Últimos posts na rede Blogs Unicamp:

EBDC: a experiência do evento pela visão do INCT
Dia 29/setembro/26 em INCTBio/LK
O INCTBio-LK também marcou presença no EBDC. As discussões do encontro passaram pelos caminhos e desafios da divulgação científica, destacando sua relação com o trabalho desenvolvido pelo INCTBio-LK.| acesse ❯
Uma linha do tempo em um mapa de informações: Janeiro de 2020 — A crise antes de a crise chegar ao Brasil
Dia 29/setembro/26 em Especial COVID-19 | Blogs Unicamp
Na postagem anterior apresentei a pesquisa que deu origem a esta série e a linha do tempo construída durante meu doutorado. A proposta, agora, é voltar ao longo da série, ao primeiro ano da pandemia no Brasil para acompanhar, dia a dia, como acontecimentos, informações, dúvidas, descobertas e disputas se sucederam em um ambiente marcado, ao mesmo tempo, pelo excesso de informações e pela falta de respostas e referências confiáveis. A partir daqui, essa trajetória será percorrida mês a mês. As postagens da série serão acompanhados por breves inserções de análise e, ao longo dos excertos, as informações serão identificadas pelos números correspondentes às referências bibliográficas utilizadas na pesquisa. A linha do tempo completa está disponível na tese Crises entrelaçadas em um Brasil pandêmico: como se configura a permacrise no Brasil durante a Covid-19. Breve análise desse período Janeiro: quando a incerteza começou a circular Caro leitor, olhando para janeiro de 2020 com a distância... | acesse ❯
Uma linha do tempo em um mapa de informações: como nos informamos durante a Covid-19
Dia 28/setembro/26 em Especial COVID-19 | Blogs Unicamp
Essa série de postagens irá abordar essa linha do tempo diária do primeiro ano pandêmico no Brasil, não só como inclusão dos dados, mas com pequenas inserções de análise que foram largamente abordadas na tese publicada em 2025 pela Unicamp: Crises entrelaçadas em um Brasil pandêmico : como se configura a permacrise no Brasil durante a Covid-19| acesse ❯
Susan Buck-Morss
O lançamento desta semana nos apresenta Susan Buck-Morss (1942–), proeminente teórica crítica e filósofa norte-americana, que se destacou por sua investigação inovadora na interseção entre a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt, a filosofia da história, a estética e os estudos pós-coloniais. O verbete, escrito por Juliana de Moraes Monteiro, apresenta a trajetória dessa pensadora cuja obra desafia as fronteiras disciplinares tradicionais, articulando temas que vão desde o marxismo até a visualidade, a política e a cultura. Buck-Morss consolidou sua projeção internacional com estudos fundamentais sobre Walter Benjamin — como A dialética do olhar — e com investigações revolucionárias que conectam a filosofia hegeliana à Revolução Haitiana em Hegel e o Haiti. Adotando uma metodologia indisciplinada e constelar, inspirada no método benjaminiano do “caminho indireto”, a autora tensiona espacialidade e temporalidade para recuperar fragmentos marginalizados e histórias esquecidas pela historiografia convencional, propondo conceitos cruciais como o de “anestética” para pensar... | acesse ❯
Como organizar um evento: O Mapa do Evento!
