Desabafo

Como ainda tem gente que joga lixo para fora da janela do carro sem nem ficar vermelha????
J√° faz uns dias que venho observando. √Č latinha (de cerveja), √© bituca de cigarro, √© papel, embalagem de lanche, de bolacha.
[Grito silencioso]
PQP! Vai emporcalhar a sua casa!
[Fim do grito silencioso]
Fica só o luto. Aqui jaz uma cidade limpa.

Coca-cola

N√£o √© inten√ß√£o deste post discutir o que eu penso do consumo absurdo de coca-cola, nem dos milh√Ķes de latas e garrafas pl√°sticas que v√£o parar s√≥ Deus sabe onde ap√≥s o consumo, nem dos projetos de sustentabilidade da empresa, nem nada disso. Este post tem uma inten√ß√£o. Dizer o quanto esses caras s√£o bons de marketing.
Este é um dos vídeos:

Este é o outro, que eu só achei em espanhol, mas dá pra entender tudinho.

E aqui vai a letra da m√ļsica que √© cantada e a sua tradu√ß√£o:
Whatever
Oasis
I’m free to be whatever I
Whatever I choose
And I’ll sing the blues if I want
I’m free to say whatever I
Whatever I like
If it’s wrong or right it’s alright
Always seems to me
You only see what people want you to see
How long’s it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don’t cost much
Free to be whatever you
Whatever you say
If it comes my way it’s alright
You’re free to be wherever you
Wherever you please
You can shoot the breeze if you want
It always seems to me
You only see what people want you to see
How long’s it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don’t cost much
I’m free to be whatever I
Whatever I choose
And I’ll sing the blues if I want
Here in my mind
You know you might find
Something that you
You thought you once knew
But now it’s all gone
And you know it’s no fun
Yeah I know it’s no fun
Oh, I know it’s no fun
I’m free to be whatever I
Whatever I choose
And I’ll sing the blues if I want
I’m free to be whatever I
Whatever I choose
And I’ll sing the blues if I want
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it’s alright
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it’s alright.

Tudo Que
Oasis
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Eu sou livre para dizer tudo que eu
Tudo que eu gosto
Se est√° errado ou certo est√° tudo bem
Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja
Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no √īnibus
E sem causar confus√£o
Domine a si mesmo
Isso n√£o custa muito
Livre para ser tudo que você
Tudo que você diria
Se trata do meu jeito certo
Você é livre para estar onde quer que você
Onde quer que você queira
Você pode atirar no ar se você quiser
Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja
Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no √īnibus
E sem causar confus√£o
Domine a si mesmo
Isso n√£o custa muito
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Aqui na minha mente
Você sabe que pode encontrar
Algo que você
Você pensou que conhecia
Mas agora tudo desapareceu
E você sabe que isso não é divertido
Yeah, Eu sei que isso não é divertido
Oh, Eu sei que isso não é divertido
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Faça o que quiser
Diga o que quiser
Yeah, Eu sei que isso é certo
Faça o que quiser
Diga o que quiser
Yeah, Eu sei que isso é certo

O que você vai fazer amanhã?

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Amanhã é a Hora do Planeta. Eu já discuti sobre esse tema outras vezes aqui, e já dei minha opinião sobre esse movimento.
Amanhã, dia 26 de março de 2011, entre 20:30 e 21:30.
O que você vai fazer?
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Defensivos agrícolas no leite. Materno.

Ouvi uma notícia absurda no Jornal Hoje no começo desta tarde. Amostras de leite materno de 62 mães Рe que portanto estavam amamentando na época da coleta Рestavam contaminados com agrotóxicos. Algumas mães não tinham um, ou dois, mas SEIS tipos diferentes de agrotóxico no leite que elas estavam dando para seus recém nascidos, inclusive um que tem o uso PROIBIDO há mais de dez anos.

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Fonte da imagem: http://glossariodenoticias.blogspot.com/2010/08/em-homenagem-ao-dia-da-amamentacao-um.html. Crédito: ?

