Author Archives: Claudia Chow

A medida Provisória 458

Por falta de tempo não vou poder escrever sobre a Medida Provisória 458. Portanto fiz uma coletânea de textos e notícias que versam sobre a polêmica medida para as pessoas saberem do que se trata.


MP 458 é prêmio ao crime de apropriação ilegal da Amazônia. Entrevista com o geógrafo Ariovaldo Umbelino, por Gabriel Brito e Valéria Nader – Portal Eco Debate.

Manifesto da Associoção Brasileira de Reforma Agrária

Segundo especialista MP 458 só serve para o interesse de grileiros e funcionários do Incra. – Ambiente Brasil

Carta aberta da senadora Marina da Silva solicitando o veto de 3 artigos da MP 458.

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Procuradores da República na Amazônia pedem vetos de Lula na MP 458


MP 458 beneficia criminosos, acusa Comissão Pastoral da Terra

Aula de Brasil – Blog Laboratório da Folha

Conferência Internacional Ethos – 2009

Nos dias 15 a 18 de junho acontecerá em São Paulo a Conferência Internacional Ethos é um evento promovido pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e realizado pelo UniEthos – Educação para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável, em parceria com o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, do Movimento Nossa São Paulo, da Rede Brasileira do Pacto Global e da São Paulo Turismo.

Estaremos lá, infelizmente não o tempo todo, eu e a Paula do Rastro de Carbono, acompanhando o evento e comentando tudo que vermos e ouvirmos.

 

Dia Mundial do Meio Ambiente – Vale tudo!

Quem abriu a página do Uol, do Globo.com ou do IG no dia 05 de junho viu um quadrado ou um banner verde dizendo que a primeira mineradora do mundo zerou seu “footprint”. Olha só que legal!

uol globo ig

Gente é tanta enganação junta nessa afirmação que eu nem sei por onde começar.

Bom, mas vamos começar pelo termo “Footprint”. O que é um footprint, raios? Footprint quer dizer nada mais nada menos que pegada em inglês, só isso, ou seja, dizer que você zerou sua pegada é o mesmo que dizer que você zerou sua sombra? Sei lá, vai saber…

Aí, lá no anúncio tem um asterisco no termo footprint, provavelmente sabendo que ninguém saberia o que exatamente isso queria dizer eles explicam logo em seguida: “Quer dizer que a Vale já recupera ou preserva uma área verde maior que a área impactada pela atividade de mineração.” Ou seja, eu entendi que se a Vale devastou X km2 de área para mineração ela recupera ou preserva X km2 de área verde, certo? Pronto, isso zera meu footprint, já posso dormir tranqüila porque estou quites com o Planeta? Provavelmente pra quem inventou esse blábláblá sim… Mas eu como acionista da Vale (sim, assumo, tenho ações da Vale em algum fundo por ai) não acho, em absoluto, que a Vale tenha zerado pegada nenhuma, sei lá, ela pode estar cumprindo com a legislação, pode estar fazendo a parte que lhe cabe sobre preservação do meio ambiente, mas dizer que isso neutraliza a pegada dela é tão enganação quanto eu dizer que ao comprar um terreno maior que o tamanho do terreno da minha casa e plantar árvores nele eu zerei meu impacto no Planeta.

Outro furo desse blábláblá, como a Vale pode zerar a pegada dela em área se o impacto dela não pode ser calculado em área? (Isso levando em consideração que impacto seja uma coisa assim super simples de calcular como uma área). Ela não impacta o meio ambiente em 2 dimensões, como uma área é medida, o impacto dela, é tridimensional, ou seja se ela quiser dizer que tem uma pegada neutra não é a área que ela tem que medir e sim o volume! E convenhamos, minerações subterrâneas impactam muito mais o subsolo que a superfície, quem a Vale quer enganar com esse papo de área?

