Faça infográficos perfeitos para área de biomed

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Mind the Graph

Aqui vai uma dica preciosa para quem quer fazer uma ciência mais bonita, mais descolada e mais design. E mais fácil e rápida de ser entendida também:

USE INFOGR√ĀFICOS!!!

Use nas apresenta√ß√Ķes, nos posteres em congressos, nas aulas, na tese e nos seus artigos cient√≠ficos tamb√©m. Economize o tempo das pessoas em entender e deixe o mundo mais bonito.

Se voc√™ √© da √°rea de biom√©dicas tenho uma dica melhor ainda: uma ferramenta online que tem todas as ilustra√ß√Ķes e templates que voc√™ precisa. √Č a Mind the Graph. Uma startup 100% nacional com uma qualidade excelente, v√°rios templates e milhares de ilustra√ß√Ķes altamente personaliz√°veis. Troque cores, estilos e formatos das c√©lulas, por exemplo.

O banco de imagens não pára de crescer, e aqui eu selecionei as que eu achei mais  interessantes.

Cientista em pose like a boss

like a boss science
Yeah, science!

Giardia, um cl√°ssico das aulas de biologia

Pesquise no google por PAREIDOLIA
Pesquise no google por PAREIDOLIA

CUIDADO! Isso é uma prensa!

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Ei! Isso t√° gelado!

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Olha o passarinho… er… quer dizer…

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Faça uma história em quadrinho

Usar coca√≠na causa euforia e poderes medi√ļnicos

[youtube_sc url=”https://www.youtube.com/watch?v=ukJyP5np9fg” title=”Tutorial%20on%20how%20to%20create%20infographics%20for%20Life%20Science%20and%20Health.”]

 

Disclaimer: Eu já comi churrasco na casa do sócio do Mind the Graph, ou seja, sou seu amigo. E também escrevo para o blog da empresa. Se agora você desconfiou de mim, entre lá e dê uma olhada para tirar a prova.

Animais mecanizados com estilo

Um estilo de fic√ß√£o em um futuro-retr√ī-vitoriano, com engrenagens e m√°quinas anal√≥gicas √© conhecido como estilo¬†steampunk, que ao p√© da letra quer dizer “punk a vapor”.

Aqui vai o bestiário steampunk do ilustrador Vladimir Gvozdeff para você entender o que quero dizer:

5.0.2 5.0.2 5.0.2

Via boingboing -> via Pipe Dream Dragon

Exposi√ß√£o com “baratas” que brilham

Réplica gigante de fungo

Todo mundo adora coisas que brilham, e é por isso que se tem um tema para exposição que é sucesso garantido é a bioluminescência. Vagalumes, água-vivas e fungos são algumas das fontes de luz que a natureza possui e que estão representadas na exposição Criaturas de Luz do Museu de História Natural de Nova Iorque.

Parece ser bem legal e é uma pena este tipo de exposição ser tão rara no Brasil.

B√īnus sobre vagalumes:

1- Não é só carnavalesco não. As proteínas que fazem o vagalume brilhar são usados em laboratórios para marcar células, fazendo-as brilharem e facilitando a observação de eventos microscópicos. Sem essa proteína (luciferina) os estudos de todas as áreas de biologia celular estariam muito mais atrasados.

2- Pense numa noite escura, voc√™ caminhando por uma mata com sua amada quando um pequeno brilho verde pisca a meia dist√Ęncia, e pisca de novo mais adiante e novamente mais ali. A noite fica m√°gica, et√©rea, rom√Ęntica. Luz √© magia. Voc√™ com uma lanterna tenta acompanhar o brilho para ver o vagalume de perto. Ao chegar perto e iluminar o brilho verde sua amada grita de espanto e nojo: “UMA BARATA, MATA!!!”. As pessoas ficam impressionadas, e um pouco decepcionadas, quando veem um vagalume de perto, afinal ele parece mesmo uma barata. E neste v√≠deo d√° pra ver o modelo gigante que fazem de um vagalume e o making of da exposi√ß√£o.