A implica√ß√£o disso? N√£o sabemos. Por que? Porque n√£o existem estudos que limitam a quantidade de res√≠duos de agrot√≥xicos no leite. Mas, por qu√™? Acho que porque nunca ningu√©m tinha imaginado que algo t√£o absurdo pudesse acontecer. Ent√£o os pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso est√£o comparando esses limites com os estabelecidos para o leite de vaca. Vejam… as vacas n√£o lavam os alimentos antes de comer. E as vacas tamb√©m podem bioacumular res√≠duos de agrot√≥xicos, assim como as m√£es, no caso de defensivos bioacumulativos. E as vacas respiram o mesmo ar, e bebem praticamente a mesma √°gua que as pessoas. Queria saber como est√° o leite das vacas de Lucas do Rio Verde, a cidade estudada.
Agora… engra√ßado √© que ningu√©m sabe de onde esses agrot√≥xicos est√£o vindo. Lucas do Rio Verde, √© uma grande produtora de gr√£o de soja, que usam agrot√≥xicos que, segundo os produtores de defensivos agr√≠colas, passam “por rigorosos processos de” controle, aceitos e certificados por n√£o sei quantos minist√©rios.
E agora, Jos√©? Quem vai investigar esse caso e punir os culpados? E o que ser√° da sa√ļde das m√£es contaminadas e das crian√ßas amamentadas com o leite? E o direito de amamenta√ß√£o at√© os dois anos? Como fica? O que o governo tem a dizer? E os produtores de gr√£os locais? E os m√©dicos? S√≥ ficam d√ļvidas na cabe√ßa desta pobre bi√≥loga.
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Veja a reportagem do Jornal Hoje AQUI

3¬ļ dia em Manaus: Eu, o Porto, os animais selvagens e o Teatro Amazonas

Em nosso terceiro dia na capital do Amazonas, acordamos cedinho (como todos os outros dias) para caminhar até o porto da cidade e então partir para a visita ao encontro das águas. Já havíamos fechado o passeio com uma empresa certificada antes mesmo de viajarmos.
Na calçada do porto encontramos muitos agentes de turismo ilegais. Preços incríveis para visitar o encontro das águas e pegar animais selvagens no colo. Pegar animais selvagens no colo? Naquele momento imaginei uma preguiça na forma de um poodle pulando no meu colo.
Na pressa, ignoramos o tiozão que bradava na calçada e seguimos adentrando o porto.

Como qualquer porto, este recebe todo o lixo jogado às margens do rio em questão, neste caso o Rio Negro.

rionegro.JPG

Na foto voc√™s podem observar tamb√©m as marca√ß√Ķes dos maiores n√≠veis j√° atingidos pelo Rio Negro nas cheias e o n√≠vel em que ele se encontra hoje.

N√£o me lembro quanto tempo levou para enfim chegarmos ao encontro das √°guas do Rio Negro com o Solim√Ķes, mas minha ansiedade diz que demorou. Abaixo uma foto do encontro.

aguas.JPG

Elas seguem por aproximadamente 6km sem se misturarem devido a diferença de temperatura e de densidade entre elas.

No encontro, peguei alguns turistas jogando moedinhas na √°gua e fazendo pedidos, dizem que d√° sorte. Mas sorte mesmo tem quem mergulha ali em busca de moedas. =D

Na volta, com mais calma, resolvemos parar na calçada do porto e conversar com o guia clandestino que nos abordou, para saber as características do tal passeio imperdível com contato com animais selvagens.

Ele nos disse que a empresa que contratamos não leva para ver o animais e que com ele poderíamos pegar animais como preguiças e cobras por um preço muito melhor. Ah! Ele ressaltou que os animais são domesticados. Oi?

Mais uma vez a preguiça em forma de poodle pulou no meu colo.

√Č uma covardia gigante prender estes animais em cativeiro para mostrar para turistas sedentos pela vida selvagem! Um absurdo! N√£o quero uma Pregui√ßa lambendo meu rosto e se fingindo de morta, porque isto n√£o √© uma Pregui√ßa!

Ah, mas eles não tem outra alternativa para sustentar suas famílias. A justificativa de que não há outra alternativa para os guias clandestinos é muito descabida. O que eles fazem é crime e coloca em risco a vida selvagem e a vida dos próprios turistas, independente de ser em prol do seu sustento.

Manaus n√£o vive apenas do turismo (pelo contr√°rio), mas este o caminho mais rent√°vel, saca?

Agora daremos um salto, um salto para a noite! Ah… a noite Manauara!

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A pra√ßa do Teatro Amazonas se transforma numa pra√ßa de cidade do interior, um lugar √≥timo para passear com a fam√≠lia, para namorar e comer comidinhas gostosas! Tem at√© atra√ß√Ķes culturais!
Sensacional!

teatro1.jpg

No dia seguinte fizemos uma visita guiada ao interior do Teatro, ele √© simplesmente espl√™ndido! O terr√≠vel √© pensar que em 1896 era uma constru√ß√£o no meio do nada. Voc√™s conseguem imaginar de onde veio o dinheiro e a m√£o de obra para constru√ß√£o desta obra? Yes baby, trabalho escravo e suor das seringueiras, vulgo l√°tex. Tudo isso para ter a Fran√ßa em plena Floresta Amaz√īnica. No teto do teatro h√° uma homenagem a Paris, a Torre Eiffel vista debaixo.

interior_teatro.JPG

Esta viagem foi cheia de detalhes, tenho certeza que n√£o consegui passar a metade do que vivemos nestes quatro dias. Por isso, convido voc√™s a visitarem o blog do fot√≥grafo Rodrigo Baleia, da National Geographic, que conhecemos nesta viagem. L√° voc√™s v√£o encontrar muito mais a respeito deste para√≠so chamado Amaz√īnia e fotos maravilhosamente belas. Ao contr√°rio das minhas.