Vamos encurtar esse papo essa afirmação que eles zeraram o footprint quer dizer absolutamente NADA. Aliás vamos parar de nos enganar com esse blábláblá de zerar, neutralizar alguma coisa, isso não existe!!! A nossa existência nesse planeta gera impacto e NUNCA será igual a zero ou neutro!! O que pode existir no máximo é um equilíbrio dinâmico.

Ah, pra não dizer que eu só falei mal da Vale eu digo que o vídeo da Campanha ficou muito bom, a ideia de relacionar o sobrenome dos funcionários aos das árvores plantadas (isso não quer dizer que reflita a realidade) foi bem original.

Ainda sobre o dia Mundial do Meio Ambiente se viu mais ações:O Submarino ficou verde e acha que consumindo mais a gente ajuda o Planeta e algumas empresas aproveitam o ensejo pra anunciar que pretendem ser Carbon Free e/ou ter práticas sustentáveis. Como eu disse no título: Vale tudo!

submarino

O PIB e o que ele representa

Ontem teve na FGV um evento de lançamento do livro “Compêndio de Indicadores de Sustentabilidade de Nações”, infelizmente não pude comparecer, mas depois do evento o Luiz Algarra twittou o que deve ter sido algumas das impressões e constatações do seminário que além da autora do livro, Anne Louette, contou com a presença de outras figuras da sustentabilidade do Brasil.

Eis os twitts do @algarra que me fizeram parar para pensar:

“Quando disponibilizamos conhecimento livre na internet, e milhões aprendem, não aumenta o PIB.”

“Quando você reduz o consumo de medicamentos, cai o PIB! Ou seja, saúde não traz desenvolvimento. Que incongruência!”

“Uma praia livre não gera recursos econômicos. Loteada gera PIB. A restrição aos bens livres gera riqueza?”

“Recursos ilimitados em um planeta limitado? Só um idiota ou um economista para acreditar nisso.”

“Todo trabalho voluntário não gera PIB.”

Ou seja, pra que serve o PIB? Segundo a WikipediaO produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.
Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo de intermediário (insumos). Isso é feito com o intuito de evitar o problema da dupla contagem, quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB
.”

Mas veja lá nos twitts acima, várias coisas boas não acrescentam absolutamente nada no PIB!!

Que o PIB é falho qualquer pessoa de bom senso deve concordar, não dá pra acreditar que apenas o que gera dinheiro representa as maiores riquezas de um país, alguém tem alguma dúvida de que a Amazônia representa uma riqueza imensa para o nosso país? Pois bem, sabe quanto ela vale para o PIB intacta? Zero! Agora se a gente for lá e cortar todas as árvores e transformar em carvão, sim, ai vale, a gente calcula por quanto vai vender o carvão e pronto, acrescentamos uns números a mais no PIB! Bizarro… 

Conversando via e-mail com o Hugo ele tocou num ponto super importante, enquanto os valores não mudarem não vai adiantar criar novas métricas. Vai, até adianta pra tentar contrapor o PIB, mas vai ser só um acessório que as pessoas vão achar bonitinho, enquanto não mudar a ideia de que acumular bens e valores é o que representa de melhor num ser humano quem vai levar realmente a sério outra métrica?

O governo trabalha pra aumentar o PIB, não necessariamente a qualidade de vida, há a crença que melhorando a renda melhora necessariamente a qualidade de vida, agora me responda, o que melhora vida de um analfabeto, desempregado, com uns 3 filhos pequenos para criar ter um telefone celular? Ao comprar um celular e colocar créditos, há uma contribuição para o PIB, mas o que melhorou de verdade na vida dessa pessoa?

Haverá a idade das coisas leves – Design e desenvolvimento sustentável – Resenha

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Sabe daqueles livros que você pega pra ler e conforme vai passando as páginas não tem muita certeza se está folheando um livro ou uma revista de tão bem ilustrado e uma diagramação toda diferente? Esse é um livro assim com várias fotos, ilustrações e muitas cores. Se nota que é um livro de design e que aborda a sustentabilidade de uma forma bastante inusitada.

