Darwin e os alienígenas

Estudo da Universidade de Oxford busca definir a vida e suas complexidades e aplica a seleção natural para facilitar o reconhecimento de seres extraterrestres — se existirem, claro. Quando botou os pés em Galápagos, foi como se Charles Darwin desembarcasse em outro mundo. Tudo ali era muito diferente de sua Leia mais…

Animes que me animam (vol. 2)

Mais recomendações de um cara que só descobriu animações e séries orientais em 2017

Eu deveria ter falado dos primeiríssimos animes que vi e gostei na coluna passada, mas acabei me esquecendo. Também fiquei de dar recomendações de doramas coreanos. Dessa vez temos histórias de alquimia e filosofia  steampunk; contos de contadores de história do Japão de meados do século XX; os romances irrealizados de Makoto Shinkai e transplantados de uma novelinha coreana, uma comédia de erros publicitários e duas abordagens distintas sobre viagens no tempo com resultados semelhantes. (mais…)

Lincos, a linguagem cósmica

Dizem que quando chegou à Austrália, James Cook e seus tripulantes ficaram intrigados com duas coisas: os aborígenes e aqueles grandes animais providos de bolsas e longas caudas que pululavam por ali. Cook teria perguntado a um nativo que bicho era aquele e lhe responderam “kangaroo”. Reza a lenda que Leia mais…

Uma alegoria geológica

Os escritores árabes da Idade Média cultivaram, com algum sucesso, o estudo da mineralogia, mas seus trabalhos não resultaram em descobertas geológicas. Sir Charles Lyell [1797-1875] cita uma alegoria árabe que remonta a essa época e que antecipa, de maneira notavelmente bela, algumas das conclusões alcançadas pela geologia moderna. Ela Leia mais…

Botânica Paralela

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Jorge Luis Borges tem o seu Livro dos Seres Imaginários ou Manual de Zoologia Fantástica, um bestiário de criaturas reconhecidamente inexistentes, uma zoologia sem animais. Não menos borgiano é a Botânica Paralela do escritor e ilustrador ítalo-holandês Leo Lionni [1910-1999]. Digno da Biblioteca de Babel, a Botânica Paralela é um catálogo de plantas inventadas, cujas características inventadas são descritas por botânicos igualmente inventados. (mais…)

O Primeiro “Mundo Perdido”

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RAWR!

Não, não vamos fazer mais uma resenha de Jurassic World ou mesmo de seu antecessor, Jurassic Park. Em vez disso, vamos nos aprofundar mais nessa história de dinossauros no cinema. O que têm a ver Arthur Conan Doyle, dinossauros e stop motion? O elo perdido entre esses três elementos é um filme mudo lançado há 80 anos: O Mundo Perdido. Verdadeiro fóssil cinematográfico, o filme é uma adaptação de um romance homônimo do criador de Sherlock Holmes. O próprio Conan Doyle contribuiu para a adaptação de sua obra à telona. (mais…)