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Aprenda com o passado da Ilha de P√°scoa

A dica de hoje √© o Museo de Arqueolog√≠a e Historia Francisco Fonck, na litor√Ęnea cidade com ar-condicionado natural Vi√Īa del Mar, no Chile. Ele primeiro atrai a aten√ß√£o por expor um grande moai (aquelas est√°tuas da Ilha de P√°scoa) com mais de dois metros em seu jardim – este, ali√°s, era o meu interesse inicial, pois queria novamente a euforia sentida ao ver um moai no British Museum. Pesquisando sobre o museu, vi que ele tinha, al√©m de uma √°rea destinada √† hist√≥ria natural, mais pe√ßas da polin√©sia chilena. J√° me deu coceira. Tenho loucura por essas ilhas do Oceano Pac√≠fico. Ali√°s, j√° que estou toda cultureba, se voc√™ tamb√©m gosta da cultura polin√©sia veja o filme ” Tabu, a Story of the South Seas” (1931), dos cineastas Robert Flaherty e Friedrich Wilhelm Murnau – a obra √© a vanguarda muda e em preto e branco dos document√°rios atuais.

Viajando de volta ao Chile, o museu exp√Ķe muitos textos sobre a Ilha da P√°scoa. Al√©m da j√° sabida (geralmente sem detalhes) hist√≥ria de que os pr√≥prios moradores da ilha, o povo Rapa Nui, a desmatou inteira, l√° descobri que sua cultura √© bem diferente das outras civiliza√ß√Ķes polin√©sias ou ind√≠genas contempor√Ęneas (antes do s√©culo XVII). Entre as informa√ß√Ķes que chamaram a aten√ß√£o: ningu√©m at√© hoje sabe sua origem exata, cada moai tem um nome (quem lembrar dos dados do que est√° exposto no Museu Fonck e no British Museum deixe nos coment√°rios deste post), eles eram mais guerreiros que o povo do Hawaii e do Tahiti (brigaram √† be√ßa entre os pr√≥prios povos e para que os europeus fossem embora da ilha) e praticavam a horticultura. Esta est√° diretamente relacionada ao desflorestamento do local.

Os rapanui pescavam, mas a horticultura era a base da sua subsist√™ncia – alguns ind√≠genas brasileiros s√£o coletores (vivem de colher frutos e afins da natureza, sem plantar). Eles cortavam e queimavam √°rvores para abrir lugar aos cultivos principalmente de: batatas, taro (“batata dos tr√≥picos”) e inhame. Para produzir o fogo, friccionavam um peda√ßo de madeira dura sobre o tronco de uma planta chamada hau hau. Nas festas, cozinhavam a comida em grandes fornos cobertos por folhas e h√ļmus. Os tocos de √°rvores tamb√©m eram usados em fornos de resid√™ncias, nas crema√ß√Ķes, nos cerimoniais. Por√©m, o uso indiscriminado da madeira ao longo do tempo causou a falta de mat√©ria-prima, dificultando a constru√ß√£o de embarca√ß√Ķes, o que impedia migra√ß√Ķes.

Enquanto isso, a popula√ß√£o crescia na ilha. Consequentemente, cada vez mais, o espa√ßo livre diminu√≠a e os conflitos entre grupos rivais aumentavam. Havia aristocracia, sacerdotes, guerreiros, gente “comum”. Segundo o museu, a batalha do Poike entre dois grupos foi o momento culminante da crise na ilha no fim do s√©culo XVII. Depois dessa guerra, os habitantes tiveram que se virar com os recursos naturais e pessoais que sobraram. As planta√ß√Ķes foram protegidas com jardins de pedras para conservar a umidade. Os cad√°veres deixaram de ser cremados: seus ossos eram guardados limpos dentro de c√Ęmaras debaixo de altares. As cerim√īnias asseguradas eram para proteger a fertilidade e para saber administrar com destreza os recursos para a subsist√™ncia.