Bastante inusitada por que é bastante criativo, a parte mais interessante do livro é a apresentação de 7 empresas fictícias que pertence, cada uma delas, a uma área essencial  e cotidiana da vida: água, alimentação, energia, habitação, esporte e multimídia. São idéias como por exemplo utilizar toda a energia produzida com os exercícios das pessoas, em academias de ginásticas, em energia para abastecer pilhas, baterias e a própria academia ou então, um sistema de utilização coletiva de automóveis, que em alguns aspectos é bastante parecido com o que já existe na França com as bicicletas.

Numa outra parte do livro ele mostra dados bastante interessantes como por exemplo: você sabia que a renda de um francês médio hoje em dia dá acesso à mesma profusão de equipamentos que de um milionário na década de 30? Ou que nos EUA, 99% dos materiais utilizadas na produção das mercadorias são descartados nas 6 semanas seguintes à venda?

Outra coisa bastante interessante do livro é que no fim da apresentação de cada empresa fictícia existe uma entrevista com um representante de empresas francesas líderes nos setores de atividades daquela ideia, é um confronto interessante não só do ponto de vista para saber a opinião dessas pessoas sobre um novidade, mas o que elas realmente pensam sobre sustentabilidade.

É um livro recomendadíssimo para novos empreendedores que querem começar um negócio de uma forma diferente e ideias novas.

Esse livro foi gentilmente cedido pela Editora Senac SP.

O Eco-capitalista

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Esqueça o cara dos carpetes, esqueça todos os Bancos da Sustentabilidade e tudo de eco-empresas que você já ouviu ou viu por aqui. Essas empresas são parte do passado por simplesmente se “adaptarem”, elas já existiam quando ninguém se preocupava com meio ambiente, mudaram um pouquinho e lançaram uma nova tendência. O mais fantástico mesmo é a Terra-Cycle, uma empresa que nasceu pra ser sustentável, desde a origem da matéria-prima dos seus produtos até as embalagens.

Afinal o que tem de tão maravilhoso essa empresa?

A TerraCycle foi originalmente concebida como uma transportadora de resíduos alimentares, eles seriam pagos para remover os resíduos e dá-los a minhocas. O adubo de côco de minhoca foi apenas um bom subproduto, mas logo depois virou o produto deles. E um produto feito e embalado por resíduos, como eles não tinham dinheiro para comprar embalagens para o húmus, resolveram utilizar garrafas PETs usadas. Desde então todos os produtos partem desse princípio: reutilizar resíduos que teriam como destino o lixo. Hoje os produtos da empresa são os mais variados desde os famosos fertilizantes de côco de minhocas até repelentes, materiais de limpeza, mochilas, bolsas e materiais de escritório. Todos produzidos ou embalados com garrafas de refrigerante, leite, embalagens de salgadinhos, sacolas plásticas, jornais e etc.

Tom Szaky, um dos fundadores e CEO da empresa, possui um blog chamado The Eco-capitalist, é nascido na Hungria e largou Princeton no segundo ano para fundar a Terra Cycle. Uma das coisas que eu mais gostei de ler nas entrevistas dele é que ele sempre bate na tecla de que o interesse não é reciclar materiais, isso sai tão caro quanto usar materiais novos, a idéia principal mesmo é reutilizar lixo como matéria-prima.

Se você for parar pra pensar bem sobre essa empresa ela não tem nada de muito revolucionário, convenhamos, quem não está cansado de ver aqui no Brasil gente fazendo os mais variados objetos de garrafas PET? Vermicompostagem não é uma coisa nada nova, existe desde sempre, só que Tom Szaky profissionalizou tudo isso e vendeu muito bem a idéia, ele é um empreendendor e o que me deixa mais feliz é ver produtos eco em sua essência.

