Anivers√°rios do 42.

Continuando o ano de comemora√ß√Ķes, hoje, mais especificamente neste momento, o 42. completa tr√™s milh√Ķes de minutos! Com uma m√©dia de quase um visitante por minuto [1] desde que comecei a blogar.

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Dois milh√Ķes, novecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e nove (2999999), por sua vez, √© um n√ļmero primo! Mas isso n√£o tem nada a ver com a data de hoje! √ä√™√™√™√™√™√™√™!

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[1] Contando somente o horário comercial, menos a pausa para o almoço e o cafezinho. Vários cafezinhos, aliás. E talvez uma ordem de magnitude a menos, também.

“Onde eu vou usar isso na minha vida?”

Durante minha vida acad√™mica eu testemunhei em v√°rias oportunidades alguns dos meus colegas reclamando das informa√ß√Ķes que recebiam dos professores, acusados de ensinar muita coisa desnecess√°ria.

Preciso dizer aqui que concordo com tal observa√ß√£o. A escola tradicionalmente nos empurra informa√ß√Ķes que s√£o completamente in√ļteis no mundo real e que em nada nos ajuda no nosso cotidiano (ou “na vida real”, como eu chamo o per√≠odo de tempo que ocorre fora da Academia).

Por exemplo: quantos entre voc√™s sabem usar estat√≠stica? Arriscaria dizer que menos de 50% sabe usar porcentagem e menos de metade √© familiar com o uso de fra√ß√Ķes.

Quanto mais eu estudava logaritmo, menos e menos eu aprendia. E também nunca precisei de matrizes para colocar um teto sobre a minha cabeça.

Quem precisou aprender sobre degrada√ß√£o de prote√≠na nas aulas de Biologia ou sobre liga√ß√Ķes i√īnicas nas de Qu√≠mica para colocar comida na mesa?

Para quê perder tempo aprendendo Física se toda a nossa informação hoje em dia vem pela Internet e TV (geralmente a cabo ou via satélite)?

Antigamente ningu√©m estudava Hist√≥ria e em nenhuma parte do mundo as civiliza√ß√Ķes deixavam de existir por n√£o saberem Geografia.

Filosofia e Literatura s√£o duas coisas in√ļteis tamb√©m, pois como j√° dizia Voltaire, “o valor dos grandes homens mede-se pela import√Ęncia dos seus servi√ßos prestados √† humanidade“.

Ningu√©m nunca precisou estudar um segundo idioma para pedir uma long neck e uma pizza ao gar√ßom, ou um croissant com cocktail de champagne no piano bar, nem para comprar tickets num site de Internet para um show de rock em turn√™ do CD de top hits, ou assumir que uma madame de batom e blush usa tamb√©m spray de cabelo e gosta de buqu√™ de tulipas e se veste como drag queen de pr√™t-√†-porter. Nem para constatar que o layout de um ateli√™ de fashion design num shopping √© igual a um camel√ī laissez-faire on-line que se acha chic por ser pink e n√£o ter toilette. Por exemplo.

Ai, que chato...

Ai, que chato…

Eu estudei at√© quebrar a perna do √≥culos e at√© hoje nunca usei uma catacrese ou hip√©rbole em minha na vida. A escola acabou e jamais usei uma meton√≠mia. Elipse, ent√£o…

Tirei muita nota ruim e horas da minha vida e, pá!, não aprendi o que é zeugma, onomatopeia, assíndeto, eufonia.

Alguém além dos alargados alambrados acadêmicos aprendeu a lidar com aliteração?

Eu, pessoalmente, olhei com meus próprios olhos para o livro até ele ficar com medo e não sei o significado de pleonasmo, perissologia, batologia ou prosopopeia.

A escola tentou me ensinar o que é tautologia porque a escola serve para ensinar.

Sabe-se lá o que significa ênclise! Tê-lo-ia aprendido se não me tivesse sido apresentado ao mesmo tempo em que mesóclise e próclise.

Não é excelente como a escola, excelente instituição de formação, nos fez aprender o que é diasirmo?

E de todas as figuras de linguagem, pelo menos uma delas eu domino plenamente. A rima!