O DNA mais bonito do mundo

 

Apesar deste t√≠tulo, n√£o vou falar de alguma reportagem no estilo “Encontrado o gene da beleza”, Mas sim de uma joia em formato de DNA que estampa a capa da revista cient√≠fica Nature Genetics. Esta a√≠ em cima. Coisa fina.

E o joalheiro tem outras joias nesse estilo molecular como esta ao lado que parece uma cadeia de carbonos ou um tipo de rede.

Ela faz parte de uma cole√ß√£o chamada “Cole√ß√£o Dendr√≠tica” do designer de joias Alexander Davis. Dendritos s√£o prolongamentos dos neur√īnios que interagem com outros dendritos de outros neur√īnios formando uma rede.

Legal ver um designer de joias encantado com a biologia. Nada mais elegante que isto.

As mais maravilhosas (e cient√≠ficas) ilustra√ß√Ķes do mundo

ilustração plantas

Esse blogue matou a pau. Scientific Illustration tem um acervo gigante com imagens lindas e de qualidade. E tem link pros artigos e/ou trabalhos de onde foram retirados.

Estou seriamente viciado.

A arte imita a ciência ou a ciência imita a arte?

pterodactilo

O que rolou na ciência HOJE: 14 de Abril

Nobel_Laureates_von_Frisch_Lorenz_Tinbergen.jpgAgora pra n√£o confundir Lorenz com Tinbergen..

1892 РA General Electric Company é criada com a fusão da Edison General Electric Company and the Thomson-Houston Company.[A GE é talvez a maior empresa de tudo-que-se-pode-usar-num-lab-e-fora-dele. Desde aparelhos megacomplexos até reagentes e kits]

1912 – O navio RMS Titanic naufraga por volta das 02h20min ap√≥s chocar cerca de tr√™s horas antes com um iceberg no Atl√Ęntico Norte.[“Nem deus afunda este navio” disse o engenheiro. E n√£o afundou mesmo, afinal foi um iceberg]

1923 РA insulina se torna disponível para uso em larga escala por pacientes que sofrem de diabetes. [Era ainda purificada de vacas. Hoje em dia ela é produzida por células transgênicas Рmuito mais barata e segura por isso.]

Nascimentos:

1452Leonardo da Vinci, artista e cientista italiano [Provavelmente tinha transtorno em déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e mesmo assmi um gênio]

1896Nikolay Nikolayevich Semyonov, quimício russo laureado com o Prêmio Nobel de Química (m. 1986).

1907Nikolaas Tinbergen, ornitólogo holandês, laureado com o Prêmio Nobel de Medicina (m. 1988). [Pai da etologia. E a referência na wiki português é um desgosto.]

Ciência em acrílico sobre tela.

√Č muito satisfat√≥rio ver manifesta√ß√Ķes art√≠sticas com inspira√ß√£o cient√≠fica. Recentemente descobri (de modo muito atrasado e por acaso, confesso) o excelente Shardcore. Se voc√™ tamb√©m n√£o conhece, deixo a apresenta√ß√£o para o dono do espa√ßo:

Gosto de atuar na interface entre arte e ci√™ncia, entre o proibido e o inef√°vel. Atualmente trabalho principalmente com pintura, mas √†s vezes √© v√≠deo, √†s vezes √© m√ļsica. O Shardcore √© um processo de experimenta√ß√£o est√©tica em andamento, voc√™ nunca sabe qual ser√° o pr√≥ximo passo, e frequentemente, eu tamb√©m n√£o.

Um exemplo do material é a genial pintura com três gigantes da Biologia. Ou quatro, dependendo do referencial (e não, eu não estou me referindo ao Lamarck).

lamarck_haekel_darwin.jpg

Da esquerda para a direita: Lamarck, Haeckel, Darwin e, claro, a girafa.

Adaptei a explicação do autor sobre a tela:

“A frase √© uma cita√ß√£o de Sherlock Holmes:

Quando você elimina o impossível, qualquer coisa que permaneça, por mais improvável que seja, deve ser a verdade.