Convido vocês também a visitarem Manaus, vocês vão se apaixonar e com certeza, assim como eu, vão querer voltar correndo para os braços da floresta.

Postado por: Thanuci

2¬ļ dia em Manaus: Presidente Figueiredo

 Em nosso segundo dia em Manaus, sa√≠mos da cidade bem cedo para visitar Presidente Figueiredo, que fica a 107Km da capital e √© conhecida como a Terra da Cachoeiras e do Cupua√ß√ļ.

presidente_figueiredo.jpg

 
Nossa primeira visita foi √† Reserva Particular do Patrim√īnio Natural (RPPN) Cachoeira da On√ßa, reserva que abriga a Cachoeira da On√ßa, batizada assim por um famoso curandeiro da regi√£o quando avistou pela primeira vez uma On√ßa Pintada √†s suas margens.
 
A cachoeira fica a 3Km do início da Trilha do Tauarí e a caminhada por ali é muito tranquila, há poucas raízes no caminho e o trajeto é plano, facilitando a caminhada de sedentárias como eu.

tauari.jpg

tauari2.jpg

 Naquele dia fomos as primeiras a percorrer aquele trajeto e no meio do caminho fomos surpreendidas pela pegada de outro visitante (ou morador):

pegada.jpg

 
Vocês arriscariam palpitar de quem seria esta pegada? Eu particularmente não quis pensar nisto enquanto ainda estava na trilha, um procedimento pertinente eu diria, para quem de cara percebeu que era grande demais para ser de um cachorro ou de um gato.
 
Eis que chegamos √† cachoeira! Um lugar maravilhoso que toda a fam√≠lia pode visitar, porque o po√ßo √© relativamente raso e as corredeiras abaixo da cachoeira s√£o tranquilas. Mas todo cuidado √© pouco quando se trata das pedras escorregadias, afinal a Floresta Amaz√īnica √© muito √ļmida e os musgos A D O R A M.

cachoeira_onca.jpg
 
E falando em musgos, gostaria de pedir aos visitantes que n√£o escrevessem nas pedras da cachoeira porque os microrganismos que vivem ali s√£o removidos mec√Ęnicamente quando voc√™ resolve deixar sua marca. Por mais pequenos que sejam, eles est√£o presentes e fazem uma falta danada para aqueles que tem neste substrato seu principal alimento.
  A trilha do Tauar√≠ √© uma √≥tima pedida para quem deseja aprender mais sobre as √°rvores da Amaz√īnia, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz√īnia (INPA) realizou um excelente trabalho identificando algumas esp√©cies de √°rvores ao longo da trilha.
 
Deixando a Cachoeira da Onça para trás, seguimos em direção às corredeiras do Rio Urubuí, um local muito visitado pelos moradores da região.
 
Lá aconteceram alguns eventos que descreverei resumidamente: apertei meu dedo na porta do carro, desci as corredeiras a bordo de uma boia, bebi uma quantidade considerável de água do rio, perdi a ternura e fui embora. Mas o lugar é lindo, basta ser um poquinho mais esperto que eu que dará tudo certo. Dica: desça as corredeiras com a boca fechada. A foto abaixo indica o que você não deve fazer.

urubui.jpg
 
Depois do episódio constrangedor seguimos para a RPPN Reserva Ecológica Cachoeira do Santuário, um lugar maravilhoso!
 
Devido a √©poca chuvosa na Amaz√īnia, os n√≠veis da cachoeira est√£o mais altos e isto aumenta sua beleza na mesma propor√ß√£o em que aumenta os riscos de acidentes. Portanto, nesta √©poca n√£o √© recomendado se aproximar da queda d’√°gua, principalmente com crian√ßas. Uma queda desta cachoeira s√≥ pode resultar em duas coisas: morte ou v√°rios ossos quebrados. N√£o d√™ trabalho!
 