Essa empresa é ou não um exemplo do que deveriam ser negócios sustentáveis? Espero que os jovens se inspirem em Tom Szaky e daqui pra frente não almejem ser os CEOs de empresas velhas, com conceitos velhos e ultrapassados, são dessas inovações que precisamos, novos conceitos e um modo completamente diferente de se fazer negócios. Isso é um exemplo de revolução verde.

Segue o video promocional da empresa.

E alguns dos textos que li sobre a empresa e seu fundador (Todos em inglês):

http://ecofrenzy.wordpress.com/2008/08/25/broke-and-trying-to-grow-better-pot-two-ingredients-for-world-class-eco-innovation/

http://www.greenbiz.com/blog/2009/03/09/tom-szaky-writes-garbage

http://www.terracycle.net/media/08-09-02–greenbuzinnovators/08-09-02–greenbuzinnovators.html

Pensamentos escritos (sobre a campanha da SOS Mata Atlântica)

Fiquei na dúvida se publicava ou não, ai vai…

E o xixi no banho, você viu a campanha da SOS Mata Atlântica? Se eles queriam um #mimimi conseguiram, todo mundo saiu dando sua opinião, desde blogs de meio ambiente até de publicidade. Até no Jornal Nacional saiu!

Eu não quero dar minha opinião a respeito da campanha, o que eu quero é perguntar por que eles não fazem mais campanhas assim, e sugerir por exemplo para as pessoas não tomarem banho uma vez por semana, tem gente que toma 2 banhos por dia, deixar de tomar um banho na semana não faz mal e economiza uma quantidade boa de água.

Ou economizar umas descargas depois do xixi também ajuda. Um conhecido meu me contou que uma vez esteve na Noruega (ou seria Suécia?) e logo que saiu do banheiro da casa de uns amigos a filha mais nova ficou apontando pra ele e dizendo: Ele deu descarga, ele deu descarga! Ele respondeu: Ué? Não era pra dar? O amigo explicou: É que aqui a gente só dá descarga depois de usar o banheiro 3 ou 4 vezes.

De vez em quando faço isso aqui em casa, será que meu banheiro fede? Pessoas que freqüentam minha casa, por favor, me digam se meu banheiro cheira mal! Acho que a maioria das pessoas que freqüentam a minha casa não freqüentam esse blog… Paciência…

Eu tô tentando não lavar o cabelo todos os dias, já estou na segunda semana lavando um dia sim dia não e até que tem funcionado, principalmente porque estamos no outono, no verão fica mais complicado.

Xixi no banho? Se eu faço? Faço de vez em quando, assim como de vez em quando não tomo banho, nem lavo o cabelo, mas não por causa de uma campanha, ou porque ajuda a natureza, mas porque deu ou não deu vontade, só por isso… E a campanha, é boa? Funciona? Me tragam os números das companhias distribuidoras de água daqui alguns meses, ai a gente vê.

Blogagem coletiva – LUZ – Reciclagem de lâmpadas fluorescentes

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Como estava sem criatividade pra escrever algo muito original sobre luz, aceitei a sugestão dos meus Science amigos de falar sobre lâmpadas fluorescente. Mas eu continuei sem muita criatividade e resolvi colocar um vídeo de um programa muito bacana, o Cidades e Soluções. Segue o vídeo abaixo:

Achei esse vídeo nesse post que tem muitas informações interessantes sobre reciclagem das lâmpadas fluorescentes, inclusive uma lista das empresas de reciclagem.

Essa não é a primeira vez que falo sobre lâmpadas. Além de consumir menos energia é importante descartá-las corretamente, pois elas contém vários componentes tóxicos que caso tenham como destino o solo ou a água podem causar sérios problemas de saúde pública.

