Últimos posts na rede Blogs Unicamp:

As caixas de Lagrange
Dia 07/setembro/26 em Zero
Lagrange é uma jovem cientista que está preparando recipientes para seu experimento de pesquisa. Ela pretende estudar o efeito do uso de uma manta biológica para isolar o interior de uma embalagem. Devido às propriedades biológicas da manta, uma mesma folha pode ser cortada e colada para revestir todo o interior de um recipiente; entretanto, a utilização de folhas diferentes gera uma incompatibilidade que compromete o isolamento. Assim, Lagrange está limitada a utilizar apenas uma folha por caixa e deseja determinar as dimensões da caixa de maior volume possível que pode construir. Como a universidade é um ambiente de contatos e ninguém precisa ser especialista em todas as áreas, Lagrange, percebendo a dificuldade de sua tarefa, procurou sua amiga Emanuelly para saber se ela poderia ajudá-la a encontrar uma forma de determinar essas medidas. Após entender a natureza do problema, Emanuelly começou a rascunhar, fazer desenhos e testar alguns cálculos —... | acesse ❯
Deposite seu voto de confiança na urna eletrônica!
Dia 07/setembro/26 em Sala V
Com as eleições de 2026 se aproximando, parece que todo mundo só sabe falar disso, promovendo candidatos e discutindo políticas públicas. Mas como funciona o processo da urna eletrônica? Por que é uma prioridade que o processo de eleição seja transparente para todos? Como fazemos isso? O Sala V tem como proposta te explicar tudo isso! Autoria de Fernanda Nunes Ribeiro & Mariana Olimpio de Aquino Revisão de Cyntia Vasconcelos de Almeida & Mayara de Carvalho Santos Antes de tudo: como começou a urna eletrônica? A ideia de criar um equipamento que contabiliza os votos já existe desde 193 no Brasil, na fundação da Justiça Eleitoral, e vários protótipos foram propostos a partir de 1937. É com o avanço da informática que, em 1989, o Tribunal Regional de Santa Catarina realizou a primeira votação eletrônica no município de Brusque, usando um computador adaptado. Em 1995, o TSE institui a Comissão de Reforma da Legislação... | acesse ❯
Etnografar a Dança Contemporânea - Experiência e registro de processo de criação de obra de Arte
Dia 06/setembro/26 em KíNA
Fotografia de capa no camarim do Centro Cultural Franco Moçambicano na estreia de CASA (Manjate, 2013). Da esquerda para a direita, Marília Carneiro, Katia Manjate, Judith Olivia Manantenasoa e Walter Zand. Arquivo pessoal. As ideias que apresento neste texto para o Poéticas da Criação são parte de um estudo cuja pretensão inicial poderia ser resumida como: circunscrever, a partir do  método etnográfico, a prática artística da dança contemporânea no contexto particular da  cidade de Maputo, capital de Moçambique, na África Austral.   O acompanhamento de processos de criação de obras coreográficas de artistas locais  foi uma das atividades que previamente elenquei como situação de trabalho de campo  desejável, a partir da qual gostaria de informar a investigação, (i) porque responde ao meu  pré-requisito de despertar na pesquisadora (no caso, eu) reação somática (Fortin, 2009, 2012)  de interesse e conforto1 (ii) porque me permite traçar contrapontos com uma relativa  bagagem em observar processos de... | acesse ❯
Resenha em cápsula (XII): Novo Mundo: metamorfoses da colonização
Dia 02/setembro/26 em Sobre Economia
Resenha em cápsula (XII): Novo Mundo: metamorfoses da colonização.| acesse ❯
O Prometeu da era digital: um olhar sobre a exposição “O Mundo Através da IA”
Dia 02/setembro/26 em
Por Thais Lassali Segundo a mitologia grega, em histórias que remontam os séculos 700 e 400 a.C.1, Prometeu foi o titã que subiu ao Monte Olimpo, roubou o fogo divino e o ofereceu aos mortais. Ao presentear a humanidade com a chama da criação, Prometeu teria compartilhado com ela conhecimentos exclusivos aos deuses e cravado, ao mesmo tempo, sua própria ruína: passar o resto da eternidade acorrentado a uma rocha no Cáucaso, com o fígado sendo eternamente devorado por um abutre. Em algumas versões do mito, os humanos são criados a partir do barro e é justamente o fogo ofertado por Prometeu que os anima (no sentido de dar vida e alma).  Mais de um milênio depois, Mary Shelley retomou essa centelha de Prometeu em Frankenstein, cujo subtítulo é justamente O Prometeu moderno. O protagonista do livro, Victor Frankenstein, não roubou o fogo de ninguém, ao menos não literalmente. Sua peripécia foi... | acesse ❯
O plástico que não vemos e a química ajudando a encontrá-lo
Dia 01/setembro/26 em INCTBio/LK
Pesquisa de Anne Santos de Almeida, da UnB, investiga microplásticos no Lago Paranoá, identificando polipropileno, polietileno, poliamida e PET por meio de técnicas de química analítica e quimiometria. O estudo aborda os possíveis impactos dos microplásticos e seus aditivos no meio ambiente e na saúde, além da importância da economia circular. No doutorado na Unicamp, Anne amplia a pesquisa para microplásticos, agrotóxicos e outros contaminantes emergentes.| acesse ❯
Você já ouviu falar em desextinção?
