A leitura, mãe de todos

Parati II

Acabo de ler a entrevista de Amyr Klink na revista Bravo! deste mês. Diz o velejador que descobriu o mar lendo. Também comenta a idéia pueril e fantasiosa que fazia do barco até conhecer a verdadeira embracação do casal Poncet: “(…) até então o que eu conhecia de um barco a vela era que ele pertence a um velejador, que é de um clube de grã-finos, que sai uma vez por ano e faz umas regatinhas aos finais de semana…mas não viaja. E são embarcações hiperluxuosas e tal. Já os barcos do casal Poncet eram diferentes: enferrujados, os caras moravam dentro. Eles próprios os construíam. (…) Era uma gente que não tinha nem US$ 50 no bolso, mas que sabia viver.” Também diz Klink que leva ,” no mínimo, uns 150 livros nas viagens”. A leitura, sempre a leitura.

Discussão - 1 comentário

  1. É…Veja você que concidência, ultimamente eu tenho pensado muito nisso, em como seria bom ter um barco e viver viajando…e, sempre, nas imagens que vinham à minha cabeça, eu não deveria estar com um livro na mão (pois já estaria viajando), e sim escrevendo minhas experiências de viajante solitária, rs. Mas de repente é melhor levar algumas dezenas de livros. “É melhor prevenir do que remediar”… P.S.: Quanto será que deve custar um barco à vela, desses em que se vive dentro? Acho que teria que trabalhar alguns(vários) anos para realizar esse sonho… Mas, tudo bem… afinal, o que seria de nós, sem os sonhos?

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