Genes (vídeo)

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Você se parece com os seus pais ou conhece alguém que se parece? Porque será que isso acontece? E porque será que geralmente possuímos dois olhos, e não três ou quatro? A resposta para essas perguntas tem a ver com os tais dos genes, e é deles que falaremos hoje. Veja o vídeo abaixo ou clicando aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/W4kiJ3V2Z04″]

Referências recomendadas

Esse artigo em Português faz uma descrição da evolução do conceito de gene na literatura científica, bem como essa página aqui. Também vale a pena conferir esse pequeno texto da Nature sobre o Gregor Mendel e os seus trabalhos pioneiros com a hereditariedade em plantas. Nessa página você poderá entender melhor a diferença entre alelos recessivos e dominantes e conhecer alguns mitos sobre eles. Por sinal, essa é uma página com muito material sobre genética, vale a pena explorar ela como um todo para mais informações sobre genes.

 

Aquele 1% (vídeo)

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Aquele 1% é vagabundo, safadão e talvez irrelevante quando o assunto é entender o mundo à nossa volta. Embora seja a base para muitas das nossas decisões no cotidiano, os casos isolados ou evidências anedóticas são pouco confiáveis e podem nos levar à conclusões equivocadas. Veja o vídeo abaixo ou clicando aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/1hTC3xILTHE”]

Para quem incrivelmente não entendeu de onde veio o título do vídeo e quem é o cara com o microfone na mão, aqui vai um nome importante: Wesley Safadão! E aqui é ele cantando a tal da música.

Referências recomendadas

Como o assunto de hoje foi bem mais direto e simples, não tem lá muita coisa pra recomendar. Buscando por evidência anedótica ou anecdotal evidence você vai encontrar várias fontes explicando do que se trata. Eu recomendo essas aqui por exemplo (aqui e aqui).

O maior espetáculo da Terra (vídeo)

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Um dos espetáculos mais impressionantes na Terra explica a origem de todas as formas de vida conhecidas no nosso planeta. O nome dele é evolução biológica, e é disto que falaremos no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo (ou clicando aqui).

[youtube_sc url=”https://youtu.be/dplHbLn0EDQ”]

Referências recomendadas

Se você dar uma olhada na internet, vai encontrar coisa pra CARAMBA sobre a evolução. Nós vamos indicar só algumas fontes boas, mas recomendamos você fuçar bem na internet.

A primeira dica é a do livro do Richard Dawkins O Maior Espetáculo da Terra publicado pela Companhia das Letras, que foi uma grande inspiração para o vídeo, tanto para o título quanto para o conteúdo. Dawkins apresenta no livro um resumo das principais evidências que corroboram a evolução de uma maneira sempre muito clara e objetiva.

A segunda dica também é um livro do Dawkins chamado A Grande História da Evolução, um livro também publicado no Brasil pela Companhia das Letras que descreve a história evolutiva que liga o primeiro ancestral comum de todos os seres vivos a nós, seres humanos.

Quanto a vídeos sobre evolução, recomendamos esse aqui do Canal do Pirula, esse aqui do canal Nerdologia,  esse aqui do canal In a Nutshell – Kurzgesagt, esse aqui do canal MinutePhysics, esse aqui do canal ASAP science e esse aqui do canal SciShow.

 

 

“Porque sim” não é resposta (vídeo)

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Se você quisesse saber o quão fundo é um buraco, qual método você acha que seria o mais confiável para obter uma resposta precisa? Adivinhação? Medir com uma trena? Pular dentro do buraco?

As conclusões às quais chegamos sobre como as coisas funcionam no universo dependem das evidências que temos disponíveis para usar como base, e o quão informativas são essas evidências depende muito da qualidade do método que foi usado para produzi-las. Por isso, julgar conclusões desse tipo depende da nossa capacidade de julgar o método subjacente à essas conclusões e é sobre isso que falaremos hoje! Assista o vídeo dessa semana abaixo (ou clicando aqui).

[youtube_sc url=”https://youtu.be/uEYsz-wpuqU”]

Referências recomendadas

De Houwer, J., Teige-Mocigemba, S., Spruyt, A., & Moors, A. (2009). Implicit measures: A normative analysis and review. Psychological Bulletin, 135, 347-368.

Esse é um artigo bem específico que discute aspectos conceituais envolvidos no uso de medidas implícitas, mas nele é ilustrada a discussão sobre como os pressupostos teóricos por detrás de um método adotado devem ser verificados para que as conclusões tiradas a partir do seu uso sejam justificáveis, e foi inspirados na maneira como esses autores abordam o assunto que tentamos abordar em parte essa discussão no vídeo.