Dia 31/agosto/26 em Produção Científica em Rede
Texto de Angel Ricci Moreira Desextinção se refere à ideia de ressuscitar formas de vida desaparecidas ou manipular organismos de espécies anteriormente extintas. Em Jurassic Park, essa ideia é levada ao extremo, com cientistas revivendo dinossauros a partir de DNA antigo. No filme, ficam em destaque as consequências e os riscos da tentativa de reverter a extinção, assim como o impacto potencial da interferência humana sobre o equilíbrio natural. Ainda que, no filme, isso seja apresentado em seu formato mais extremo. Mas isso é possível? A princípio, sim. Existem dois métodos principais que os cientistas utilizam: Através da clonagem, ou seja, a criação de um novo indivíduo geneticamente idêntico a outro. Para isso, os cientistas precisam de material genético intacto da espécie que querem ressuscitar. Eles retiram o núcleo de uma célula da espécie extinta e o colocam em um óvulo de uma espécie viva que seja semelhante. O núcleo contém as informações genéticas, enquanto... | acesse ❯
Os desafios da relação entre ciência e imprensa: O caso Greg News!
O que fazer quando uma entrevista ou matéria jornalística não sai como esperado? Neste texto, compartilho uma experiência para discutir a relação entre divulgação científica, cientistas e imprensa.| acesse ❯
Prática etnográfica da Dança Contemporânea em Maputo: Considerações metodológicas sobre o Trabalho de Campo
Dia 29/agosto/26 em KíNA
Maputo, esta imensa varanda na beira do Índico! (Mia Couto) Escolhi Maputo por uma confluência de fatores. Primeiro o crescente interesse de vários campos em África como tema e como espaço geográfico de atuação. Depois, a discussão sobre o eixo geográfico do Atlântico Sul e o papel do Brasil como potência do empreendimento cultural entre a América Latina e a África. Também a existência da Comunidade de Países da Língua Portuguesa, que agrupa Brasil e Moçambique sem entrar nas contraditórias questões linguísticas. O financiamento para a pesquisa e para outros tipos de trabalhos no continente africano está em alta, o que não deixa de ser uma relevância.  Em 2011, a declaração do interesse do circuito de festivais brasileiros de dança contemporânea (DC) pelo que acontece no continente africano em termos de criação coreográfica definiu a pertinência social do projeto. Não tinha nenhum interesse específico em estudar África, Moçambique ou Maputo, mas já... | acesse ❯
Um projeto de resiliência: o protagonismo de povos indígenas e comunidades tradicionais na governança climática brasileira
Dia 26/agosto/26 em
Por Thais Lassali Ao se narrar a história do enfrentamento às mudanças climáticas no Brasil, o olhar costumeiramente se volta para o protagonismo de instituições como a Organização das Nações Unidas, o Ministério do Meio Ambiente e o próprio Governo Federal. Geralmente, se inicia pela participação do país nos debates da ONU, tendo como um importante marco, a assinatura da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima em 1992 na cidade do Rio de Janeiro. Historicamente, nesses contextos multilaterais, o Brasil tem assinalado a discrepância entre os maiores responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa que contribuem para o agravamento das mudanças climáticas e aqueles mais atingidos. Essa lógica, entretanto, se reproduz dentro das nossas próprias fronteiras. Segundo dados de 2023 do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), as populações dentro do Brasil que menos emitem esses gases estufa são as mais afetadas pelas mudanças do clima,... | acesse ❯
Anna Maria Van Schurman
O lançamento desta semana apresenta Anna Maria Van Schurman, tema fundamental para a compreensão do papel ativo e pioneiro desempenhado pelas mulheres no cenário filosófico e intelectual do século XVII. O verbete, escrito por Lia Levy, apresenta uma reflexão crítica sobre a trajetória da filósofa e o processo de apagamento historiográfico que, ao longo dos séculos XVIII a XX, desqualificou sua produção erudita e a excluiu do cânone filosófico. A autora analisa as duas obras principais da pensadora, destacando a Dissertatio (1641) — na qual Van Schurman utiliza o rigor do método escolástico para defender a igualdade de capacidade racional entre os sexos e o direito das mulheres ao estudo — e a Eukleria (1673/1685), autobiografia marcada por sua virada místico-labadista que reposiciona o papel da razão discursiva em favor da experiência direta e afetiva de Deus (cognitio experimentalis). Levy aborda ainda a intervenção da pensadora no debate sobre a... | acesse ❯