Resenha – Forma√ß√£o do Brasil Contempor√Ęneo

“Salvo em alguns setores do pa√≠s, ainda conservam nossas rela√ß√Ķes sociais, em particular as de classe, um acentuado cunho colonial. (…) Quem percorre o Brasil de hoje fica muitas vezes surpreendido com aspectos que se imagina existirem nos nossos dias unicamente em livros de hist√≥ria.”

Surpreendentemente (ou n√£o), as palavras acima foram publicadas pela primeira vez 72 anos atr√°s. Caio Prado Jr. descreveu, em 1942, um Brasil que parece rec√©m sa√≠do da situa√ß√£o de col√īnia escravista, onde o trabalho livre ainda √© desorganizado, a economia interna ainda √© quase inexistente e a sociedade ainda n√£o aprendeu a lidar com a falta de escravos sociais. Isso tudo, tristemente, continua desconfortavelmente atual hoje em dia, quase duzentos anos depois do nosso “grito de independ√™ncia”.

caiopradojr

Forma√ß√£o do Brasil Contempor√Ęneo foi o livro que mais contribuiu para o autoconhecimento do nosso pa√≠s, at√© ent√£o dividido em ilhas de informa√ß√Ķes com intercomunica√ß√£o inadequada. Ele investiga esmiu√ßadamente a realidade do pa√≠s desde que √©ramos col√īnia portuguesa at√© a entitulada forma√ß√£o do Brasil como na√ß√£o.

A forma como ele exp√Ķe os problemas atuais (sim, a maioria continua bem fresca, mostrando como evolu√≠mos muito pouco nos √ļltimos dois s√©culos) e suas causas no passado nos ajuda a compreender o contexto para o resto do livro e nos d√° os fundamentos do que ele pensa ser a melhor forma de resolver nosso ran√ßo colonial, que serviu para nos distanciar do resto do mundo, e que nos desviou para o lado errado da evolu√ß√£o social.

Caio Prado Jr. deixa bem claro que fomos colonizados somente para facilitar os interesses mercantilistas, transformando o país num imenso galpão fornecedor de riquezas para os outros e que isso nos afeta até hoje (1942 para ele, 2014 para nós). Por estarmos na zona tropical, nossa sociedade foi inventada, diferente da tradicional sociedade colonial temperada, parecida o suficiente com a colonizadora a ponto de ser quase uma extensão desta. Aqui fomos diferentes desde o primeiro dia. A ocupação do interior, por exemplo, foi apenas uma necessidade num mundo sedento por monoculturas, tanto agrícolas quanto pecuárias.

Ele fala tamb√©m sobre as ra√ßas no Brasil, reclamando da falta de an√°lise sistem√°tica que “[f]ornece por isso ainda muito poucos elementos para a explica√ß√£o de fatos hist√≥ricos gerais, e temos por isso de nos contentar aqui no estudo da composi√ß√£o √©tnica do Brasil, em tomar as tr√™s ra√ßas como elementos irredut√≠veis, considerar cada qual unicamente na sua totalidade“. Especialmente na homogeneiza√ß√£o dos escravos, provenientes de v√°rias culturas distintas que foram for√ßados a conviver sob o peso dos grilh√Ķes pelos brancos, geralmente cat√≥licos.

Outra parte interessante √© quando ele discorre sobre a cria√ß√£o disforme da nossa sociedade, antes baseada no mercantilismo e escravid√£o, que precisa agora crescer, de alguma forma, num mundo onde existe liberdade social e econ√īmica. Esse monstro que se forma dessa situa√ß√£o cria a nossa sociedade com imensas fendas entre os abastados, que podem ter tudo do bom e do melhor que a Europa pode oferecer, e os desafortunados, impedidos de possuir.

Isso lembra alguma coisa?

Da coloniza√ß√£o e povoamento, passando por economia e com√©rcio e findando em (literalmente, sendo a √ļltima parte do livro) vida social e pol√≠tica, uma excelente leitura; did√°tica e intrigante. Certamente, este √© um dos livros que sempre quis ler mas me faltava oportunidade.