Parece improv√°vel a cena em que 3 cavalheiros vitorianos dividem um pouco d¬ī√°gua com uma girafa, mas n√£o √© necessariamente imposs√≠vel…

Todos conhecem Darwin e sua teoria baseada na seleção natural como promotora do processo evolutivo, apesar de a mesma ser apenas parte das faces da evolução.

Jean-Baptiste Lamarck foi contempor√Ęneo a Darwin e sugeriu que a evolu√ß√£o ocorria pela transmiss√£o de tra√ßos desenvolvidos durante a vida de um indiv√≠duo de uma gera√ß√£o para a seguinte. Um de seus exemplos foi de que a girafa esticaria seu pesco√ßo para alcan√ßar folhagem mais alta, e o estiramento produziria descendentes de pesco√ßo mais longo. Sua teoria, o Lamarckismo, √© geralmente ridicularizada pois a gen√©tica Mendeliana ap√≥ia somente a combina√ß√£o de material gen√©tico durante a sele√ß√£o sexual, muta√ß√Ķes ocasionais e “a sobreviv√™ncia do mais adaptado”.

Haeckel, claro, √© conhecido pela afirma√ß√£o “a ontogenia recapitula a filogenia”, ou seja, a ideia de que um embri√£o em desenvolvimento expressa todos os seus antepassados evolutivos sequencialmente durante esse processo, o que com o tempo mostrou-se um certo exagero.

O novo campo da epigen√©tica postula um mecanismo para a ativa√ß√£o e inativa√ß√£o de genes dentro do per√≠odo de vida de um indiv√≠duo, sendo que essas altera√ß√Ķes na express√£o g√™nica podem ser transmitidas a gera√ß√Ķes futuras. Isso, at√© certo ponto, pode ser considerado um caso espec√≠fico de Lamarckismo.

E de onde vem esses genes que podem ser ¬īligados¬ī e ¬īdesligados¬ī? Ora, nosso genoma, al√©m de conter as instru√ß√Ķes para formar um ser humano, tamb√©m cont√©m grandes partes de informa√ß√£o de nossos antepassados evolutivos. √Č poss√≠vel que at√© certo ponto Haeckel tamb√©m estivesse certo?

Todos eles sem d√ļvida teriam uma teoria sobre como uma criatura como a girafa se desenvolveria. E, talvez, dadas as devidas propor√ß√Ķes, todos os tr√™s possam estar parcialmente certos.”

Conheçam outros exemplos de arte inspirada em ciência no ótimo Shardcore.org!

PS: Volta e meia nos arriscamos a falar de arte, veja outros exemplos em:

Vidro, maçarico e a real aparência das coisas.

Um biólogo metido a crítico na Bienal de Arte e Tecnologia.

UMF, m√ļsica eletr√īnica e ci√™ncia.

Curioso sobre a opini√£o do Sharcore sobre Lamarck? Acesse http://scienceblogs.com.br/rnam/2008/03/quem-disse-que-lamarck-esta-errado.php

Um biólogo metido a crítico na Bienal de Arte e Tecnologia

bienal arte tecnologia.JPG

Fui na Bienal Internacional de Arte e Tecnologia – Emo√ß√£o Art.ficial, no Ita√ļ Cultural na av. Paulista.

Há tempos eu não ia a uma exposição, e as pessoas que me invejam por não morarem na capital cultural do Brasil estavam me enchendo o saco para aproveitar mais a cidade.

Para saber sobre a exposição entre no site, porque mesmo na exposição não havia nada de texto. Nem um folhetinho. Em cada obra havia uma telinha com um esquema que não explicava quase nada dela, nem a tecnologia nem a arte por trás da coisa toda.

