Um gr√£o, muitas gal√°xias

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Mergulhando em um Fractal 3D

‚ÄúSplit point‚ÄĚ, √© o novo v√≠deo de teamfresh mergulhando fundo em um fractal, desta vez uma Mandelbox em tr√™s dimens√Ķes.

A paleta de cores e a boa qualidade do vídeo enfatizam a similaridade com arquitetura, lembrando uma catedral gótica. Que lembre uma caixa também trouxe à mente a Lament Configuration da série de filmes de terror Hellraiser.

Teamfresh também produziu um deep zoom no bom e velho conjunto de Mandebrot. [via misterhonk]

Gato de Schrödinger

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Está deitado e de pé ao mesmo tempo.

Tudump√°. [flickr de Akermarks, via Elton!]

Foto aleatória #1

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Mais uma série que provavelmente não levarei muito longe, como os SciCats. [via pya.cc]

Um bug no código de barras

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Uma ladybug, para ser mais específico. Quando vi a imagem, levei alguns segundos para entender que não era algum líquido marrom que havia pingado sobre o código, e sim uma joaninha.

Suas pintas t√™m quase exatamente o mesmo tamanho e espa√ßamento que os pontos hexagonais do ‚Äúmaxicode‚ÄĚ, que n√£o √© exatamente um ‚Äúc√≥digo de barras‚ÄĚ, mas um c√≥digo bidimensional.

O c√≥digo deve ter redund√Ęncia ent√£o √© poss√≠vel que mesmo com a joaninha ele possa ser lido corretamente, mas deve causar certa confus√£o. [via Cute Overload]

‚ÄúNature By Numbers‚ÄĚ: Fibonacci e a matem√°tica como descri√ß√£o do mundo

No início do século XIII, um certo Leonardo de Pisa investigou o problema do que aconteceria a um casal de coelhos. O casal faria o que casais (de coelhos, pelo menos) inevitavelmente fazem assim que podem, e geraria mais coelhinhos. Suponha que a cada mês cada casal de coelhos gere um novo casal, e que esse casal depois de um mês gere outro casal, e assim por diante. A nada milagrosa multiplicação dos coelhos. Você começaria com 1 casal, no mês seguinte teria 2 casais, então 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55…

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Esta sequ√™ncia de n√ļmeros (a rigor come√ßando com 0 e 1) seria conhecida como n√ļmeros de Fibonacci, como Leonardo de Pisa tamb√©m seria melhor conhecido, e h√° v√°rias curiosidades nesta sequ√™ncia, como o fato de que a raz√£o entre os n√ļmeros adjacentes tende a convergir para o valor de ~1,61, que √© nada menos que a raz√£o √°urea, ou phi.

Mas estes dois par√°grafos mal escritos nem come√ßam a fazer jus ao que em pouco mais de tr√™s minutos o espanhol Cristobal Vila consegue ilustrar em ‚ÄúNature By Numbers‚ÄĚ, o v√≠deo no topo deste post. Iniciando com a sequ√™ncia de Fibonacci, a anima√ß√£o computadorizada logo enche os olhos com a constru√ß√£o da espiral √°urea e passa para como esta ordem matem√°tica poderia ser vista na natureza, como a concha de um Nautilus, a disposi√ß√£o das sementes de um girassol e os alv√©olos de uma lib√©lula ‚Äď estes, dispostos no v√≠deo de acordo com diagramas de Voronoi.

Depois de assistir ao v√≠deo, n√£o deixe de conferir tamb√©m ‚Äúa teoria por tr√°s do filme‚ÄĚ, oferecida pelo pr√≥prio autor, dispon√≠vel em ingl√™s e espanhol. E a√≠, voc√™ poder√° descobrir algo al√©m das belas imagens, algo chocante. Uma conspira√ß√£o promovida por muitos educadores e divulgadores de ci√™ncia j√° h√° muito tempo!

Descubra o que n√£o querem que voc√™ saiba, qual o verdadeiro significado da ‚Äúconspira√ß√£o Fibonacci‚ÄĚ e a natureza matem√°tica na continua√ß√£o.