O volume acaba com uma entrevista sobre a import√Ęncia hist√≥rica de Forma√ß√£o do Brasil Contempor√Ęneo com o historiador Fernando Novais, seguida por um posf√°cio de Bernardo Ricupero.

O livro √© muito bom para nos fazer enxergar como nossa sociedade mudou muito pouco nestas √ļltimas oito ou doze d√©cadas e que algumas solu√ß√Ķes que poderiam ter sido postas em pr√°tica antes ainda t√™m seu lugar hoje em dia.

Recomendo para aqueles que gostam de aprender de onde vieram e, tudo coninuando da mesma forma, para onde ir√£o. Talvez marxista demais para a maioria dos gostos, mas objetivo em suas descri√ß√Ķes.

A bibliografia me deixou um pouco nervoso. √Č muita coisa interessante e muito pouco tempo para ler (ou at√© achar) tudo.

E, como bem lembrou minha esposa, Caio Prado Jr., Darcy Ribeiro (O Povo Brasileiro Рtambém na Companhia das Letras) e Gilberto Freyre (Casa Grande & Senzala) são os três autores indispensáveis para aqueles que querem entender melhor do Brasil. Por favor, se você gostar de um, leia-os todos.

Forma√ß√£o do Brasil Contempor√Ęneo, de Caio Prado Jr., relan√ßado pela Companhia das Letras e dispon√≠vel em livro eletr√īnico ou arb√≥reo.

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Resenha atrasadíssima. Mas a culpa não é minha, afinal não posso ser responsabilizado pelas coisas que a procrastinação me força a fazer. Ou não fazer, como seja.

Aguardem mais resenhas de volumes da Companhia das Letras nos próximos meses. Fizemos uma parceria.

33 curiosidades sobre o n√ļmero 33

Hoje, por nenhum motivo especial, resolvi compilar uma lista de trinta e tr√™s propriedades sobre o n√ļmero 33. Um n√ļmero t√£o redondo que √© capicua at√© em bin√°rio!

Para aquecer, e como estamos em 2014, vamos começar multiplicando este por aquele. 2014 * 33 = 66462. Notaram alguma relação interessante?

Em ASCII, simbolizando a minha surpresa no fim daquela conta, 33 equivale a uma exclamação! Como a que usei lá em cima! Uau!

Falando nisso, trinta e tr√™s fatorial, ou 33! = 8683317618811886495518194401280000000. O que por extenso se l√™: oito undecilh√Ķes, seiscentos e oitenta e tr√™s decilh√Ķes, trezentos e dezessete nonilh√Ķes, seiscentos e dezoito octilh√Ķes, oitocentos e onze septilh√Ķes, oitocentos e oitenta e seis sextilh√Ķes, quatrocentos e noventa e cinco quintilh√Ķes, quinhentos e dezoito quadrilh√Ķes, cento e noventa e quatro trilh√Ķes, quatrocentos e um bilh√Ķes e duzentos e oitenta milh√Ķes. Com direito a metade de um “33” ocupando a posi√ß√£o dos decilh√Ķes, que √© um n√ļmero com 33 d√≠gitos.

A primeira vez que uma sequ√™ncia de sete zeros seguidos (como no final do n√ļmero acima) aparece em pi √© a partir da 3794571¬™ casa decimal. 3794571 √© divis√≠vel por 33.

Voltando um pouco, 33 √© a soma dos fatoriais dos quatro primeiros n√ļmeros inteiros. 1! + 2! + 3! + 4! = 33.

33 √© o menor n√ļmero com 9 (ou 3 vezes 3) representa√ß√Ķes da soma de 3 primos. 2 + 2 + 29 = 3 + 7 + 23 = 3 + 11 + 19 = 3 + 13 + 17 = 5 + 5 + 23 = 5 + 11 + 17 = 7 + 7 + 19 = 7 + 13 + 13 = 11 + 11 + 11.

33 √© tamb√©m o menor n√ļmero que pode ser expresso como a soma de dois n√ļmeros positivos elevados √† quinta pot√™ncia. 1^5 + 2^5 = 33.

