Como ser menos trouxa? (vídeo)

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Quer deixar de ser trouxa nos relacionamentos? A gente não promete resolver todos os seus problemas, mas vamos compartilhar alguns conhecimentos que podem ser úteis para melhorar a sua situação! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui!

[youtube_sc url=”https://youtu.be/9h_LYS-stcI”]

Referências recomendadas

Os 3 tópicos principais que abordamos no vídeo para tentar te ajudar a ser menos trouxa foram a influência da atração, do viés da negatividade e do efeito Michelangelo nos relacionamentos. A seguir você vai poder consultar artigos científicos, posts de blogs, matérias e até um podcast sobre cada um desses tópicos: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link.

#gratidão (vídeo)

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É tão bom sentir gratidão, né? Mas acredite, sentir gratidão é melhor ainda do que você imagina! Ela pode trazer muitas consequências positivas para sua vida e no vídeo de hoje falaremos um pouco sobre o que é a gratidão e como podemos cultivá-la nas nossas vidas. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/h2HuMveeXls”]

Referências recomendadas

Os links a seguir trazem menções a artigos, matérias e livros sobre a gratidão. Inclusive, trouxemos aqui alguns dos poucos estudos feitos até o momento sobre as bases neurais da gratidão, tópico que não abordamos no vídeo (exatamente por ser tão incipiente ainda). Também trouxemos materiais discutindo o altruísmo recíproco. Para quem quiser se aprofundar mais na ciência da gratidão, vale a pena dar uma checada nos seguintes links: link, link, link, link, link, link, link, link, link.

Indicações Psíquicas #1 Felicidade

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Na nossa nova série “Indicações Psíquicas”, iremos sugerir filmes, documentários, séries ou livros sobre os assuntos que abordamos nos vídeos pra vocês se aprofundarem um pouco mais! Veja o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/K3CaGt2YUvA”]

O que você achou dessa nova série? Devíamos fazer outros “Indicações Psíquicas”? Dê a sua opinião por favor nos comentários do vídeo ou por meio das nossas redes sociais!

Referências recomendadas

As 3 principais referências do vídeo são o documentário Happy (que você pode assistir no Netflix ou aqui), o livro Os Mitos da Felicidade e o livro Felicidade Construída. Nós recomendamos fortemente que você veja o documentário e leia os livros se o tema da felicidade te interessa. Não deixe de participar do sorteio que faremos do livro Felicidade Construída (maiores instruções são dadas no vídeo).

Felicidade (vídeo)

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O que é a felicidade? Como podemos alcançá-la? Hoje veremos o que a psicologia tem a dizer sobre a felicidade, como você pode aumentar a sua e como o seu principal obstáculo para alcançá-la pode ser a sua própria mente. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/q_8iqvFLrvU”]

Referências recomendadas

Aqui vai uma lista respeitável de links para páginas relevantes, trabalhos científicos, matérias jornalísticas e vídeos sobre a felicidade. Se você se interessou pelo tema do vídeo de hoje, vale a pena dar uma fuçada em todos eles: link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link, link.

Um livro que também é uma ótima fonte de informações sobre esse assunto é o Felicidade Construída

As páginas de dois grandes pesquisadores da área trazem várias fontes de informação científica: aqui você acessa a página do Ed Diener e aqui, da Sonja (a cientista que citamos no vídeo).

 

Carnaval (vídeo)

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Aê, aê, aê, aê…. ei, ei ,ei, ei… ÔôÔôÔôÔôÔôÔôÔô… é carnaval minha gente! Vamos nessa! Mas antes da folia, venha aprender um pouco sobre a psicologia por detrás do carnaval! Veja o vídeo abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Aqui, aqui e aqui são alguns links com mais informações sobre desindividuação.

Essa é uma matéria que fala sobre as pesquisas que citamos no vídeo (sobre como gostamos mais das experiências positivas quando compartilhamos ela com outras pessoas).

Clicando aqui você vai poder ver o resumo do artigo que citamos sobre o efeito de passar por uma experiência dolorosa com outras pessoas e aqui é uma matéria falando sobre essa pesquisa.

Pra conhecer mais sobre o carnaval de Salvador, visite o SomosCarnaval, o melhor site de dicas sobre o melhor carnaval do Brasil!

Natal, presentes e felicidade (vídeo)

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Êêêê, o Natal ta chegando!!! Nós ficamos tão animados que fizemos um vídeo sobre isso! Na verdade, o vídeo é sobre o que acontece nas nossas mentes quando damos coisas para outras pessoas, algo que muita gente faz nessa época do ano!

Veja o vídeo abaixo ou clique aqui.

[youtube_sc url=”http://youtu.be/ELUEG5oGZa8″]

Referências recomendadas

Dunn, E. W., Aknin, L. B., & Norton, M. I. (2008). Spending money on others promotes happiness. Science, 319, 1687-1688.

Esse é um dos artigos mais importantes sobre o que tratamos no vídeo. Publicado em uma das revistas científicas mais importantes do mundo, a Science, esse artigo mostrou de maneira sistemática como o gasto com outros visando beneficiá-los pode ter efeitos na felicidade.

Dunn, E. W., Aknin, L. B., & Norton, M. I. (2014). Prosocial spending and happiness: Using money to benefit others pays off. Current Directions in Psychological Science, 13(2), 347-355.

Esse artigo é uma revisão de fácil leitura publicada esse ano por alguns dos principais pesquisadores da área. Ele descreve vários dos mais importantes estudos que encontraram uma relação entre o gasto com outros e felicidade.

