Palpite na constru√ß√£o do hotel “verde”


Essa é nova! O grupo de hotéis InterContinental Hotels Group, proprietários do Holiday Inn e outros, está apoiando o que chama de turismo responsável. Tipo, não degradar o meio ambiente.
Pensando nisso, eles v√£o criar um hotel completamente sustent√°vel. N√£o sei ainda onde ser√° constru√≠do, mas o site √© uma gracinha com desenhos simp√°ticos explicando o que cada local do hotel – √°rea externa, recep√ß√£o, quartos, banheiros e as √°reas de estar – ter√°.¬†Como, por exemplo, pain√©is solares, reciclagem, transporte “verde” e por a√≠ vai.
O mais legal é que você pode dar nota para cada idéia e inserir um comentário.
Ou seja, colaborar para a cria√ß√£o desse hotel. Que fique claro que n√£o receber√° para isso, ser√° apenas um palpiteiro. O site tamb√©m √© interessante, pois cont√©m v√°rias informa√ß√Ķes sobre como preservar o meio ambiente. Por exemplo, diz que com a energia gasta para fazer uma lata de alum√≠nio daria para ficar tr√™s horas no computador. Divirta-se! Clique aqui para visitar o site. T√ī ambiental esses dias, n√£o?

O cl√°ssico Banco Imobili√°rio na vers√£o sustent√°vel!

A Braskem e a Brinquedos Estrela fizeram uma parceria desenvolver produtos de polietileno “verde”. O primeiro filho das duas √© o Banco Imobili√°rio Sustent√°vel, que custa a bagatela de R$ 89,90. Na vers√£o tradicional, o brinquedo est√° no mercado desde 1944 ‚Äď como eu comprei im√≥veis com minha melhor amiga de inf√Ęncia…
Na nova¬†vers√£o, as pe√ßas pl√°sticas do brinquedo s√£o feitas com o polietileno verde da Braskem, o primeiro pl√°stico ‚Äúverde‚ÄĚ certificado do mundo, produzido a partir do etanol de cana-de-a√ß√ļcar. O tabuleiro, a caixa e as cartas s√£o de papel reciclado. E, no lugar do cen√°rio urbano, as casas do tabuleiro apresentam reservas naturais como Pantanal, Rio S√£o Francisco, Chapada dos Veadeiros, Serra da Mantiqueira e locais de produ√ß√£o de cana de a√ß√ļcar como Ribeir√£o Preto, Tr√™s Lagoas (MS) e¬†Teot√īnio Vilela (AL).
 
Al√©m disso, possui empresas como Companhia de Reciclagem Energ√©tica, Companhia de Reflorestamento, de Agricultura Org√Ęnica, de Reciclagem Mec√Ęnica. As cartas de Sorte ou Rev√©s tamb√©m s√£o tem√°ticas. O jogador recebe pr√™mio porque “protegeu suas terras do desmatamento e faturou com o turismo ecol√≥gico” ou “sua cadeia de restaurantes org√Ęnicos √© um sucesso”.
 
Eu cresci ouvindo e discutindo a ECO-92. Veja no que me tornei… Agora, as crian√ßas crescer√£o escrevendo teses sobre sustentabilidade. Voc√™ precisa ver meus primos de dez anos conversando sobre o tema! Eles sabem os dados. Ainda bem, √© desde crian√ßa que se aprende a preservar o futuro. Mas, lembrando sempre, sem neurose! Leia mais sobre a not√≠cia aqui.

