Produzindo o seu melhor p√īster de congresso

 

Um painel bem desenhado irá prender sua audiência (Foto: Froukje Kruijssen; CC BY-NC-SA 2.0)

Um painel bem desenhado irá prender sua audiência (Foto: Froukje Kruijssen; CC BY-NC-SA 2.0)

No texto de hoje aprenderemos alguns conceitos de design aplicados de maneira bem prática à construção de painéis para congressos científicos. Como falamos no post anterior, o painel é provavelmente a sua primeira produção científica, então seria interessante começar com o pé direito.

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Painéis, como se comportar na sua primeira produção científica?

Painéis em congressos são a porta de entrada para o mundo da produção científica (Imagem: Dennis Schroeder)

Para a maioria de n√≥s pesquisadores, a primeira produ√ß√£o cient√≠fica da vida √© um painel num congresso. Essa porta de entrada pode ser um importante passo, portanto ela merece alguma aten√ß√£o e vamos dar aqui cinco sugest√Ķes importantes para come√ßar sua produ√ß√£o com o p√© direito. Continue lendo…

A era das parcerias

Networking: o lado profissional do “fazer um social” (Imagem: Ghozt Tramp/ Flickr)

A edi√ß√£o mais recente¬†da Nature trouxe um encarte analisando o poder das parcerias na constru√ß√£o de pesquisas cient√≠ficas de qualidade. Sua rede de relacionamentos ser√° uma grande aliada nas suas conquistas. Adam e Loach (2015) apontam num coment√°rio desse encarte que pesquisas que ultrapassam institui√ß√Ķes e fronteiras s√£o mais impactantes, mais citadas e mais aceitas em peri√≥dicos de alto n√≠vel. O Brasil j√° aparece nesse panorama com diversas parcerias internacionais, liderando junto com o M√©xico e o Chile as colabora√ß√Ķes dentro da Am√©rica Latina. Parcerias internacionais s√£o vitais para a constru√ß√£o de pesquisas significativas no Brasil. Mas como entrar nessa onda? Continue lendo…

Apresenta√ß√£o em P√ļblico 4

A Estrutura da Apresenta√ß√£o em P√ļblico pode determinar seu sucesso ou seu fracasso diante de uma plateia.

Assim como no planejamento do conte√ļdo, tratado no √ļltimo post, o planejamento da estrutura da apresenta√ß√£o ainda n√£o deve ser feito no computador. Experimente utilizar um guardanapo de papel. Neste guardanapo voc√™ dever√° definir as principais partes da sua apresenta√ß√£o, quais os principais t√≥picos ou slides abordados em cada parte. Aten√ß√£o: n√£o √© para desenhar os slides no guardanapo, √© apenas para listar aquilo que posteriormente ser√° mostrado na sua apresenta√ß√£o, por enquanto ainda estamos falando da estrutura! Continue lendo…

Apresenta√ß√£o em P√ļblico 3

Dando continuidade ao nosso √ļltimo post, digamos que voc√™ tenha sido convidado para fazer participar de uma mesa redonda no congresso mais importante da sua √°rea, para fazer uma apresenta√ß√£o oral num simp√≥sio importante, vai fazer a defesa da sua disserta√ß√£o de mestrado ou simplesmente quer dar uma boa aula ou fazer uma boa apresenta√ß√£o de um trabalho naquela disciplina que est√° pendurado em nota. Voc√™ se sente preparado? Sabe o que fazer? Continue lendo…

Apresenta√ß√£o em P√ļblico 2

No primeiro post desta s√©rie destacamos que o ato de falar em p√ļblico pode abranger v√°rias situa√ß√Ķes, desde um bate papo com um amigo at√© uma apresenta√ß√£o formal para uma seleta plateia. Al√©m disso, falamos sobre como deve ser um processo de comunica√ß√£o eficiente.

A partir de agora vamos focar nossos posts nas apresenta√ß√Ķes formais que podem ter diferentes formatos: aulas, semin√°rios, palestras, apresenta√ß√£o de pain√©is em congressos, entre outros. Independente do formato desta apresenta√ß√£o √© fundamental que voc√™ consiga ‚Äúvender o seu peixe‚ÄĚ, ou seja, √© importante que voc√™ consiga convencer seu p√ļblico sobre a mensagem transmitida sem nenhum ru√≠do, ou pelo menos com o m√≠nimo poss√≠vel. Continue lendo…

Apresenta√ß√£o em P√ļblico

Apresenta√ß√£o em p√ļblico deixou de ser uma incumb√™ncia destinada apenas a grandes executivos, personalidades p√ļblicas ou professores e passou a ser uma atribui√ß√Ķes de qualquer profissional, independente da carreira em que atua, no entanto muitas pessoas tremem ou t√™m calafrios s√≥ de pensar na possibilidade de ter que se expor diante de uma plateia, por menor que ela seja.

Por que o microfone causa tanto medo?

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Marketing Pessoal – Parte II

Hoje, vamos continuar falando sobre Marketing Pessoal na Academia. No quadro abaixo demonstramos demonstramos o significado de cada um dos 4P‚Äôs no Marketing e comparo com o Marketing Pessoal na Academia com enfoque na Pesquisa. Leia mais sobre os 4P’s do Marketing neste post do Cientista S/A. Continue lendo…

Marketing Pessoal

Marketing pessoal √© um dos assuntos que o pessoal da Academia mais deixa de lado. Existe uma ideia err√īnea de que quem segue carreira cient√≠fica n√£o precisa se preocupar com esses conceitos capitalistas. Ser√° mesmo? Ser√° que sua imagem diante de colegas, professores, orientadores √© exatamente como voc√™ se imagina? Ser√° que a forma como voc√™ se apresenta em eventos ou at√© mesmo nas aulas √© adequada? √Č sobre isso que vamos falar neste post e para introduzir o assunto vamos falar sobre um conceito muito conhecido na √°rea de Administra√ß√£o de Empresas, principalmente pelos marketeiros. Vamos falar sobre os 4P‚Äôs do Marketing adaptados ao nosso assunto que √© Marketing Pessoal na Academia. Continue lendo…

Com que roupa eu vou?

Com que roupa eu vou?

Numa viagem de campo uma aluna apareceu com uma microssaia menor que um palmo, a roupa, que at√© podia ser adequada para assistir uma aula expositiva, simplesmente n√£o condizia com as condi√ß√Ķes de campo.

As roupas surgiram como forma de prote√ß√£o contra as intemp√©ries, mas atualmente tornaram-se forma de express√£o, item para incluir num grupo social ou “tribo”, definir determinado estilo de vida, estabelecer status social ou exibir diferentes aspectos culturais ou religiosos. Diante de tantas op√ß√Ķes, √© bastante comum termos d√ļvida sobre que roupa usar em determinadas situa√ß√Ķes. Este post vai tentar ajudar voc√™ a resolver este dilema. Continue lendo…