Sobre a condutância da pele ou atividade eletrodérmica, a internet está cheia de materiais. Alguns links úteis são esses aqui (aqui, aqui, aqui e aqui).

A ciência brasileira precisa mesmo de mais celebridades?

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Imagem retirada do perfil do Twitter da SBPC.

Eu to decepcionado com o que aconteceu há umas semanas atrás, mas esqueci de escrever algo sobre. Vou contar resumidamente para quem não viu nada sobre isso (tem esse link aqui também que conta em mais detalhes). Na última reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foram divulgados os dados de uma pesquisa que visou avaliar a percepção que as pessoas possuem da ciência no Brasil. Parece que a percepção é boa (ufa!), as pessoas geralmente veem os cientistas de maneira positiva.

A partir da divulgação desses dados, tanto o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (Aldo Rebelo) quanto a presidente da SBPC (Helena Nader) e o presidente da Academia Brasileira de Ciência (Jacob Palis) parecem concordar com um ponto: precisamos de mais cientistas “celebridades”, mais “heróis” na ciência, assim como existem no futebol, para incentivar mais as pessoas a serem cientistas. É sério isso gente? Essa é a melhor ideia que conseguimos ter para incentivar o progresso da ciência?

Vou dar a minha opinião: heróis na ciência podem ser um incentivo? Continue lendo…

Quanto custa uma floresta? (vídeo)

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Todo mundo sabe que dinheiro não da em árvore… ou será que dá? Imagine, por exemplo, os animais que polinizam as plantas que nós comemos. Sem eles a produção de alimento cairia, ou possivelmente o preço da comida aumentaria. A queda nas populações de animais polinizadores é, de fato, um problema econômico em várias partes do mundo. Nesse vídeo falamos sobre o caso específico das plantações de maçã em Maoxian na China, e muito mais sobre serviços ecossistêmicos e valoração ambiental.Veja o vídeo abaixo ou aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/QJbg4hyUKlQ”]

Referências recomendadas

Para mais informações sobre o assunto abordado no vídeo, vale a pena consultar os seguintes links: esse, esse, esse e esse.

Um olhar para a natureza (vídeo)

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Cada pessoa tem uma forma de olhar para o mundo à sua volta e entendê-lo. Dentre diferentes formas de olhar e entender a realidade, a ciência pode ser vista como uma forma de pensar sobre o universo e de interrogá-lo ceticamente. No vídeo de hoje, falaremos sobre 5 ideias básicas centrais no pensamento científico e que embasam como os cientistas olham para a natureza em busca da produção de conhecimento sobre ela. Você pode ver o vídeo abaixo (ou aqui).

[youtube_sc url=”https://youtu.be/AbMBXWjqJhg”]

Boiou com os desenhos de alguma parte do vídeo? Tudo bem, acontece! Essa aqui é uma das cenas representadas em um dos desenhos (cena do filme “300”).

No quarto princípio, nós fizemos referência aos Tentilhões (os passarinhos) que tanto chamaram a atenção de Charles Darwin em seus estudos sobre a origem das espécies. Para ver mais coisas sobre isso, clica aqui.

Referências recomendadas

A melhor referência para o vídeo de hoje é a série televisiva Cosmos (que por uma incrível coincidência, foi recentemente adicionada ao catálogo do Netflix, então corre pra lá e vê todos os episódios!), em sua versão reformulada e apresentada por Neil Tyson. Qualquer livro do Astrônomo Carl Sagan também é recomendável, já que muito do que falamos no vídeo é uma postura em relação à ciência que Sagan dedicou boa parte da sua vida propagando de diferentes formas (livros como Pálido ponto azul e O mundo assombrado pelos demônios são boas recomendações).

Uma revolução sem querer querendo (vídeo)

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Quem imaginaria que um evento totalmente acidental ocorrido em um Laboratório de Londres no século passado levaria um cientista a fazer a descoberta que seria responsável por uma verdadeira revolução na medicina e ajudaria a salvar a vida de milhares de pessoas? Hoje contaremos a vocês como essa descoberta por um acaso ocorreu e os benefícios que uma pesquisa guiada principalmente pela curiosidade pode trazer para nós. Veja o vídeo abaixo (ou clicando aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/BzW-kUbmpv4″]

Referências recomendadas

Esse texto oferece uma descrição detalhada de como ocorreu a descoberta de Flemming.

