O que é a psicologia?

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No vídeo de hoje do Minutos Psíquicos, falaremos sobre o que é a psicologia. É um vídeo bem curto e geral falando sobre as subáreas e os atuais rumos da psicologia. Vídeos futuros vão explorar melhor o assunto, já que falar da psicologia em um único vídeo de alguns minutos não permite nem chegar perto da imensidão de coisas interessantes que é possível ser dito sobre ela. Veja o vídeo abaixo: Continue lendo…

Cinco coisas muito úteis para a sua vida acadêmica

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Perca menos tempo usando as coisas certas!

Tempo é um recurso muito valioso e escasso. Na academia, não é diferente. Saber economizar tempo pode fazer toda a diferença, e uma boa organização costuma ajudar a economizar muito tempo. É por isso que no post de hoje vou compartilhar com vocês ferramentas gratuitas que existem na internet que vão te ajudar a economizar tempo e organizar as suas coisas (o que fará você economizar mais tempo).

Essas ferramentas são úteis para qualquer pessoa, independente do seu nível de envolvimento com a academia, mas especialmente pessoas envolvidas com atividades acadêmicas podem se beneficiar bastante delas. Muitas dessas ferramentas não são novas, mas muita gente ainda não as conhece, então aqui vão as cinco ferramentas que podem poupar muitas horas da sua vida!

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Sete razões para buscar um treinamento quantitativo avançado

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Imagem: psdGraphics

No nível da pós-graduação, métodos quantitativos são provavelmente o único treinamento comum entre as subdisciplinas da psicologia; sua sequência de treinamento estatístico no primeiro ano provavelmente incluiu alunos de psicologia biológica, social, clínica, cognitiva, do desenvolvimento e da personalidade. Enquanto todos nós somos treinados no básico da análise de variância (ANOVA) e regressão múltipla, construir uma ciência psicológica mais forte exige que melhoremos as ferramentas analíticas dos psicólogos. Aqui estão sete razões convincentes do porquê todos deveriam buscar um treinamento adicional:

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Aqui estão os seus links (23/01/14)

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Os primeiros links de 2014 (junto com alguns de 2013, já que faz tempo desde os últimos links postados)!

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Mas isso funciona mesmo?

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Como saber se um tratamento é realmente eficaz?

Como saber se um tratamento médico realmente cura uma doença? Ou saber em que nível jogos eletrônicos são capazes de influenciar o comportamento agressivo das pessoas? Quando cientistas tentam responder a essas perguntas, normalmente são feitas diversas pesquisas ao redor do mundo. Alguns encontram que “sim”, o tratamento médico realmente parece curar a doença, enquanto outros encontram que “não”, o tratamento tem um efeito muito pequeno na melhora dos pacientes, só funciona para um grupo específico de pacientes ou não tem efeito nenhum.

Se alguns estudos concluem que “sim” e outros que “não”, algo comum na ciência, como podemos chegar a uma conclusão sobre se, por exemplo, um tratamento médico é realmente eficaz no tratamento de uma doença? Considerando as importantes implicações práticas que uma conclusão como essa pode gerar (e.g. implantação do tratamento na rede pública, gastos do governo), seria importante que tivéssemos algum método confiável em mãos para enxergar o que todo um conjunto de estudos tem a dizer sobre a eficácia de um tratamento (por exemplo, a eficácia de antidepressivos no tratamento da depressão). Felizmente, a estatística, a ciência do significado dos dados e de como usá-los para entender como as coisas funcionam, dispõe de uma poderosa ferramenta para avaliar o que um conjunto maior de evidências produzidas em diferentes estudos mostra. Essa ferramenta se chama meta-análise. Agora calma, respire funde e não pare de ler esse texto ainda! Prometo que você não verá nenhuma equação aqui! Eu sei que o nome não é muito atraente… mas a ideia básica não é difícil de entender e a sua utilidade é tão grande que vale a pena tentar entender pelo menos um pouco do que é uma meta-análise. Quem sabe depois disso você mesmo não pense em fazer uma meta-análise (ou, mais provavelmente, cortar os seus pulsos) sobre algum assunto que te interessa!

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E se o meu estudo não “der certo”?

E se der errado?

E se der errado?

Muitos alunos de graduação e pós-graduação tem a mesma preocupação: e se o meu estudo não “der certo”? Esse pensamento pode ser o reflexo de crenças sobre “o que é fazer pesquisa científica” que não são apenas incorretas, mas que também podem gerar ansiedade desnecessária e diminuir o quanto a pessoa gosta da experiência de fazer pesquisa. Quero falar aqui o meu ponto de vista sobre isso, pois acho que fazer pesquisas pode ser BEM mais interessante do que simplesmente tentar fazer um estudo “dar certo”. Continue lendo…

Mais uma morte anunciada se confirmou: E a Universidade continua a atrapalhar nossa pesquisa

Autor: Ronaldo Pilati (autor convidado)*

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“Não deixe que a escola atrapalhe seus estudos!”

“Não deixe que a escola atrapalhe seus estudos!”