Al√©m de v√°rias hist√≥rias, como essas informa√ß√Ķes, o museu tamb√©m conta com algumas pe√ßas do per√≠odo precolombiano (inclusive uma m√ļmia). Como o principal museu de arte precolombiana do mundo estava fechado para reformas de expans√£o, o Museo Chileno de Arte Precolombino, me contentei com o pouco que se mostrou muito. E fui feliz aprendendo com uma cultura que ainda vou conhecer mais de perto ao visitar sua terra natal. Sonhar √© preciso. Boa viagem!

O Pablo e o mar

Aqui est√£o duas, hoje e amanh√£, breves dicas para quem aproveita o carnaval para programar viagem ainda sem destino ou ao hermano Chile. A primeira delas √© o museu Isla Negra, localizado na cidade litor√Ęnea El Quisco – apesar do nome, ele n√£o est√° instalado em uma ilha. Fiquei emocionada ao visit√°-lo por ser uma das casas do poeta Pablo Neruda e por sentir pertinho a proximidade do escritor com o mar. Rela√ß√£o que j√° conhecia por meio de seus livros, mas pessoalmente se revelando uma surpresa marejada.

Pablo Neruda amava o mar e sentia por ele um grande respeito. Brandava ser um marinheiro em terra firme. No quintal de sua casa encravada em uma praia pedregosa, com o constante estrondoso barulho das ondas se chocando contra elas, colocou um velho barco comprado em certa ocasião. Nunca levou-o de volta às águas, dizia que não precisava. Gostava de beber com os amigos sentado em seus bancos e, ao levantar, já saía mareado da embarcação.

Dentro de todos os c√īmodos da “casa-barco” repleta de personalidade, reutilizava diversos objetos principalmente remetentes, claro, ao mar como as esculturas inseridas na frente das embarca√ß√Ķes – n√£o lembro o nome dado a elas em portugu√™s, em espanhol se chamam “mascar√≥n de proa”. Vou me segurar nos detalhes sobre a decora√ß√£o para evitar estragar as surpresas. Apenas ressaltar que, para Neruda, as resid√™ncias deveriam ser l√ļdicas. E destacar sua consci√™ncia ambiental j√° naquela √©poca, antes da d√©cada de 1970.

Certa vez, ao observar um dia agitado do mar, o poeta viu um objeto boiando pr√≥ximo √†s pedras. Pediu a Matilde, sua √ļltima esposa, ajuda para retirar o que se relevou um peda√ßo maci√ßo de madeira. “O mar me deu de presente o tampo de uma mesa”, disse. Depois de muito esfor√ßo, o casal levou para dentro de casa a pe√ßa a ser instalada em seu escrit√≥rio caseiro.

Essas s√£o poucas – e descritas neste post de maneira muito simples para um poeta t√£o grandioso – de muitas impress√Ķes e hist√≥rias guardadas em minha mem√≥ria ap√≥s visitar o abrigo de Neruda e ler as suas obras. Sua vida √© um exemplo de respeito ao meio ambiente, amor √†s artes e compaix√£o ao pr√≥ximo. Se tiver oportunidade de visitar sua resid√™ncia que hoje √© o museu Isla Negra, agarre-a firmemente.

Enquanto isso, do meu “apartamento-barco”, esta simples mortal que agora, mais ainda, se sente parte de uma vers√£o feminina do poeta – algu√©m que me entende -, resiste a mostrar para outros os poemas que escreveu relacionados ao tema e deixa um registro do legado de Neruda para voc√™ se marear com ou sem o balan√ßo das ondas:

El mar

 

Necesito del mar porque me ense√Īa:
no s√© si aprendo m√ļsica o conciencia:
no sé si es ola sola o ser profundo
o sólo ronca voz o deslumbrante
suposición de peces y navios.
El hecho es que hasta cuando estoy dormido
de alg√ļn modo magn√©tico circulo
en la universidad del oleaje.
No son sólo las conchas trituradas
como si alg√ļn planeta tembloroso
participara paulatina muerte,
no, del fragmento reconstruyo el día,
de una racha de sal la estalactita
y de una cucharada el dios inmenso.

 

Lo que antes me ense√Ī√≥ lo guardo! Es aire,
incesante viento, agua y arena.

