Impactos do homem: luz e som

Sempre mostramos o nosso impacto sobre o ar, a √°gua, a terra, etc. No entanto, as altera√ß√Ķes que trazemos a um ambiente s√£o maiores e mais inusitadas. No Brontossauros eu j√° comentei sobre o impacto que uma pequena rua no meio do mato tem sobre centop√©ias e minhocas, agora imagine o impacto de uma rodovia movimentada cruzando o cerrado ou uma floresta?
S√≥ que este impacto ainda √© observ√°vel, quem j√° dirigiu pelo interior do pa√≠s j√° deve ter visto tamandu√°s e tatus atropelados por caminh√Ķes. Estou falando de outros dois impactos mais inusitados ainda: o sonoro e luminoso.
Quem mora em cidade grande deve ter percebido que a noite n√£o √© t√£o escura quanto a noite no campo. A luminosidade emitida por n√≥s durante √† noite pode alterar o comportamento de animais. Este efeito √© facilmente observado quando aquela l√Ęmpada acesa se enche de insetos: a luz altera o seu senso de anvega√ß√£o a ponto deles morrerem queimados na incandescente fonte luminosa.
O som é um outro impacto inusitado. Um artigo da Wired menciona que a nossa poluição sonora pode estar interferindo na comunicação de animais. O artigo cita o caso de sapos, cuja vocalização é essencial na sua reprodução. Os sapos do exemplo vocalizam de modo sincronizado, dificultando a sua localização. Bernie Krause diz que o barulho de uma base militar perto do local está interferindo na sincronização do canto dos sapos, o canto dessincronizado pode ser facilmente encontrado por corujas e coiotes.
Por fim h√° o exemplo n√£o citado pela Wired (e que pode ser melhor comentado pela Lucia Malla) do barulho que fazemos dentro da √°gua. O som debaixo da √°gua se propaga mais longe, isso √© explorado por baleias e golfinhso apra se comunicar √† dist√Ęncia. Essa propriedade do som tamb√©m significa que o barulho dos motores dos barcos tamb√©m se propaguem longe. Aparentemente este barulho √© t√£o grande que pode interferir na audi√ß√£o dos golfinhos e baleias!
Mais um exemplo de por que o nosso Rastro de Carbono pode ser o menor de nossos problemas…

Lista nacional de postos de recolhimento de óleo de cozinha

A querida Clau Chow fez um post com os links do Instituto Akatu para a lista nacional de postos de recolhimento de √≥leo de cozinha. Vale muito a pena visitar! √ďleo usado e queimado que √© recolhido deixa de poluir nossos rios e solo e pode servir como combust√≠vel para autom√≥veis.

Visite o Sustentabilidade/Ecodesenvolvimento e saiba onde há um posto perto de você.

O outro Rastro

Ol√°, come√ßo as minhas contribui√ß√Ķes no Rastro de Carbono fugindo do assunto e falando de um outro Rastro que tem despertado a minha aten√ß√£o: o nosso Rastro H√≠drico.
De acordo com a ONU, necessitamos de 40 a 50 litros de água para as nossas necessidades básicas (na Sabesp diz 110 litros). A média de consumo na cidade de São Paulo é 220 litros de água por dia. São Paulo não é excessão: uma criança de um país desenvolvido gasta de 30 a 40 vezes mais água do que uma criança de um país em desenvolvimento.
Isto que dizer que o nosso Rastro Hídrico é cerca de 220 litros? Não, porque esse cálculo corresponde ao que usamos de água tratada, para calcular o quanto usamos de água diariamente, devemos incluir o quanto se usa de água para se produzir o que consumimos. Por exemplo: de acordo com a Waterfootprint.org, um quilo de carne exige 16 mil litros de água para ser produzido; uma xícara de café, usa 140 litros e um quilo de milho usa 900 litros.  Portanto, o nosso Rastro Hídrico diário é muito, mas MUITO maior que 220 litros de água!
S√≥ que n√£o dever√≠amos nos preocupar porque o nosso planeta √© coberto de √°gua, certo? Errado. H√°, na verdade, uma abund√Ęncia de √°gua salgada, impr√≥pria para o consumo. estas √°guas perfazem 98% da √°gua do planeta. Dos demais 2% de √°gua doce, 69.7% est√° presa em geleiras, 30.1% no subsolo, 0.86% congelada nos solos, 0.04% no ar e m√≠seros 0.3% em rios, lagos e p√Ęntanos! Isso sem contar o tanto destes 0.3% de 2% que est√£o contaminados…
Por isso, al√©m de pensarmos sempre nas nossas emiss√Ķes de carbono, tamb√©m √© importante nos lembrarmos da √°gua.
Fontes: Waterfootprint.org, UNWater