Aknin, L. B., Barrington-Leigh, C. P., Dunn, E. W., Helliwell, J. F., Burns, J., Biswas-Diener, R., & … Norton, M. I. (2013). Prosocial spending and well-being: Cross-cultural evidence for a psychological universal. Journal Of Personality And Social Psychology, 104(4), 635-652.

Esse foi o estudo recente que encontrou uma relação considerável entre gasto com outros e felicidade em 120 de 136 países ao redor do mundo.

Compreender a sua mente é uma missão crítica

FonteStreams of Consciousness / Scientific American*
AutorJamil Zaki, autor convidado
Tradutor: André Rabelo

Cortesia da Digital Shotgun via Flickr.

No início deste ano, o senador Tom Coburn publicou um relatório chamado “Sob o Microscópio“, no qual ele criticou o financiamento de qualquer pesquisa que ele não pudesse imediatamente entender como importante. De valor particularmente duvidoso, na opinião de Coburn, são as ciências comportamentais e sociais—incluindo o meu próprio campo, a psicologia. Seguindo no seu relatório, Coburn propôs eliminar o financiamento da Fundação Nacional de Ciência para estas ciências “humanas”, escrevendo: “…alguns destes estudos sociais representam prioridades nacionais óbvias que merecem um corte do mesmo bolo que a astronomia, a biologia, a química, a ciência da terra, a física ou a oceanografia?” Mr. Brooks, que ocupa a cadeira de um painel do congresso considerando tais cortes, ecoou esta opinião. Brooks explicitamente afirmou que as ciências humanas ainda têm que provar o seu valor.

Considerando que os pensamentos e as escolhas das pessoas, por definição, desempenham o papel mais poderoso na formação da nossa sociedade, porque estudar a mente humana parece um tipo de esforço dispensável? Uma razão pode ser que frequentemente as pessoas se sentem como se elas já compreendessem suas mentes, e que o estudo das pessoas e das culturas não pode revelar nada de novo para elas. Tópicos como redes sociais, emoção, memória e relações raciais soam menos científicos do que o estudo da estrutura celular, formação proteica ou força eletromagnética. Estes últimos tópicos parecem que irão revelar insights inacessíveis às nossas intuições, enquanto que as ciências humanas não poderiam. Isto não poderia estar mais distante da verdade: exames da mente humana frequentemente desenterram grandes surpresas. De fato, uma ampla mensagem emergindo dos últimos 50 anos de pesquisa psicológica é que forças além da nossa consciência guiam muitas das nossas operações mentais mais críticas—nossos julgamentos morais, preferências e operações semelhantes. Reconhecendo estas forças e botando elas para trabalhar tem o potencial de mudar—e até mesmo salvar—vidas. Aqui estão quatro maneiras pelas quais as ciências humanas podem nos ajudar em uma grande escala, e razões porque nós não podemos viver sem a investigação rigorosa das nossas próprias mentes.

O Poder da Gentileza


Obra de Keith Haring, 1987

Nas grandes cidades, vivemos nossas vidas em meio a uma multidão de desconhecidos. Cruzamos todos os dias com estranhos que não conhecíamos e que, provavelmente, não vamos conhecer também. Nessa atmosfera, não é de se surpreender que a apatia pelo sofrimento alheio e a distribuição de grosserias tenham se tornado tão comuns e aceitáveis. Podemos até nos surpreender se um completo estranho   emergir a partir da multidão nos oferecendo um ato de gentileza, sem pedir nada em troca.

Você não se surpreenderia se, ao chegar no caixa de um restaurante para pagar a sua conta, fosse informado de que uma pessoa gentilmente pagou a sua conta e não quis se identificar? Uma situação como esta pode parecer muito improvável, mas foi exatamente o que aconteceu em um restaurante na Filadélfia, em 2009, nos Estados Unidos [1]. O ato de gentileza inspirou, nas 5 horas seguintes, várias pessoas naquele restaurante a pagar a conta de outras mesas sem se importar com o valor da conta e de maneira anônima. Os trabalhadores do restaurante ficaram emocionados, pois nunca tinham visto algo tão solidário como aquilo acontecer. Como diz na reportagem da NBC10 Philadelphia: “É uma história de feriado verdadeira que prova como um pequeno gesto de gentileza pode criar um pouco de magia.”

A gentileza é um tipo de ação espontânea e, muitas vezes, sutil, onde uma pessoa beneficia outra, seguindo normas implícitas de conduta. É um tipo de comportamento de baixo custo para quem o realiza, mas que pode beneficiar muito quem recebe. O vídeo abaixo demonstra vários exemplos de como a gentileza pode se manifestar no cotidiano.

[youtube_sc url=”http://www.youtube.com/watch?v=nwAYpLVyeFU” width=”590″]

Este vídeo é uma bela ilustração do que a gentileza é capaz de produzir no cotidiano das pessoas. Ela é contagiante. O vídeo (que encontrei no Treta) é uma produção do projeto Life Vest Inside (“Salva-Vidas Interno”), que busca promover a gentileza como uma maneira simples, mas poderosa e ativa, de melhorar o mundo. Uma parte da descrição do projeto merece ser traduzida aqui:

O trabalho de caridade e o serviço comunitário são ferramentas inestimáveis para melhorar o nosso mundo, mas a gentileza é mais do que boas ações ou voluntariado apenas. Gentileza é empatia, compaixão e conexão humana; é um sorriso, um toque ou uma palavra confortante. Mesmo o menor gesto pode clarear um dia escuro ou aliviar um fardo pesado.

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