Agora vamos para algo mais, digamos assim, “org√Ęnico”.

Nos c√≠rculos da engenharia de √°udio, conta-se que 33Hz seria “a frequ√™ncia de resson√Ęncia clitoriana”. Aparentemente (n√£o acho que isso tenha sido calculado em condi√ß√Ķes ideais e/ou livres de √°lcool), existe uma faixa de peso ideal para o efeito mas dizem que uma m√°quina de lavar em modo centrifuga√ß√£o alcan√ßa tal frequ√™ncia (#ficadica). Alternativamente, se voc√™ tem um subwoofer em casa (em casa! N√£o posso frisar isso o suficiente), eis aqui dez minutos de 33 hertz para sua aprecia√ß√£o.

John Cage, compositor experimental, escreveu uma m√ļsica em tr√™s movimentos chamada 4’33”. A partitura recomenda ao(s) m√ļsico(s) que n√£o toque no seu instrumento por exatamente quatro minutos e trinta e tr√™s segundos. Muita gente acha Cage louco por fazer isso, outros o acham engra√ßado, mas poucos se d√£o conta de que o verdadeiro foco de 4’33” n√£o s√£o os m√ļsicos, mas os espectadores que, ap√≥s quase um minuto de sil√™ncio, come√ßam a “tocar” a m√ļsica em si, uma m√ļsica org√Ęnica, improvisada e irrepet√≠vel, composta por cochichos, tosses, reclama√ß√Ķes, rangidos de assento e, quem sabe, talvez at√© um vibrador na plateia.

Terceiro movimento da composição 4'33", já se aproximando do clímax.

Terceiro movimento da composi√ß√£o 4’33”, j√° se aproximando do cl√≠max.

No mar, a pressão sobre um corpo aumenta uma atmosfera (1 atm) a cada dez metros, ou 33 pés, que o corpo afunda.

O sul africano Nuno Gomes tem o recorde do Guinness de mergulho ultraprofundo, chegando aos 318 metros. Outro mergulhador, Pascal Bernabé, contesta o recorde, dizendo que chegou aos 330 metros (ficando sob 33 atmosferas) mas ainda falta evidência confirmável disso.

Da área terrestre onde podemos andar sem molhar as canelas, 33% da superfície é formada por desertos. Tanto os frios quanto os quentes.
Alguns até se encontrando diretamente com o mar, como na Namíbia ou na Austrália.

Falando em deserto quente, o √Ęngulo de repouso cr√≠tico da areia seca √© mais ou menos 33 graus. Digo “mais ou menos” porque depende da granulosidade da areia e da defini√ß√£o funcional de “seca”.

A coluna vertebral humana (que sofre mais problemas de compress√£o por mergulhos em √°reas pr√≥ximas aos 33% acima) tem 33 ossos. O que me parece um pouco de trapa√ßa, j√° que, dos 33, cinco s√£o fundidos para formar o sacro. Que √© um frase que deve ser dita com muito cuidado e aten√ß√£o aos fonemas quando em p√ļblico.

A Divina Com√©dia √© dividida em tr√™s partes de 33 cantos cada. N√£o tenho muito mais a acrescentar, j√° que nunca consegui terminar de ler o livro. Posso dizer, pelo menos, que a p√°gina 33 da minha c√≥pia discorre sobre o quarto c√≠rculo do inferno, onde “encontram-se os pr√≥digos e os avarentos“, dentre eles “papas, cl√©rigos ou cardeais, dominados pela torpe avareza“.

Em 1633, Galileu Galilei √© condenado por heresia por defender que a Terra gira ao redor do Sol. Na √©poca em que a Igreja mandava, uma condena√ß√£o dessas n√£o era besteira e ele ficou preso pelos √ļltimos nove anos de sua vida por ter escrito uma coisa que era verdade. Ele foi julgado e condenado por causa de uma ideia. Esta arbitrariedade combinada com um poder supremo √© o principal problema num estado teocr√°tico.

Em Barcelona, na igreja da Sagrada Familia (aquela cuja construção nunca acaba) existe um quadrado mágico cuja soma é 33. Mas aí eu acho que tem algo a ver com mitos cristãos.

