Eugênico?

Casa de Sigmund Freud, Bergasse 19, Viena

Estou lendo a autobiografia de James D. Watson (Avoid Boring People: Lessons from a Life in Science). O livro é dividido em 15 capítulos, além de prefácio e epílogo, que começam pela palavra “manners” – “Manners needed for important science”, “Manners behind readable books” e etc. Ao final de cada capítulo há uma seção intitulada “Remebered lessons”, que resume o que foi escrito e as lições daí advindas. Watson foi criado com escassos recursos materiais. Sua mãe era uma católica pouco praticante que justificava essa atitude em virtude da febre reumática, que lesara o seu coração deixando-a sem fôlego para ir à missa. O seu pai, um agnóstico que venerava os pássaros de Chicago e de todo o mundo. Entende-se, página após página, como se moldou o pensamento do futuro prêmio Nobel. Intui-se, pela contextualização histórica, o contágio do cientista pelo horrendo darwinismo social. Compreende-se, mas não se justifica, o que teria motivado as recentes e descabidas declarações racistas de Watson. Curioso chegar ao final do capítulo doze, em que se encontra um dos conselhos do descobridor do DNA: “Não use uma autobiografia para justificar ações e motivações do passado”…

Discussão - 8 comentários

  1. Theo disse:

    Eu digo que, com exceção dos instrumentos gramaticais, podemos construir infinitas metáforas. O ‘brasileiro’ usa muitas metáforas. Uma vez um educandinho disse-me: “Seu Theo, ele disse que minha mãe é galinha! Aí eu di & di com tudo”. Outra metáfora: por favor, pegue aquela porca que está na gaveta porque nesta o parafuso não entra. Mas hoje, Amigo, você derrubou-me do cavalo: que pega pra capar!… Certa vez, caro Amigo, ouvi o Jurandir Freire Costa dizer que se recusava a ser visto como apenas “um epifenômeno de nossas entranhas”… Se os neurocientistas defendem que na paixão se liberam endorfinas, e for isso mesmo, o que é que tem? Depois destas serem liberadas é que aparece o MISTÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉRIO. O colorido das coisas muda, o aroma, e até há uma espécie de transparência especial que nos permite ir além do que vemos, sem ver mais do que o que está – mas apostando no que pressentimos, hã?!? Aquelabraço!

  2. tati disse:

    theo, não entendi o que você quis dizer com pega pra capar. Nem esse negócio do jurandir. Será que sou burra?

  3. Anonymous disse:

    e aí théo, diz para ela quem e é o jurandir freire e por favor explique o todo, caso não tenha tempo eu farei este favor!!!!!!!amigo de m. este “eugênico?” está tudobjussssssssssssssssssssssss

  4. ped paulo disse:

    Acho que esse anônimo que é um epifenômeno das entranhas. Respeite a Tati!

  5. Anonymous disse:

    ninguém está faltando com o respeito com ninguém!?!e aí pedpaulo?10? anÔnima HELENA.pois não é que até agora ninguém informou a GAROT A QUEM É jurandir freire?muito obrigada é ótimo saber que “ainda ” sou um epifenômeno”

  6. tati disse:

    Anônima, eu sei muito bem quem é o Jurandir. O que eu gostaria de entender é essa loucura que o theo escreveu de matáfora com o post do Amigo. Helena, você não entendeu o que eu escrevi!!!

  7. Anonymous disse:

    NOSSA TATI,MIL DESCULPAS! SINTO MUITO POR NÃO COMPREENDIDO NA INTEGRA O SEU RACÍOCINIO! FARE UM GRANDE ESFORÇO E DECFRAREI.BJUSSSSSSSSSSSSS

  8. Anonymous disse:

    THEO QUE LÔCO O QUE VC POSTOU CARA,SUPER

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