Mais um vídeo

Vídeo estimulando as pessoas a deixarem os carros e andarem de bicicleta. O outdoor que aparece no vídeo diz: “Transporte rodoviário é responsável por aproximadamente um quarto das emissões de CO2.” Por aqui vamos tentando pressionar os governos locais por mais ciclovias e sinalizações para ciclistas.

Blog Action Day e ONU

Pra todos aqueles que insistiram em dizer que o Blog Action Day não serviria pra absolutamente nada e que a vida continuaria igual após o evento, aí vai o texto de reconhecimento da ONU pelo dia. Parabéns a todos os blogs participantes (15.000 ao todo, em todo o mundo) e para todos os leitores que dedicaram um pouco do seu dia para pensar profundamente sobre meio ambiente!
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THOUSANDS OF BLOGGERS UNITE TO ISSUE CALL TO SAVE PLANET – UN
New York, Oct 15 2007 2:00PM
Thousands of online voices worldwide will join forces to push for environmental protection to mark the United Nations-backed first-ever Blog Action Day.
More than 12 million readers have viewed the 15,000 blogs – ranging from those promoting gardening such as “gardenrant.com” to sites providing tips for those interested in web businesses such as “entrepreneurs-journey.com” – participating in the event, supported by the UN Environment Programme (UNEP).
By uniting to raise awareness of environmental issues, the global blogging community hopes to reach millions of people and spur debate, the Nairobi-based agency said in a news release.
Topics touched upon by bloggers include the announcement of the Nobel peace prize being awarded to Al Gore and the UN Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), the safety of household cleaning products, and what people can do to contribute to the effort to reversing climate change.
For more details go to UN News Centre at http://www.un.org/news
To listen to news and in-depth programmes from UN Radio go to: http://radio.un.org/
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Imagens que valem mais que mil palavras

Bloggers Unite - Blog Action Day
Um dos assuntos mais procurados – e menos encontrados – neste blog, segundo o Statcounter, é: “qual a situação atual das geleiras?” ou “aquecimento global e geleiras”. Vou deixar a discussão pra cada um, porque não tem muita divergência de pensamentos depois que vemos fotos como estas.
Todos sabemos o que fazer.
Então, usemos as fotos não para ficarmos deprimidos e achando que nada mais tem jeito, mas para refletirmos em como podemos ajudar, onde podemos diminuir nossas emissões de carbono e o que podemos fazer pelo meio ambiente, direta ou indiretamente. Deixo o convite para reflexão!
“Alaska´s Portage Glacier”. A primeira foto foi tirada em 1914. A segunda, em 2004. Fonte: http://www.detectingdesign.com
“Chelenalp Glacier”. Fronteira entre a Suíça e a Itália. As pessoas marcam os pontos onde a borda da geleira se encontrava no ano em que nasceram. Fonte: http://www.climatechallenge.gov.uk
Groelândia. “A taxa de derretimento do gelo aumentou 250% entre os períodos de Abril de 2002 até Abril de 2004 e Maio de 2004 até Abril de 2006. Fonte: http://climateprogress.org

Al Gore e Painel Climático da ONU ganham Prêmio Nobel da Paz

Al Gore e IPCC, representado pelo presidente da instituição, Rajendra Pachauri ganham o Prêmio Nobel da Paz de 2007. O comite cita “seus esforços por construir e disseminar o conhecimento sobre as mudanças climáticas causadas por fatores antropogênicos”.
Al Gore, 59, é ex-vice presidente dos EUA no governo de Bill Clinton. Ganhou o Oscar por seu documentário sobre mudanças climáticas, “Uma verdade inconveniente”. Veja um clip aqui.
O IPCC, estabelecido em 1988, é a autoridade máxima sobre mudanças climáticas e têm publicados uma série de artigos científicos, contando com a colaboração direta ou indireta de mais de 2.000 cientístas e especialistas. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC, entrevistado em Delhi, diz que espera que o prêmio traga “uma grande conscientização e senso de urgência” para a luta contra o aquecimento global.
O Comitê exaltou os ganhadores por seus esforços em “construir as fundações das medidas que são necessárias para contrapor as mudanças [climáticas]”. Com isso, o comitê espera levantar a discussão sobre “o aumento do perigo de violentos conflitos e guerras internas e entre estados” afetados pelas mudanças.
Al Gore, que acredita numa “emergência planetária”, diz que doará sua metade do prêmio para “The Alliance for Climate Protection”.
O Prêmio estimula o conhecimento sobre a causa das mudanças climáticas e chama a atenção da população sobre as ações que podem ser realizadas para conter as emissões de gases do efeito estufa. Serve também como um incentivo para jovens cientistas e políticos para que acelerem as ações de mitigação e de adaptação em suas comunidades locais. O reconhecimento põe em cheque todos os cientistas e público geral que insistem em dizer que o aquecimento global não está acontecendo. Parabéns pela escolha do comite!
Saiba mais:
BBC News (em inglês)
UOL – Últimas notícias
IPCC – Wikipedia (em inglês)

