Grupamentos musculares com morfologia, contornos e coeficientes de atenuação normal.
    O médico que está me tratando preferiu utilizar o tratamento convencional e após a consolidação dos ossos irá fazer uma artrodese para fixar o tálus no calcâneo, o que entendo é que ficarei com os movimentos do pé comprometido bem como a anatomia também. Minha pergunta: É possível fazer um transplante desses ossos?
    Grato.
    Luiz C. M. Vilela

    Resposta
    • 14 de julho de 2022 em 11:53
      Permalink

      Oi Luiz, transplantar um talus inteiro ou um calcâneo inteiro não é feito. Mas pode ser feito o transplante de fragmentos chamados ENXERTO. Difícil avaliar um caso pelo laudo de um exame de imagem. Tem muita coisa a mais que precisa ser analisada. Mas de uma forma geral, fraturas de calcâneo são casos graves e sao um desafio para o ortopedista.

      Resposta
  • 1 de junho de 2022 em 19:35
    Permalink

    Teria algum pop sobre transplante ósseo pra dividir?

    Resposta
  • 4 de junho de 2022 em 21:19
    Permalink

    Olá, Dr.Alessandro boa noite .Dr tive controssarcoma no úmero á 20 anos desde então fui submetida a várias cirurgias no total 17 , tirou uma parte do úmero e colocou protese ,fazerem artrodese não deu certo ,agora colocaram a protese de novo e vários infecção e agora eles querem tirar a protese e não colocar nada, eu queria era fazer o transplante mais o médico fala que no meu caso não adianta ,fui em outro ortopedista indicou o transplante tenho 45 não sei o que fazer obrigada, aguardo

    Resposta

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