Enigma físico (ou quase, é mais um problema de lógica)

Cena A: você está no topo de um edifício bem alto e, sabendo o número de pavimentos (noventa e nove andares + pilotis) você supõe que o prédio tem trezentos metros de altura.

Cena B: a saída, por algum motivo, está bloqueada (zumbis, digamos) e, como se trata de uma situação real (fora os zumbis), você não pode simplesmente pular dali. Nem mesmo para outro prédio vizinho, visto que um edifício de cem andares deve, por lei, ter uma área de terreno consideravelmente grande. A não ser que você tenha asas (o que eu seriamente duvido), é impossível chegar em qualquer outro telhado sem se espatifar terminalmente contra o chão.

Eu disse que a lateral do prédio é lisa?

Cena 3: você nota uma corda com uma etiqueta dizendo “contém 225m” e um gancho na beirada da edificação, provavelmente deixados por um conjunto convoluto de situações improváveis envolvendo um representante de equipamentos para rapel e um limpador de janelas desleixado (provavelmente por causa do aviso prévio recebido na manhã anterior), completamente não-relacionados mas deus-ex-machinamente necessários para o resto do enigma.

Cena 4: Ao lado da porta que dá para a horda maligna de mortos-vivos você vê um aviso que lê: “ATENÇÃO AVENTUREIROS – O 50° ANDAR CONTA COM UM GANCHO SEMELHANTE AO ABANDONADO PELA FIRMA DE LIMPEZA, SENDO QUE DE OUTRA MARCA MAS IGUALMENTE FIXADO À PAREDE COM CINCO PARAFUSOS REFORÇADOS”

Cena IV: obviamente, você carrega consigo um óculos, um canivete, um pé-de-meia extra e um telefone celular sem carga (de bateria, não de créditos). Por alguma razão que não me diz respeito, você está usando tamancos holandeses de madeira tradicionais.

Questão 1: em tal situação, usando o que lhe está disponível, o que você faria para chegar com vida ao térreo?

(Nota: o andar térreo, ao contrário do telhado, está livre dos infectados. Uma vez na rua, você estará a salvo.)

Seres humanos semi-nus e o senso de humor – uma homenagem

Em homenagem ao meu amigo e ídolo intelectual Karl Guimarães d’Montaigne e às suas comentaristas ^feministas^ (aspas irônicas), apresento aqui uma propaganda australiana de roupa de baixo que muito provavelmente não fere a dignidade humana mas que quase certamente magoa algumas sensibilidades mais frágeis e afronta contra os distorcidos princípios enviesados de pseudo-humanistas que gostam de sujar o nome das boas (e bons) feministas.

Aproveitem.

Estes são objetos de verdade.

Bônus: eis aqui o link para o Dispersando sobre a morte do humor.

Que, sinceramente, é de uma total inutilidade para pessoas secas e de coração murcho, que não irão entender sequer o significado do título pelo mesmo motivo que os persas jamais entenderiam o termo “dinheiro de plástico”; ignorância conceitual.

P.S. Ainda um outro link, para um vídeo propagandeando cuecas e que em nada machuca a dignidade masculina (termo que uso aqui por minha própria conta e risco, visto que algumas pessoas não acreditam na ideia de que homens têm permissão para ostentar algo tão nobre quanto dignidade).

Mas evite assistir a ele no trabalho.

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