7 motivos para ler ciência nos blogs

  1. Uma mochila que te dá aaasas! Um neo-zelandês inventou uma mochila, que parece ter saido de desenho animado. Você a veste e sai voando. Pelo vídeo, não sei se funciona a geringonça. Veja aqui no blog Desculpe a Poeira.
  2. Você sabia que gêmeos separados no nascimento ou pouco depois dele são mais semelhantes do que os que foram criados juntos ou separados com uma idade mais avançada? Coisas que nem Freud explica para você. Descubra mais no blog Científica Mente.
  3. Quem bebe demais… Trabalha de menos! Essa √© √≥bvia, velha, mas vale a leitura. Veja em Cais de Gaia. Como disse uma amiga: “Nossa, n√£o estou ganhando – trabalhando – muito! Ahhh, assim, √© sinal que t√ī aproveitando a vida!”
  4. “Quem furta pouco √© ladr√£o,/ quem furta muito √© bar√£o,/ quem mais furta e mais esconde/ passa de bar√£o a visconde”. Sensacional. Ent√£o, Visconde, descubra quando come√ßou essa farra de corrup√ß√£o no Brasil. Aqui, Freud Explica.
  5. Acredite se puder, a l√≠ngua coreana foi 100% inventada por uma s√≥ pessoa!¬†“O rei Seojong, com uma data de surgimento precisa: em 09 de outubro de 1446”. Coisas que s√≥ a Lucia Malla, no blog Uma Malla pelo Mundo, descobre para voc√™!
  6. Sabe o Pikachu¬†– aquele bichinho chatinho? Ele existe, quer dizer, coisa de cientistas… Veja que foto impressionante no Semci√™ncia.
  7. Eca, que nojo! L√™mures mordem piolhos de cobra – acredita que existe? – para ter barato! Maldito v√≠cio… Observe o v√≠deo no Rainha de Copas.

Obs.: Este post segue o tema do m√™s do blog¬†sobre reflex√£o¬†“Roda de Ci√™ncia”. Leia meu post aqui. Ali√°s, falta uma mesa de bar e umas cervejas naquele blog, n√£o? Opa, quitutes tamb√©m seriam √≥timos acompanhamentos…

Homens sofrem com TPM


Olha que situação. Imagine você, homem, se de mês em mês ficasse com o corpo inchado por 10 dias. Também, irritado e impaciente. Essa é a minha TPM. Batata. Basta esperar para chegar a calmaria. Durante esses dias, busco o autocontrole por meio do autoconhecimento, afinal, não quero passar quase 1/3 da minha vida de mau humor. Dica: fica quietinha que passa!
Bem, segundo os resultados da segunda fase de uma pesquisa¬†com mais de 1,6 mil brasileiros, os homens tamb√©m sofrem com a tens√£o pr√©-menstrual (TPM) manifestada pelas mulheres com quem convivem. Dos 527 homens entrevistados, 84,1% afirmaram conhecer alguma mulher com TPM. Na opini√£o deles, a s√≠ndrome pr√©-menstrual interfere de maneira significativa no relacionamento amoroso e nas rela√ß√Ķes familiares da mulher.
Apesar da facilidade em reconhecer os sintomas e o impacto destes na qualidade de vida das parceiras (72,7% disseram que viviam ou j√° tinham vivido com mulheres que tinham TPM), em geral, o p√ļblico masculino declarou n√£o saber qual seria a atitude mais adequada diante desta situa√ß√£o. O estudo ‚ÄúTens√£o Pr√©-menstrual: Perspectivas e Atitudes de Mulheres, Homens e M√©dicos Ginecologistas no Brasil‚ÄĚ foi realizado pelo CEMICAMP (Centro de Pesquisas em Sa√ļde Reprodutiva de Campinas) e contou com o apoio da Bayer Schering Pharma.
Os resultados mostraram que a maioria das mulheres, 80%, afirmam que t√™m ou j√° tiveram TPM. A maioria (78,9%) acredita que o parceiro consegue perceber quando ela est√° na TPM, mas 11% ficam irritados e sem paci√™ncia, 39,4% saem de perto ou s√£o indiferentes, enquanto 54,8% tentam entend√™-la sem brigar. ‚ÄúMas o p√ļblico masculino se considera mais compreensivo do que as mulheres acham, pois 62,1% disseram que conseguem entend√™-las nesse per√≠odo‚ÄĚ, diz o ginecologista Carlos Alberto Petta, coordenador da pesquisa e professor de Ginecologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
O impacto negativo da TPM parece acontecer com maior intensidade e freq√ľ√™ncia nas mulheres que apresentam, ao mesmo tempo, manifesta√ß√Ķes f√≠sicas e emocionais. Outra conclus√£o foi que apesar das queixas freq√ľentes, as principais estrat√©gias mencionadas para lidar com as manifesta√ß√Ķes da TPM foram a conversa com outras mulheres ou esperar passar.
A pesquisa mostrou que:

  • A maioria das mulheres afirma que tem ou j√° teve TPM;
  • As mulheres, embora reconhe√ßam tanto manifesta√ß√Ķes f√≠sicas quanto emocionais, enfatizaram mais as primeiras, e os homens pareceram reconhecer mais as manifesta√ß√Ķes emocionais;
  • A manifesta√ß√£o conjunta de sintomas f√≠sicos e emocionais responde pelo maior impacto na qualidade de vida da mulher, principalmente nos relacionamentos afetivos e no trabalho;
  • Mais da metade das mulheres nunca procurou atendimento m√©dico;
  • Mais da metade dos homens reconhecem os sintomas da TPM e se mostram dispostos a ajudar, mas n√£o sabem como fazer isso – bonitinhos!
     