Primeiro a parte chata Рou de como um biólogo se mete a crítico crítico de arte

As primeiras obras me chatearam bastante (veja a lista de obras aqui). No come√ßo s√≥ haviam obras “interativas”, como os Bion, uma obra bem bonita mas que de tecnol√≥gico s√≥ tem um sensor de proximidade que diminui a intensidade da luz de LED dentro dele. Bonitinho mas ordin√°rio, ainda mais quando foi ver quem √© o “cientista” no qual o artista Adam Brown se inspirou: um maluco chamado Wilhelm Reich que inventou uma “energia biol√≥gica primordial” chamada orgone. Era t√£o charlat√£o que morreu na cadeia preso por vender aparelhos que curavam de tudo com esta energia. Mais ou menos como o aparelho bio-qu√Ęntico.

bion1.jpg

Al√©m desse haviam as Hysterical Machines, que se movem inesperadamente com a presen√ßa de humanos, mas de forma nada org√Ęnica como prop√Ķe o artista; e Prosthetic Head que √© a cabe√ßa do artista em 3D usando um programa de intelig√™ncia artificial j√° bem antigo para responder perguntas do visitante. 

Essas três obras me chatearam porque esperava coisas mais inovadoras. Essa história de interatividade é muito anos 90 pro meu gosto.

O pr√™mio “desperd√≠cio de oportunidade” vai para Silence Barrage:
“Rob√īs movem-se verticalmente ao longo de v√°rias colunas, deixando rastros que s√£o, na verdade, a representa√ß√£o dos disparos de neur√īnios de roedores, cultivados num recipiente de vidro localizado a milhares de quil√īmetros de dist√Ęncia. Paralelamente, sensores ao largo da instala√ß√£o capturam os movimentos do p√ļblico, que, por sua vez, tamb√©m fazem os rob√īs se deslocarem.”
Legal… mas como assim? Os disparos dos neur√īnios? Ahn?!

Pois √©, nada √© explicado. Nem no site da exposi√ß√£o. Tem os neur√īnios l√° nos EUA, em uma placa, e sabe-deus-como captam algo que faz umas coisas na obra. E ainda a c√Ęmera que devia filmar a cultura de c√©lula l√° nos EUA estava fora do ar.
Assim, cientistas que trabalham com células (como eu) e publico em geral não se empolgam nem um pouco. Tanto esforço por nada.

Mas a coisa ficou boa. Muito boa!

A coisa come√ßou a melhorar com o Caracolomobile. Primeiro pelo nome muito legal, segundo que isto sim √© um tipo de tecnologia que esta mais na moda e mais na ponta da intera√ß√£o homem-m√°quina. A obra √© um ser de movimento e sons que responde aos est√≠mulos recebidos por eletrodos na cabe√ßa de uma pessoa (lembrem do Nicolelis). Alguns sinais s√£o bem f√°ceis de entender, como quando se morde o chiclete ele solta sempre o mesmo ru√≠do. Mas algumas rea√ß√Ķes da m√°quina n√£o s√£o t√£o decifr√°veis. Come√ßa assim a vontade de entender a que a m√°quina est√° respondendo, ou seja, a tentar conversar com ela (e com voc√™ mesmo, j√° que ela esta respondendo √†s suas ondas cerebrais).

O Ballet Digitallique √© bem legal. Um scanner marca sua silueta parado com os bra√ßos abertos. O computador projeta e d√° movimento √†quela imagem est√°tica. E coloca movimento exatamente onde deve ter, dobrando as juntas de bra√ßos, pernas e tronco. Como o computador sabe o que deve se mexer, ou como se move uma pessoa baseando-se s√≥ numa imagem est√°tica 2D? Me fez pensar no c√©rebro, que com padr√Ķes simples faz verdadeiras cria√ß√Ķes e interpreta√ß√Ķes usando regras simples, que at√© um computadorzinho pode fazer.

envolving-150x150.jpg

Mas o mais legal para o biólogo aqui foi o Robotarium SP e o Evolved Virtual Creatures.
O Robotarium √© um zool√≥gico de rob√īs, onde cada um tem um temperamento, ou uma programa√ß√£o, e interagem entre si. Um √© calmo e evita entrar em contato com outros, outro √© agressivo e avan√ßa nos outros; outro s√≥ gira sem parar, e assim vai. Todos eles juntos acabam funcionando como um modelo de intera√ß√£o ecol√≥gica, em que cada indiv√≠duo tem um comportamento simples, mas como um todo passam a tem um comportamento complexo.