Co-estrelando: Carlos Hotta

√Č com imenso prazer que apresento a voc√™s o primeiro colaborador do Rastro de Carbono: Carlos Hotta.

O Carlos também é biólogo e, além de, a partir de agora, publicar no Rastro de Carbono, também publica no joguinhos viciantes, o blog de jogos do hitechlive e no brontossauros em meu jardim. Resumindo: um blogueiro de carteirinha.

Vou deixar o próximo post pro Carlos se apresentar e apresentar o que pode fazer como colaborador do Rastro de Carbono.

Diz aí, Carlos!

P.S.: Por √ļltimo, e definitivamente o mais importante, o Carlos √© a pessoa com quem eu, al√©m de dividir os posts do Rastro, tamb√©m divido a minha vida.

Curtas – Florestas

“O desmatamento e a queimada das florestas liberam anualmente cerca de 1,6 bilh√£o de toneladas de carbono na atmosfera. Ao lado da queima dos combust√≠veis f√≥sseis ‚Äď que emite entre 6,4 e 7,2 bilh√Ķes de toneladas ‚Äď, a destrui√ß√£o da floresta est√° entre os grandes respons√°veis pela concentra√ß√£o de gases de efeito estufa que causou, nos √ļltimos 50 anos, um aumento de 1,7¬ļC na temperatura m√©dia da Terra.”

Paulo Artaxo Рprofessor titular e chefe do Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física da Universidade de São Paulo.

Fonte: Agência FAPESP

Recomendo – livro

Conheci esta semana um livro fant√°stico: Imagens que contam o mundo, de Eric Godeau, editado no Brasil pela Edi√ß√Ķes SM.

“Imagens que contam o mundo” traz uma s√©rie de fotografias que contam a nossa hist√≥ria, desde 1950 at√© 2007. Entre a recostru√ß√£o da Europa p√≥s-guerra, apartheid , Guerra Fria, Gagarin, Pel√© The Beatles, movimento feminista, Jo√£o Paulo II em Auschwitz, independ√™ncia da Palestina, queda do muro de Berlim, Mandela presidente, globaliza√ß√£o, surgimento do Euro, e muito mais, os anos 2000 chegam cheios de tecnologia e h√°bitos arcaicos.¬† Trag√©dias ambientais como o cliclone Katrina, tsunami, megal√≥poles megapolu√≠das e aquecimento global. Trag√©dias n√£o t√£o aparentes quanto maus h√°bitos de consumo e obesidade infantil.

Tudo com fotos bel√≠ssimas e cita√ß√Ķes de pol√≠ticos, celebridades e jornais importantes no mundo. Quer um exemplo?

“Observem esta ervilha. √Č aqui. √Č nossa casa. Somos n√≥s. Na hist√≥ria da humanidade, todas as nossas alegrias, nossos sofrimentos, milhares de religi√Ķes, de ideologias, de doutrinas econ√īmicas, ca√ßadores, her√≥is e covardes, criadores, destruidores de civiliza√ß√£o, reis e camponeses, jovens casais enamorados, m√£es, pais, crian√ßas cheias de esperan√ßa, moralistas, pol√≠ticos corruptos, superstars, grandes l√≠deres, santos, pecadores viveram aqui, num gr√£o de poeira suspenso num raio de sol.”