O impacto da TPM na opini√£o de homens x mulheres:

 

Machos – %

Fofas e lindas – %

Estudos

60,1

37,1

Atividades em casa

68,7

45,1

Trabalho

72,0

46,5

Atividades sociais

69,1

43,7

Relacionamentos familiares

77,0

48,7

Namoro ou casamento

84,4

54,6

A reação dos machos segundo elas x eles:

 

B√°rbaros – %

Educadas – %

Entende/ compreensivo/ respeita/ n√£o briga

62,1

54,8

Sai de perto/ fica quieto/ não faz nada/ é indiferente

30,6

34,9

Fica bravo/ não tem paciência/ fica irritado/ muda de humor também/ brigam muito

7,8

11,0

Outra

5,9

6,2

Curiosidades sobre a ilustra√ß√£o: O expressionista ‚ÄúO Grito‚ÄĚ foi pintado pelo artista escandinavo Edvard Munch (1863-1944).¬† Existem quatro vers√Ķes do quadro. Uma delas, a mais bem acabada, foi roubada em 2004 do Museu Munch, em Oslo (capital da Noruega), e recuperada dois anos depois. Quando voltou, os restauradores descobriram que o quadro foi pintado em 1910 e n√£o em 1893 como pensavam. Tamb√©m, h√° duas interpreta√ß√Ķes para a pintura. A primeira √© que ela representa a ang√ļstia moderna onde o pano de fundo √© a doca de Oslofjord (em Oslo) ao p√īr-do-sol. A outra seria uma erup√ß√£o vulc√Ęnica e um tsunami que ocorreu em uma ilha.

Como burlar o baf√īmetro?

S√°bado √† noite estava na casa de uma amiga conversando com pessoas que n√£o encontrava fazia tempo… Tipo uma baladinha. Enquanto o povo – nacional e internacional – mandava a ver na caipirinha, surgiu a d√ļvida. Ser√° que comer alho resolveria o problema caso um policial falasse para fazer o teste do baf√īmetro? Eu n√£o quis arriscar. Fiquei na j√° famosa √°gua t√īnica diet com gelo e lim√£o. Sei, u√≥.
Segundo um m√©dico me explicou, comer alho ou qualquer coisa do g√™nero n√£o adiantaria. Quando ingerimos o √°lcool, ele n√£o √© metabolizado imediatamente pelo organismo. Fica circulando na corrente sang√ľ√≠nea. No pulm√£o, os alv√©olos, ap√≥s absorver oxig√™nio, liberam g√°s carb√īnico, √°gua e um pouquinho de outras coisas que temos no sangue como o √°lcool. Assim, quanto mais se bebe, mais √°lcool √© liberado, pois a concentra√ß√£o no sangue √© maior. Da√≠ aquele bafo de pinga…
Como funciona
O baf√īmetro √© feito com dois frascos de vidro contendo uma mistura para a rea√ß√£o qu√≠mica e um sistema de fotoc√©lulas ligado a um medidor que avalia a mudan√ßa de cor associada com a rea√ß√£o qu√≠mica. Para medir o √°lcool, voc√™ respira dentro do dispositivo. A amostra de ar borbulha em um dos frascos por meio de uma mistura de √°cido sulf√ļrico, dicromato de pot√°ssio, nitrato de prata e √°gua.
O nitrato de prata √© uma subst√Ęncia que faz a rea√ß√£o ocorrer mais r√°pido. O √°cido sulf√ļrico, al√©m de remover o √°lcool do ar, tamb√©m proporciona a condi√ß√£o de acidez necess√°ria para essa rea√ß√£o. Durante essa rea√ß√£o o √≠on dicromato, de cor vermelho-alaranjada, muda de cor para o verde do √≠on cromo quando este reage com o √°lcool. O grau de mudan√ßa de cor est√° diretamente relacionado com o n√≠vel de √°lcool no ar exalado.
Para determinar a quantidade de álcool naquela amostra de ar, a mistura que sofreu reação é comparada a de um frasco contendo uma mistura que não sofreu reação no sistema de fotocélulas, produzindo uma corrente elétrica que faz a agulha do medidor se mover do seu ponto de repouso. O operador, então, gira um botão para trazer a agulha de volta ao ponto de repouso e lê o nível de álcool a partir do botão: quanto mais o operador precisar girar o botão para retorná-la ao repouso, maior é o nível de álcool. Leia mais aqui.
Compre o seu
Dizem que as empresas que vendem baf√īmetro est√£o abafando ‚Äď pegou? mais uma piadinha insana. T√™m uns que n√£o s√£o descart√°veis a partir de 40 reais! Veja aqui. Mas, sensacional mesmo √©¬†o chaveiro-baf√īmetro. Link aqui, mas existem de v√°rias marcas… D√™ uma googada.