Abaixo uma foto da cachoeira nesta época de cheias:

santuario.jpg

  Depois da visita a Presidente Figueiredo, voltamos a Manaus, exaustas, mas ainda ansiosas para curtir a noite na pra√ßa do Teatro Amazonas, um lugar extremamente agrad√°vel e aconchegante nas noites dos fins de semana.
 
No nosso terceiro dia na cidade, contarei mais a respeito da pra√ßa, do Teatro e das atra√ß√Ķes gratuitas promovidas ali.

Algumas informa√ß√Ķes importantes:
Entrada para a Cachoeira da Onça: R$10,00
Entrada para a Cachoeira Santu√°rio: R$ 10,00
Entrada para as Corredeiras do Urubuí: Grátis

Postado por: Thanuci

1¬ļ dia em Manaus: A Capital

Esta foi a viagem mais distante que j√° fiz em toda minha vida. Nunca havia percorrido mais que 700Km para chegar ao meu destino e chegar at√© a Amaz√īnia me parecia surreal comparado √†s minhas experi√™ncias tur√≠sticas. Foram 7 horas de “viagem” com escala em Bras√≠lia para enfim chegarmos a Manaus.

Fiz esta viagem esperando encontrar uma cidade grande como S√£o Paulo, aquela correria toda, pessoas pra l√° e pra c√° apressadas, engarrafamentos, um grande centro comercial.
Mas Manaus não é apenas assim, a situação lá é um tanto quanto mais complicada e delicada por se tratar de um ponto muito procurado por turistas. Isso traz muitos benefícios para a população local, mas o trabalho ilegal também existe.

Encontrei uma cidade imensa, com ruas lotadas como uma boa metr√≥pole, mas com certo descaso quanto √† sinaliza√ß√£o e tamanho das ruas, dos pontos de √īnibus e das placas de tr√Ęnsito. Lendo o jornal da cidade percebi que os acidentes de tr√Ęnsito s√£o problemas graves da capital.

No nosso primeiro dia, precis√°vamos sair do centro e chegar at√© o Bosque da Ci√™ncia, mantido pelo INPA, que fica a aproximadamente 14Km do local onde estav√°mos hospedadas. Infelizmente as placas dos pontos de √īnibus n√£o apresentavam informa√ß√Ķes corretas sobre as linhas que circulavam ali e segundo o morador para o qual pedimos informa√ß√Ķes, se f√īssemos pelas placas n√£o chegar√≠amos a lugar algum. Uma pena.

Ent√£o, depois de um parto para encontrarmos o √īnibus e 40min de viagem pela cidade para chegar em nosso destino, finalmente encontramos o bosque. Quando entramos no local, vi as ariranhas, os peixes-boi, nos perdemos dentro do parque e fomos embora pela primeira sa√≠da que encontramos, j√° que n√£o havia nenhuma pessoa que pudesse nos ajudar a ver mais alguma coisa. Sempre soube que o trabalho do INPA √© sensacional, mas n√£o foi dessa vez que consegui bater um papo com eles, talvez o dia e hor√°rio n√£o fossem prop√≠cios.

Na volta do passeio no parque fiquei impressionada com a quantidade de ru√≠nas pela cidade. Casar√Ķes antigos pichados com barcos abandonados “estacionados” na sua garagem, muito lixo nas cal√ßadas e crian√ßas “trabalhando” como guias tur√≠sticos e motoristas de barcos como forma de reabilita√ß√£o para usu√°rios de drogas. Reabilita√ß√£o? Foi muito triste ver as crian√ßas trabalhando de forma ilegal em prol do seu sustento.

Manaus será uma das cidades que abrigará jogos da copa do mundo e um novo estádio está sendo construído na cidade. Mas e o resto?

Considero Manaus as portas para a Amaz√īnia, mas para o turista que a visita se motivar a descobrir o que h√° por tr√°s daquela selva de pedras, muita coisa tem que mudar.

No próximo post contarei as belezas de Manaus e da região, então vocês saberão porque vale a pena visitá-las e porque já estou com vontade de voltar!

Postado por: Thanuci

Conhecendo a Amaz√īnia

Este mês meu orientador me deu a oportunidade que eu esperava há muito:
conhecer a Amaz√īnia.

