Do the Evolution

A Music Television volta a se interessar por música e lança o MTV Music, com arquivos de videoclipes que podem ser assistidos e embutidos legalmente em websites. Até então, vídeos como o acima funcionam, mas só até que o Google Video os remova (o Youtube automaticamente detecta o copyright e não permite embutir videoclipes).

Aproveitando, vai aqui o primeiro post compilando vídeos que lidam com a evolução – com grande “liberdade artística” (350 bilhões de anos?), mas que valem uma olhada.

Acima, “Right Here, Right Now” de Fatboy Slim e a seguir, “Do the Evolution” do Pearl Jam, via MTV Music, em um vídeo que esperemos que possa ser assistido nesta mesma página daqui a alguns anos.

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Um coração caloroso: nem tão metáforico (também)

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Mal blogamos sobre estudos associando sensações de frio com a solidão e de imundície com imoralidade, e um novo trabalho associa o calor com uma visão mais positiva dos outros: um coração mais caloroso.

No experimento conduzido por Lawrence Williams da Universidade do Colorado e John Barg de Yale, incautos voluntários tiveram seu comportamento influenciado pelo simples ato de segurar um copo de café.

Metade dos voluntários seguraram um copo de café frio, e metade quente, o que influenciou como eles avaliaram a personalidade de estranhos. Aqueles que seguraram o café quente deram uma nota média de 4,7; enquanto os que ficaram com as mãos geladas, 4,3.

Pode parecer pouco, mas são resultados significativos e que afetaram apenas avaliações relacionadas ao “calor” da personalidade.

Agora, crianças, apertem as mãos e tomem uma xícara de chocolate quente. [NERS]

Referência
– L. E. Williams, J. A. Bargh (2008). Experiencing Physical Warmth Promotes Interpersonal Warmth Science, 322 (5901), 606-607 DOI: 10.1126/science.1162548

“A Verdade Nua: Estimando a forma corporal sob a roupa”

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“Nós propomos um método para estimar a forma tridimensional detalhada de uma pessoa a partir de imagens dessa pessoa vestindo roupas. A abordagem se valre de um modelo de formas de corpo humanas que é desenvolvida de um banco de dados de mais de 2000 varreduras. Mostramos que os parâmetros desta forma podem ser recuperados independentemente da pose do corpo”.

O paper? E, principalmente, vídeos? Imagens? Clique para mais.

Trabalho de Alexandru Balan e Michael Black da Brown University. Note que o banco de dados considera roupas íntimas como cuecas e calcinhas como partes integrais do corpo humano. [Raw Feed]

Experimentos Científicos como Arte Fotográfica

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Se você se empolga com ciência, deve reconhecer pelo menos dois experimentos científicos caseiros na bela foto acima (ou seriam três?). A foto se chama “Sólido Líquido Gás”, e é parte do portifólio do artista Caleb Charland.

“A arte que crio combina minha curiosidade científica com uma abordagem construtiva para criar imagens. Uso objetos do dia-a-dia e forças fundamentais para ilustrar minhas próprias experiências com a fascinação”.

Aprecie todas, e vai aqui o desafio: alguém consegue listar todos os experimentos/princípios?

Flor de nanotubos

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“Esta “flor de nanotubos” é o resultado de um processo de crescimento de nanotubos de carbono que não saiu exatamente como os pesquisadores esperavam. A imagem é uma das vencedoras do concurso Nikon Small World 2008, que premia as melhores fotos feitas com técnicas de microscopia. Ela foi feita pelo professor Paul Marshall, do Conselho Nacional de Pesquisas do Canadá”.

Mais em Entro Non Entro

A Dança do Eletrochoque Facial

“Estímulo elétrico no rosto – terceiro teste”, é o que você assiste acima. O artista japonês Daito Manabe fixou eletrodos que fazem com que sua cara se contorça ao ritmo das batidas da música, em expressões indescritíveis.

Mais vídeos na continuação.

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“Tenho cólera, mas tô na moda”: saneamento e prioridades

Qual é o maior avanço médico dos últimos 200 anos? E o que é mais importante, salvar seu filho da morte ou estar na moda? Respostas: a privada, ou melhor, o saneamento básico, e a moda, respectivamente. A primeira resposta reflete um julgamento baseado em evidências científicas, já a segunda, é a que aldeias inteiras sugeriram na prática. E elas não estão tão sozinhas.