 

Parece poco para el hombre joven
que aquí llegó a vivir con sus incendios,
y sin embargo el pulso que subía
y bajaba a su abismo,
el frío del azul que crepitaba,
el desmoronamiento de la estrella,
el tierno desplegarse de la ola
despilfarrando nieve con la espuma,
el poder quieto, allí, determinado
como un trono de piedra en lo profundo,
substituyó el recinto en que crecían
tristeza terca, amontonando olvido,
y cambió bruscamente mi existencia:
di mi adhesión al puro movimiento.

Diretor de cinema “explica” como os continentes se separaram

Fazendo uma retrospectiva nas obras de Carlos Saldanha, o famoso diretor brasileiro das sagas “A Era do Gelo” e da esperada – por mim! – anima√ß√£o “Rio“, encontrei uma explica√ß√£o para o fim da Pang√©ia – um continente √ļnico que, segundo cientistas, existiu no nosso planeta h√° 200 milh√Ķes de anos.
Para os pesquisadores, for√ßas internas da Terra culminaram na separa√ß√£o do grande continente em v√°rias partes – veja como os litorais da Am√©rica do Sul e da √Āfrica se “encaixam” como um quebra-cabe√ßas. Carlos Saldanha, tamb√©m criativo, tem outra ideia para o fim da grande massa unida de terra √† vista…
Divirta-se com a anima√ß√£o “Gone Nutty” (2003), de 4 minutos e pouco, em que o neur√≥tico esquilo Scrat – aquele engra√ßadinho do “A Era do Gelo” -, para variar, recolhe nozes desesperadamente. Imperd√≠vel:

Aliás, esse curta-metragem, criado descompromissadamente por Carlos Saldanha e equipe, ganhou o primeiro lugar no Los Angeles Art Film Festival e foi indicado ao Oscar de 2004. Tá bom, uma explicação bem facinha e mais científica sobre a Teoria da Deriva dos Continentes você encontra aqui, no site do IBGE.

Três filmes sobre meio ambiente

Certo dia, h√° uns dez anos, vi um document√°rio maravilhoso sobre antropologia e meio ambiente. Ele n√£o tinha falas, era repleto de batuques e com imagens de tirar o f√īlego. Queria indicar no Xis-Xis. S√≥ que meu c√©rebro n√£o conseguiu fazer as liga√ß√Ķes devidas para recuperar o nome do dito cujo da mem√≥ria. Tristemente, por mais que fucei na internet, tamb√©m n√£o encontrei em lugar algum o raio do filme “cabe√ßa-viagem” – bem do tipo que amo. Ent√£o, resolvi fazer uma pequena lista com tr√™s pel√≠culas hollywoodianas, mesmo, que abordam quest√Ķes ambientais. Um filme usa uma teoria cient√≠fica, outro sugere um futuro porco se continuarmos poluindo e um √ļltimo tira sarro dos ecochatas. Tchan tchan tchan tchan:
avatar.jpgAvatar
Sei que todo mundo escreveu sobre esse filme. E que ele possui v√°rios clich√™s. O fato √© que, al√©m das imagens gr√°ficas lindas, o diretor James Cameron criou uma representa√ß√£o da Teoria de Gaia. Segundo James Lovelock, o autor da teoria criada nos idos dos anos 70, a bioesfera (bio+esfera = parte da Terra em que pode existir vida, segundo o Michaelis) √© capaz de manter o planeta em equil√≠brio est√°vel. Para ele, tudo que h√° na Terra – minerais e seres vivos, por exemplo – se relacionam para manter o planeta ok. “Munito”, como diriam parentes meus crian√ßas.
wall-e.jpgWall-E
Esse filme √© gracinha. Fiquei emocionada com o robozinho. A hist√≥ria √© de um rob√ī solit√°rio que vive no meio do lixo que se tornou o planeta. Enquanto isso, os humanos navegam pelo universo em uma nave espacial que lembra 2001: Uma Odiss√©ia no Espa√ßo. O filme d√° uma mensagem clara: se continuarmos poluindo, gerando lixo, a Terra ser√° coberta por ele. At√© termos que fugir do pr√≥prio ambiente sujo que criamos. Al√©m disso, tamb√©m possui uma “pitada” de intelig√™ncia artificial – ci√™ncia da computa√ß√£o destinada a dar um pouco de intelig√™ncia e talvez de sentimentos √†s m√°quinas.
ossimpsonsofilme.jpgOs Simpsons – o Filme
Esse vi algumas vezes… E ri em todas. O sem-no√ß√£o Homer Simpson resolve ter como bicho de estima√ß√£o um porco. At√© a√≠, cada um com seus problemas. Mas o animal fazia muitas fezes. Homer resolve colocar tudo em um silo – uma constru√ß√£o cil√≠ndrica – que se enche rapidamente. O chefe da casa cria um desastre ambiental de grandes propor√ß√Ķes ao despejar todo aquele coc√ī no rio. A anima√ß√£o retrata os ecochatos, os problemas ambientais, as formas que os governos usam para “solucionar” a polui√ß√£o e por a√≠ vai. √Č uma tira√ß√£o de sarro com boas sacadas.