Mostra de cinema sobre a busca de um mundo sustent√°vel

Em S√£o Paulo, at√© o dia¬†5 de agosto, com o objetivo de ampliar a discuss√£o em torno do tema sustentabilidade por meio das artes visuais, a mostra internacional “Olhares em Busca de um Mundo Sustent√°vel”, uma realiza√ß√£o da Via Gutenberg, apresenta uma programa√ß√£o voltada ao cinema e √† fotografia que t√™m como tema a vida selvagem e a natureza.
A exposi√ß√£o Wildlife Photographer of the Year ‚Äď maior e mais prestigiada exposi√ß√£o fotogr√°fica com tem√°tica ambiental do mundo ‚Äď integra a programa√ß√£o da mostra com as melhores fotos da competi√ß√£o hom√īnima realizada anualmente pelo Museu de Hist√≥ria Natural de Londres e pela BBC Wildlife Magazine. Pela primeira vez no Brasil, a exposi√ß√£o j√° viajou por mais de 15 pa√≠ses da Europa, √Āsia e Am√©rica do Norte. Suas imagens capturam com extrema precis√£o momentos √ļnicos da vida selvagem.¬†Refor√ßam a id√©ia de que a reintegra√ß√£o do homem na natureza, de maneira saud√°vel e amistosa, √© fundamental para que as gera√ß√Ķes vindouras usufruam com dignidade a extraordin√°ria experi√™ncia da vida.
Na Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207. Mais¬†informa√ß√Ķes: (11) 3512-6111 (ramal 215). Veja programa√ß√£o dos filmes no site aqui. Obs.: A cinemateca √© um dos lugares mais lindos de S√£o Paulo. Suas salas s√£o imperd√≠veis. Misturam a parte r√ļstica dos tijolinhos de um lugar que foi matadouro com a tecnologia e decora√ß√£o contempor√Ęnea. Indico.

Desenvolvimento sustent√°vel n√£o existe

Ontem, durante a reuni√£o do Comit√™ Gestor da Rede de Pesquisas em Carv√£o Mineral, Guilherme Henrique Pereira, secret√°rio e Desenvolvimento Tecnol√≥gico e Inova√ß√£o do Minist√©rio da Ci√™ncia e Tecnologia (Setec/MCT), disse que o crescimento do setor de carv√£o mineral deve observar a sustentabilidade. “√Č preciso conservar a natureza, ser socialmente adequado e economicamente eficaz”, afirmou em Bras√≠lia. N√£o se prendendo apenas a essa quest√£o do carv√£o…

Dia desses, estava conversando com um ambientalista que acompanha de perto projetos. N√£o resisti e perguntei. “Voc√™ acredita no desenvolvimento sustent√°vel?”. Ele desconversou conversando, a resposta foi f√°cil de entender. “N√£o”.

Assim, ser√° que realmente¬†pode existir desenvolvimento sustent√°vel? Se at√© uma pessoa especializada na √°rea tem as suas d√ļvidas, como ser√° poss√≠vel esse tipo de desenvolvimento? Fui conversar com mais gente, claro, para esclarecer. Falei com pessoas de diversas √°reas, desde m√©dicos at√© administradoras-do-lar, 70% delas acreditam que n√£o.

Aí é que está. O desenvolvimento em si requer muito do ambiente. Ele degrada. Ele explora. Ele polui. Compensar esse estrago só seria possível não o criando.