E o Evolved Virtual Machines mostra como mudanças aleatórias + regras simples + tempo, podem sim gerar criaturas complexas e que parecem ter sido desenhadas. Se você entender esta obra você entendeu a mais importante lição de EVOLUÇÃO!

Só ainda não consegui decifrar se aqui a arte inspira a tecnologia ou a tecnologia inspira a arte.

Vida animada (literalmente).

Compartilho com voc√™s uma anima√ß√£o que ilustra, de acordo com seus criadores, “um ponto de vista n√£o cient√≠fico do in√≠cio e evolu√ß√£o da vida… e como provavelmente ela terminar√°.”

Não vou ser chato e ficar criticando eventuais falhas científicas, o vídeo é conceitualmente simples mas muito legal para ilustrar o andamento das coisas.

BIG BANG BIG BOOM – the new wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

Para os que gostam de stop-motion é um prato cheio. Para quem adora o
v√≠deo de “Do the evolution”, do Pearl Jam, a√≠ est√° uma nova abordagem de
um tema muito parecido.

Espero que gostem, vale os 10 minutos de duração!

Direção e animação: BLU (blublu.org)
Produção e distribuição:
ARTSH.it (artsh.it)
Trilha sonora:
ANDREA MARTIGNONI

Vidro, ma√ßarico, e a “real” apar√™ncia das coisas.

Observe as imagens abaixo (clique para ampliar):

ImagensGolgi.jpg

Clique para ampliar


No painel acima, A, B e C s√£o diferentes maneiras de se observar o Complexo de Golgi, uma estrutura celular respons√°vel pelo processamento e distribui√ß√£o de um grande n√ļmero de prote√≠nas sintetizadas por nossas c√©lulas. Em A o Golgi √© observado por uma t√©cnica chamada Microscopia Eletr√īnica de Transmiss√£o (MET), em B temos uma imagem de MET colorida artificialmente, e em C temos uma imagem do Golgi marcado com reagentes fluorescentes (que existem em v√°rias cores, como o verde que observamos aqui).
OK, e qual a import√Ęncia disso?
Em biologia celular e molecular, por exemplo, várias imagens que vemos são fruto de técnicas de coloração artificial, como por marcação com reagentes fluorescentes, por exemplo. Mas, convenhamos: existem células ou moléculas realmente COLORIDAS? Se afirmativo, quais as cores CORRETAS de cada uma delas?
Pensando nisso, e na hipótese de as pessoas assimilarem as cores artificiais vistas em Ciência com a realidade de uma célula, o artista plástico Luke Jerram buscou criar modelos transparentes tridimensionais de organismos importantes e de fácil reconhecimento por todos.
lukejerram_with_glass_0.jpg

Luke com seus modelos.


Os v√≠rus HIV (AIDS), H1N1 (Gripe Su√≠na ou Gripe A), e a bact√©ria Escherichia coli (que habita o intestino humano, mas pode ter formas patog√™nicas), por exemplo, podem ser vistos sem todos os “adere√ßos carnavalescos” que precisamos utilizar no laborat√≥rio para identificar as regi√Ķes pesquisadas.
E, pr√° completar: os modelos s√£o feitos de vidro! Vejam alguns deles (clique em cada imagem para ampliar):
ecoli_lukejerram.jpg

Escherichia coli


round_swine_flu.jpg

H1N1 (Gripe Suína)


large_hiv_luke_jerram.jpg

HIV (AIDS)


Lindos, n√£o? E, al√©m disso, enquanto contribui para melhorar o entendimento do p√ļblico em geral sobre a apar√™ncia mais “correta” de alguns organismos, Jerram aproveita pr√° expandir os limites da fabrica√ß√£o de esculturas de vidro assoprado. √Č preciso grande conhecimento t√©cnico para que os modelos vistos aqui n√£o colapsem em seu pr√≥prio peso, uma vez que s√£o estruturas extremamente delicadas.
Outros textos que tratam sobre o assunto: Vírus de vidro (Massa Crítica), Gripe e Arte (H1N1 РInfluenza A Blog), Glass Microbiology (Seed Magazine).
Para ver mais trabalhos de Luke Jerram, acesse o site Lukejerram.com.