Carl Sagan (1934-1996)

Os biocombustíveis e o preço dos alimentos

Hoje a FAO (Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para a Alimenta√ß√£o e a Agricultura) divulgou um relat√≥rio onde afirma que os alimentos n√£o voltar√£o a ser baratos. O aumento na demanda e a necessidade de repor os estoques manter√° a o pre√ßo dos alimentos altos.

Segundo Ariovaldo Umbelino de Oliveira, professor da USP, as causas para o aumento no custo de alimentos v√£o al√©m da produ√ß√£o dos biocombust√≠veis. O pre√ßo de produtos como o arroz, o trigo e a soja observado nos √ļltimos meses relaciona-se ao aumento no custo do barril de petr√≥leo, que tamb√©m ocasiona o aumento dos agroqu√≠micos e consequentemente o aumento na produ√ß√£o de alimentos.

O pre√ßo do milho no mercado internacional, impulsionado pelo uso do milho para a produ√ß√£o de etanol pelos EUA causaram um aumento nos pre√ßos de arroz, soja e trigo. Muitos dos produtores desses alimentos redirecionaram sua produ√ß√£o para milho, o que causou uma diminui√ß√£o nos estoques dos outros cereais, causando aumento do pre√ßo desses produtos. Esse dado nos faz acreditar que no caso do etanol brasileiro,¬† produzido a partir de cana-de-a√ß√ļcar, a hist√≥ria √© outra e n√£o haveriam aumentos dos alimentos.

Porém, no Brasil, houve aumento nos preços de feijão, arroz e mandioca, principalmente porque muitos dos produtores desses alimentos direcionaram suas lavouras para o plantio de milho, já que o preço desse grão no mercado internacional era maior.

Segundo a FAO, o aumento no preço dos gêneros alimentícios ocasionou um aumento na produção dos alimentos e as próximas safras devem ser boas. Porém o preço dos alimentos deverá continuar alto.

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Os agrocombustíveis e a crise dos alimentos
por Ariovaldo Umbelino de Oliveira