Este ano √© o¬†Ano Internacional do Planeta.¬†At√© os nutricionistas est√£o discutindo essa quest√£o – citei isso no meu post sobre emagrecimento. A VII Jornada de Nutri√ß√£o do Hospital S√≠rio-Liban√™s, no pr√≥ximo dia 02 de agosto, trar√° como principal tema a rela√ß√£o entre a alimenta√ß√£o e a preserva√ß√£o do meio ambiente. Eles alegam que, no momento onde toda a sociedade se volta para a√ß√Ķes mais conscientes, os servi√ßos de alimenta√ß√£o e nutri√ß√£o devem cuidar desde o plantio e aconserva√ß√£o de alimentos at√© a refei√ß√£o pronta. Para evitar o desperd√≠cio e criar uma cadeia sustent√°vel.

Mas, o que seria isso? ¬†“As unidades de uso sustent√°vel visam a compatibilizar a conserva√ß√£o da natureza com o uso sustent√°vel de seus recursos naturais, ou seja, permite-se a explora√ß√£o e o aproveitamento econ√īmico direto de forma planejada e regulamentada. Nesse grupo est√£o inclu√≠das as categorias de manejo √Ārea de Prote√ß√£o Ambiental, √Ārea de Relevante Interesse Ecol√≥gico, Floresta Nacional, Reserva Extrativista, Reserva de Fauna e Reserva de Desenvolvimento Sustent√°vel (Ibama, 2004).” Leia mais aqui.

Talvez, esse conceito de desenvolvimento sustent√°vel seja ut√≥pico. Uma pena. Eu, particularmente, acredito que √© poss√≠vel se desenvolver sem degradar muito o meio ambiente. Sem estragar nada, n√£o creio. Mesmo degradando pouco j√° √© dif√≠cil…

Existem discuss√Ķes no Orkut calorosas sobre o tema. Veja: Desenvolvimento sustent√°vel n√£o existe, Desenvolvimento Sustent√°vel no Brasil, utoplia?, n√£o existe no Brasil, provoca√ß√£o¬†e √© poss√≠vel?.

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Faça seu caleidoscópio on-line

Entrevistei, nesses √ļltimos dias, tantos f√≠sicos que tenho ficado inspirada. Os papos com esses estudiosos s√£o muito produtivos. Principalmente, por ser curioso como esse conhecimento transita entre a realidade palp√°vel e as teorias abstratas, dif√≠ceis de imaginar. Como, por exemplo, a possibilidade de existir v√°rias dimens√Ķes paralelas ‚Äď veja aqui.
Matematicamente se mostrou vi√°vel, agora, para visualizar… Parece o limite entre ci√™ncia e o esoterismo. Ali√°s, toda a vez que participo de discuss√Ķes com f√≠sicos, est√£o presentes pessoas completamente esot√©ricas apresentando id√©ias que complementam ou ‚Äúcomprovam‚ÄĚ esse eventos f√≠sicos.
Para deixar a sexta-feira mais divertida, indico um site que possui caleidosc√≥pios on-line. Ele disponibiliza tr√™s tipos. Um bem tosquinho ‚Äď nem por isso menos divertido -, um intermedi√°rio e um pr√≥ ‚Äď sensacionais as figuras. Adorei a brincadeira! Fiz cada um t√£o lindo… Para visualizar, respectivamente, clique aqui¬†– coloque as pe√ßas no radar¬†-, aqui¬†– escolha a¬†cor e¬†desenhe –¬†e aqui – se cadastre antes nesse para n√£o perder a imagem. Esse desenho em cima fui eu que fiz. Antes, tinha criado um lindo azul celeste, com borboletas, mas apagou porque eu n√£o tinha cadastro!
Para quem n√£o sabe, o caleidosc√≥pio foi inventado, em 1816, pelo cientista David Brewster ‚Äď na imagem a pe√ßa antiga e aqui um site em ingl√™s¬†sobre o inventor. A palavra, criada tamb√©m por ele, vem do grego. Kalos significa belo, eidos √© o mesmo que imagem e scop√©o, vejo.
Mas o que ele tem a ver com a f√≠sica? Oras bolas, trata-se de um brinquedinho √≥tico com vidros que formam arranjos sim√©tricos. A Wikipedia ensina a fazer um caleidosc√≥pio, clique aqui. Esse instrumento √© um dos mais l√ļdicos que conhe√ßo. Lembro da minha inf√Ęncia…

