Du vin et du fromage seulement?

Um grande crítico literário e ensaísta alemão que visitou o Brasil na década de 60 do século passado elencou três obras que, a seu ver, constituíam a base do pensamento ocidental. Felizmente, lembro-me das obras, mas não consigo recuperar o nome do erudito alemão. Peço ao gentil leitor que, se possível, ajude-me nessa minha empreitada mnemônica. Tenho de confessar que, após alguns bons anos, concordo com a sucinta lista: 1. Essais, de Montaigne; 2. Pensées, de Pascal; e 3. Discours (de la méthode), de Descartes. Tudo começou na mesa do bar. Amigos falando sobre carro.( – Adoro o Peugeot 307! -Isso é carro para mulher, disse o marido). Todos concordaram, após alguns tragos de bordeaux, que carro é japonês. “Os franceses são bons de vinhos e queijos. E só.”, proclamou um mais exaltado – ou só embriagado. Relembrei a passagem do germânico professor por terras tupiniquins e fiz questão de citar, em bom francês, os títulos listados. Salue!

Discussão - 5 comentários

  1. Karl disse:

    Duvido que um alemão citasse 3 obras francesas que constituissem a base do pensamento ocidental: ou você tava muito borracho, ou o alemão que citou!E de mais a mais, Amigo, carro e filosofia da melhor qualidade só lá: Deutschland na cabeça!

  2. Caro Karl, depois de alguns tragos de um bom “grand cru”, é mais acertado que o erro tenha sido meu. Um italiano talvez discordasse que carro é alemão ou japonês. Filsofar em alemão ou em qualquer língua Wittgenstein achava supérfluo, perda de tempo. Talvez me lembre do nome do professor. Abraço!

  3. Karl disse:

    Caríssimo Amigo,Opto mesmo pelos esportivos alemães (porsche e cia) também pela vera razão de que o Vaticano não tem, pelo menos até o momento, ações das montadoras alemãs (nem das japonesas espero!). É isso mesmo. Eu misturo as coisas.Além disso, Ferdinand porsche já fazia carros quando os japs estavam lutando de espadinha. Atribuirei a um gran cru seu comentário sobre Wittgenstein. Forteabraço

  4. ... disse:

    Caro Amigo,Andar de avião me encanta e, já nas alturas, me esqueço dos riscos e das preocupações.Em terra é que o “bicho pega” porque somos 1 cisco na multidão de peões dispostos nos jogos de poder que, antes, acreditávamos serem privilégios dos deuses.Omar Khayyám que o diga (“somos peões das partidas de xadrez jogadas por deus que nos move e nos dispõe 1 a 1 antes de nos recolher à caixinha do nada”…) Enfim, chega de firulas. Tivemos a premiação do Oscar, o carnaval, a eleição de Obama, um ditador que quer se perpetuar, policiais que deram tiros nas favelas, Faustão e novelas da Globo… reasseguradora rotina do tempo cíclico em que tudo retorna e qualquer novidade dá na mesma?!??Aquelabraaaaaaço!

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