Debora Diniz. Arquivo pessoal. Todos os direitos reservados.

Ao conversarmos sobre a possibilidade de fazer um ciclo temático no blog sobre as mulheres que atuaram e atuam em contextos de Epidemias, nós, da equipe do Ciência Pelos Olhos Delas, vimos como essencial visibilizar também as pesquisadoras que trabalham nas esferas do conhecimento ligadas às ciências sociais e humanas – algo que foi trazido à pauta com a entrevista que a Carolina Francelin fez com a pedagoga, professora e pesquisadora Telma Vinha.

Por que Debora Diniz?

Quase que de imediato, me veio em mente Debora Diniz, antropóloga, documentarista e professora licenciada da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília – UnB. Tomei conhecimento do trabalho da professora Debora em 2015, quando participei como ouvinte do “Fórum Fale Sem Medo”, uma iniciativa do Instituto Avon que tem como objetivo discutir as violências sofridas por meninas e mulheres.

Naquela edição do Fórum, Debora foi uma das participantes da mesa de debates sobre violência de gênero no contexto universitário. Confesso que fiquei admirada com sua eloquência, didática e clareza ao falar. Nos anos seguintes, a acompanhei esporadicamente por meio de notícias de grandes jornais.

Nos últimos dois anos, venho seguindo mais de perto o trabalho de Debora, que passou a estar presente nas redes sociais – primeiro com uma conta no Twitter e, mais recentemente, com um perfil no Instagram

Debora Diniz. Arquivo pessoal. Todos os direitos reservados.

Antes de abordar como tem sido a atuação da pesquisadora durante a pandemia da COVID-19, vou falar um pouco mais sobre a trajetória de Debora e sobre suas importantes contribuições para o progresso da discussão acerca dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres no Brasil.

A trajetória acadêmica

Debora Diniz Rodrigues nasceu em 1970 em Maceió, Alagoas. Graduou-se em Ciências Sociais em 1993 pela UnB, mesma instituição onde obteve seu mestrado em 1995 e seu doutorado em 1999, ambos em Antropologia. A tese de doutorado de Debora – orientada pela reconhecida antropóloga argentina Rita Segato – foi intitulada “Da Impossibilidade do Trágico: Conflitos Morais e Bioética”.

Desde então, Debora tem se debruçado sobre a Bioética¹ (“a ética da vida”) sob uma perspectiva de atenção à saúde de mulheres e meninas, num esforço interdisciplinar entre as Ciências da Saúde e as Ciências Humanas.

A Anis – Instituto de Bioética

Em 1999, o mesmo ano em que defendeu seu doutorado, Debora fundou a Anis – Instituto de Bioética, “a primeira organização não-governamental, sem fins lucrativos, voltada para a pesquisa, assessoramento e capacitação em bioética na América Latina.”² 

Nas duas últimas décadas, a Anis – cuja sede é em Brasília – tem atuado em todas as esferas do poder político brasileiro visando assegurar o avanço, como já mencionado, dos direitos sexuais e reprodutivos de mulheres e meninas brasileiras.

Aqui é importante conceituar direitos sexuais e reprodutivos como essenciais para a garantia dos direitos humanos. Em artigo publicado em 2014³, Adriana Lemos, doutora em Saúde Coletiva pela UERJ, explica que o deslocamento do uso da terminologia “saúde da mulher” para “direitos reprodutivos” visa englobar o exercício pleno da capacidade de reproduzir-se e da liberdade de como e quando reproduzir-se, e o acréscimo do conceito de “direitos sexuais” como uma forma de desestigmatizar sexualidades diversas.

Nesse sentido, a Anis foi instrumental para garantir que mulheres grávidas de fetos anencéfalos tivessem o direito de interromper a gestação em procedimentos legais e seguros, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012. 

Debora, como fundadora e diretora da Anis, encabeçou a realização de duas Pesquisas Nacionais sobre o Aborto (PNA), a primeira publicada em 2010 e a segunda em 2016.

