Enigma – resposta

Vamos à sequência misteriosa:
11; 21; 31; 22; 51; 32; 71;
O que esses números significam?
Eles representam nada mais que a sequência dos números naturais: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
Como assim?
Os números do enigma são termos de multiplicações, de modo que:
11 => 1×1 = 1;
21 => 2×1 = 2;
31 => 3×1 = 3;
22 => 2×2 = 4;
51 => 5×1 = 5;
32 => 3×2 = 6;
71 => 7×1 = 7.
Como após o 7 temos o 8 e como na sequência do enigma os termos maiores aparecem antes, o próximo número é:
8 = 4×2 => 42.
Sério, qual outro número seria?
Mas, aparentemente, meu método era apenas um entre vários para se chegar à Resposta.
Eu fiquei (e ainda estou, acreditem) bastante impressionado com as diferentes etapas possíveis.
Parabéns a todos!

Enigma

Não vou explicitar as condições que me fizeram pensar neste enigma agora há pouco porque pode ser meio constrangedor. Só vou dizer que envolve “café” e “jejum”.
Mas, vamos a ele:
Qual o próximo número nessa sequência?
11; 21; 31; 22; 51; 32; 71; ?

Resposta segunda-feira. Vão comentando!
(Cuidado com spoilers! Pensem e anotem a resposta antes de ler os comentários.)

Atenção!

O que você aqui encontra é a eliminação de informação.
Você lerá sobre estórias de descobertas científicas, suas implicações serão ponderadas por escrito no que talvez pareça uma tentativa de adicionar enormes quantidades de informação ao seu cérebro.
Mas não se engane! Ciência é uma arte redutora: evaporando informações supérfluas, concentrando interesses investigativos como um laser, fazendo girar a centrífuga de inferências potenciais até que apenas dados aplicáveis permaneçam.
Reduzindo a realidade até suas mais básicas definições para que seja transmutada em conhecimento útil, desprovido de observações desinformadas e ilusões humanas.
Não somos alquimistas de laser evaporador giratório, mas tentaremos eliminar toda a informação que não valha a pena reter.
O que sobrar, pode ser referido por “fato”. Pode ser encarado como verdade científica, pode ser visto em contexto no papel que ocupa dentro do mundo das ilusões humanas não-filtradas, desinformadas e de informações supérflua.
Texto original por Justin Jackson, traduzido e adaptado por Igor Santos.

Candiru (or the-fish-you-don’t-want-to-get-intimate-with)

This is the english version of a post written in portuguese, which can be found here.
Two fish are the stuff of nightmares in the Amazon region: the piranha and the candiru. The former is the carnivore that has sharp teeth and is attracted to blood, like small river sharks, while the later is a parasite that is attracted to urea and has a head that works like a hook.
Oh, yeah…
Piranhas kill in the traditional way: chewing your meat until there’s nothing left but partially-cleaned bones and a temporally satisfied school.
The candiru, in turn, kills in an innovative way: They freak you out dead.
But not the kind of freak-out that makes the freak so chic. Oh, no. This is much worse.
The fish, which is thicker than it should be, enters the urethra of people trying to relieve themselves in the river.
So why would this animal do such an evil thing?
Not on purpose, that’s for sure.
The candiru doesn’t really cares for willys. It is a temporary parasite that attaches itself to other fish for a few minutes in order to feast on their blood.
The victims excrete ammonia and urea from their gills, which attract the sucker. When the candiru reaches the gills, it hooks itself to an artery, where blood will be pumped into itself via the prey’s blood pressure.
Clever, ay?
The fish smell urea and ammonia dissolved in the river, like piranhas smell blood and bouncers smell fear.
However, when Candiru gets into the human urethra, nothing happens since it can’t suck blood, like mosquitoes do. Unless there is positive pressure pushing blood down its throat, it cannot eat.
For the candiru, the human urethra is like the soup bowl for the crane.
When the little bugger realises there’s no blood coming, it relaxes and tries to get out.
However, it’s too late: by that time, the owner of the urinary passage is already running like hell through the forest with his apendage safely shelled in between his hands, crying.
If this image doesn’t stop you from relieving yourself in the Amazon river, I don’t know what’s what.

O primeiro post

Você pode postar e admnistrar o seu blog selecionando uma opção no menu localizado à esquerda desta mensagem.
Se você precisar de ajuda, mande um email para o seu representante local, que irá te ajudar.
Os autores do blog foram autorizados a editar seus próprios módulos — isso não significa que você poderá editar todos os templates disponíveis.
Os módulos que você poderá (e deverá) editar são:

  1. Estático – Sobre (esta será sua página Sobre principal)
  2. Estático – Contato (esta é o seu conatto pessoal)
  3. Blogs recomendados (uma lista de links à sua escolha)
  4. Módulo livre (um espaço vazio para conteúdo como divulgação de livros, troca de links, etc.)
  5. Perfil (uma pequena descrição sua, com ou sem foto)
  6. Sidebar (um “meta” incluído e que não deve ser editado a não ser que você queira rearranjar a ordem dos módulos na columa da esquerda)

Todos os templates marcados como “Linked” são recursos comunais que não devem ser editados a não ser pelos admnistradores.