Doenças tropicais negligenciadas: entenda a importância da química no tratamento
Dia 25/agosto/26 em INCTBio/LK
Entenda o que leishmaniose, dengue, doença de Chagas e raiva têm em comum e como a química contribui para o desenvolvimento de tratamentos contra essas e outras doenças tropicais negligenciadas| acesse ❯
No alto daquele cume
Dia 24/agosto/26 em Zero
Uma vez que a gente conhece derivadas fica meio bobo achar o ponto de vértice de uma parábola (máximo/mínimo). Derivamos a função uma vez e a igualamos a 0, pois isso representa o ponto onde a inclinação da curva muda de positividade, ou seja, o cume da função. Podemos até generalizar essa expressão para f(x) = a.x² + b.x + c. O vértice dessa função será 2.a.x + b = 0. Porém, estava aqui montando minha lista de exercícios pra usar no Ensino Médio e pensei: como posso falar disso com meus alunos do Ensino Médio? Dar uma fórmula pronta seria muito sem graça… Tipo, não é legal fazer as pessoas aceitarem as coisas quando é possível convencer de que seja realmente verdade. Mas também explicar derivadas nessa faixa-etária pode ser uma dor de cabeça desnecessária… Poderia até fazer um procedimento mais mecânico, encontrando os dois pontos que a função cruza o eixo horizontal,... | acesse ❯
Estudos em tempos de IAs Generativas
Dia 22/agosto/26 em PEmCie
Recentemente, vemos pipocar em redes sociais técnicas e estratégias para buscar mais e mais artigos, compilando-os e sintetizando ideias para nossas produções e estudos com o uso de ferramentas de IAs Generativas. Uma coisa em especial me chama a atenção nestes vídeos (no tiktok ou instagram) ou fios (microtextos, como threads, X ou bluesky): o quanto esta compilação, muitas vezes, promete dar conta de produzir ou organizar nosso material final. Todos ensinam a fazer prompts para planejar aulas, buscar artigos para estruturar revisões sistemáticas, linearizar e realizar relações de conceitos, até analisar este material. E mais do que olhar para isto como uma prática que condene este suposto atalho, gostaria hoje de propor outra abordagem: o que estamos deixando de realizar e com que propósito fazemos isto. Etapas de aprendizado até o Ensino Superior Uma das questões que me pergunto diz respeito menos ao quanto usar este conjunto de ferramentas substitui etapas de... | acesse ❯
Fome de conhecimento
Dia 20/agosto/26 em Sala V
Quase sempre nos deparamos com os termos carboidratos, proteínas e gorduras em propagandas sobre dietas ou mesmo enquanto estamos rolando o feed nas redes sociais aleatoriamente. Ou ainda quando escutamos pessoas dizerem que precisamos nos alimentar de maneira saudável, que determinado alimento tem tal vitamina… E, parando para pensar, o que tudo isso significa? Afinal… o que esses termos querem dizer? Por que esses alimentos e seus nutrientes são importantes para o nosso corpo? Vem com a gente entender um pouco mais sobre os nutrientes que são a base da nossa alimentação! Autoria de Fernanda Nunes Ribeiro & Mariana Olimpio de Aquino Revisão de Cyntia Vasconcelos de Almeida & Mayara de Carvalho Santos   Antes de começar: o que são os tais nutrientes? Ao pensar num PF — o famoso prato feito —, o que vem à sua mente? Geralmente, imaginamos um bocado de arroz, feijão carioca, um bife acebolado com batata frita, talvez uma... | acesse ❯
Lucia Maria Paleari: trajetórias, concepções e experiências no ensino de ciências e na construção da mentalidade científica
Dia 19/agosto/26 em Natureza Crítica