Brasil x Mundo

Uma pequena comparação entre as emissões brasileiras e a média mundial de emissões de carbono equivalente.
BRASIL
+ 75% das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) são derivadas de práticas agrícolas, uso de terra e florestas, incluindo desmatamentos e queimadas
+ 25% das emissões de GEEs são derivadas da queima de combustíveis fósseis (gasolina, carvão, óleo diesel e outros derivados de petróleo, gás natural)
MUNDO
+ 22% das emissões de GEEs são derivados de práticas agrícolas, uso de terra e florestas, queimadas e desmatamentos.
+ 78% das emissões de GEEs são derivados de queima de combustíveis fósseis.
No ranking mundial das emissões o Brasil ocupa a 5º posição. Se não considerássemos na conta as emissões com desmatamento de florestas, ocuparíamos o 17º lugar.
Saiba mais:
+ O Eco
+ Agricultura e aquecimento global, Carlos Cerri

Hidrelétrica x Termelétrica

Estudos recentes realizados por Alexandre Kemenes, do Inpe, revelam que pelo menos 4 usinas hidrelétricas da Amazônia produzem mais carbono equivalente do que uma usina termelétrica movida a carvão vegetal (considerado o combustível mais poluente). As usinas estudadas foram Balbina, no rio Uatumã e Tucuruí, Samuel e Curuá-Uana.
A usina de Balbina, a melhor estudada, teve o índice de carbono equivalente calculado e, surpreendentemente, a usina emite 10x carbono equivalente que uma usina termelétrica que produz a mesma potência (míseros 250 MW para uma área alagada de 2600 Km2).
Mas de onde vêm os gases do efeito estufa de usinas hidrelétricas?
Áreas alagadas muito grandes e profundas construídas sobre uma área florestal não desmatada, aliada ao clima amazônico são os grande fatores que fazem dos reservatórios destas usinas grandes vilões. Kemenes explica que a estabilidade climática da Amazônia produz extratos térmicos nas diferentes profundidades do lago. Maiores temperaturas permitem maior quantidade de gases dissolvidos na água.
O Processo
No fundo do lago há intensa atividade biológica, que torna o ambiente pobre em oxigênio. O ambiente anóxio aliado a grande quantidade de matéria orgânica deixada pelo não-desmatamento da floresta que foi alagada, promove a ação de bactérias anaeróbicas, que produzem altas taxas de metano (CH4) e gás carbônico (CO2).
Os lagos de alta profundidade provocam um outro fenômeno físico: a pressão hidrostástica, que mantém os gases aprisionados no fundo do lago.
Os gases chegam à atmosfera por 3 caminhos distintos:
1) Naturalmente – o aumento da concentração destes gases no fundo do lago produz bolhas de CH4 e CO2 que são lançados à atmosfera;
2) Pela atividade das turbinas das barragens – que trazem os gases aprisionados no fundo do lago para próximo à superfície;
3) À Jusante da barragem, onde pode haver maior movimentação de águas (e por isso eliminação do extrato térmico) e diminuição da profundidade (e consequente diminuição da pressão hidrostática).
Saiba mais:
+Agência FAPESP
+Geophysical Research Letters

Blog Action Day 2007

Só um videozinho pra lembrar que segunda-feira que vem é o Blog Action Day.
O Blog Action Day é dia 15 de outubro e tem como objetivo reunir opiniões, discussões, comentários, pensamentos, vídeos, fotos, enfim, tudo que a blogosfera for capaz de criar pra discutir um só assunto: MEIO AMBIENTE.
O Rastro de Carbono obviamente não poderia ficar fora desta. E pra lembrar os leitores, e para que os leitores lembrem os autores de outros blogs, posto mais um vídeo da campanha, muito embora ele seja em inglês.
Bloggers Unite - Blog Action Day