Como criar um mapa de evento? A partir da experiência do EBDC, entenda como essa ferramenta de comunicação ajuda a organizar um evento de divulgação científica| acesse ❯
Entre o diálogo e os algoritmos: os desafios de divulgar ciência em blogs
Dia 24/setembro/26 em
Por Thais Lassali Dos primeiros diários digitais até se tornarem uma possível ferramenta de diálogo entre a academia e a sociedade, os blogs percorreram uma trajetória notável desde a popularização da internet nos anos 1990. O termo foi cunhado em 1997 pelo norte-americano Jorn Barger para descrever sites que funcionavam como curadores de links e informações de interesse coletivo. Inicialmente compreendidos como registros pessoais ou profissionais, esses espaços online se multiplicaram ao longo dos anos 2000 e assumiram formas cada vez mais diversas, abarcando desde a literatura e o jornalismo até o diário, a poesia e a produção acadêmica. Como argumentam os pesquisadores Amaral, Recuero e Montardo (2009), trata-se de um formato intrinsecamente aberto a múltiplos usos e apropriações.  O comunicólogo Nishat Shah (2009) oferece uma visão ainda mais profunda para entender esse fenômeno: para ele, os blogs funcionam como artefatos culturais, uma espécie de “repositório vivo dos significados compartilhados produzidos por... | acesse ❯
Super El Niño: o que é, quais os riscos, como enfrentar
Dia 23/setembro/26 em Especial Política
Nos últimos meses, o fenômeno El Niño apareceu com frequência nos noticiários, podcasts e redes sociais. Isso porque seus efeitos podem ser sentidos em diferentes partes do planeta, alterando padrões de chuva, temperatura e circulação dos ventos.  Mas o que exatamente é o El Niño? E por que, desta vez, estamos falando em Super El Niño? Antes de entender o que torna este episódio diferente, vale voltar um pouco e conhecer o fenômeno. O Fenômeno El Niño O El Niño acontece quando há um aquecimento anormal e persistente das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Sabe aquele oceano que fica entre a Ásia e as Américas? As mudanças na temperatura de suas águas podem alterar a circulação dos ventos e, consequentemente, a distribuição de chuvas e temperaturas em diferentes regiões do planeta. A relação entre essas mudanças no oceano e seus efeitos sobre a costa da América do Sul já era observada por pescadores... | acesse ❯
Princesa Mononoke e a teoria da bolsa da ficção
Dia 23/setembro/26 em
Por Carolina Carettin “Princesa Mononoke”, de 1997, é um dos filmes mais conhecidos do Studio Ghibli. Dirigida por Hayao Miyazaki, a animação conta a história do príncipe Ashitaka que busca a cura para uma infecção/maldição que o consome aos poucos. O pano de fundo são os conflitos na Vila de Ferro, entre deuses da floresta, humanos que exploram os recursos naturais e humanos ambíguos, que ocupam posições ambivalentes na história. “Nesta narrativa criada por Miyazaki, as mudanças trazidas pelas formas extrativistas foram irreversíveis: o ‘coração da floresta’ foi decapitado e todos os deuses-animais foram mortos”, diz Marília da Silva Lima em seu artigo para a revista Cadernos de Campo. A obra conecta-se profundamente às discussões sobre materialidade, extração e o inumano ao ilustrar o embate entre o progresso extrativista e os modos de vida que resistem à “Geologia Branca” (Kathrin Yussof, 2025), descrevendo a transformação da terra e dos corpos por meio da... | acesse ❯
Usando bioinformática para encontrar enzimas que transformam biomassa em combustível do futuro 
Dia 23/setembro/26 em Produção Científica em Rede
Texto por  Mayllon Emmanoel Silva Pequeno Enzimas estão presentes em praticamente todos os processos da vida. Essa classe de moléculas funciona como pequenas máquinas biológicas capazes de iniciar e acelerar reações químicas essenciais para o funcionamento dos organismos. Processos como crescimento, nutrição, digestão e respiração dependem diretamente delas. Sem as enzimas, muitas dessas reações aconteceriam de forma muito lenta, ou simplesmente não aconteceriam. Além de sua importância para a vida, enzimas também são ferramentas valiosas quando estamos falando sobre desenvolvimento de novas biotecnologias. Hoje elas são utilizadas em diversos produtos do nosso cotidiano. Estão presentes, por exemplo, em detergentes, na produção de queijos e iogurtes e até na fabricação de medicamentos.  Nos últimos anos, a ciência tem investigado cada vez mais o potencial dessas moléculas em uma área particularmente importante: a produção de biorrenováveis. Nesse contexto, as enzimas podem ajudar a transformar resíduos vegetais em fontes de energia renovável, contribuindo para uma economia... | acesse ❯
Eleger a democracia no Brasil não foi nada fácil…
Dia 22/setembro/26 em Sala V
“Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo” parece uma frase bem apropriada para esse momento de eleições. O Brasil se encontra num momento crucial para definir quem irá governar o país durante os próximos quatro  anos. O processo de eleições, algo tão essencial para a democracia, sempre foi carregado de asteriscos e observações, e o nosso objetivo é te mostrar eles! (ou, pelo menos a maioria) Autoria de Fernanda Nunes Ribeiro & Enrico Perondini Campos  Revisão de Cyntia Vasconcelos de Almeida & Mayara de Carvalho Santos Pra começar do começo… O processo de eleições do Brasil não começa com a Proclamação da República, em 15 de novembro 1889; na verdade, desde a época do Brasil Colônia (que vai de 1500 até 1832), eram realizadas eleições para escolha de representantes nas capitanias, apesar do poder máximo ainda ser do rei. Já nessa época, podemos ver as ervilhas embaixo do colchão que... | acesse ❯
Doenças tropicais negligenciadas: a montanha vai a Maomé
Dia 22/setembro/26 em INCTBio/LK
No último webinário, demos continuidade a temática das doenças presentes no Brasil e em outros países do sul global. Dessa vez, falamos com o professor Alexandre, que direciona sua pesquisa no desenvolvimento e validação de testes diagnósticos adaptados à realidade brasileira.| acesse ❯
Caroline Schlegel-Schelling
O lançamento desta semana nos apresenta Caroline Schlegel-Schelling (1763–1809), figura central do Círculo de Jena e do primeiro romantismo alemão, que se destacou por sua inteligência crítica, sua cultura literária e seu papel na articulação intelectual de seu tempo. O verbete, escrito por Giorgia Cecchinato, apresenta a trajetória dessa pensadora cuja atuação como crítica, tradutora e escritora foi por muito tempo eclipsada pela atribuição de seus trabalhos ao seu segundo marido, August Wilhelm Schlegel, mas cuja produção autônoma e em colaboração vem sendo devidamente reconstruída. Caroline desempenhou uma liderança intelectual marcante na coordenação e no debate de ideias no Círculo de Jena, colaborando na tradução dos dramas de Shakespeare, na elaboração do ensaio Sobre Romeu e Julieta e no diálogo As pinturas (Die Gemälde), no qual aliou percepção sensível, imaginação e interpretação histórica da arte. Em suas resenhas críticas — com destaque para as publicadas em 1798 sobre a condição... | acesse ❯
Jenga de Riemann?
Dia 20/setembro/26 em Zero
Essa semana eu estava pensando em como trabalharei Somas de Riemann com meus alunos de Cálculo II. Semestre passado eu usei a ideia de calcular o volume de uma folha fina de papel, um objeto que individualmente tem volume irrisório, pois uma das suas 3 dimensões é tão pequena que fica difícil até de medir com instrumentos convencionais. Porém no momento que empilhamos uma quantidade suficiente dessas folhas (e assumimos que não há deformação devido a compactação das folhas), podemos mensurar a altura da pilha, e dividir pela quantidade de folhas que a compõe (tenho inclusive um texto que fala exatamente sobre isso, Calculando o volume deste paralelepípedo). Porém senti que essa proposta ficou meio méh... os alunos não falaram nada, talvez devido a uma concepção antiga de obediência e aceitação por receio de criar uma situação de inimizade (principalmente no Ensino Superior onde não há muitos mecanismos de controle... | acesse ❯
A incrível equação Biquadrada
Dia 19/setembro/26 em Zero
No filme Os Incríveis (2004), o Sr. Incrível enfrenta o Omnidroid, um robô criado para eliminar super-heróis. Logo no início do combate, o Sr. Incrível faz um salto por cima do robô, que rapidamente calcula sua trajetória com base sua posição, na posição do Sr. Incrível e outros fatores que aparecem na tela como sendo a visão da máquina diante aquele momento. Então, antes que o salto terminasse, o robô determina quando ele estará no alcance de seus braços mecânicos, para atingí-lo em pleno ar. Vamos assumir por conveniência (e também com base na cena extraída da animação) que a trajetória do salto do Sr. Incrível seja uma parábola e o alcance do robô seja uma circunferência cujo centro está no mesmo eixo de simetria da parábola, para x e y os eixos horizontal e vertical do plano cartesiano. Salto do Sr. Incrível: y = a.x² + b.x + c, onde a, b... | acesse ❯
Pesquisadora do GEICT realiza estágio no exterior no Stockholm Resilience Centre, na Suécia
Dia 16/setembro/26 em