Por Tássia Oliveira Biazon¹, Thiago Henrique Diniz² e Vinícius Nunes Alves³ Contextualização Historicamente, a educação brasileira exige diferentes habilidades de seus professores, sejam elas sobre conhecimentos específicos da sua área de ensino ou sobre os conhecimentos pedagógicos necessários a essa prática, para além, claro, dos desafios estruturais das redes municipais, estaduais e federais de educação. Nesse cenário, é um desafio a formação de professores capacitados a compreender e a desenvolver as habilidades e competências necessárias à sua área de atuação. Esse novo desafio é uma missão dos profissionais da educação frente ao desenvolvimento integral do indivíduo e à grande frenesi do fluxo de dados, informações e conhecimentos, de maneira que não é possível controlar as galáxias do pensamento. Ao mesmo tempo, o excesso e a velocidade desse fluxo fragmentam o ser humano moderno. Na alternativa de conectar fluxo e ser humano, a interdisciplinaridade se desenvolve na busca da (re)construção de um novo ser. Independente... | acesse ❯
As últimas palavras de Dom Phillips: Uma leitura imbuída de afetos 
Dia 19/agosto/26 em Especial Política
Em julho deste ano, li pela primeira vez o livro Como Salvar a Amazônia, iniciado pelo jornalista Dom Phillips em suas pesquisas pela Amazônia e terminado por colegas e amigos após seu falecimento. O sentimento após a leitura foi misto. É estranho ler e se conectar com as palavras de alguém que já partiu, e de uma maneira tão escabrosa e televisionada como foi a tragédia ocorrida com ele e Bruno Pereira. Este texto será um pouco diferente dos meus escritos neste blog. Aqui trarei os nós no estômago, a boca seca e os olhos molhados que resultaram dessa leitura. Faz quatro anos que os ativistas foram mortos no Vale do Javari, em um ano de eleição presidencial. Após quatro anos, estamos aqui. Receosos, inseguros, com a política que há de vir e o que isso significará para a política ambiental brasileira. Ainda falaremos muito disso nos próximos meses. Infelizmente, Dom e Bruno não foram as... | acesse ❯
GEICT marca presença na 21ª UPA
Dia 19/agosto/26 em
Por Thais Lassali A Unicamp realiza anualmente o Unicamp de Portas Abertas, também conhecido como UPA, evento voltado para apresentar a universidade para a sociedade, principalmente para jovens em idade escolar. Nele, os visitantes podem participar de oficinas, visitar laboratórios de pesquisa, assistir palestras e apresentações culturais, além de saber mais sobre os cursos e grupos que compõem nossa comunidade universitária. No próximo dia 22 de agosto, das 9h às 17h, acontecerá a 21ª edição da UPA. Com o tema “Tempo de Conexões”, o evento celebra os 60 anos da Universidade e reafirma seu compromisso com a integração entre ensino, pesquisa, extensão e inovação. Como não poderia deixar de ser, no dia 22, o GEICT estará presente no Instituto de Geociências para participar da UPA. Conversaremos com o presente e faremos atividades de interação a partir de dois cartazes, um deles apresentando nosso grupo e nossas pesquisas e outro apresentando o projeto... | acesse ❯
Scientific Literacy: Project Brings High School Students Closer to Research in Pharmacologys
Dia 19/agosto/26 em Farmaco Em Foco
A scientific literacy project at Unicamp will bring three high school students closer to Pharmacology research through laboratory experiences, scientific training, and science communication activities. Over 12 months, students will explore different research areas, learn how scientific knowledge is produced and evaluated, and develop skills to interpret evidence, identify misinformation, and communicate science to the public.| acesse ❯
Letramento científico: projeto aproximará estudantes do Ensino Médio da pesquisa em Farmacologia
Dia 19/agosto/26 em Farmaco Em Foco
Projeto de letramento científico da Unicamp aproxima estudantes do Ensino Médio da pesquisa em Farmacologia. Durante 12 meses, os alunos vivenciarão laboratórios, aprenderão sobre pesquisa científica e produzirão conteúdos de divulgação científica.| acesse ❯
Não morde, mas machuca
Dia 19/agosto/26 em Zero