Document√°rios usam tecnologia para divulgar a natureza

vidamacaco c√≥pia.jpgFui √† pr√©-estr√©ia, ontem, da s√©rie “Vida” que ser√° transmitida a partir do dia 18 de mar√ßo no canal Discovery Channel. Na sess√£o, conferi o primeiro dos dez cap√≠tulos que fazem parte do programa. Os cap√≠tulos ser√£o transmitidos √†s 22 horas, todas as quintas.
Os document√°rios tratam da… natureza! Bingo. Eles focam v√°rias estrat√©gias impressionantes – muitas que exigem a intelig√™ncia dos animais – e os comportamentos extremos que os seres desenvolveram para garantir sua sobreviv√™ncia. Muitas hist√≥rias contadas na s√©rie n√£o s√£o novidades – como o macaco-prego ao lado que usa ferramenta para obter seu alimento preferido. Mas algumas eu n√£o conhecia ou n√£o com tantos detalhes. E n√£o vou contar, para n√£o perder a gra√ßa.
Na realidade, acho que o diferencial da “Vida” est√° na tecnologia utilizada. O que resultou em imagens de tirar o f√īlego. Os insetos foram focados t√£o de perto que d√° para ver os √≥rg√£os internos deles. As c√Ęmeras lentas, s√≥ que mais definidas do que estamos acostumados, mostram a ponta da l√≠ngua do camale√£o “abra√ßando” sua v√≠tima. Debaixo da √°gua a mesma defini√ß√£o.
Como isso tudo foi poss√≠vel? Perguntamos. De acordo com o pessoal da Discovery, eles usaram em todas as grava√ß√Ķes equipamentos de alta defini√ß√£o que d√£o um zoom absurdo. De forma que o comportamento √≠ntimo dos animais foram captados muito de perto. Parece que o c√Ęmera ficou, literalmente, colado nos animais.
A equipe, a mesma que desenvolveu a s√©rie de document√°rios “Planeta Terra”, demorou mais de quatro anos para produzir a “Vida” com mais de 3.000 dias de filmagem. Segundo o release, o sistema de capta√ß√£o “yogi cam” – que acompanha com suavidade os movimentos de veados e elefantes – foi desenvolvido para a s√©rie. Os morcegos bulldog foram filmados a dois mil frames por segundo – a vida em tempo real, como vemos normalmente na TV, usa cerca 30 frames por segundo. √Č a tecnologia usada a favor da divulga√ß√£o cient√≠fica. Lindo. Saiba mais aqui.

