Assédio moral, sexual e o mundo da divulgação científica

Muitas pessoas imaginam que o assédio seja um ato, isolado ou contínuo, entre dois indivíduos: assediador e assediado. Neste caso, seria um ato de perversão e violência de um indivíduo.

No entanto, o assédio moral ou sexual são atos que se fundamental, se constróem e se estabelecem como relações de poder, hierarquicamente legitimadas e constituídas socialmente.

Hoje, aqui no PEmCie, nós vamos falar um pouco sobre assédio moral, assédio sexual, suas relações com a cultura, além de condutas profissionais e pessoais no meio científico e da divulgação científica! Dessa forma, já avisamos, senta que lá vem textão.

O assédio moral: um brevíssimo histórico

Este tema é apresentado como questão teórica e prática das relações trabalhistas principalmente a partir da década de 1970. Mas só terá o termo “assédio moral” cunhado ao final da década de 1990.

Em diferentes países veremos o debate a partir de termos como harassment (Brodsky, 1976), mobbing (Leyman, 1989) e bullying (Adams e Crawford, 1992). Também há registro do termo “psychological terror” para designar relações de assédio dentro do âmbito profissional.

Em suma, esses termos caracterizam-se por descrever ações de repreensão negativa repetidamente dirigida a funcionário ou subalterno de modo ofensivo, gerando isolamento e exclusão desta pessoa, pessoalmente e profissionalmente.

Isto começa a ser tratado como “assédio moral” quando os atos passam a ser vinculados a uma relação ética de trabalho. Ou seja, a um conjunto de valores sociais e culturais que norteiam a sociedade e se vinculam à condução de modos de ser e de viver nesta sociedade.

É somente em 1998 que o termo “assédio moral” é cunhado, por Marie-France Hirigoyen, no livro “Le harcèlement moral: la violence perverse au quotidien” (O Assédio Moral: a violência pervesa no dia a dia, em tradução livre). Este livro dá força a um movimento social que culmina na criminalização do assédio moral, tomando-o como uma violência, na França.

O assédio moral em relações profissionais

O assédio moral não é um ato isolado de “um ser perverso e doentio” contra alguém “frágil”. Tampouco se configura como uma violência única e pontual, que aconteceu “de uma hora para outra” ou “do nada”.

O que é o assédio, então? Assédio são atos de constrangimentos contínuos e que ocorrem de modo crescente. Bem como, se estabelecem de muitas formas sutis e que se validam como parte da relação entre assediador e assediado.

Não é um ato de violência em si, mas uma complexa rede de comportamentos, imersa em pequenos detalhes que vão se sedimentando dentro de uma relação entre indivíduos (ou grupos de indivíduos).

Caracterização do assédio moral

O assédio moral caracteriza-se como uma violência indireta e que pode iniciar-se de modo sutil – em que pela continuidade dos vínculos pode-se tornar uma relação de constrangimentos, complacência e tolerância.

O desconforto gerado logo no início de relações é um sinal de alerta. Mas nem sempre são perceptíveis e facilmente localizáveis. Assim, os constrangimentos atuam de duas formas:
– engrandecendo o agressor;
– humilhando, diminuindo, coagindo e isolando o assediado.

Isso estabelecendo, conjuntamente, danos e sofrimentos contínuos ao assediado, desestabilizando-o moral e psicologicamente.

Não é incomum, ainda, criarem-se laços de confiança entre assediador e assediado

Assim, dentro da relação se estabelece um vínculo de confiança e dependência. Enquanto isso, “do lado de fora”, se reforçam falas de descredibilidade e invalidação do sujeito assediado.

Esta é uma parte da construção da relação que ajuda a configurar a noção de dependência (“aquela pessoa é muito boa para mim, como eu viverei sem ela ao meu lado?” Ou “eu sou muito inferior, preciso aprender muito para chegar aos seus pés ainda”). Enquanto isso, o indivíduo assediado isola-se de redes de apoio, círculos e grupos de trabalho que poderiam dar suporte neste momento.