Por Thais Lassali Taís Sonetti-González, pesquisadora de pós-doutorado do GEICT e ligada ao Programa AmazonFACE, iniciou em setembro do presente ano um estágio de pesquisa no exterior, sendo recebida como pesquisadora visitante pelo Stockholm Resilience Centre (SRC), na Universidade de Estocolmo, junto à equipe do projeto Powering Change with Justice. O SRC é um centro internacional de pesquisa dedicado ao estudo da resiliência socioecológica e das transformações para a sustentabilidade, desenvolvendo investigações interdisciplinares voltadas à compreensão das relações entre sociedade e natureza e à construção de caminhos mais sustentáveis, justos e inclusivos. Já o Powering Change with Justice, liderado pela pesquisadora Vanessa Masterson, também da Universidade de Rodhes, na África do Sul, que acolhe a pesquisadora, investiga os efeitos de projetos de energia eólica sobre os direitos territoriais, os modos de vida e as relações com a natureza do povo Sámi na Suécia e de comunidades indígenas no Brasil.  Foto de Taís... | acesse ❯
A dor só é maior quando ninguém cuida: uma pesquisa que nasceu de perdas e se transformou em cuidado
Dia 16/setembro/26 em
O câncer nunca foi, para mim, um tema distante. Perdi dois irmãos vítimas dessa doença e, tive uma irmã em tratamento de câncer de mama. Essas vivências atravessaram minha trajetória pessoal e profissional e me trouxeram até aqui: desde 2016 atuo como orientador educacional no GRAACC, o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, um espaço que aprendi a enxergar não apenas como hospital, mas como território de resistência, dignidade e afeto. Foi nesse cotidiano que conheci L., um jovem com sonhos de ser artista, cuja maturidade diante da terminalidade me marcou profundamente e me fez perceber que os cuidados paliativos não deveriam ser tratados como último recurso, e sim como uma prática ética e humanizadora desde o momento do diagnóstico. Foi dessa convicção que nasceu minha tese de doutorado, onde qualifiquei em 2025 no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp. Minha pesquisa busca compreender as práticas... | acesse ❯
Lei Seca: o retorno
Dia 15/setembro/26 em INCTBio/LK
Entenda como funciona a Lei Seca no Brasil, as mudanças na fiscalização de motoristas e o uso do chamado “drogômetro” para detectar drogas no organismo. | acesse ❯
Unraveling Acute Lymphoblastic Leukemia
Dia 15/setembro/26 em Farmaco Em Foco
Discover how researchers at the Boldrini Research Center investigate acute lymphoblastic leukemia (ALL), chemotherapy resistance, relapse, and new strategies for more precise and safer treatments for childhood leukemia.| acesse ❯
Desvendando a Leucemia Linfoide Aguda
Dia 15/setembro/26 em Farmaco Em Foco
Pesquisadores do Centro de Pesquisa Boldrini investigam a leucemia linfoide aguda (LLA) infantil, buscando entender a resistência à quimioterapia e desenvolver tratamentos mais precisos, eficazes e seguros contra o câncer infantil.| acesse ❯
Song Ruoshen (宋若莘) e Song Ruozhao (宋若昭)
O lançamento desta semana nos apresenta Song Ruoshen (séc. VIII–c. 820) e Song Ruozhao (c. 761–828), irmãs letradas e pensadoras chinesas da dinastia Tang (618–907), que se destacaram por sua erudição, refinamento e autoridade pedagógica, consolidando-se como figuras centrais da tradição letrada feminina e da instrução moral em seu tempo. O verbete, escrito por João Vítor Tonin Beretta, apresenta a trajetória dessas pensadoras cuja produção intelectual foi fundamental para a tradição dos textos de instrução feminina (nüxun), dedicando-se à composição e ao comentário dos Analectos para Mulheres (Nü Lunyu). As irmãs Song dedicaram-se à elaboração de uma ética prática voltada para o cultivo de si, à disciplina dos gestos e da fala, e à ordenação ética da vida doméstica, propondo uma pedagogia da formação moral cotidiana que se afasta de especulações doutrinais abstratas, defendendo uma conduta em que as virtudes são incorporadas nos ritmos diários e nas ações cotidianas. Na... | acesse ❯
As caixas de Lagrange
Dia 07/setembro/26 em Zero
Lagrange é uma jovem cientista que está preparando recipientes para seu experimento de pesquisa. Ela pretende estudar o efeito do uso de uma manta biológica para isolar o interior de uma embalagem. Devido às propriedades biológicas da manta, uma mesma folha pode ser cortada e colada para revestir todo o interior de um recipiente; entretanto, a utilização de folhas diferentes gera uma incompatibilidade que compromete o isolamento. Assim, Lagrange está limitada a utilizar apenas uma folha por caixa e deseja determinar as dimensões da caixa de maior volume possível que pode construir. Como a universidade é um ambiente de contatos e ninguém precisa ser especialista em todas as áreas, Lagrange, percebendo a dificuldade de sua tarefa, procurou sua amiga Emanuelly para saber se ela poderia ajudá-la a encontrar uma forma de determinar essas medidas. Após entender a natureza do problema, Emanuelly começou a rascunhar, fazer desenhos e testar alguns cálculos —... | acesse ❯
Deposite seu voto de confiança na urna eletrônica!