As pesquisas serviram de base para diversas outras produções acadêmicas em várias áreas e continuam a ser utilizadas como referências na discussão acerca da criação de políticas de saúde pública visando preservar a vida das mulheres.

“Zika – do Sertão Nordestino à Ameaça Global”

Em meio à luta de Debora e da equipe da Anis pelo avanço dos direitos reprodutivos das mulheres no país, o Brasil tornou-se epicentro da epidemia do Zika vírus em 2015. Transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o vírus Zika pode causar complicações como a microcefalia, uma malformação congênita que afeta o desenvolvimento do cérebro.

Contudo, no começo de 2015 a correlação entre o vírus Zika e a microcefalia em recém-nascidos ainda não estava estabelecida; naquele ano, começaram a surgir, às centenas, casos de bebês nascidos com microcefalia, sobretudo nos estados da Paraíba e de Pernambuco. Debora, então, foi a campo.

De sua etnografia – que é o trabalho de pesquisa e coleta de dados utilizado na antropologia e que tem como pressuposto o contato direto entre o pesquisador e o objeto da pesquisa – nasceu o livro “Zika – do Sertão Nordestino à Ameaça Global”, publicado em agosto de 2016.

Caoa do livro "Zika: Do Sertão Nordestino à Ameaça Global"

Capa do livro “Zika: Do Sertão Nordestino à Ameaça Global”. Editora Civilização Brasileira. Todos os direitos reservados.

Resenhas da obra destacam o caráter jornalístico da pesquisa. A antropóloga documenta que houve uma “disputa” pela identificação do vírus entre médicos pesquisadores – o que, para Debora, evidenciou as tensões geopolíticas entre os chamados médicos de “jaleco branco” do Sul e do Sudeste, e aqueles profissionais nomeados de “beira de leito”, que estavam em contato direto com pacientes que primeiro manifestaram a doença no Nordeste e no Norte do país.

Nesse contexto, Debora destaca a atuação da Dra. Adriana Melo, de Campina Grande. Proporcionando um atendimento humanizado às gestantes atingidas pelo Zika, Adriana “olhou para o líquido amniótico de duas grávidas e constatou que a microcefalia era causada por uma transmissão vertical.”⁴ 

Muito além de acompanhar os profissionais de medicina, Debora voltou especial atenção para a história das gestantes atingidas pelo vírus Zika. Há uma divisão entre a “primeira geração” de gestantes – antes da correlação Zika/microcefalia ser comprovada – e a “segunda geração”.

Ela percebeu que algumas das mulheres da segunda geração, cientes do drama vivido pela primeira geração de gestantes, chegavam até a não fazer exames e ultrassons, com receio do possível diagnóstico.⁵

Débora produziu e dirigiu o documentário “Zika”, que tem cerca de 30 minutos de duração e retrata algumas das mulheres abordadas pelo livro. Esse esforço documental é riquíssimo e emocionante, e mostra a realidade vivenciada por mulheres atingidas pelo vírus Zika – que, em sua maioria, são nordestinas, trabalhadoras do campo e possuem baixa renda.

É a partir desse recorte de perfil das gestantes que Debora posteriormente avalia que o Zika não se configurou como epidemia global justamente porque suas vítimas eram mulheres “invisíveis” na sociedade.

Tal vírus não atingiu, em números significativos, mulheres das classes média e alta e não viajou além das fronteiras de países considerados subdesenvolvidos ou em desenvolvimento – tanto que a OMS retirou o Zika como ameaça global poucos meses depois de sua inclusão em 2016.

O exílio forçado

Com a publicação do livro em 2016 – que ganhou o 1º lugar na categoria Ciências da Saúde no prêmio Jabuti em 2017 – Debora continuou seu trabalho na Anis, sempre discutindo em entrevistas o impacto do Zika na vida das mulheres nordestinas. 

