(Pondo a vida em dia – 2) “Por dentro da ciência” do Instituto Americano de Física (27/01/09)

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27 de janeiro de 2009
Por Jim Dawson
Plantas Invasoras Prejudicadas e Auxiliadas pelas Mudanças Climáticas

O Aquecimento Global pode alterar o clima do Oeste dos Estados Unidos o suficiente para causar um recuo de algumas espécies de plantas invasoras, o que abre a oportunidade da restauração ecológica de milhões de acres de terras afetadas, de acordo com os pesquisadores da Escola de Assuntos Públicos e Internacionais Woodriow Wilson da Universidade de Princeton em Nova Jersey. Embora isso seja uma boa notícia, os pesquisadores também descobriram que o Aqucimento Global também pode permitir que outras espécies de plantas invasoras se espalhem mais ainda.

Os pesquisadores, um biogeógrafo, um geocientista e um biólogo conservacionista, estudaram a distribuição de cinco plantas invasoras no Oeste — uma espécie de capim, conhecida como cheatgrass (Bromus tectorum), a spotted knapweed (Centaurea Maculosa),  a yellow starthistle (Centaurea Solstitalis), a tamarix e a leafy spurge (Euphorbia esula).  Essas plantas são definidas como “invasoras” porque foram trazidas para os EUA de outros lugares e atualmente dominam e alteram os ecossistemas, de maneira tal que ameaçam a vida selvagm nativa, a agricultura e a pecuária. Essas plantas vêm expandindo suas áreas nos últimos anos e causam milhões de dólares de prejuízos para terras de plantio e pastoreio.  Muitas pessoas no Oeste presumiram que o aquecimento global vá aumentar ainda mais a disseminação dessas plantas, mas os pesquisadores descobriram que, com base em modelos de aquecimento, as plantas invasoras podem ser forçadas a mudar sua área de abrangência. “Da mesma forma que as espécies nativas provavelmente vão mudar suas áreas de ocorrência… com as mudanças climáticas, a mesma coisa deve acontecer com as espécies invasoras”, declaram os cientistas em seu estudo, que será publicado em Global Change Biology. A cheatgrass pode recuar do Sul de Nevada e Utah com a mudança do clima, porém potencialmente deve se mover para o Norte, na direção do Idaho, de Montana e do Wyoming.  A leafy spurge igualmente deve sair das áreas do Colorado, Nebraska, Iowa e Minnesota, mas pode se mudar para novas áreas do Canadá.

Enquanto que a benção de uma área é a maldição de outra, o recuo dessas pragas de vastas áreas do Oeste dos EUA significa que “as oportunidades para a restauração… são vastas”, declaram os autores. “A questão para os que fazem as políticas e os que gerenciam as terras é: ‘O que queremos que essas terras se tornem?’ “, declara o biólogo conservacionista David Wilcove.

As Apostas Mais Equilibradas Sucumbem para a Emoção

Pessoas que orçamentam cuidadosamente suas apostas, antes de entrar nos cassinos — digamos: um limite de apostas de $200 por dia — rotineiramente vão contra seus planos quando perdem. Os professores de marketing da Universidade da Califórnia, Eduardo Andrade e Ganesh Lyer, descobriram que a experiência da dor de uma perda real frequentemente resulta em que as pessoas abandonam seus planos e acabam apostando mais do que planejavam. “Enquanto os jogadores não experimentam a dor da perda, eles fazem previsões frias e deliberadas sobre o quanto devem apostar, no caso de uma perda futura”, diz Andrade. “Quando as pessoas não estão na situação, elas tendem a decidir que, quando elas perderem dinheiro, elas devem apostar menos na próxima rodada. No entanto, quando elas realmente perdem, a emoção negativa resultante faz com que elas reajam exageradamente e apostem ainda mais”, declarou ele.

Em uma série de jogos com estudantes, Andrade descobriu que, na fase de planejamento, os indivíduos diziam que iam apostar menos, após perder um jogo, e aproxmadamente a mesma coisa, depois de perder uma rodada. Entretanto, quando as apostas eram feitas (o estudantes estavam apostando com sua taxa de participação de US$15) e a primeira rodada jogada, 40 % dos perdedores mudavam de idéia e se desviavam do planejamento. Desses 40 %, 90 % apostavam uma quantia maior do que tinham planejado para a próxima rodada. Os ganhadores se atinham a seus planos. A pesquisa, publicada em the Journal of Marketing Research, sugere que as emoções podem ser manipuladas de forma a alterar o comportamento de gastos e tem implicações para loterias estatais, políticas públicas e a questão do excesso de consumo, os autores declaram.


Este texto é fornecido para a media pelo Inside Science News Service, que é apoiado pelo Instituto Americano de Física (American Institute of Physics), uma editora sem fins lucrativos de periódicos de ciência. Contatos: Jim Dawson, editor de notícias, em jdawson@aip.org.

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