Rio de Janeiro proíbe queimadas para colheita de cana-de-açúcar

Após o apagão elétrico que atingiu todo o Espírito Santo e mais de 20 municípios do Rio de Janeiro em setembro deste ano, o Ministério de Minas e Energia solicitou a suspensão das queimadas no processo de colheita de cana-de-açúcar no norte do Estado fluminense. A decisão, que vale a partir de ontem (segunda-feira, 08 de outubro) reforça uma lei estadual que proíbe as queimadas em municípios do Rio de Janeiro desde 22 de dezembro de 1992 e que não vinha sendo cumprida.
Campos, Quissamã, São João da Barra, Cardoso Moreira e São Francisco de Itabapoana serão os principais municípios a terem que cumprir a nova medida. Quem desobedecer a ordem estará sujeito a uma pena de até cinco anos de prisão. As colheitas devem ser continuar sendo feitas manualmente, mas sem a utilização do fogo, o que dificulta o trabalho dos cortadores, mas é melhor tanto para o meio ambiente, quanto para as subestações de energia elétrica e fios de alta voltagem da região.
O secretário Estadual do Ambiente, Carlos Minc esteve reunido com todos os envolvidos no processo, dos produtores e trabalhadores rurais aos órgãos fiscalizadores, para discutir formas de minimizar as perdas para os agricultores. A colheita de cana-de-açúcar vai de abril a novembro, o que significa que o restante da plantação (cerca de 15%) deverá ser cortada segundo as novas determinações.
Esta é uma ótima oportunidade para que apareçam na região projetos de MDL substituindo a queimada por outras técnicas de colheita, seja manual ou mecânica. Vale lembrar que as queimadas para colheita de cana-de-açúcar eram até pouco tempo atrás uma das principais fontes de emissão de gás carbônico no interior do Estado de São Paulo. Só na última safra de 2006 foram queimados em São Paulo mais de 2,5 milhões de hectares de cana, o que teria lançado na atmosfera cerca de 750 mil toneladas de material particulado.
Saiba mais:
Agência Brasil
Inova – UNICAMP

Lucro para empresas e para o meio ambiente

Notícia via UOL
Ótimo texto pro pessoal preocupado em entender créditos de carbono e um pouco mais dos processos de MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo). Eu tomei a liberdade de adicionar ao texto alguns links, do próprio blog ou não, para quem quer se informar mais. Aquecimento global é assunto mais que recente e tem boas chances de ser tema de redações por aí. Boas dicas pro vestibular! E tem tudo a ver com o Rastro de Carbono!
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Por Manuela Martinez*
Em um mercado cada vez mais globalizado e competitivo, empresas e governos de países em desenvolvimento encontraram no combate à poluição uma fonte alternativa para aumentar as suas receitas e reduzir as emissões de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta.
Isto é possível devido ao Protocolo de Kyoto, documento assinado pela maioria dos países da ONU (Organização das Nações Unidas), em 1997, como mecanismo de controle da interferência humana no clima do mundo. O protocolo prevê uma redução, até 2012, de 5,2% na emissão de gases do efeito estufa, em relação aos níveis registrados em 1990.
Pelo acordo, os países que não estão dispostos a reduzir a poluição podem comprar o excedente de outras nações. A operação de compra e venda é simples: indústrias e países que não conseguem reduzir a quantidade de poluentes que despejam no ar precisam adquirir créditos de carbono. Por outro lado, as empresas e nações que poluem menos do que a cota estabelecida pelo Protocolo de Kyoto ganham o direito de negociar a diferença no mercado internacional.
Crédito de carbono
Para facilitar as transações, foi criada uma moeda, o crédito de carbono. Uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) equivale a um crédito de carbono, que pode ser negociado no mercado internacional, como qualquer ação de uma empresa.
Em 2006, as transações envolvendo créditos de carbono atingiram US$ 25 bilhões, sendo que os principais negociadores foram países da Europa e o Japão. A Austrália e os Estados Unidos, considerado o maior poluidor do mundo, não participam do acordo. Para estes países, cumprir o Protocolo de Kyoto significa diminuir o desenvolvimento econômico. Além disso, a Austrália e Estados Unidos também defendem a inclusão de países poluentes em desenvolvimento no acordo, como a China.
Bolsa de valores
Na América Latina, o primeiro leilão para a venda de créditos de carbono aconteceu em setembro de 2007, na Bolsa de Mercadorias e Futuros, no Brasil. O banco belgo-holandês Fortis pagou à Prefeitura de São Paulo R$ 34 milhões pelas emissões evitadas em um aterro sanitário.
As empresas interessadas em ingressar nesse mercado precisam desenvolver projetos que promovam a redução dos gases causadores do efeito estufa e realizar a sua inscrição na Bolsa de Valores. No pregão eletrônico, as empresas vão repassar os créditos, chamados de “Reduções Certificadas de Emissões”, a outras empresas. Aterros sanitários, usinas de álcool, indústrias siderúrgicas e centrais hidrelétricas são exemplos de potenciais empresas que podem realizar transações deste tipo.
Os gases do efeito estufa atuam retendo o calor do sol junto à terra, aumentando a temperatura global. O principal deles é o dióxido de carbono (CO2), emitido por veículos movidos a petróleo, usinas termelétricas a carvão, por exemplo.
IPCC
O CO2 é um dos gases responsáveis pela manutenção da temperatura terrestre. Porém, o seu excesso impede a saída de calor da atmosfera, provocando o aquecimento do planeta, denominado de efeito estufa. Segundo a ONU, o CO2 emitido pela queima de combustíveis fósseis representa mais de 80% dos gases do efeito estufa produzidos pelo homem.
A preocupação com o equilíbrio ambiental aumentou depois que o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), da ONU, divulgou um relatório revelando que, se a emissão de poluentes seguir no ritmo atual, a temperatura média do Planeta irá aumentar entre 1,8°C e 4° C, até 2100, o que provocaria danos irreparáveis ao meio ambiente. Com base nos resultados preliminares do Protocolo de Kyoto, que tem prazo de validade até 2012, os países já estudam outras fórmulas para reduzir a poluição no mundo.
*Manuela Martinez é jornalista e publicitária.