Dicas infalíveis para emagrecer

N√£o ag√ľento mais os regimes milagrosos para emagrecer, as comidas mais ou menos saud√°veis, os alimentos org√Ęnicos ‚Äď ai que pleonasmo!, os agrot√≥xicos, a alta dos alimentos ‚Äď v√°rias pessoas que conversei n√£o entendem -, o colesterol bom ou mau, o √īmega 3, a gordura trans… Chega!
N√£o sou m√©dica, mas j√° li milhares de pesquisas sobre o assunto e coloquei algumas indica√ß√Ķes em pr√°tica. Usando desses conhecimentos, das dicas das vov√≥s e do bom senso, elaborei um manual que ajudar√° as pessoas que querem emagrecer.
Infelizmente, n√£o conseguirei indicar todas as pesquisas nas quais me baseei para escrever os itens ‚Äď essa semana est√° corrida. Sugiro que fa√ßa busca na revista Nature. Ah, e calcule seu IMC aqui para ver se est√°, realmente, fora do peso.
Agora, vamos l√°. Veja passo-a-passo o manual:
1. O poder da mente
Sem cair na √°rea esot√©rica, quando n√≥s queremos algo, nos esfor√ßamos mais para conseguir. Antes de partir para o regime, lembre-se de que voc√™ conseguir√°, voc√™ √© bonita, o sofrimento ser√° moment√Ęneo e √© por um fim que a far√° mais feliz. O contr√°rio tamb√©m √© v√°lido. Sem paran√≥ia. Se voc√™ est√° dentro do peso, est√° saud√°vel. As modelos s√£o mag√©rrimas, mas mais bonitas em foto. Nem todas as mulheres possuem estrutura de corpo magro assim. Se aceite como √©. Cada uma tem a sua beleza.
2. Procure um médico
Marque um endocrinologista e, se ele achar necess√°rio, fa√ßa exames como para conferir sua tir√≥ide ou se possui diabetes. Converse com ele, seja sincera e siga suas instru√ß√Ķes. Se o seu caso √© de obesidade m√≥rbida, n√£o sei se minhas dicas lhe ajudar√£o muito. Apenas ensinar√° a ter melhor qualidade de vida.
3. Durma o necess√°rio
Tome um ch√° de camomila, de erva-cidreira ou suco de maracuj√°. Depois, primeiro, durma a quantidade de horas que te deixa disposta. Cada um tem uma, mas sugiro oito horas por noite. N√£o fa√ßa atividades que te deixe agitada e nem fique horas no quarto trabalhando, por exemplo, antes de dormir. Segundo, deixe uma frestinha da janela aberta para entrar a luz matinal. Se o ar estiver muito seco, coloque uma bacia com √°gua no quarto ‚Äď n√£o onde pode pisar nela!
4. Exercício físico
Fa√ßa exerc√≠cios f√≠sicos. Milagre n√£o existe para emagrecer com sa√ļde. De prefer√™ncia, cinco vezes por semana. Escolha o que te deixar√° feliz ou de acordo com suas condi√ß√Ķes financeiras, nem que seja uma caminhada. O melhor hor√°rio para praticar esportes ou dan√ßa, para a maioria das pessoas, √© no final da tarde. Se o exerc√≠cio n√£o te ajudar a emagrecer logo, ao menos liberar√° serotonina. Assim, voc√™ ficar√° mais bem humorada.
5. Mude alguns h√°bitos
Prefira as escadas no lugar do elevador, a caminhada até o trabalho no lugar do carro, e por aí vai. Saiba que quem come com mais gente se sente feliz, mas come mais. Coma cinco vezes ao dia uma verdura, fruta ou legume. Ah, e realmente, você é o que você come. Suas células são alimentadas pelo o que você ingere.
6. Quantidade de alimento
Li em algum lugar que √© para comer como uma rainha no caf√© da manh√£, como uma princesa no almo√ßo, como uma pleb√©ia no caf√© da tarde e como uma miser√°vel na janta. Sacou? Antes de deitar, lembre-se do chazinho. V√° diminuindo a quantidade de comida durante o dia. E coma de tr√™s em tr√™s horas, nem que seja metade de uma fruta. Durante o regime, v√° diminuindo a quantidade aos poucos… Saiba que quem come menos vive mais e melhor ‚Äď n√£o estou falando de passar fome, hein?
7. Doces e junk food
Evite! Fuja de qualquer maneira. Mas se necessitar de um chocolatinho ‚Äď como eu ‚Äď coma um pequenininho peda√ßo. Voc√™ pode comer todos os doces, gorduras saturadas, enfim, toda a comida engordativa que quiser. Com limites. Por exemplo, como ap√≥s o almo√ßo metade de um bombom. Guardo na geladeira para no outro dia, no outro almo√ßo, comer a outra metade. Esque√ßa essa hist√≥ria de transg√™nico, alimento sem agrot√≥xico, gordura trans, etc. Se comer s√≥ um pouquinho do que √© industrializado, de doce ou da chamada ‚Äújunk food‚ÄĚ – com alto teor cal√≥rico e n√≠veis reduzidos de nutrientes ‚Äď n√£o ir√° engordar. At√© ficar√° mais feliz. O problema √© viver disso! Quanto aos alimentos sem agrot√≥xicos e essas coisas naturebas todas… Se tiver dinheiro para comprar, tudo bem. Caso contr√°rio, far√° mais mal s√≥ viver de doce do que comer um tomate agrotoxicalizado. A gente j√° vive na polui√ß√£o!
8. Dieta dos pontos
Esta funciona! Foi desenvolvida pelo Hospital das Cl√≠nicas de S√£o Paulo, se eu n√£o me engano. Nela, voc√™ pode comer de tudo, mas… Se abusar no doce, ficar√° sem algo saud√°vel no lugar. Voc√™ pode fazer isso contando as calorias. Est√° com dificuldades? Calcule seus pontos aqui.
9. Tenha bom senso
Se est√° satisfeita, por que vai comer? N√£o coma sem fome. N√£o coloque no mais prato para jogar fora. Tamb√©m n√£o adianta se empanturrar e ficar com peso na consci√™ncia ‚Äď ou assume ou n√£o come. Geralmente, cada um sabe o quanto tem que comer por dia para n√£o engordar. Coloque em pr√°tica. Coma pouco, mas n√£o fique horas sem comer. Coma o que gosta, mas prefira prote√≠nas, vegetais, frutas, legumes, produtos mais naturais como arroz integral no lugar do arroz branco, alimentos com pouco √≥leo ou gordura, salada temperada apenas com lim√£o e sal, etc. E coma um tiquinho de carboidrato por dia.
10. Seja feliz
Quando estamos felizes, aos percal√ßos passam mais leves e deixando menos seq√ľelas. Se ame para amar de verdade os outros. Para fazer essas a√ß√Ķes acima com dedica√ß√£o. Tenha o otimismo. Fa√ßa as atividades ‚Äď os hobbies – que te deixam contente. Cultive os amigos e parentes. Do ch√£o, ningu√©m passa.
Obs.: N√£o sou gorda. Nem fui. Agrade√ßo √† gen√©tica, a alguns exerc√≠cios f√≠sicos que fiz durante a minha vida e √† intelig√™ncia alimentar que minha m√£e me ensinou. Mas, como TODA mulher, sempre digo que quero fazer ou estou fazendo regime ‚Äď ningu√©m merece. Mesmo sendo choc√≥latra! Quando quero emagrecer, sigo todos esses passos. Cada frase. D√° certo.

