Cérebro de passarinho

Um grande elogio, pelo visto. Mais informações em Bait-Fishing in Crows.

Autismo opcional


O blog io9 menciona pesquisas recentes apontando como cientistas conseguiram não só criar camundongos “autistas”, com sintomadas da chamada Síndrome do X Frágil, como conseguiram reverter tais sintomas suprimindo a ação da enzima envolvida no processo.
A notícia não é tão nova, e pesquisas continuam sendo feitas. O interessante aqui, além de uma melhor compreensão do autismo e sua eventual cura, é a possibilidade de induzi-lo e suprimi-lo voluntariamente. Há muito se sugere que diversos gênios sofriam de alguma desordem do espectro autista, como a síndrome de Asperger. Há até a questão de como seria um mundo em que predisposições genéticas ao autismo fossem completamente suprimidas: teríamos um mundo repleto de pessoas sociáveis, mas talvez nenhum fanático por desvendar o Universo como Newton, que morreu virgem — e com muito orgulho. No Admirável Mundo Novo, bem, a solução pode ser o autismo temporário, como já sugerido em novelas de ficção científica. [via io9]

Ritual de invocação dos Demônios de Maxwell

Material necessário: Giz (pode ser de cera também), 1 Laser-pointer, 1 midia virgem, 1 calculadora gráfica e 1 laptop.
Num dia primo do mês, de preferência 7, vá a uma encruzilhado em Y (não pode ser em T e muito menos em K) por volta das 22h30 e desenhe com o giz (da cor que você preferir) os seguintes símbolos mágicos…

Continue lendo no Efeito Ázaron: Como invocar os Demônios de Maxwell

Cosplay que presta

George Michael: Freedom

Lançado em 1990, o vídeo “Freedom! ’90” marca uma época de várias maneiras. A história da música composta pelo próprio George Michael é interessante por si mesma: auto-biográfica, aborda como o cantor homossexual original de uma boy band bem alegre havia sido transformado por uma inacreditável campanha de marketing em um sex symbol — e para as mulheres! O cantor gay foi vendido como muito macho, um “novo Elvis Presley”. E colou, ainda que por um breve tempo e para a massa um tanto desavisada. Se você tem alguma dúvida sobre o poder da mídia em criar uma imagem completamente fantasiosa, a fase George Michael Machoman é um caso a estudar.
Hoje o cantor é um dos homossexuais assumidos mais conhecidos pelo mundo, e foi em “Freedom” que ele começava a soltar a franga, mas com muito bom gosto. As maiores supermodelos da época participaram do clipe, incluindo Naomi Campbell, Linda Evangelista, Christy Turlington, Tatjana Patitz e Cindy Crawford, todas no auge de sua beleza. Também há alguns modelos masculinos para a alegria da mulherada. Mas a era das supermodelos também iria passar.
Vale notar que a indústria musical que embalou o gay como supermacho foi a Sony Music, parte da estratégia da corporação japonesa em avançar em territórios tipicamente americanos, como a indústria de entretenimento. Em 1990 a bolha econômica japonesa também estourava, desfazendo os sonhos e previsões tão comuns nos anos 1980 daqueles que pensavam que o arquipélago nipônico dominaria o mundo.
Ah sim, 1990 também foi o ano em que a Guerra Fria oficialmente acabou, depois da queda do Muro de Berlim pouco antes e a assinatura de acordos entre os EUA e a União Soviética que colapsava vertiginosamente, mas esses são apenas detalhes. Muito gatas as supermodelos, que afinal são toda a razão para publicarmos o vídeo por aqui.

Pato Donald no País da Matemágica

Trechos do ótimo “Donald no País da Matemágica“. Acima, os Pitagóricos e a Música. Continue lendo para mais um pouco.

Continue lendo…

Ecos na Lua

Nos dias 19 e 20 de janeiro, o HAARP no Alasca — grosso modo uma das mais poderosas antenas emissoras do planeta — transmitiu sinais de rádio em direção à Lua, e no vídeo acima você confere como o “eco” foi refletido de volta ao planeta e captado por rádio-amadores. A participação de amadores fez parte do experimento envolvendo a poderosa instalação que os paranóicos de plantão acreditam ser capaz de feitos indo do controle da mente à criação de furacões. Os feitos reais e confirmados do projeto, contudo, incluem a criação de auroras artificiais.

Um copo em microgravidade

“Na Terra nós contamos com a gravidade para derramar líquidos de dentro de um recipiente aberto. Mas remover o líquido de um recipiente em microgravidade requer bombeá-lo para fora, sugando-o com um canudo, por exemplo. Isso é freqüentemente um processo frustrante, enquanto o fluido se separa em glóbulos por causa da forma com que a pressão interage com a forma da maior parte dos recipientes”, diz a New Scientist, que cita estudos propondo um novo “copo” para tais situações.
Ao invés de contar com a gravidade, o copo espacial conta com a tensão superficial, e é uma hélice aberta, como pode ser conferida na imagem acima. “Quando o líquido é retirado desses recipientes helicoidais, o fluido remanescente se redistribui ao longo do apoio em espiral. Assim, você pode continuar sugando essa fita fina de líquido ao longo da estrutura. Um astronauta poderia sugar uma hélice com uma bebida de uma só vez”.
A solução simples e elegante é o tipo de detalhe delicioso que se espera comumente de ficção científica, mas aqui parece ter surgido primeiro em periódicos científicos. [via NS]

Ilusões clássicas em versão Photoshop


A imagem acima não é uma escada espiral: veja atentamente e perceberá que são vários círculos fechados. É mais uma versão moderna de ilusões óticas clássicas, clique para conferir outras em MOI.

O Japão e os direitos dos animais

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