Tais laços, uma vez criados, dificultam ainda mais, tanto a percepção do assédio, quanto à possibilidade de sair da situação. Além disso, é a repetição e frequência dos atos, aliada à dificuldade de identificarmos estes atos e formalizarmos uma denúncia, que configuram o assédio moral.

E o assédio sexual?

O assédio sexual também é uma ação de coerção e constrangimento que acontece entre um ou mais indivíduos em relação a um ou mais indivíduos.

No entanto, diferenciando-se do assédio moral, o assédio sexual vincula-se a questões sociais de objetificação do corpo – usualmente da mulher – para a disposição e satisfação de outro sujeito – usualmente um homem.

O assédio sexual se relaciona muito fortemente, assim à cultura do estupro, tema que já abordamos aqui no Blog do PEmCie mais de uma vez!

Mas hoje o tema é assédio sexual em ambientes de trabalho. Isto é, “excluiremos” do debate, neste momento, as grosserias, violências e agressividades vivenciadas em outros ambientes.

A primeira questão que é relevante ser mencionada de modo assertivo é:

assédio não é flerte

O assédio sexual configura-se como um ato que constrange e oprime a partir de qualquer investida (fala, convite, situação provocada) em que não há possibilidade – ou há dificuldades – em recusar esta investida, por intimidações, insistências, coerções ou hierarquias estabelecidas e usadas como forma de se obter o aceite.

Se ao ser convidada tu não tens condições de negar por qualquer situação mencionada acima: é assédio sim!

O assédio sexual é muitas vezes difícil de ser localizado de imediato e, assim como o assédio moral, dificilmente é um ato isolado e único de extrema violência. Assim, também se insere nas relações de maneiras sutis – embora presentes constantemente.

Em muitos momentos, os sinais de assédio sexual se fazem presentes e nos indicam que aquela situação é inadequada. Mas exatamente por ser sutil, muitas vezes é ignorada, por ser considerada bobagem, exagero de nossa parte.

Isto tudo mesmo nos considerando aviltadas pelas ações.

Não é incomum profissionais que usam de espaços formais e informais para exercer atos de assédio sexual – e isto mistura-se bastante com assédio moral dentro de instituições ou espaços de trabalho.

Presencialmente, desde abraços e toques indevidos, conversas agendadas em particular isoladamente, quando não precisariam acontecer daquele modo. Isto em conjunto com insistências repetidas que tais conversas aconteçam em ambientes e situações informais, sem a presença de outros colegas.

Virtualmente, conversas em aplicativos – o que pode conferir um tom de informalidade – também podem gerar este tipo de assédio. Conversas privadas que soam demasiadas, mesmo para trabalhos conjuntos. Com desvios constantes do tema central do trabalho, tomando conotações sexuais. Como assim? Ora, “elogios” que não são elogios, mas falas insistentes, convites reiterados, exaltação do corpo, roupa. Tudo isto somado à repetição constante, mesmo após menção de que aquela postura não é adequada, nem desejada.

Assédio não é flerte. Falar do corpo ou da roupa, ressaltando aspectos sexuais, de teu colega de trabalho, não é flerte: é assédio.

e há algo fundamental de ser falado sobre este tema:

Sim! Existem pessoas que se conhecem em ambiente de trabalho e mantém uma relação afetiva e sexual fora do trabalho. Não há nada de errado quando isto acontece e existe consentimento.

Porém, nestas relações, se a qualquer momento há um rompimento, mudança de ideia, tudo muda automaticamente. A insistência ou qualquer ação que “force a barra” para sua continuidade, incluindo possíveis ameaças e coerções de vazamentos de fotos e fatos do casal: é assédio! É abuso!

Ações assim também são de objetificação, coerção e humilhação entre os dois indivíduos da relação e destes com grupos profissionais e pessoais externos.

Dessa forma, o assédio sexual não é necessariamente uma violência física. E não se confunde com um flerte ou cantada. Uma vez que tem como princípio a objetificação do outro. E tem, também, como consequência em curto, médio e longo prazo, a desqualificação e dano à pessoa, a partir desta objetificação do corpo e da satisfação do agressor.