Tentando entender onde estamos (vídeo)

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Desde há muito tempo, nossa espécie tentou entender onde estamos e como as coisas funcionam à nossa volta. Para isso, diferentes sistemas de compartilhamento de sentido foram desenvolvidos ao longo de séculos e atualmente alguns desses sistemas mais estabelecidos são a arte, a filosofia e a ciência. Hoje falaremos um pouco sobre o que essas diferentes tentativas de entender o mundo têm em comum e o que elas têm de diferente. Veja o vídeo abaixo (ou clicando aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/L36LQBJeMP8″]

Referências recomendadas

Jaccard, J., & Jacoby, J. (2010). Theory construction and model building skills: A practical guide for social scientists. New York: Guilford.

Nesse livro, o psicólogo James Jaccard discute como cientistas sociais podem criar teorias para explicar os seus fenômenos de interesse. Em um dos capítulos do livro, Jaccard explora a diferenciação entre os sistemas de compartilhamento de sentido, e foi na maneira como ele abordou essa questão que nós nos baseamos no vídeo.

Sagan, C. (2006). O mundo assombrado pelos demônios: A ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras.

O astrônomo citado no início do vídeo é o já falecido Carl Sagan. Ele pode ser considerado um dos maiores, se não o maior, divulgadores da ciência. No livro citado acima, um dos mais famosos dele, Sagan fez uma das suas mais apaixonadas defesas da ciência e da necessidade de conscientização científica da população. E foi lendo livros como esse que eu acabei vindo parar aqui, em um blog e em um canal de divulgação científica =)

O que fumar tem a ver com barba? (vídeo)

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Você sabia que existe uma relação entre fumar e ter barba? E que quanto maior é a venda de protetores solares, maior é o número registrado de ataques de tubarão? Mas o que está por detrás dessas relações? Como exatamente essas coisas podem estar relacionadas? É sobre isso e outras coisas que discutiremos hoje no novo vídeo do Minutos Psíquicos. Veja o vídeo abaixo (se tiver problemas para ver ele, clique aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/TkPGCtQWJqY”]

Apesar de ser um tema muito básico em qualquer curso sobre métodos de pesquisa, é impressionante perceber como o viés da correlação ilusória (aqui)  e interpretações indevidas de pesquisas são coisas disseminadas. Nosso propósito com o vídeo era ilustrar como que o fato de duas coisas ocorrerem conjuntamente não indica que elas necessariamente estão relacionadas.

A “co-ocorrência” de dois eventos pode se dever ao mero acaso, a um erro sistemático ou a uma relação genuína que existe entre as duas coisas. Apenas constatar que duas coisas variam conjuntamente não nos permite inferir qualquer relação causal entre ambas, pois nesse caso não temos meios de saber se a variável A causa a variável B, se a variável B causa a variável A ou se uma variável C varia conjuntamente com A e B, dando a ilusão de que A e B estão relacionadas diretamente.

Essa é a grande limitação do método de pesquisa conhecido como correlacional. Para lidar com esse problema, cientistas normalmente se apoiam apenas inicialmente em pesquisas correlacionais a fim de explorar as relações gerais entre variáveis e então o método preferido para clarificar qual é a relação (se é que existe alguma) entre duas ou mais variáveis é o método experimental. Nele, é possível variar sistematicamente aspectos de uma situação para testar se a inserção ou remoção de um aspecto tem um grande impacto individual em uma ou mais variáveis.

Referências recomendadas

Referências

Nesse texto escrito aqui no blog, discuti o que é um experimento e algumas noções mais formais de causalidade que complementam o conteúdo do vídeo.

Pearl, J. (2009). Causality: models, reasoning, and inference (2th ed.). Cambridge: Cambridge University Press.

O livro é uma referência na área sobre causalidade. Ele aprofunda de uma maneira muito mais ampla o conceito de causalidade e suas implicações em diferentes áreas.

Wilson, T. D., Aronson, E., & Carlsmith, K. (2010). The art of laboratory experimentation. Handbook of Social Psychology (Vol. 1, pp. 51-81). New Jersey: John Wiley and Sons.

Essa é uma referência importante para a discussão crítica do método experimental especificamente no contexto da psicologia. Super bem escrito por alguns dos escritores mais famosos em psicologia social, esse capítulo vale a pena de ler do começo ao fim.

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