As políticas neoliberais aplicadas à agricultura e ao comércio mundial de alimentos são responsáveis pela crise que se abateu sobre os alimentos na atualidade. Ela é resultado da total incapacidade do mercado para construir uma política mundial de segurança ou de soberania alimentar. Vários são os fatores para explicá-la.
Em primeiro lugar, deve-se destacar que depois da cria√ß√£o da FAO (Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para a Alimenta√ß√£o e Agricultura) e do advento da revolu√ß√£o verde, o mundo capitalista adotou um mecanismo de controle de produ√ß√£o de alimentos baseado no sistema de estoques. Essa sistem√°tica tinha por objetivo garantir excedentes agr√≠colas alimentares que permitissem simultaneamente, garantir a oferta de alimentos diante o fantasma da fome e a regula√ß√£o de seus pre√ßos contra as a√ß√Ķes especulativas dos players capitalistas (jogadores do mercado das bolsas de mercadorias e valores). Com o neoliberalismo e a cria√ß√£o da OMC (Organiza√ß√£o Mundial do Com√©rcio), o sistema adotado √© aquele da coloca√ß√£o dos estoques no mercado e do imp√©rio absoluto do livre com√©rcio. Ou seja, o mercado atrav√©s da disponibilidade dos estoques seria o regulador da oferta da produ√ß√£o de alimentos. Essa mudan√ßa revela na atualidade sua consequ√™ncia: a crise.
Com a redu√ß√£o dos estoques de alimentos e da eleva√ß√£o de seus pre√ßos, os fundos de investimentos que sofreram violentas perdas, com as ‚Äėsubprime‚Äô, no mercado financieiro e imobili√°rio norte-americano, passaram a investir no mercado futuro, das commodities (milho, soja, trigo e arroz, principalmente). Este processo meramente especulativo atua no controle privado dos estoques e sobre a possibilidade de oferta de alimentos no mercado futuro. Dessa forma, todas as commodities t√™m j√° pre√ßos para o final do ano ascendentes.
Simultaneamente, com estes dois processos, articula-se a segunda causa em import√Ęncia: a op√ß√£o dos EUA pela produ√ß√£o do etanol a partir do milho. √Č √≥bvio que o efeito desta escolha fez com que parte do milho destinado √† alimenta√ß√£o humana e √† produ√ß√£o de ra√ß√£o animal fosse destinada √† produ√ß√£o do agrocombust√≠vel. Por√©m, o aumento r√°pido do consumo do gr√£o gerou mecanismos especulativos na queda dos estoques. Essa queda, por usa vez, puxou para cima consigo os pre√ßos da soja, trigo e arroz.
A terceira causa decorre do aumento do preço do petróleo, uma vez que já há previsóes para que o preço do barril chegue a US$ 200. A produção de grãos na revolução verde está assentada no setor agroquímico, e esse é comandado pela lógica do preço do petróleo. Com a subida do preço do petróleo, sobe o dos agroquímicos e também o custo da produção agropecuária. Consequêntemente, esta pressão atua no sentido do aumento dos preços dos alimentos.
No caso brasileiro, como consequ√™ncia da crise mundial e da eleva√ß√£o dos pre√ßos internacionais do trigo associado ao bloqueio estabelecido pela Argentina em rela√ß√£o √†s exporta√ß√Ķes deste cereal ao Brasil, seu pre√ßo e de seus derivados est√£o aumentando. O pa√≠s, sendo o maior importador mundial de trigo, precisa importar 7 das 10 milh√≥es de toneladas que consome. Essa produ√ß√£o vem dos EUA e Canad√°, a pre√ßos elevados e frete aumentando.
Com rela√ß√£o aos tr√™s alimentos b√°sicos da popula√ß√£o brasileira (feij√£o, arroz e mandioca), desde 1992 o pa√≠s n√£o expande sua √°rea plantada. O aumento do pre√ßo do feij√£o, por exemplo, decorreu da convers√£o da sua produ√ß√£o em terras para cultivo do milho, que tinha pre√ßos mais vantajosos no mercado mundial, em fun√ß√£o da escalada provocada pelo etanol americano. Escalada que atingiu tamb√©m a soja, que, na falta do milho, o substituiu na ra√ß√£o animal ‚Äď n√£o na alimenta√ß√£o¬† humana.
No caso do arroz, os estoques de que o Brasil disp√Ķem s√£o baix√≠ssimos ‚Äď 10% da demanda. A perspectiva de safra, j√° praticamento colhida, momentaneamente n√£o sinaliza para uma situa√ß√£o de falta do produto, mas seu pre√ßo no mercado interno j√° subiu.
Dessa forma, como n√£o h√° estoques suficientes no pa√≠s e, os pre√ßos no mercado mundial est√£o elevados, e em parte, as exporta√ß√Ķes bloqueadas, continuar√£o a falta e os pre√ßos altos dos alimentos no pa√≠s. Assim, a dedu√ß√£o l√≥gica desta pol√≠tica que transforma alimento em agrocombust√≠vel √© a crise mundial dos alimentos.

Ariovaldo Umbelino de Oliveira √© professor Titular de Geografia Agr√°ria ‚Äď FFLCH ‚Äď USP/ABRA/Instituto I√°nde. Texto publicado no Jornal do Campus, N√ļmero 338, Ano 26.

“Do Tamanduatey ao Pinheiros” ou “O que fizemos com o rio?”

Rio, que rio? Tudo o que sinto é o cheiro, principalmente nos dias quentes.

Esta é uma frase fictícia. Porém não irreal. Todos os dias olho pela janela do trem, o rio Pinheiros. E todos os dias fico imaginando o que seria do rio se ele fosse diferente. Se ele fosse um rio, a bem dizer. Se ele tivesse um fluxo. Se ele tivesse cor de rio. Se ele tivesse curvas (como um rio).

Mas a hist√≥ria do rio √© outra. E √© triste. Tudo tem rela√ß√£o com uma cidadezinha, de aproximadamente 20 mil habitantes, que, em duzentos anos, passou a ter 11 milh√Ķes. E os habitantes precisavam de energia! E pra gerar energia que os problemas do Tamanduatey come√ßaram.

