Sobre Sheila Tiemi Nagamatsu

Formada em Biotecnologia pela UFSCar, Dra. em Genética e Biologia Molecular com ênfase em Bioinformática na UNICAMP, apaixonada por desenvolvimento pessoal e, atualmente, pós-doutoranda em YALE na área de psiquiatria.

Escrita científica: conhecimento ou empoderamento?

Pra quem já passou pela fase de defesa de mestrado ou doutorado sabe o quanto o último semestre é um momento de dúvidas, aprendizagem e até mesmo empoderamento. Durante esse post irei contar um pouco de como tem sido o meu processo de escrita científica.   Já faz algum tempo… Continue reading →

Montanha russa de emoções – A cura

Sabe aquela história de que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar? Quando se trata das nossas emoções isso não é bem verdade, nós somos sim capazes de sentir a mesma coisa duas vezes, mas nem sempre de forma consciente. Quando se trata de depressão há um agravante,… Continue reading →

Escola de líderes

Quantas vezes nós da academia acreditamos que pesquisa de verdade só é feita em universidades. Ou até mesmo que uma pesquisa só tem seu valor quando gera um artigo científico. E você imaginaria alguma coisa de alto impacto social sendo realizada fora do mundo das universidades? E se eu te… Continue reading →

Montanha-russa de emoções: O reencontro

Vocês já passaram por aquele momento em que a única coisa possível é aceitar o inaceitável? Que você sente que o único caminho possível é aquele que você julga o mais desafiador? Nessas horas eu sempre penso: “Se existe o medo, é porque de alguma forma vale a pena”. Dessa… Continue reading →

Caminho da Bioeconomia no Brasil

Alguma vez na sua vida você já se perguntou se realmente o que você tem feito faz algum sentido? Se poderá ser aplicado para algo ou se fará bem a alguém? Confesso que por muito tempo eu me perguntei isso no decorrer da minha carreira, primeiro durante a minha iniciação… Continue reading →

Liderança científica: Qual o seu movimento?

É sempre fácil pensar em liderança quando estamos falando de ambiente empresarial, ou quando pensamos em alguém que comanda um grupo de pessoas, mas e quando nos sentimos uma pessoa “normal”? Eu sei que o normal é bem relativo, mas aqui eu falo mais de pessoas em que a única… Continue reading →