Por que e como empresas criam programas de sustentabilidade e possuem um Executivo Chefe de Sustentabilidade (CSO)

Eu não tenho essa resposta, mas encontrei um artigo (Why, and how, companies create sustainability programs and appoint chief sustainability officers) do Instituto Korn/Ferry que tenta indicar respostas a essa pergunta.

Um dos principais motivos, segundo o texto, que levaria uma empresa a implantar programas de sustentabilidade é a demanda do consumidor.

Eles mostram os 4 passos que ocorrem a partir da demanda do consumidor até a criação de programa formal de sustentabilidade para as empresas, são eles: 1) Demanda do cliente, 2) Unidade de negócios responsável, 3) “Aha!” do Executivo, 4) Programa de Sustentabilidade. Ou seja, tudo começa com a demanda dos clientes (olha a nossa responsabilidade como consumidores), aí é criada uma unidade de negócios com o tema, alguém do alto escalão da empresa incentiva a sustentabilidade para diferentes partes do negócio e em resposta a isso é criado um “departamento” e designado um Executivo Chefe de Sustentabilidade para gerenciar o assunto.

O artigo descreve várias características e algumas das funções que esse executivo deve ter, mas como não manjo muito dessa área não achei nenhuma das características e funções citadas algo muito diferente do que qualquer executivo deve fazer por aí, deve ser um pouco mais específico, mas nada fora do comum pra quem segue esse caminho.

Nesse artigo encontrei, talvez, a resposta para a minha pergunta por que é tão difícil achar um emprego nessa área. A maioria das pessoas que estão envolvidas nos programas de sustentabilidade das empresas não se dedicam a esse cargo 100% do tempo, geralmente elas acumulam funções, isso demonstra, para a autora do artigo, que as empresas não querem ter custos significativos com o programa de sustentabilidade. Portanto se você quer trabalhar nessa área é mais fácil se você estiver dentro da empresa, contratar alguém significa mais custos, então é realmente mais difícil de acontecer. Sustentabilidade ainda significa mais custos e ninguém ta disposto a gastar mais por isso, pelo menos não por enquanto, espero.

Jogo Novo Mundo

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Ganhei do meu irmão e do meu pai, no meu aniversário, o Jogo da Estrela Novo Mundo – Você é responsável pela despoluição do planeta!

O jogo é indicado para crianças a partir de 8 anos e para 2 a 6 jogadores, o material é todo feito de papel reciclado (exceto, acredito eu, os materiais de plástico, como os dados e os peões). O objetivo do jogo é despoluir o planeta e em alguns aspectos lembra bem o War pois cada jogador recebe seu objetivo com quais continentes terá que despoluir para poder vencer e o tabuleiro é uma representação do Planeta e seus continentes.

Por ser um jogo que foca em crianças a partir de 8 anos ele não tem muito de estratégia e muito mais de sorte nos dados. Para você ganhar os “recursos” (água, fauna, flora e oxigênio) necessários para despoluir os continentes você precisa responder perguntas sobre meio ambiente. São 170 cartões com 3 perguntas em cada, ou seja, ao todo o jogo tem 510 perguntas, que infelizmente não estão classificadas por nível de dificuldade. Uma sugestão interessante seria dividir os níveis de dificuldade das perguntas para ganhar mais ou menos recursos.

Gostei bastante do jogo, principalmente das perguntas que tornam as coisas bem educativas, algumas delas são bem fáceis outras bem interessantes, por exemplo eu aprendi o que são Krill e onde o WWF foi fundado, por causa do jogo.

A minha amiga que jogou comigo sugeriu que eles vendessem separado os cartões de perguntas de vários níveis.

Não sei se um jogo desses convence alguém a tomar atitudes mais sustentáveis, mas se despertar o interesse nas pessoas pelas ações do homem e sua destruição já está de bom tamanho.

Uma boa sugestão na hora de presentear a criançada!

Infelizmente o site da Estrela não tem muita coisa a respeito do jogo. 

Outros jogos sobre meio ambiente.