Come√ßaram quando uma certa companhia canadense, resolveu se aproveitar de uma lei e de uma enchente. E, em 1929, em plena quebra da bolsa de New York, que a The S√£o Paulo Railway Light and Power se aproveitou das grandes chuvas que assolavam S√£o Paulo para, numa manobra “absolutamente legal” se apossar de quil√īmetros e quil√īmetros de v√°rzea. E se aproveitaram do rio para inverter seu fluxo e bombear √°gua para a represa Billings, e de l√° para a usina hidrel√©trica Borden, em Cubat√£o.

A preocupa√ß√£o da cidade com o rio nunca foi de abastecimento de √°gua. Foi de gera√ß√£o de energia. E aos poucos, com o crescimento da economia e a chegada das ind√ļstrias, o rio foi ficando mais e mais polu√≠do. E n√£o √© a toa que o que vejo todos os dias do trem √© um imenso c√≥rrego de √°gua preta e parada. Por isso, nadadores, remadores e lavadeiras tiveram que deixar o rio.

Conta que os trilhos do bonde chegavam at√© o rio, transportando areia… era um bonde de carga. Do rio Pinheiros tiravam areia usada nas constru√ß√Ķes. Tinha cachoeira. A √°gua era uma maravilha… um compadre tinha um barco, √†s vezes me levava para passear… o rio foi retificado e transformou-se num esgoto a c√©u aberto. Esse peda√ßo daqui ainda era limpo, mas logo ali na frente a gente via o esgoto caindo no rio. Celeste, 89 anos.

E por que o rio n√£o fica limpo? Por que n√£o h√° programas p√ļblicos? Pra falar a verdade programas at√© existem. O projeto POMAR busca um dos desafios, que, para mim, √© o maior de todos. Trazer as pessoas para perto do rio. Faz√™-las reconhecer que o c√≥rrego preto √© um rio. √Č um “exerc√≠cio ambiental de resgate da cidadania” n√£o do rio, mas das milhares de pessoas que passam por ele todos os dias, sem notar que ele existe (a n√£o ser quando ele fede).

Perceber o rio, sentir que ele faz parte da cidade, olh√°-lo e observ√°-lo s√£o tarefas que as pessoas que passam pelo Pinheiros t√™m de fazer. O envolvimento das pessoas, as a√ß√Ķes pessoais, as press√Ķes para pol√≠ticas p√ļblicas eficientes s√£o de fundamental import√Ęncia para que o Pinheiros volte a ser um rio.
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Este texto foi escrito para a Blogagem Coletiva Blogueiro Repórter. Caso você tenha gostado do texto, por favor, vote nele no Dihitt.

Fala Leitor!

Ol√° Paula,

procurando sobre ciclovias do mundo encontrei uma postagem sua no blog da “Fa√ßa a sua parte” Achei muito interessante, por√©m triste. Pois vc n√£o mencionou sobre as ciclovias de Sorocaba.
Vc j√° as viu?
São mt interessantes, pois diferentes das outras turisticas do Brasil, como a do RJ que é só na orla, as de Sorocaba interligam a cidade para que o cidadão possa justamente utilizar a bicicleta como meio de transporte. E a prefeitura ainda esta organizando além de passeios foruns de debates sobre a utilização da bicicleta.
Dê uma olhada no pequeno documentario que fiz sobre um trabalhador sorocabano que cruza a cidade diariamente de bicicleta rumo ao seu serviço.

http://www.youtube.com/watch?v=ncf0LmDwLtM

Muito obrigado!
Abraço!!

Bruno
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Oi Bruno,

N√£o conhecia n√£o! Mas vou ver… De qualquer maneira, parab√©ns para Sorocaba! E que todas as cidades sigam o seu exemplo!
Se você quiser dar uma olhadinha na matéria original, que eu publiquei aqui no Rastro de Carbono, aí vai o link.

Abraços!

Bom humor é sempre bom

Divirtam-se!

O meu favorito √© o “Eat local”.
Fonte: PHD Comics