Quando tinha 17 anos descobri esta frase que, no calor de minha juventude fez muito sentido, graças à capacidade adquirida gradualmente de ver como as organizações educacionais funcionam como barreiras à sua aprendizagem. Quando cheguei à Universidade como estudante (e olha que era a UnB, uma das melhores do país), pouco tempo depois, notei que as coisas funcionavam de forma diferente no que concerne ao acesso a informação, mas ficou claro, relativamente rápido, que a forma de gestão e funcionamento da Universidade Brasileira, em sua estrutura paquidérmica, levam a organização para longe de seu objetivo precípuo: produção de conhecimento.

Não há muito espanto no descrito até aqui se não fosse o fato de que percebi que a frase continua valendo, com um pequeno ajuste, 20 anos depois da ‘descoberta’ e agora como docente (há mais de seis anos) na UnB: Não deixe que a Universidade atrapalhe sua Pesquisa! Ou de uma forma mais refinada e erudita, como escutei de um sábio colega que foi meu professor: Você faz e a UnB desfaz! Lamentavelmente boa parte do tempo de trabalho de um docente na UnB tem sido na tentativa de evitar que a instituição destrua aquilo que a atividade profissional conseguiu construir. Converse com alguns bem intencionados e qualificados pesquisadores que estão nas universidades (aqueles que buscam a excelência em suas áreas de pesquisa) e você verá que poucos ou nenhum discordam dessa asserção.

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Compreendo, logo, posso admirar mais

Um beija-flor

Quem nunca ouviu, depois de dar uma explicação científica sobre algo na natureza para alguém, um comentário como “ah, mas assim você está tirando a magia da coisa, seu chato!” É como se, para muitas pessoas, a contemplação desinformada fosse um pressuposto para que possa haver prazer na admiração de algo. Sem o mistério, parece que nada restaria para eliciar o prazer. Neste texto, eu tentarei compartilhar um pouco do porque eu acho que a compreensão de algo na natureza pode, pelo contrário, torná-la mais bonita, já que pode nos oferecer uma dimensão da grandeza ainda maior que há naquilo que estamos olhando.

Um ótimo exemplo do que estou falando é o pássaro na imagem acima – o famoso beija-flor. Quem nunca  perdeu alguns segundos admirado ao observar como este pássaro se move de maneira tão habilidosa, precisa e rápida? Se você nunca fez isso, eu recomendo que faça, é realmente absurdo. Ele consegue ficar numa posição quase estática no ar diante de uma flor, enquanto estica a sua língua para alcançar o néctar no interior das flores.

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Replicação e publicação: A atual tentativa de auto-correção na psicologia

Cientistas como Brian Nosek estão empenhados na valorização da replicação

Um antigo problema tem direcionado os holofotes da mídia para a psicologia atualmente: o da replicabilidade. Replicar um estudo significa que outros pesquisadores são capazes de reproduzir o procedimento de um estudo publicado e encontrar resultados semelhantes. A replicação é muito importante na ciência. Ela pode funcionar como um filtro da própria comunidade, pois os colegas de área de um pesquisador podem averiguar se o efeito relatado em um estudo é reproduzível, generalizável ou se é limitado. O problema da replicação na psicologia, e em outras áreas da ciência, não é novo, mas tem chamado a atenção atualmente os esforços de diversos cientistas para priorizá-la.

A inquietação na comunidade foi se agravando na medida em que diversos pesquisadores, como o professor Brian Nosek da Universidade da Virginia (na imagem acima), um importante pesquisador na área de cognição social, não conseguiam obter, em seus próprios laboratórios, os efeitos relatados nos artigos de seus colegas, e como não tinham para onde mandar estes dados, eles eram engavetados [1]. A este problema, têm sido dado o nome de The File Drawer Problem (o problema da gaveta de arquivo). Isto pode representar um considerável problema para uma área da ciência, principalmente se o que você está tentando fazer é uma ciência que produza conhecimentos que possam se embasar em estudos anteriores e aprimorar sucessivamente a compreensão de um fenômeno, ou seja, uma ciência cumulativa. Muitos psicólogos têm promovido cada vez mais iniciativas visando uma auto-correção em relação a diversos problemas da área relacionados à replicabilidade, às políticas editoriais das revistas científicas e aos incentivos de agências de financiamento.

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Mais um aniversário do blog!

"Bolo científico"

Informo com grande prazer que hoje o SocialMente completa 2 anos de existência, e nada melhor que a imagem de um bolo como o acima para celebrar dignamente esta atmosfera científica que é respirada por aqui! Há um ano atrás, este blog tinha outro nome e outra “casa.” Fico feliz de constatar hoje as mudanças ocorridas de lá para cá, tanto no blog quanto em mim, e já me sinto totalmente a vontade neste novo condomínio do blog, o ScienceBlogs Brasil =)

Vou colocar aqui embaixo um “greatest hits,” alguns dos textos mais lidos de lá para cá, incluindo alguns mais antigos, já que eu nunca havia feito este tipo de compilação. Espero que gostem!

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