O assédio e a satisfação é, também, parte de relações hierárquicas. Se no assédio moral normalmente estabelece-se por hierarquias profissionais (chefias, ou no âmbito acadêmico – professores e orientadores, por exemplo), no assédio sexual temos também hierarquias sociais. Isto é, os papéis de gênero, socialmente estabelecidos e legitimados, estão presentes nos atos de assédio – e podem acompanhar (ou não) a hierarquia profissional.

Assédio como cultura na sociedade

Em vários momentos falei do assédio como relações entre dois sujeitos. Mas também inseri o debate em uma estrutura social – como prática cultural.

O que isto quer dizer?

Normalmente, quando falamos de assédio a partir de um caso que conhecemos, centralizamos o debate em como acabar com aquela situação pontual. Isto é fundamental, óbvio.

Todavia, acabar com esta ação de assédio pontual não acaba com o assédio em nossa cultura.

O assédio visto como prática cultural precisa ser pensado não como ato isolado, mas como práticas contínuas dentro de uma sociedade. Tais práticas são permitidas por pessoas de grupos sociais, e toleram que agressores sigam agindo e assediados sigam não tendo acesso a ferramentas que os tire deste lugar de violência.

Em uma cultura machista, em que estabelecemos o homem (héterossexual, cisgênero, branco) como padrão e qualquer outro indivíduo como “outro”, limitamos e delimitamos os espaços ocupados a partir destas categorias socialmente aceitas e validadas.

O lugar de quem deve estar satisfeito e ter acesso aos prazeres, melhores lugares, melhores profissões e destaque dentro destas profissões, por exemplo, é socialmente estabelecido e hierarquizado. Não à toa, ocupado por esta categoria social que nomeei aqui de “padrão”. Aos outros, resta a busca por sua legitimação, sendo lembrados continuamente de sua tarefa de objetificação e satisfação do primeiro grupo, servindo-o.

Assim, a constante culpabilização da vítima e desresponsabilização do sujeito agressor têm relação direta com uma cultura que ensina que existem sujeitos hierarquicamente diferenciados, que consentimentos são negociáveis e parte de transações. Dessa forma, moralizamos atos: o sujeito exposto que é tido como fraco, pervertido, errado. Já o sujeito que expõe (o agressor) é visto como alguém que agiu pela disponibilidade do outro em ser agredido/assediado.

Não são raras as vezes que, também, homens são narrados como imaturos independente da idade que tenham e da posição social que ocupem. Enquanto mulheres, mesmo as muito jovens, usualmente são responsabilizadas por seus atos em situação de assédio e são culpabilizadas por terem sido vítimas destas ações, por terem “condições e maturidade para lidar com isto”!

Tá, mas em termos práticos, o que acontece para anularmos uma vítima?

Tu já deves ter ouvido falar, ou mesmo feito isso… Quando ouvimos um relato de assédio sexual e moral, uma pergunta bem comum é:

– Como você deixou isso acontecer?

Esta pergunta carrega em si:

– Julgamento moral
– Presunção de consentimento;
– responsabilização e culpabilização da vítima;
– anuência e desresponsabilização do agressor.

Estes atos são práticas comuns e rotineiras na vivência de assédio e relatos de assédio. E perpetuam o sentimento de invalidação da pessoa que já está passando pela anulação de sua identidade por um processo de objetificação.

Isto insere-se dentro de um panorama que é cultural à medida que é um comportamento aprendido que continuamente valida o sujeito que se aproveita e fragiliza o outro nas relações. Comportamento que se vincula à legitimação de papéis sociais específicos.

Falas assertivas comumente relacionam-se a atos da vítima e sua permissividade. Ou seja, ela consentiu como se estivesse no controle da situação.

Em muitos momentos não apenas não se está no controle, como não se tem qualquer condição de, sozinha, a pessoa se livrar daquela relação e situação.

O assédio moral e sexual, por incluirem ações contínuas de humilhação públicas (ou ameaças disto), com desqualificação do indivíduo, perda de credibilidade nos grupos em que estamos inseridos e isolamento de redes de apoio, tornam-se atos de difícil denúncia.