Divulgação de Livro On-Line

Conseqüências das mudanças globais para a América do Sul
Livro contém análises e conclusões de encontro de 600 especialistas
Foi lançada em agosto a versão digital do livro “A Contribution to Understanding the Regional Impacts of Global Change in South America”, que reúne os trabalhos apresentados na II Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, evento realizado pelo IEA em novembro de 2005 com a participação de cerca de 600 especialistas. O volume é organizado pelos professores Pedro Leite da Silva Dias (IEA, IAG/USP e Procam/USP), Wagner Costa Ribeiro (Procam/USP e FFLCH/USP) e Lucí Hidalgo Nunes (IG/Unicamp), tem 418 páginas e está disponível gratuitamente em www.iea.usp.br/iea/artigos/globalchangeinsouthamerica.pdf.
O livro faz parte do trabalho de refexão sobre as mudanças globais empreendido pelo IEA, em parceria com diversas instituições, desde o final dos anos 80. O trabalho terá continuidade com a III Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, que acontecerá de 4 a 8 de novembro, em São Paulo.
CONTEXTO
As mudanças globais ganharam importância no final do século 20 e passaram a ser alvo da política externa de países e pauta de reuniões diplomáticas com o objetivo de controlar o aquecimento do planeta. Apesar das dificuldades políticas, o Protocolo de Kyoto foi implementado antes da data prevista.
A ordem ambiental internacional, com todas as fragilidades que se possam apontar, começa a dar sinais de aplicação prática. “Talvez isso ocorra porque os impactos associados ao aquecimento global já podem ser observados; e eles passarão a ocorrer com maior freqüência no futuro, mas de forma diferenciada pelo planeta”, destacam os organizadores do livro.
Países do Hemisfério Sul poderão sofrer mudanças significativas na oferta de chuva, por exemplo, que pode afetar as cadeias produtivas de alimentos: “Isso certamente gerará novos fluxos de migrantes do campo à cidade, agravando ainda mais o desigual quadro social das metrópoles da América do Sul”.
Além disso, “parte expressiva da população que mora junto à costa terá que conviver com a elevação do nível do mar e as parcelas que vivem junto à Cordilheira dos Andes poderão encontrar dificuldades para conseguir água, cuja principal fonte é o degelo lento de geleiras”.
O livro lançado pelo IEA visa subsidiar o debate sobre essas questões por parte de cientistas, empresários e profissionais de áreas relacionadas, bem como por outros setores determinantes para a discussão pública dessas questões e adoção de políticas públicas pertinentes, como legisladores, jornalistas e representantes de organizações governamentais e não-governamentais.
CONTEÚDO
O livro é dividido em duas partes: “Modelagem e Mudança Climática Regional em Ecossistemas Terrestres e Aquáticos” e “Impactos Sociais das Mudanças Climáticas Regionais”.
Na primeira parte o leitor encontrará textos que abordam algumas conseqüências das mudanças globais que já podem ser aferidas na Amazônia, na Patagônia e no cerrado. Além disso, conhecerá modelos utilizados pelos pesquisadores para medir alterações e projetar cenários futuros decorrentes das mudanças regionais resultantes do aquecimento global. Nessa parte também estão incluídos os artigos sobre possíveis impactos na agricultura.
Na segunda parte estão os trabalhos que analisam: os impactos na saúde humana, no abastecimento hídrico em cidades e para a geração de energia; as relações internacionais na perspectiva de um regime internacional sobre mudanças climáticas; a percepção da sociedade sobre as mudanças globais; a vulnerabilidade e o risco em áreas urbanas; e as dimensões econômicas, inclusive oportunidades geradas pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto.
Ao final, encontram-se as conclusões e recomendações do evento que originou o livro, entre as quais destacam-se a incerteza em relação às conseqüências das mudanças globais, a necessidade da realização de mais pesquisas e, principalmente, estimulo ao debate junto à sociedade para que as alterações possam ser comprendidas e assimiladas sem maiores transtornos sociais.
Fonte do texto: IEA-USP

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