Isso que é Quadro Negro!

O quadro das aulas de John Weeler. Clique para versões maiores.

Na legenda lê-se (traduzido porcamente):

John Weeler dando uma aula numa conferência em Cambridge, Reino Unido, em 1971. O estilo de Weeler era cobrir o quadro negro de diagramas e frases em giz colorido antes da aula, para então percorrê-los um a um. 

Via Life as a Physicist

Discussão - 12 comentários

  1. Claudia Chow disse:

    Eu assistiria uma aula dessas mesmo sem entender nada, só para ver esses desenhos legais na lousa! 🙂

  2. Ou seja, em 1971 não existia Power Point.

  3. Renan disse:

    A não ser para mostrar algo em movimento, ou algum gráfico muito complexo, não há apresentação de Power Point que supere um quadro bem escrito. So say we all.

  4. Pode ser que do ponto de vista estético as coisas sejam distintas, mas tecnicamente são iguais: apresentação de material gráfico colorido estático pode ser feita hoje tranquilamente no Power Point (e quadros negros gigantes não estão disponíveis em todas as salas). Pelo menos é como eu faço: dá muito trabalho desenhar tudo no quadro e eu não sou tão bom desenhista assim, nem preciso ser – é mais fácil escanear figuras prontas de algum lugar ou desenhá-las usando coisas como o Paint ou o Gimp.

  5. Luis Brudna disse:

    Gosto de ver aqueles quadros negros em três camadas.
    http://www.cims.nyu.edu/~naor/blackboard-big.jpg
    Os quadros são móveis.

  6. Miguel disse:

    Gênio é gênio! Grande físico e grande desenhista! Ô inveja!!!

  7. Sibele disse:

    Renan, Wheeler sem dúvida dominava o giz. Esteticamente suas aulas devem ter sido o máximo. Mas além de mostrar algo em movimento e algum gráfico muito complexo, o Power Point tem uma vantagem que a meu ver supera, sim, um quadro bem escrito: a capacidade de preservar e replicar os dados (olha o SlideShare aí…).
    Tudo o que Mr. Wheeler escreveu em seus lindos quadros negros virou pó de giz varridos pelo apagador… o que chegou a nós foram as fotos como essa que vc nos brindou…

  8. Renan disse:

    Olá, Sibele. Talvez a beleza esteja justamente na efemeridade dos quadros negros. E talvez eu também goste de ver as coisas se desenrolando passo a passo num quadro.

  9. Sibele disse:

    Neste caso, a efemeridade lembra o ritual de elaboração das mandalas de areia tibetanas… onde o desenho é ritualmente preenchido com areia colorida durante dias e depois é destruído pelo vento ou varrido para representar a impermanência da vida…
    O desenrolar passo a passo no quadro? Mas Wheeler não desenhava e escrevia tudo ANTES da aula?

  10. Renan disse:

    Wheeler desenhava tudo antes, mesmo assim o quadro permite alterações durante a aula que dificilmente o PP permitiria.

  11. Sibele disse:

    Bem, o Renan é mesmo um “quadro-negrista” convicto! 😀

  12. Luciane disse:

    Ele não era alérgico.

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