Estatística inútil

Eu pretendo ainda me juntar com Tine para escrever um artigo com conteúdo de verdade sobre iliteralidade estatística, mas aqui vai uma migalha (sempre lembrando, ainda estou de férias e sem posse de um dicionário).
Acabo de voltar de um banheiro público (internet sem fio de acesso grátis!) onde li um cartaz cuja função seria me conscientizar de que não dispomos de muita água e que devo economizar (ou pelo menos não desperdiçar, já que não vejo como economizar água num banheiro público).
O texto no papel diz: “Apenas 1% da água do mundo é potável”
Isso deveria me fazer pensar que temos pouca água? Se a intenção era essa, não funcionou.
Ter 1% de alguma coisa não significa necessariamente que temos pouco daquilo, mas que temos muito de outra coisa.
Exemplo: menos de metade do oxigênio do mundo está na atmosfera.
Isso é pouco?
Não.
Todos nós respiramos normalmente todos os dias.
Esse dado só indica que tem muito mais oxigênio em outro lugar, mas não diz coisa alguma sobre o número absoluto, que é a quantidade necessária para o bom funcionamento dos pulmões das baleias azuis e dos musaranhos capoeiristas.
Ter apenas 1% da água em estado bebível não informa sobre a falta ou abundância dela.
Se noventa e nove partes em cem do que está no meu copo não é passível de consumo, eu ficaria preocupado.
Mas se 99% do que está na mesa não é comestível (contando talheres, pratos, copos, tampo e toalha de mesa), eu ainda posso encher meu bucho de cuscuz com bode e café com leite.
Um por cento da água do planeta não está no mar ou circulando dentro de animais e plantas, mas não podemos esquecer que esse número aparentemente minúsculo ainda representa algo muito grande.
Tudo que existe e que pode ser observado no universo soma apenas 5% do total.
Outro dado interessante e já conhecido para aqueles que veem TV: 80% das bactérias não estão nos dentes!

E o balão?

Antes de começar, preciso dizer que vocês são muito sem graça, só respondem certo…
Eu achava que sabia a resposta, até que começaram a me confundir.
Primeiro que tem uma ruma de Felipe e André respondendo, o que geralmente já é suficiente para causar transtorno nas minhas idéias.
Segundo que a minha resposta seria “ele cai como uma pedra pois a lua não tem atmosfera” com a explicação de que “aqui na Terra o balão flutua por ser menos denso que o ar, analogamente a uma bola cheia de ar flutuando na água mais densa.
O hélio faz a bexiga boiar no ar.
Sem ar, sem bóia!”
Mas aí vieram perguntar se ele explode pela diferença de pressão (ar dentro, vácuo fora) e eu fiquei sem saber.
Ele poderia até estourar mesmo, mas depende da resistência do material e da velocidade de escape das moléculas de hélio, que por serem tão pequenas e não-reativas passam facilmente entre as moléculas da borracha que formam o balão de festa.
Então, a resposta oficial deste blogueiro é: “Não sei!”
Pela falta de atmosfera, a bexiga não pode ir para lugar algum senão para baixo, atraído pela gravidade da Lua (na pergunta eu usei “baixa gravidade” como uma espécie de anti-dica, só para confundir, mas nem nisso obtive sucesso), mas essa mesma falta de ar poderia fazer com que o material não suportasse a diferença de pressão e se desmantelasse violentamente, a menos que o gás conseguisse escapar pelas frestas antes disso.
Ou não.
Sou um péssimo perguntador, foi mal.
=¦¤/
(Semana que vem tem mais, porém!)
Mais enigmas antigos aqui.

Cinamaldeído

Ou trans-cinamaldeído para ser exato.
Composto químico que dá à casca da árvore da canela seu olor especial e que pode ser encontrado também em outras plantas similares, como a cânfora e a cássia (canela-da-china).

Cinamaldeído, além de ser obviamente usado em produtos alimentícios, é também usado como fungicida, sendo aplicado diretamente nas raízes das plantas, como inseticida para larvas de mosquitos e, aparentamente, é bastante eficaz em afastar cães e gatos. Estranho…
P.S.
Isso me cheira a 3-fenilprop-2-enal…
Jamais achei que o último (justamente no que eu prometo um brinde) fosse fazer tanto sucesso…
Já fiquei com saudades dos meus enigmas, então aqui vai outro que só será respondido se alguém der a resposta certa.
Cliquem aqui para ver a molécula e dêem a resposta nos comentários aqui embaixo.

Enigma molecular – curso de formação

Já estou meio abusado desse joguinho, aí acho que vou parar por aqui, mas comigo nunca se sabe…
Quem primeiro descobrir essa de hoje vai ganhar alguma coisa, dependendo do CEP.

Resposta segunda-feira, antes da minha canjica matinal.
E para os que ainda não tiveram o saco enchido pela brincadeira, tem muito mais aqui (“muito” é figura de liguagem).

Antioxidantes e o envelhecimento saudável

Desde a primeira linha devo avisar que antioxidantes não retardam o envelhecimento.
Segundo a BBC, cientistas londrinos mostraram que não há relação entre o uso de antioxidantes (vitamina E, por exemplo) e a velocidade do nosso relógio biológico.
É verdade que testaram isso em vermes, mas serviu pelo menos para destruir a hipótese errônea de que antioxidantes reduzia o número de radicais livres que, por sua vez, destruiam células acelerando o processo de “amadurecimento indesejado”.
A partir desse estudo, cosméticos com antioxidantes deveriam entrar na mesma categoria daquela pasta de dentes com clorofila (lembram?) e daqueles carros com um LED roxo ao lado da placa que os donos gostam de chamar de “tunados”.
A melhor maneira de não envelhecer?
Morrer jovem.
Notícia aqui.
Agora, uma coisa que realmente ajuda a todos nós que envelhecemos diariamente é EXERCÍCIO.
Essa sim 100% testada em humanos!

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