TheBigNecessitya32No livro “The Big Necessity”, a jornalista britânica Rose George aborda “o mundo não mencionado dos dejetos humanos e por que ele importa”, contando suas aventuras pelo mundo – que foram desde uma visita às entranhas do sistema de esgotos de Londres até os banheiros públicos da China – bem como os inusitados resultados de pesquisas acadêmicas sobre o tema.

Em entrevista à Salon (em inglês), a jornalista lembra como o saneamento foi eleito por mais de 11.000 médicos e cientistas como o maior avanço médico desde 1840, em um concurso realizado pelo British Medical Journal no ano passado. Tratar o esgoto salvou bilhões de vidas, vencendo concorrentes mais lembrados como os antibióticos e vacinas. Rose George não brinca quando diz que “devíamos venerar a privada”. Ela pode não curar doenças, mas faz algo ainda melhor. Evita que fiquemos doentes, como o inglês John Snow descobriu ao estudar uma epidemia de cólera e inaugurar a epidemiologia.

Que o banheiro é no mínimo muito conveniente não é novidade para nós, mas o valor da peça não é tão claro para quase metade dos seres humanos no planeta. Mais de 2 bilhões e meio de pessoas não utilizam nenhum tipo de banheiro, nem mesmo latrinas ou penicos. Fazem suas necessidades em qualquer lugar, ao ar livre, e elas ficam lá, como veículo de incontáveis doenças. “Pessoas em vilas que defecam a céu aberto estão provavelmente ingerindo 10 gramas de fezes por dia”, conta Rose.

Disseminar um dos maiores avanços da medicina à outra metade do mundo é uma prioridade, e aqui voltamos às perguntas do início. Os programas tradicionais para promover o saneamento em culturas que nunca viram uma privada na vida nem se importam muito com latrinas não são muito efetivos: eles se centram em explicar às pessoas os benefícios à saúde que uma higiene básica pode oferecer.

Mas em Benin, África, “mães que não possuíam uma latrina podiam ver seus filhos adoecer com diarréia toda semana. Gastariam dinheiro com remédios e seus filhos não iam à escola, mas as mães ainda não compravam uma latrina”.

Marion Jenkins, da Universidade da Califórnia, e Val Curtis, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, descobriram que o que realmente levava as pessoas a instalar e usar latrinas era a moda e outros fatores de prestígio e conveniência. A grande motivação em Benin era se sentir “real”, porque a família real tinha uma latrina. Considerações sobre a saúde pouco influenciaram a decisão dos locais, no que Rose chama de “raciocínio dos médicos que fumam”. Sabem racionalmente as conseqüências à saúde, mas ainda o fazem – o que também envolve prestígio e conveniência.

Não ria dos aldeões. Na Inglaterra, onde a privada que conhecemos foi inventada, as motivações para que as pessoas desejassem uma eram as mesmas. É o nosso trono. Que, aliás, como Rose conta, não promove a posição fisiologicamente mais adequada: agachados, como fizemos por milhares (provavelmente milhões) de anos, é mais saudável.

Estas e outras informações escatologicamente fascinantes, como a pergunta “papel ou bidê?” (bidê), em “The Big Necessity”. Esperamos que seja logo traduzido ao português. [via Overcoming Bias]

Mais
Achieving the ‘good life’: Whysome people want latrines in rural Benin (PDF);
Who Buys Latrines, Where and Why? (PDF);
Rose George’s blog

Little Boy e Fat Man: for Kids!

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“Com as reproduções fiéis [das bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki] ‘Fat man’ e ‘Little Boy’, pretendemos fornecer uma pequena contribuição histórica para que não se esqueça o que gerou a pior catástrofe do século 20”, diz o “manhattanproject”.

Que está lançando modelos extremamente detalhados das primeiras, e felizmente até agora únicas armas nucleares utilizadas efetivamente em uma guerra. Clique para mais imagens, e os detalhes minuciosos dos modelos podem ser conferidas nas brochuras. For Kids!

Tamanho é documento

E o nosso é infinitesimalmente minúsculo. O vídeo é ainda mais outro da longa série de vídeos exibindo comparações de escala, os gráficos não são lá tão bons, está em inglês…

Mas a música e a composição são boas, assim como estender-se até o limite do universo observável mais do que vale uma olhada. E aposto que você dará um replay.

O ateu e a bruxa

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Se você ficou com sentimentos confusos em relação a esta perturbadora imagem, de Richard Dawkins e Emma Watson, clique na continuação.

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