Patentes Patéticas (nº. 64)

Like a sir!

Banheira de hidromassagem? Enquanto a família Jacuzzi migrava da Itália para os Estados Unidos, em 1900, alguém já havia pensado nisso. Só que, ao invés de água pressurizada por bombas, Otto A. Hensel, de Pittsburgh, Pensilvânia, inventou uma Rocking or Oscilating Bath-tub [Banheira Balançante ou Oscilante]: (mais…)

“A ofensa cujo nome é crime”

Você já deve ter ouvido falar em bestialidade, né seu tarado? (ou então caiu de pára-quedas aqui após buscar no Google) De qualquer forma, se hoje essa parafilia é considerada repugnante por pessoas comuns e “desumana” por defensores dos animais, imagine o que não acontecia em plena Idade Média: A bestialidade Leia mais…

Patentes Patéticas (nº. 63)

Punishment wheelQuando se trata de disciplinar as crianças, os pais modernos têm um monte de dúvidas. Elas devem ou não ser punidas por seu comportamento (ou falta de)? Se sim, como deve ser a punição: física, moral, psicológica ou uma combinação de todos? O conflito com os pais é sempre problemático, criando sentimentos de vingança entre os filhos? Castigos destroem a família? Como lidar? Tentando resolver todos esses problemas, tornar o processo de punição divertido para as crianças e ainda ganhar uma grana, o casal americano Jose e Mary Jo Gonzalez inventou a Punishment Wheel [Roda dos Castigos], formada por (mais…)

O caso Kotzwara

Há pessoas que, mesmo com alguma fama, só entram para a História quando saem da vida. Ou pela forma como saem da vida. Frantisek Kotzwara, por exemplo. Nascido em 1730 em Praga, na então Boêmia, Kotzwara (Kočvara em checo) foi um compositor e virtuoso baixista que viajou por toda a Europa com diversas orquestras antes de se estabelecer na Inglaterra em 1775. Suas obras incluem canções, serenatas, trios e quartetos para cordas e umas duas dezenas de sonatas. Sua composição mais popular foi The Battle of Prague, sonata baseada na batalha travada por prussianos e Habsburgos em sua terra natal em 1757.

Ironicamente, Kotzwara ainda é mais lembrado pela sua causa mortis bizarra do que por seus acordes. Em 2 de fevereiro de 1791, o compositor boêmio (literalmente) acordou meio masoquista e foi procurar alguma diversão do tipo na Vine Street, em Londres. Lá ele encontrou-se com uma meretriz chamada Susannah Hill e convidou-a para um lauto jantar. Após os comes-e-bebes, ele perguntou — assim como quem não quer nada — se ela simplesmente não poderia castrá-lo. Hill negou-se, é claro, pois há propostas indecentes que ofendem até uma dama da noite. Mas Kotzwara insistiu (ou pagou) tanto que eles conseguiram chegar a um acordo — brincar de asfixia erótica! (mais…)

Em uma palavra [109]

loganamnose (lo.ga.nam.no.se) s.f. tentativa, quase sempre inútil, de forçar a memória a se lembrar de uma palavra esquecida; aquela sensação de que “está na ponta da língua”. [do grego logos = palavra + anamnose = falta de memória, esquecimento]