Eu adoro os memes do cachorro que não morde mas machuca. A lógica desse humor é que alguém vê um cachorro e pergunta se ele morde, mas o tutor responde que não; mesmo assim, ele machuca. Então, o cachorro diz algo que dói pra quem ouve, como por exemplo: No caso, dizer que para somar frações devemos somar o numerador e somar o denominador é um equívoco para a maioria das situações com números Reais. Por isso, afirmar com valores genéricos essa igualdade dói a quem ouve. Mas, após rir, me dei conta de que essa regra de soma nem sempre é falsa. Ou seja, para algumas condições ela se aplica sim (na real, eu ainda nem fiz as contas que estou pra fazer, então esse está sendo um (dos muitos que faço) post escrito ao vivo). Assim, queremos determinar, na verdade, para quais subconjuntos numéricos dos Reais essa igualdade é valida. m/n... | acesse ❯
A crise climática já bate o ponto: trabalho precisa entrar no centro da transição justa
Dia 18/agosto/26 em Natureza Crítica
Descarbonizar a economia não basta. O teste real da transição está nas condições de quem trabalha, nos territórios que recebem novos empreendimentos e na distribuição de custos e benefícios. A crise climática já chegou ao trabalho antes mesmo de o mercado de trabalho terminar de entender o que fazer com ela. Está no agricultor que precisa mudar a jornada por causa do calor, no operário da construção civil exposto ao sol, no entregador que atravessa uma cidade em temperatura extrema e em quem perde renda quando enchentes interrompem transporte, produção e comércio. Isso muda a maneira como discutimos transição energética. Durante muito tempo, o debate climático tratou o trabalho principalmente pelos empregos que poderiam desaparecer ou surgir com a descarbonização. Essa conta continua importante, mas ficou pequena. A pergunta agora é mais incômoda: que tipo de trabalho sobreviverá — e em quais condições — num planeta mais quente? A Organização Internacional do Trabalho... | acesse ❯
Guia para visitantes: o que saber antes de entrar em um laboratório de Química
Dia 18/agosto/26 em INCTBio/LK
Vai visitar um laboratório de Química? Saiba quais cuidados e regras de segurança devem ser seguidos.| acesse ❯
O sumiço dos corpos reais: o efeito das canetas emagrecedoras no Brasil
Dia 18/agosto/26 em PEmCie
Texto escrito por Mariana Amaral da Silva, Willian Molina e Lavínia Schwantes O que aconteceu com a diversidade de corpos nas mídias? Você já percebeu que os corpos reais estão sumindo das redes sociais? Onde foram parar os corpos diversos nas mídias? Bom, nós sabemos que o entendimento de corpo está em constante processo de ressignificação, ou seja, muda conforme o contexto sociocultural. As transformações culturais e as manifestações da contracultura estão entre as responsáveis pelas modificações de comportamento e posicionamento das pessoas em relação às temáticas sociais. O mercado wellness (bem estar em inglês) tem movimentado a economia global  e apostado em produtos, práticas e serviços voltados à saúde e ao equilíbrio físico, mental e emocional. Junto com ele, há o aumento dos conteúdos relacionados ao corpo magro nas redes sociais e percebemos a mídia operando com a ideia do cuidado de si, que responsabiliza os próprios indivíduos pela maneira como... | acesse ❯
As mulheres na pré-história
O lançamento desta semana apresenta as mulheres na pré-história, tema fundamental para a compreensão do papel ativo e diversificado desempenhado pelas mulheres nos primórdios da trajetória humana. O verbete, escrito por Tania Andrade Lima, apresenta uma reflexão crítica sobre como a arqueologia, ao emergir no século XIX sob referenciais patriarcais e colonialistas, consolidou modelos interpretativos androcêntricos em torno do “homem pré-histórico”. A autora analisa a emergência da arqueologia de gênero a partir da segunda onda do feminismo e discute a desconstrução da rígida divisão sexual do trabalho entre o “homem caçador” e a “mulher coletora”, trazendo evidências arqueológicas e etnográficas que comprovam a participação feminina na caça. O texto aborda ainda o simbolismo das estatuetas antropomorfas femininas (as chamadas “Vênus” paleolíticas), as manifestações nas pinturas rupestres, os impactos do sedentarismo e da domesticação de plantas e animais, além da identificação de mulheres em posições de elevado prestígio social, político e... | acesse ❯
Acessar o conteúdo