O que s√£o emo√ß√Ķes? (v√≠deo)

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O que s√£o emo√ß√Ķes? Para que servem as emo√ß√Ķes? Veja hoje no Minutos Ps√≠quicos um pouco sobre a psicologia das emo√ß√Ķes! Veja o v√≠deo abaixo, (ou aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/GyFQj64amhY”]

Agrade√ßo especialmente o Hugo Rodrigues, um aluno de doutorado especialista em emo√ß√Ķes que escreveu comigo o roteiro do v√≠deo! Ainda falaremos mais sobre esse assunto, aguardem!

Referências recomendadas

Ekman, P. (2007). Emotions revealed: Recognizing faces and feelings to improve communication and emotional life. Nova York: Holt.

Esse √© um livro de divulga√ß√£o cient√≠fica escrito por aquele que pode ser considerado um dos maiores, se n√£o o maior, pesquisadores sobre o assunto. O psic√≥logo Paul Ekman foi pioneiro no estudo da express√£o das emo√ß√Ķes e hoje √© uma refer√™ncia mundial no assunto.

Lewis, M., Haviland-Jones, J. M., & Barrett, L. F. (2008). Handbook Of emotions. Nova York: Guilford Press.

Esse √© um dos trabalhos acad√™micos mais completos sobre emo√ß√Ķes. Trata-se de um¬†handbook¬†sobre emo√ß√Ķes.¬†Esse √© um tipo de publica√ß√£o no qual alguns dos principais pesquisadores de uma √°rea (normalmente de um a quatro pesquisadores) se juntam para organizar uma compila√ß√£o densa e volumosa das pesquisas mais relevantes na √°rea, convidando os pesquisadores mais ativos e importantes de cada linha de pesquisa sobre o tema para escrever um cap√≠tulo do¬†handbook. √Č uma obra, portanto, que sintetiza o conhecimento produzido sobre um assunto at√© aquele momento.

Schachter, S., & Singer, J. E. (1962). Cognitive, social and physiological determinantes of emotional states. Psychological Review, 69, 379-399.

Esse é o trabalho que descrevemos no vídeo sobre como as pessoas percebiam a emoção que estavam sentindo depois de tomar uma dose de adrenalina na presença de outra pessoa.

Quando o cérebro dá tilt (vídeo)

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Nosso c√©rebro √© muito sofisticado e nos permite realizar certas coisas sem qualquer esfor√ßo, tais como reconhecer rostos, objetos, falar e entender o que outra pessoa est√° falando. Mas √†s vezes o nosso c√©rebro pode dar um tilt e deixar de funcionar como antes, nos impedindo de fazer coisas que consider√°vamos banais. √Č sobre isso que o v√≠deo de hoje no Minutos Ps√≠quicos tratar√°! Veja o v√≠deo abaixo (ou aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/dUCQdMti3rM”]

Referências recomendadas

Os livros do Oliver Sacks são ótimos de ler e trazem vários relatos de casos tão peculiares quanto o do homem que confundiu a sua mulher com um chapéu. Por sinal, esse é o nome de um dos livros mais famosos dele.

Sacks, O. (1997). O homem que confundiu a sua mulher com um chapéu. São Paulo: Companhia das Letras.

Ramachandran, V. S. (2014). O que o cérebro tem para contar: Desvendando os mistérios da natureza humana. Rio de Janeiro: Zahar.

Se você achou o assunto do vídeo interessante, deveria tentar comprar esse livro do Ramachandran! Essa tradução para o Português de um dos livros mais famosos dele foi lançada mês passado, vale a pena conferir!