Então, no final de 2017, teve início a discussão de uma ação no STF sobre a descriminalização do aborto. Como reportou o jornal digital Nexo, a Anis foi consultora de uma proposta, protocolada pelo partido PSOL, que pedia a descriminalização do aborto voluntário até a 12ª semana de gestação.

Até agosto de 2018, Debora acompanhou a proposta protocolada ao Superior Tribunal Federal e falou numa audiência pública do STF em 03/08/2018 em prol da descriminalização do aborto.

Pelo seu ativismo, ela passou a receber ameaças contra sua integridade física, a de seus alunos e colegas da UnB, o que a levou a prestar queixa numa Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e entrar no Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, do governo federal.

Debora Diniz em audiência pública no STF em 03/08/2018.

Debora Diniz em audiência pública no STF em 03/08/2018. Carlos Moura/STF. Todos os direitos reservados.

Com o aumento e o agravamento das ameaças, Debora teve que deixar o Brasil pouco depois de sua fala no STF. Desde então, ela tem recorrido às redes sociais como forma de exercer seu ativismo político, respaldado por mais de duas décadas de etnografias e de pesquisas teóricas. Atualmente, ela é pesquisadora visitante no Centro de Estudos Latino-americanos e Caribenhos da Universidade Brown, nos Estados Unidos.

A pandemia da COVID-19

Desde que a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, Debora tem dado diversas entrevistas e participado de uma série de transmissões ao vivo e de debates. Exilada nos Estados Unidos, ela vê sua presença digital como um canal para se posicionar e para chamar a atenção para os impactos da pandemia em diversas camadas da população.

No início da pandemia, havia uma narrativa de que a COVID-19 era uma doença “democrática”, estando todos os indivíduos suscetíveis à contaminação. Contudo, ao longo das semanas, foi identificado que as taxas de mortalidade pela COVID-19 são mais altas nos bairros periféricos e centrais com menor renda per capita de São Paulo se comparado aos bairros considerados de classe alta.

A antropóloga, em suas falas, ressalta que aqueles que já se encontravam em situação de vulnerabilidade antes da pandemia hoje estão ainda mais vulneráveis – pessoas sem acesso a uma nutrição adequada e aos aparelhos de saúde pública são mais propensas a desenvolver e a tratar inadequadamente as comorbidades associadas à COVID-19.

Assim, Debora salienta que o impacto da COVID-19 deve ser analisado considerando fatores como raça, classe social e idade. Além disso, outro ponto crucial na análise de Débora durante a pandemia é o trabalho de cuidado, majoritariamente exercido por mulheres. Com a imobilidade social imposta pela quarentena, crianças, idosos e pessoas com deficiência também ficam restritos à esfera doméstica e requerem atenção.

Dessa forma, às mulheres cabe exercer essa função do cuidado – sobretudo às mulheres de classe baixa, negras e indígenas. A pandemia escancarou como esse trabalho é essencial para a manutenção da vida – conceito que, no campo das Ciências Sociais, é chamado de “trabalho reprodutivo”.⁶

Em entrevistas ao UOL, à Folha de São Paulo e à rádio CBN, Debora apontou que está enxergando uma maior circulação de valores feministas nas discussões em âmbito digital e na mídia. Conceitos como trabalhos essenciais e cuidado são intrinsecamente ligados à vida das mulheres e estão em pauta no cenário atual. É sempre válido lembrar que, de acordo com a OMS, 70% dos profissionais que atuam na linha de frente da pandemia são mulheres.

Nesse contexto, a pesquisadora faz uma provocação: para ela, a quarentena ressalta que a normalidade na qual vivíamos antes da pandemia era, na verdade, anormal, tendo em vista a naturalização gritante das desigualdades sociais.

Portanto, Debora acredita que há um potencial criativo a ser desenvolvido para a construção de um novo normal, que levará em consideração as pessoas mais vulneráveis na elaboração de políticas públicas e de novas formas de viver.