Dia 07/setembro/26 em Sala V
Com as eleições de 2026 se aproximando, parece que todo mundo só sabe falar disso, promovendo candidatos e discutindo políticas públicas. Mas como funciona o processo da urna eletrônica? Por que é uma prioridade que o processo de eleição seja transparente para todos? Como fazemos isso? O Sala V tem como proposta te explicar tudo isso! Autoria de Fernanda Nunes Ribeiro & Mariana Olimpio de Aquino Revisão de Cyntia Vasconcelos de Almeida & Mayara de Carvalho Santos Antes de tudo: como começou a urna eletrônica? A ideia de criar um equipamento que contabiliza os votos já existe desde 193 no Brasil, na fundação da Justiça Eleitoral, e vários protótipos foram propostos a partir de 1937. É com o avanço da informática que, em 1989, o Tribunal Regional de Santa Catarina realizou a primeira votação eletrônica no município de Brusque, usando um computador adaptado. Em 1995, o TSE institui a Comissão de Reforma da Legislação... | acesse ❯
Etnografar a Dança Contemporânea - Experiência e registro de processo de criação de obra de Arte
Dia 06/setembro/26 em KíNA
Fotografia de capa no camarim do Centro Cultural Franco Moçambicano na estreia de CASA (Manjate, 2013). Da esquerda para a direita, Marília Carneiro, Katia Manjate, Judith Olivia Manantenasoa e Walter Zand. Arquivo pessoal. As ideias que apresento neste texto para o Poéticas da Criação são parte de um estudo cuja pretensão inicial poderia ser resumida como: circunscrever, a partir do  método etnográfico, a prática artística da dança contemporânea no contexto particular da  cidade de Maputo, capital de Moçambique, na África Austral.   O acompanhamento de processos de criação de obras coreográficas de artistas locais  foi uma das atividades que previamente elenquei como situação de trabalho de campo  desejável, a partir da qual gostaria de informar a investigação, (i) porque responde ao meu  pré-requisito de despertar na pesquisadora (no caso, eu) reação somática (Fortin, 2009, 2012)  de interesse e conforto1 (ii) porque me permite traçar contrapontos com uma relativa  bagagem em observar processos de... | acesse ❯
Resenha em cápsula (XII): Novo Mundo: metamorfoses da colonização
Dia 02/setembro/26 em Sobre Economia
Resenha em cápsula (XII): Novo Mundo: metamorfoses da colonização.| acesse ❯
O Prometeu da era digital: um olhar sobre a exposição “O Mundo Através da IA”
Dia 02/setembro/26 em
Por Thais Lassali Segundo a mitologia grega, em histórias que remontam os séculos 700 e 400 a.C.1, Prometeu foi o titã que subiu ao Monte Olimpo, roubou o fogo divino e o ofereceu aos mortais. Ao presentear a humanidade com a chama da criação, Prometeu teria compartilhado com ela conhecimentos exclusivos aos deuses e cravado, ao mesmo tempo, sua própria ruína: passar o resto da eternidade acorrentado a uma rocha no Cáucaso, com o fígado sendo eternamente devorado por um abutre. Em algumas versões do mito, os humanos são criados a partir do barro e é justamente o fogo ofertado por Prometeu que os anima (no sentido de dar vida e alma).  Mais de um milênio depois, Mary Shelley retomou essa centelha de Prometeu em Frankenstein, cujo subtítulo é justamente O Prometeu moderno. O protagonista do livro, Victor Frankenstein, não roubou o fogo de ninguém, ao menos não literalmente. Sua peripécia foi... | acesse ❯
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