Viajarei com mais duas colegas de laboratório para Manaus e passearemos
pela regi√£o para conhecer suas reservas naturais e produzir um software
sobre turismo ecológico e respeito ao meio ambiente. Ele meu deu uma
viagem de trabalho, eu sei, mas é a viagem de trabalho que eu queria!
Além disso, eu já produzi muitos materiais didáticos na minha graduação e
realmente gosto do que faço, então, o trabalho é o de menos.
Adoro passeios e trilhas (exceto aquelas que n√£o condizem com minha
realidade sedentária) e como sei que muita gente também gostaria de
conhecer a Amaz√īnia, farei uma esp√©cie de di√°rio de bordo aqui no RdC,
contando minhas experiências no Amazonas e falando um pouco mais sobre o
bioma Amaz√īnia, aquela imensid√£o altamente diversa que nem uma vida
seria suficiente para desvendar tanto mistério e beleza! Não é à toa que
atrai tantos olhares, cobiçosos ou não.
E falando em beleza amaz√īnica, minha maior expectativa nesta viagem √©
poder ver as ariranhas em seu habitat natural, com toda a sua ternura
(nem tanta ternura assim) e seu charme.

ariranha.jpg

A floresta Amaz√īnica ocupa hoje uma √°rea de aproximadamente 5,5
milh√Ķes de km2 e est√° contida na bacia Amaz√īnica, a qual ocupa 7 milh√Ķes
de km2 abrangendo 9 pa√≠ses: Brasil, Bol√≠via, Peru, Equador, Col√īmbia,
Venezuela, Rep√ļblica da Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
A vegetação da região é composta por árvores altas, de folhas largas e
copas fechadas, proporcionando sombra e dificultando a proliferação de
espécies reasteiras.
O clima √© quente e √ļmido devido a proximidade com a linha do Equador, e a
regi√£o apresenta apenas duas esta√ß√Ķes definidas: o inverno seco e o
ver√£o chuvoso.
Vamos deixar a geografia para o par√°grafo e acima e dar uma olhada nas
nossas expectativas turísticas:

Conhecer o Bosque
da Ciência
, mantido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da
Amaz√īnia (INPA). Este bosque foi criado no projeto de Difus√£o Cient√≠fica
e de Educação Ambiental do instituto para proporcionar uma nova opção
de lazer e divulgação de ciências para os moradores de Manaus e
turistas como nós.

bosque.JPG

Conhecer o Teatro Amazonas, o segundo maior teatro da Amaz√īnia
inaugurado em 1896 no auge do Ciclo da Borracha.

teatro.jpg

Visitar o encontro das √°guas, onde as √°guas barrentas do Rio
Solim√Ķes se encontram com as √°guas escuras do Rio Negro e seguem sem se
misturarem por mais de 6 km devido às diferenças de densidade e
temperatura dessas √°guas.

aguas.jpg

Conhecer Presidente Figueiredo, cidade que abriga a usina de
Balbina e √© conhecida como “a cidade das cachoeiras” por possuir mais de
100 cachoeiras em seu território. Além disso, a cidade se destaca na
produ√ß√£o de Cupua√ß√ļ, um fruto de polpa √°cida que movimenta a economia da
cidade.

cachoeira2.jpg
Deixarei para contar mais detalhes quando estiver l√°, aguardem! ūüėČ

Post escrito por: Thanuci

Essa tal colaboradora. O Fim do suspense.

Oi!

Sou a nova colaboradora do Rastro de Carbono e escreverei este post para colocar fim neste suspense.
Se voc√™ quer saber logo quem sou pode se dirigir ao fim do post porque √© a parte mais interessante e voc√™ mata logo sua curiosidade sem ter que passar por um resumo da minha humilde exist√™ncia. Mas, se voc√™ n√£o me conhece ou gostaria de me conhecer um pouco mais, pode ent√£o se dirigir ao par√°grafo seguinte. ūüôā
Tenho 22 anos, sou estudante do curso de Ci√™ncias Biol√≥gicas da Universidade Estadual de Campinas e escrevo sobre sustentabilidade desde 2008, ano em que entrei na faculdade e conheci a Paula e o RdC enquanto pesquisava na internet conte√ļdo sobre emiss√Ķes de gases estufa.
Apesar destes 3 anos escrevendo sobre esta tem√°tica t√£o difundida atualmente, aprendo a cada dia com os leitores e com amigas como a Paula, que me ajudam a crescer diariamente.
Sem mais delongas, esta sou eu:
Palavra chave: ranhetinha.
Nome científico: Thanuci Silva
Nome popular: Thata
Twitter: @thanuci
Mais legal que matar a curiosidade é comentar a respeito e o espaço ali embaixo está aberto! Vem gente!

Colaborador(a)?

Estou tentando convidar uma pessoa para blogar comigo aqui neste espaço. Como não estou com muito tempo para escrever, embora tenha um monte de coisas para escrever, achei que dividir esse espaço com alguém seria interessante, não só para mim, como para os leitores e o tema ambiental, tão mal tratado em blogs, jornais e revistas por aí.
Vamos fazer uma corrente de pensamento positivo para que o(a) colaborador(a) aceite meu convite?