A atuação nas redes sociais

Nas últimas semanas, Debora tem feito paralelos entre a epidemia do Zika e a pandemia da COVID-19. Ela destaca que o Brasil continua tendo casos de bebês com Zika em 2020 – até agora, foram 227 notificações e não há mais destaque na mídia para isso; indo além, a pesquisadora chama a atenção para a situação de extrema vulnerabilidade das nordestinas atingidas pelo Zika agora com a pandemia da COVID-19.

Passando das mulheres invisíveis no sertão nordestino para as vítimas anônimas da COVID-19, Debora começou um projeto em parceria com o artista gráfico Ramon Navarro: o perfil de Instagram Reliquia.rum (palavra que lembra a grafia de “Relicário” em latim). 

Relicários são pequenas lembranças do que se foi, e, assim, Debora e Ramon buscam homenagear e tornar visíveis algumas das mulheres vítimas da COVID-19 no Brasil para que elas deixem de ser apenas números numa estatística. Até o momento da publicação deste texto, o perfil contava com 89 relicários.

Primeiro post do Reliquia.rum. Arte por Ramon Navarro. Todos os direitos reservados.

Debora também encabeça outra conta no Instagram chamada Women in Times of Pandemic. Uma parceria de Debora com a argentina Giselle Carino e a venezuelana Valentina Fraiz, o Women in Times conta histórias de mulheres latino-americanas e caribenhas afetadas pela pandemia, e cada post é publicado em português, espanhol e inglês.

Post do Women in Times publicado em 6 de maio de 2020 retratando a história real de uma família do Rio de Janeiro afetada pela epidemia do Zika e pela pandemia do novo coronavírus. Todos os direitos reservados.

O merecido reconhecimento e a importância do trabalho de Debora

Debora Diniz foi reconhecida como uma das pensadoras globais (“global thinkers”) de 2016 pela revista Foreign Policy e recebeu no começo de 2020 o prêmio internacional Dan David na categoria “Igualdade de Gênero” pela sua destacada atuação em prol dos direitos de mulheres e meninas.

Com seu trabalho, Debora nos lembra que as Ciências Sociais também são um campo de pesquisa essencial durante epidemias e pandemias, já que investigam e analisam os impactos desses contextos de emergência global nas mais diversas camadas das populações – o que é indispensável para a posterior formulação de políticas públicas visando a melhoria das condições de vida das pessoas.

Ao ir a campo no sertão nordestino em meio à eclosão de casos de microcefalia em recém-nascidos, Debora registrou as vidas reais que foram afetadas pela epidemia do vírus Zika. O livro e o documentário, resultados desse trabalho de campo, são materiais fundamentais para profissionais de múltiplas áreas que realizam pesquisas com o objetivo de mitigar os efeitos de epidemias e pandemias. 

Indo além, as iniciativas atuais de Debora – agora no campo digital – em meio à pandemia da COVID-19 nos lembram que pessoas de diferentes raças, gêneros, idades e camadas sociais são impactadas de forma desigual pelo novo coronavírus, o que requer estratégias e medidas de proteção que levem em conta essas particularidades. 

Reforçando, ajudar a tornar visíveis quem por tanto tempo esteve à margem é uma das “tarefas” das pesquisas em Ciências Sociais, sobretudo em momentos como esse que estamos todos vivendo.

Nós, do Ciência Pelos Olhos Delas, temos nos perguntado como o período de reclusão durante a quarentena está impactando a produção acadêmica de alunos de graduação e de pós graduação e de professores universitários de diferentes gêneros.

Por isso, elaboramos um breve questionário com o objetivo de mensurar esse impacto para, posteriormente, produzir um material robusto que seja digno de alavancar pesquisas que possam contribuir com a discussão acerca de possíveis disparidades de gênero nas Ciências. 

Para que isso ocorra, precisamos atingir um número alto de questionários respondidos até 01/07/2020. Ajude-nos a fazer ciência: responda e/ou compartilhe nossa pesquisa com pessoas que atuam no meio acadêmico! 

O formulário em português pode ser acessado por meio do link a seguir: https://bit.ly/cpodptform. Também disponibilizamos uma versão em inglês: https://bit.ly/cpodenform. Muito obrigada!