Fotografia: Micro x Macro

macromicro.jpg
Nunca mais esqueci uma série imagens Рseria uma exposição? Рda nossa natureza microscópica comparadas com o universo macroscópico lá do céu. As formas se repetiam. Como é possível? Não dava para distinguir o que era micro do que era macro.
Pena que n√£o lembro onde vi essas fotos. Mas tenho lind√≠ssimas sugest√Ķes para comparar os “dois mundos”. Tem um tempinho para viajar nas psicod√©licas fotos microsc√≥picas e macrosc√≥picas que n√£o s√£o captadas a olho nu?
Neste link da Universidade do Estado da Fl√≥rida, Estados Unidos, podemos ver – de pertinho – fotos do DNA, de mol√©culas, de materiais. √Č genial. Veja aqui, por exemplo, imagens em zoom de cervejas! Neste outro link, voc√™ pode at√© comprar um calend√°rio de 2010 da empresa Nikon que celebra os 35 anos de excel√™ncia na fotografia feita pelo microsc√≥pio.
E fotos do macro? O telesc√≥pio Hubble vai se aposentar – est√° velhinho para a tecnologia -, mas guarda esta galeria fant√°stica. Devo a ele horas pasmando em torno das estrelas. A Nasa tamb√©m possui in√ļmeras galerias. H√° uma que √© atualizada a todo momento com as imagens mais interessantes do universo no dia. Clique aqui, para conferir.
Suspiro. Como diz o ditado, é verdade. Muitas vezes, uma imagem vale mais que mil palavras.
Pegadinha da Isis: O que é micro e o que é macro nas fotos do post? Confira, aqui e ali, as respostas.

Extraordin√°rias fotografias da natureza

fotografo cópia.jpgEste post é para começar a semana inspirada! Alguns momentos revelam a extraordinariedade do meio ambiente ao serem capturados. Encanta. Tenho a impressão que nos faz voltar a uma espécie de princípio perdido.
Para alegrar nossa vis√£o, separei sites de dois fot√≥grafos brasileiros: Adriano Gambarini e Araqu√©m Alc√Ęntara. Entre seus trabalhos, est√£o os momentos – claro, √ļnicos – “retirados” da natureza. Quer relaxar um pouco? Visite o site de ambos clicando nos nomes.
Beijo, boa semana quase carnavalesca.
;]

Fotos aéreas exclusivas do Brasil

As belas paisagens começaram a aparecer do avião. Eu tentava adivinhar qual era cada lugar lindo que sobrevoávamos. Um momento, passamos por uma cadeia de montanhas que creio ser de Minas Gerais. Outros, por praias paradisíacas. O mar tinha duas cores: verde-esmeralda perto da praia e azul-violeta ao fundo. Creio ser na Bahia e no Sergipe. A foto ao lado, acredito que seja da foz do rio São Francisco. Ela é repleta de dunas em ambos os estados que divide: Alagoas e Sergipe.
Documentei tantas imagens interessantes por sua beleza e curiosidade que até resolvi criar um Flickr Рálbum de fotos Рexclusivo do Xis-xis. Conforme for atualizando os posts, coloco o link para o respectivo álbum. Para ver as imagens aéreas, clique aqui. Vamos combinar que, se alguém quiser usar as fotos, que peça permissão e dê os créditos.

Lindas fotos de ciência

Para distrair nesta sexta-feira ensolarada, faltam poucas horas para o final de semana chegar, deixo a dica de duas galerias de fotos. Essa de ci√™ncia, do jornal The New York Times, √© bela – como a “Monterey Bay Aquarium” – e hist√≥rica – como a “Nuclear Test Cloud In Pacific”. Ela re√ļne fotos dos pr√≥prios contratados da empresa e de outras institui√ß√Ķes como a Nasa. D√° vontade de imprimir algumas imagens, colocar em molduras e pendurar na parede da sala.
Outra galeria completamente imperdível é da balada agência Magnum. Como, Dios mío, eu nunca tive a ideia de entrar no site deles? Para quem não está ligando o nome à pessoa, só tenho uma coisa a dizer: os caras são animais. Praticamente, todas as fotos mais conhecidas do mundo foram sacadas por fotógrafos dessa agência. Como a que ilustra este post Рdo Steve Mccurry, tirada em 1984. Dei uma busca por ciência no site da agência. Veja aqui o que apareceu. No ano passado, fui a uma exposição de fotojornalismo da Magnum que ocorreu em Sampa. Saí emocionada.
Em ambas as galerias, as explica√ß√Ķes est√£o em ingl√™s. Mas se a lingua n√£o √© o seu forte, n√£o se preocupe. As imagens valem mais que mil palavras.