Você está aqui.


“Nossos mais modernos telesc√≥pios permitem-nos enxergar diretamente milh√Ķes de gal√°xias. Mas eles n√£o s√£o capazes de fotografar nossa Via L√°ctea pelo simples fato de que estamos dentro dela.” Ent√£o, o que os cientistas fizeram? Pegaram as imagens que “fotografaram” por todos os lados da gal√°xia e juntaram em uma s√≥. O resultado √© essa impressionante figura.
“‘Nossa gal√°xia n√£o √© t√£o confusa como muitos pensavam. O que n√≥s descobrimos foram evid√™ncias de equil√≠brio e ordem, tal como o yin e o yang da filosofia chinesa,'” diz o astrof√≠sico Tom Dame. (…) Levando em conta estas e outras recentes descobertas, o novo ‘retrato falado’ da nossa gal√°xia mostra uma bel√≠ssima simetria, com dois bra√ßos espirais se espalhando suavemente a partir do seu centro, como se pode ver por esta concep√ß√£o art√≠stica, criada por Robert Hurt.”
Fonte: Inovação Tecnológica
E voc√™ achava que aquele amontoado brilhento de estrelas no c√©u era toda a Via L√°ctea? E ainda acreditava que morava em outra gal√°xia? √Č tudo farinha – l√°ctea – do mesmo saco! (Perco o amigo, mas n√£o a piada!)