Leia os textos que já publicamos sobre a atuação de mulheres cientistas durante epidemias:

Celebrando a Dra. June Almeida – a mulher que descobriu o primeiro coronavírus humano

A ciência pelos olhos da Profª Drª Tania Ueda-Nakamura

Conheça algumas divulgadoras científicas brasileiras que estão produzindo conteúdo de qualidade durante a pandemia do novo coronavírus

A Anis – Instituto de Bioética possui um canal no YouTube chamado Vozes da Igualdade. Vale muito a pena conferir o conteúdo do canal, em especial a série Quinquilharia, onde Debora aborda as principais inquietações e dúvidas dos alunos de graduação (e de pós-graduação) sobre como fazer pesquisa.

Notas

¹ Para saber mais sobre bioética, veja a página 2 da cartilha “Bioética”, de autoria de Cilene Rennó Junqueira, publicada pela UNASUS – Universidade Aberta do SUS da UNIFESP.

² Citação obtida na seção “Quem Somos” do site institucional da Anis – Instituto de Bioética.

³ LEMOS, Adriana. Direitos sexuais e reprodutivos: percepção dos profissionais da atenção primária em saúde. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/sdeb/v38n101/0103-1104-sdeb-38-101-0244.pdf 

⁴ DA SILVA, Lucivânia Gosaves. Resenha do livro “Zika: do sertão Nordestino à Ameaça Global”. Revista Textos Graduados, p. 131. Julho de 2019. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/tg/article/view/26191/23011

⁵ DINIZ, Debora. Vírus Zika e mulheres. Caderno Saúde Pública, p. 3. Rio de Janeiro. Maio de 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/csp/v32n5/1678-4464-csp-32-05-e00046316.pdf 

⁶ Para saber mais sobre trabalho reprodutivo, veja a aula “Divisão Sexual do Trabalho”, parte do curso online “Feminismo e democracia”, ministrado pela cientista política Flávia Biroli no canal de YouTube da Editora Boitempo: https://youtu.be/EWM3X-BMbQg 

Referências 

http://lattes.cnpq.br/3865117791041119

http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/zika-virus

https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/microcefalia

http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT757558-1666-1,00.html

https://www.scielo.br/pdf/icse/v22n66/1807-5762-icse-22-66-0967.pdf

https://www.scielo.br/pdf/sess/n24/1984-6487-sess-24-00246.pdf

https://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2020/04/debora-diniz-stf-deve-responder-o-que-significa-o-zika-virus-pra-vida-das-mulheres.html

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/15/politica/1544829470_991854.html

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/07/25/Quem-é-a-pesquisadora-ameaçada-por-sua-atuação-no-debate-sobre-aborto

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/04/mundo-pos-pandemia-tera-valores-feministas-no-vocabulario-comum-diz-antropologa-debora-diniz.shtml

https://www.uol.com.br/ecoa/reportagens-especiais/o-mundo-pos-covid-19-2—comportamento-por-debora-diniz

https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/298913/pandemia-escancara-desigualdades-e-privilegios-de-.htm

https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais/ultimo-adeus/

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Os argumentos expressos nos posts deste especial são dos pesquisadores, produzidos a partir de seus campos de pesquisa científica e atuação profissional e foi revisado por pares da mesma área técnica-científica da Unicamp. Não, necessariamente, representam a visão da Unicamp. Essas opiniões não substituem conselhos médicos.


editorial


Juliana Aguilera Lobo

Graduada em Relações Internacionais pela UNESP Franca, atualmente é aluna especial no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP. Realiza pesquisa nas áreas de Ciência Política e Estudos de Gênero e tem interesse em Divulgação Científica. É fascinada pelo céu estrelado desde que se entende por gente.

1 comentário

Rachel · 28 de setembro de 2020 às 18:47

Obrigada pelo post, foi uma ótima forma de conhecer esta importante Pesquisadora Brasileira.

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