O fil√≥sofo William Whewell cunhou o termo “cientista” em 1833. Mesmo ano em que Ada Lovelace conheceu Charles Babbage e sua m√°quina diferencial. Talvez “1833” seja um n√ļmero importante para a Ci√™ncia da Computa√ß√£o.

Magnitude absoluta √© a medida do brilho instr√≠nseco de um objeto celestial a 10 parsecs, ou, aproximadamente, 33 anos-luz. A dist√Ęncia daqui para P√≥lux, a estrela gigante mais pr√≥xima de n√≥s.

Nesta escala, a Terra é invisível.

Nesta escala, a Terra é invisível.

A famosa nebulosa Cabe√ßa de Cavalo, descoberta por Williamina Fleming dentro de um espa√ßo catalogado cem anos antes por Caroline Herschel, √© oficialmente (para certas defini√ß√Ķes de “oficialmente”) conhecida como Barnard 33.

33 √© o n√ļmero at√īmico do ars√™nico, cuja formula√ß√£o homeop√°tica n√£o me matou (PASMEM!) e que jamais poderia ser criado pela mistura de camar√Ķes com vitamina C porque isso seria rid√≠culo.

Em 1972, a aeromo√ßa (denomina√ß√£o da √©poca) Vesna Vulovińá sobreviveu a uma queda de 33 mil, 330 p√©s depois que o avi√£o onde trabalhava explodiu no ar. Ou pelo menos √© o que o Guinness registra (documentos recentes parecem mostrar que o avi√£o foi abatido “por engano” enquanto voava bem mais baixo que isso – mas mesmo assim…).

Num rel√≥gio anal√≥gico, os ponteiros das horas e dos minutos formam um √Ęngulo de 33¬į entre eles apenas duas vezes em minutos inteiros, √†s 11:54 e 12:06. N√£o sei se voc√™s sabem, mas existe uma f√≥rmula para calcular os √Ęngulos entre os ponteiros do rel√≥gio. S√©rio, existe uma f√≥rmula matem√°tica especificamente para isso. Quem disse que estabilidade no emprego n√£o compensa?

Aos 33 anos:

Douglas Adams viajou pela primeira vez a Madagascar, no que seria a primeira de muitas viagens ao redor do mundo que findariam no document√°rio ambientalista Last Chance to See;

Charles Darwin publicou The Structure and Distribution of Coral Reefs, seu primeiro livro científico;

Arthur C. Clarke publicou Interplanetary Flight: An Introduction to Astronautics, um livro de divulgação sobre exploração espacial;

Machado de Assis publicou seu primeiro romance, Ressurreição;

Isaac Asimov publicou Second Foundation, compilado de seriados menores;

Terry Pratchett j√° havia publicado Strata mas ainda nenhum Discworld, e;

John Bonham j√° estava morto. 33 anos atr√°s.

PUDUM TISSSSssssss...

PUDUM TISSSSssssss…

Anivers√°rios do 42.

Hoje[1] o 42. completa três anos marcianos! E, para melhorar ainda mais o clima, terça-feira nosso blog favorito escrito por mim no Scienceblogs completará 4 \sqrt{2} anos!

Primeira evid√™ncia f√≠sica de aproxima√ß√£o de ‚ąö2, j√° em prepara√ß√£o para este anivers√°rio.

Primeira evid√™ncia f√≠sica de aproxima√ß√£o de ‚ąö2, j√° em prepara√ß√£o para este anivers√°rio.

No começo deste ano, em 17 de janeiro, completamos 2e anos e, no primo seguinte, dia 19, alcançamos nosso tricentésimo-primo dia.

Dois primos mais tarde, inteiramos três anos áureos.[2]

Não é a lei, é a proporção.

Não é a lei, é a proporção.

Muitos anivers√°rios ainda est√£o por vir este ano. Fiquem ligados!

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[1] Contando a partir da separa√ß√£o do u√īleo, meu mais antigo e mais aleat√≥rio.

[2] Já sob a tutela do Scienceblogs, após o fim do Lablogatórios.

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