Rostos em montanhas e drag√Ķes em nuvens (v√≠deo)

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Quem nunca viu uma nuvem que lembrava uma criatura, silhueta ou s√≠mbolo? Essa semana exploraremos porque identificamos padr√Ķes e inten√ß√Ķes na natureza t√£o facilmente ao nosso redor e at√© que consequ√™ncias essas propens√Ķes podem nos levar. Veja o v√≠deo abaixo (ou aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/IlsOsD4V5tU”]

Você pode ver abaixo uma das imagens que a NASA divulgou nos anos 1970 e que levou muitas pessoas a identificar um rosto em um local da superfície de Marte. Como Carl Sagan já mencionou uma vez, os seres humanos estão constantemente projetando na natureza a sua própria natureza. Anos depois dessa polêmica, novas tecnologias permitiram desmistificar a situação (ver aqui também).

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¬†Esse fen√īmeno √© muito valorizado no meio religioso, e o pessoal do Bule Voador ilustrou de maneira c√īmica isso nessa p√°gina aqui, que mostra as apari√ß√Ķes do fervoroso Bule Voador.

Preconceito e estereótipo

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Voc√™ sabe qual √© a diferen√ßa entre preconceito, estere√≥tipo e discrimina√ß√£o? E voc√™ sabia que √© poss√≠vel possuir preconceito contra um grupo sem ter consci√™ncia desse preconceito? Essas s√£o algumas das quest√Ķes que exploraremos no v√≠deo hoje. Veja o v√≠deo abaixo (ou aqui, caso o player n√£o funcione).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/7m-yuzFljpc”]

Gostaríamos de fazer um agradecimento especial ao João Gabriel Modesto por ajudar na elaboração do roteiro!

Referências recomendadas

O blog do professor Marcos Emanuel é uma fonte de material sobre o assunto abordado no vídeo.

McConnell, A. R.,& Leibold, J. M. (2001). Relations among the Implicit Association¬†Test, discriminatory behavior, and explicit measures of racial attitudes.¬†Journal of Experimental Social Psychology, 37, 435‚Äď442.

Esse é o artigo que nós descrevemos no vídeo que mostra a relação entre maior preconceito implícito e maior discriminação.

Payne, B. K. (2006). Weapon bias: Split second decisions and unintended stereotyping. Current Directions in Psychological Science, 15, 287-291.

A tarefa mostrada no in√≠cio do v√≠deo foi uma ilustra√ß√£o da weapon-bias task. Sua natureza e implica√ß√Ķes s√£o discutidas nesse artigo (que pode ser acessado aqui).

Ideias à prova de balas (vídeo)

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Algumas ideias s√£o imunes a qualquer coisa – nada poderia contradiz√™-las. Quando uma afirma√ß√£o √© feita de tal maneira que nenhuma circunst√Ęncia poderia indicar que a ideia estava errada dizemos que essa √© uma ideia n√£o falsific√°vel. N√£o temos como saber se ela √© verdadeira, j√° que n√£o temos como saber se ela √© falsa – ela sempre vai parecer verdadeira, mesmo diante de informa√ß√Ķes aparentemente contradit√≥rias. Para entender melhor esse assunto, falaremos sobre isso no v√≠deo de hoje do Minutos Ps√≠quicos (caso o player n√£o esteja funcionando abaixo, clique aqui).

[youtube_sc url=”http://youtu.be/R3usjdBMRI8″]

Aproveitando a deixa, vale a pena conhecer o podcast Drag√Ķes de Garagem aqui no ScienceBlogs!

Referências recomendadas:

Popper, K. R. (1992). A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix.

Esse √© um dos livros mais importantes sobre o assunto. √Č nele que o fil√≥sofo Karl Popper apresenta e descreve o conceito de falseabilidade e a sua import√Ęncia para distinguir entre uma teoria cient√≠fica e uma n√£o cient√≠fica.

Sagan, C. (2006).¬†O mundo assombrado pelos dem√īnios: A ci√™ncia vista como uma vela no escuro. S√£o Paulo: Companhia das Letras.

O dragão na garagem é descrito em um dos capítulos desse livro, que é um dos livros mais famosos de Carl Sagan.