As tentativas de relato ou denúncia, ao terem como prática o pouco acolhimento e a culpabilização das vítimas, tornam-se parte de uma cultura que legitima o espaço do assediador e isola ainda mais o indivíduo assediado.

Ah! Mas isso acontece na Divulgação Científica e na Ciência?

Estes lugares não são de pessoas inteligentes e etc.?

Sim, acontece e muito dentro de espaços científicos e de divulgação científica. O assédio sexual, inclusive, é mais comum entre colegas do mesmo nível hierárquico do que entre chefias, segundo uma pesquisa publicada recentemente [1]. Este mesmo estudo aponta que estes casos não são isolados e assediadores são reincidentes, sendo necessário posturas políticas efetivas contra tais atos.

De que maneira acontece e como as hierarquias se estabelecem?

Na Divulgação Científica (DC) é comum a partir de perfis em redes sociais com muitos seguidores – o que pode parecer bobo, mas traz credibilidade – e de conversas iniciadas exatamente por estes sujeitos, a princípio por questões de trabalhos. Mas que em pouco tempo configuram-se como conversas que forçam intimidade.

Nossa comunidade não é grande, dependendo do nicho (do tema) conhecemos muita gente – estabelecer uma rede de confiança nem sempre é difícil. E isto pode, sim, voltar-se contra nós ao não percebermos que estamos, ao não cortar uma insistência que parece casual, nos tornado vítimas de relação de assédio moral e sexual. Além disso, o uso da suposta credibilidade do perfil conta, e muito, nestas ações de coerção.

Em tempo, também não é incomum alguém que está em uma equipe de trabalho articular situações em que tu fiques isolada com esta pessoa. Isto é, seja em reuniões em ambientes informais, te isolando do restante da equipe para conversas a dois, seja em conversas por aplicativos como whatsapp, messenger ou outros, repetidamente tu ficares isolada por ação desta pessoa é sinal de alerta.

Assim, se nestas conversas continuamente tu te sentires incomodada com o tom e com supostas brincadeiras em conotação sexual ou forçando intimidade, toques, abraços… Não é exagero, nem bobagem. É assédio.

Nestes casos, sempre busque alguém de tua confiaça e alerte o que está acontecendo: nunca apague as conversas e busque provas SIM de que estás sofrendo assédio. Dificilmente és a única pessoa que já sofreu com isto. Assediadores repetem as relações.

Ao passo que tu negas e não consentes uma relação, outra ação comum é o assediador passar a te isolar de eventos, atividades e pesquisas acadêmicas. Tanto quanto sabotar trabalhos (sim! Sabotar trabalhos!). Além disso, em reuniões formais ou não, ao menor sinal de teres teu nome cogitado a uma tarefa, existe descredibilidade e invalidação da tua competência profissional. Sim! O assédio sexual, vem junto com assédio moral.

Sofrer assédio é intimidador e, muitas vezes, solitário. Mas não estamos sozinhas embora seja sempre um ato de repetir, nos relatos, a violência sofrida e, com isso, a dor que nos impingiu. Lembre sempre isso, quando fores relatar um caso, ou quando pedires um relato.

Falando em pedir um relato…

Para finalizar o texto, é sempre bom ter em mente que:

As ações de assédio que parecem violentas e aviltantes não foram a primeira exercida pelo sujeito assediador. Provavelmente, e infelizmente, não serão as últimas. Existe um histórico.

Da mesma forma, muitas vezes a pessoa assediada não necessariamente percebe o que está acontecendo e quando busca ajuda está em uma situação de extrema fragilidade, incluindo anulação da identidade e sentimento de insuficiência e incapacidade pessoal e profissional. Neste sentido, lembre-se:

– Não seja assertivo com menções de invalidação de quem está sofrendo;
– Não duvide do que estás escutando, não legitime o assediador perante à vítima;
– Acolha, escute DE VERDADE, possibilite um espaço de diálogo antes de dar soluções óbvias e simplistas.