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A Luz da Vida

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Para relaxar bem no meio da semana, ao som de “Clair de Lune“, as formas de vida fosforescentes criadas por Daihei Shibata enchem os olhos lentamente do início ao fim. Lembra muito uma mistura dos efeitos da noite brilhante em Avatar e as viagens de fotografia macro em A Fonte da Vida.

Tudo inspirado, claro, em formas bioluminescentes, e Daihei descreve o v√≠deo contando como ‚Äúa vida ilumina a si mesma, e ent√£o come√ßa a iluminar novas formas‚ÄĚ. Al√©m dos vaga-lumes, n√≥s mesmos brilhamos (muito no Corinthians).

O vídeo tem um rápido peitinho gerado por computador ao final, então pode não ser muito seguro no trabalho, mas é tudo com muito bom gosto.

Assista em tela cheia e relaxe por alguns minutos.

Usina de carv√£o: o horror

Jeff Grewe capturou em lapso de tempo uma usina de energia movida a carv√£o no sul dos EUA. Com a trilha sonora sa√≠da do filme de terror ‚ÄúO Iluminado‚ÄĚ, o resultado √© talvez mais impactante do que os esfor√ßos de marketeiros e mesmo ex-presidentes por a√≠. Mas vale destrinchar um tanto do que estamos vendo.

Usinas de carv√£o emitem n√£o apenas o t√£o comentado CO2, que √© um g√°s invis√≠vel: voc√™ o est√° exalando neste exato momento. O que vemos como um gigantesco monstro branco √© a polui√ß√£o em aerosol, que tem consequ√™ncias um tanto diferentes para o meio ambiente. Se o CO2 √© um g√°s de efeito estufa que contribui para o aquecimento, os aeross√≥is t√™m efeito contr√°rio, diminuindo a parcela de radia√ß√£o solar que chega at√© o solo. H√° algumas d√©cadas, previs√Ķes alarmistas na m√≠dia davam conta de que com o planeta tomado por fuma√ßa viver√≠amos uma nova era glacial.

Isso n√£o s√≥ n√£o ocorreu como hoje os alardes s√£o pelo efeito oposto, com o derretimento das calotas polares. Negadores das mudan√ßas clim√°ticas tomam esta aparente contradi√ß√£o como exemplo de que as previs√Ķes de cientistas alarmistas desta vez tamb√©m ir√£o se mostrar erradas: o que n√£o contam √© que mesmo enquanto a m√≠dia dava voz a especula√ß√Ķes sobre eras glaciais, os peri√≥dicos cient√≠ficos de climatologia j√° apontavam que o contr√°rio deveria ocorrer.

Isto ocorre porque enquanto os aeross√≥is t√™m um tempo de a√ß√£o limitado, o CO2 tem um ciclo muito mais longo, produzindo um efeito cumulativo. J√° s√£o mais de 150 anos em que as emiss√Ķes de carbono s√≥ v√™m aumentando, e sua concentra√ß√£o na atmosfera tamb√©m. Ainda que interromp√™ssemos todas as emiss√Ķes hoje, levaria muito tempo at√© que sua presen√ßa na atmosfera voltasse a n√≠veis pr√©-industriais. Se √© que retornaria a tal.

√Č o mesmo motivo que faz com que as emiss√Ķes de carbono acabem mais relevantes para o futuro do clima na Terra do que a atividade solar: enquanto o Sol, o evidente determinante principal do clima no planeta, pode aumentar ou diminuir a temperatura global a qualquer varia√ß√£o pequena de sua atividade, no longo prazo os aumentos tendem a compensar as diminui√ß√Ķes. J√° o CO2, de efeito menor, s√≥ aumenta. √Č um vil√£o invis√≠vel, silencioso e persistente. Caso queira rir, √© algo como o assassino da colher.

O horror do monstro branco de fumaça da usina de carvão é assim uma das faces menos perigosas do que vemos. [via Nerdcore]

A Triste Verdade sobre ‚ÄúCientistas Malucos‚ÄĚ

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[via HeadSwim]

Ilus√£o √ďtica com Michael Jackson

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Aqui está uma ilusão ótica original baseada na melhor ilusão de 2005.

Acredite se quiser: Michael Jackson é exatamente o mesmo. Ele não trocou de chapéu, calças ou sapatos. Continue lendo caso não acredite… e também para conferir mais.

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