Se tu, que é alguém da rede de apoio, não consegues escutar uma amiga ou um amigo que precisa desabafar, com calma, paciência e empatia, sobre um caso de assédio, como é que imaginas que esta pessoa conseguirá contar e denunciar seu caso para outra que, provavelmente, é um desconhecido?

Em suma, onde há fumaça, há fogo

Sim, onde há denúncias de assédio, se cavocares, acharás mais e mais pessoas nesta situação. Portanto, não passe pano para o assediador!

Não existe “ele é um bom pesquisador apesar de ser assediador”. Ou seja, ele tem notoriedade exatamente por explorar e assediar pessoas, fazendo-as cumprir as agendas deles. Nunca, jamais, em hipótese alguma perca isso de vista. Assediadores constróem suas carreiras diminuindo quem está a sua volta. Não compactue com esta prática.

Já falei sobre isto neste fio aqui.

Por fim

Sim, vários destes pequenos exemplos ao longo do texto aconteceram comigo. Vários pequenos exemplos aconteceram com colegas minhas. Vários exemplos são pequenos e parecem bobos, mas atrasam cotidianamente a carreira de mulheres e, pior que isso, as fazem desistir da carreira acadêmica e da divulgação científica. Assim, deixo uma série de respostas aqui às perguntas estúpidas que fazem para pessoas assediadas, para já facilitar o encaminhamento:

Mulheres em posições de relativo destaque e poder também sofrem assédio.
Sim, homens que são nossos colegas e estão em evidência são assediadores.
Não, isto não é incomum.
Sim, varios colegas apoiam e minimizam as ações do assediador.
Claro que tu vais escutar, como eu escutei, que apesar disso, ele tem boas pesquisas.
Mesmo com o assediador claramente te assediando NA FRENTE de teus colegas, vai ter gente passando pano para ele.
Mais do que “não é não”, não dizer sim – ou dizer sim em situações de constrangimento – QUER DIZER NÃO.

Não me diga para denunciar, se tu inicia qualquer frase com “eu entendo isso, mas”, “apesar disso, ele”.

Assédio é crime. FIM.

Este post foi elaborado para a campanha #DCSemAssedio, no twitter. Segue a tag 😉

Para saber mais:

[1] National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine 2018. Sexual
Harassment of Women: Climate, Culture, and Consequences in Academic Sciences, Engineering, and Medicine
. Washington, DC: The National Academies Press.

Outras leituras

Bobroff, Maria Cristina Cescatto, & Martins, Júlia Trevisan (2013) Assédio moral, ética e sofrimento no trabalho Revista Bioética, 21(2), 251-258.

Freitas, Maria Ester de. (2001). Assedio moral e assedio sexual: faces do poder perverso nas organizações. Revista de Administração de Empresas, 41(2), 8-19. https://doi.org/10.1590/S0034-75902001000200002

Marie Santini R.; Terra C.; Rosana Duarte de Almeida A (2016) Feminismo 2.0: a mobilização das mulheres no Brasil contra o assédio sexual através das mídias sociais (#primeiroassedio) P2P E INOVAÇÃO, v3, n1, p148-164, 19 set, 2016.

Soares, Angelo (2012) As origens do conceito de assédio moral no trabalho. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 37(126), 284-286

Teireixar, JC, Rampazo, AS (2017) Assédio Sexual no contexto acadêmico: o que os lábios não dizem, o coração não sente? Farol – Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, V4, N11

Sobre Ana Arnt 48 Artigos
Bióloga, Mestre e Doutora em Educação. Professora do Departamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia, do Instituto de Biologia (DGEMI/IB) da UNICAMP e do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PECIM). Pesquisa e da aula sobre História, Filosofia e Educação em Ciências, e é uma voraz interessada em cultura, poesia, fotografia, música, ficção científica e... ciência! ;-)

2 Comentários

  1. Que texto, Ana! Que texto!
    Abriu várias interrogações que eu terei que levar para terapia. No mais, também me lembrou, em alguns aspectos, o livro da Verônica Gago “A potência feminista”. É uma excelente leitura.
    À todos que constroem esse blog, fiquem bem! <3

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