Simone de Beauvoir

(1908 – 1986)

Heci Regina Candiani  

Doutora em Ciências Socias pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Lattes 

PDF – Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir em Israel, 1967. (Moshe Milner/Wikicommons) 

Simone de Beauvoir (Simone Lucie Ernestine Marie Bertrand de Beauvoir) nasceu em Paris, França, em 9 de janeiro de 1908 e faleceu na mesma cidade em 14 de abril de 1986, aos 78 anos. Foi criada em uma abastada família burguesa que perdeu grande parte de seus recursos financeiros após a Primeira Guerra Mundial. Seu pai, Georges Bertrand de Beauvoir, era advogado e sua mãe, Françoise Bertrand de Beauvoir (Brasseur, quando solteira) dedicava-se à administração da casa da família e à educação das duas filhas, Simone e Hélène (Henriette-Hélène Bertrand de Beauvoir, 1910-2001, pintora). 

Uma das grandes preocupações da família foi investir em uma formação tradicional e burguesa para as filhas e ambas foram matriculadas no Institut Adéline Desir, escola privada exclusivamente para meninas de sua classe social. Simone de Beauvoir estudou ali até a aprovação no baccalauréat de Matemática e Filosofia em 1925. Ao contrário de muitas jovens de sua classe social, ela prosseguiu os estudos licenciando-se em Letras Clássicas no Institut Sainte-Marie-de-Neuilly e Matemática no Institut Catholique de Paris. Em 1927, iniciou sua formação em Filosofia na Sorbonne. Em 1929, foi aprovada em segundo lugar no concurso de agrégation em Filosofia com uma dissertação sobre Leibniz. Ela tinha, então, 21 anos, sendo a estudante mais jovem a obter esta aprovação e a se tornar professora de filosofia até então. De 1931 a 1935, ensinou filosofia em liceus femininos nas cidades de Marselha e Rouen, retornando a Paris em 1936 como professora do Liceu Molière. 

Beauvoir iniciou a publicação de seus textos literários e filosóficos durante a Segunda Guerra Mundial e, em 1945, após o fim da guerra, fundou, junto com Jean-Paul Sartre e Maurice Merleau-Ponty, entre outros intelectuais, a revista Les Temps Modernes, dedicada a temas literários e políticos. Na revista, que foi publicada ininterruptamente de outubro de 1945 a meados de 2019, Beauvoir atuou como editora, tradutora e, posteriormente, membro do conselho editorial até1986.  

Suas principais influências filosóficas foram: Hegel, Husserl, Heidegger, Marx, Descartes e Bergson. Os principais interlocutores contemporâneos de Beauvoir foram os filósofos Maurice Merleau-Ponty e Jean-Paul Sartre. Os três intelectuais se conheceram quando eram estudantes de Filosofia nos anos 1920. 

 

Obra: temas e conceitos 

Filósofa, ativista, feminista, autora de ficção e não ficção, Simone de Beauvoir produziu uma vasta obra composta por ensaios, tratados, uma peça de teatro, um manifesto, romances, contos, novelas, relatos de viagem, memórias, cartas, diários e reportagens. Sua ampla produção textual, sua ligação intelectual e afetiva com Jean-Paul Sartre, bem como o contexto histórico e intelectual francês em meados do século XX, marcado por uma forte resistência à atuação das mulheres na esfera pública fizeram com que, por muito tempo, Simone de Beauvoir não fosse considerada filósofa. Entretanto, após sua morte, em 1986, e mais especificamente a partir dos anos 1990, com a publicação de textos inéditos da autora e a liberação do acesso a seus manuscritos para pesquisa, tem havido um renovado interesse em seu pensamento, especialmente por parte de filósofas feministas. Esses novos estudos, ainda em curso, têm servido não apenas para reafirmar a importância de suas contribuições para o existencialismo, a fenomenologia e a filosofia feminista, mas também têm sido importantes para demonstrar a especificidade do projeto intelectual de Beauvoir, em que a ética, a política e a teoria feminista são temas centrais, e conceitos como situação, liberdade, ambiguidade e o Outro são trabalhados de maneira bastante original. 

 

Primeiros ensaios 

Um dos campos em que a contribuição de Simone de Beauvoir para o existencialismo tem sido mais amplamente estudada é o campo da ética. Esse tema, que perpassa toda a obra de Simone de Beauvoir, é trabalhado filosoficamente pela autora particularmente em seus primeiros ensaios filosóficos, escritos nos anos 1940, na esteira do fim da Segunda Guerra Mundial. Os dilemas éticos que a guerra impôs à Europa e, particularmente à França, que com a ocupação nazista se viu confrontada com questões como a resistência, o colaboracionismo, os sentidos do desengajamento ou da “neutralidade” política, a legitimidade ou não da violência contra invasores e colaboracionistas, a responsabilidade em relação aos outros indivíduos, estão claramente presentes nesses ensaios.  

No primeiro deles, intitulado “Pirro e Cineias” e publicado em 1944, Beauvoir irá abordar justamente o sentido da ação individual. Para que agir? É a pergunta que ela se propõe a analisar. Para ela, a única justificativa da ação é a liberdade, ampliar os limites da liberdade humana. “Distingui dois aspectos da liberdade: ela é a própria modalidade da existência que, por bem ou por mal, de uma maneira ou de outra, retoma por sua conta tudo que lhe vem de fora; esse movimento interior é indivisível, logo total em cada um. Em compensação, as possibilidades concretas que se abrem para as pessoas são desiguais” (Beauvoir, 2010, p. 540). O fato de existirem desigualdades entre as pessoas faz com que a ação realmente ética seja, então, não apenas aquela que visa ampliar a liberdade do sujeito, mas que se paute pelo compromisso em ampliar também a liberdade dos outros. Beauvoir evoca, assim, a ideia de que liberdade e ética se unem por meio da responsabilidade do sujeito com os demais indivíduos e por um objetivo maior do que sua própria existência, o objetivo de “liberar a liberdade” (Beauvoir, 2010a, p. 540).  

Esse debate é retomado pela autora em seus ensaios subsequentes, publicados na revista Les Temps Modernes: “Idealismo moral e realismo político” (1945), “O existencialismo e a sabedoria das nações” (1945, título do ensaio e do livro que reúne os textos, 1965a [1948]) e “Olho por olho” (1946) e Por uma moral da ambiguidade (2005 [1947]). Para Beauvoir, a ambiguidade é a condição inerente a todos os indivíduos em sua relação com os outros, isso porque, embora sejamos, em nossa consciência, sujeitos livres, nas relações nos vemos objetificados pelos outros. Essa ambígua condição de sujeitos/objetos é relevante para compreender as questões essenciais da ação ética, como a ideia de que os fins justificam os meios (Beauvoir nos diz que nã0) e como podemos agir eticamente quando estamos diante de um mundo marcado pela violência e mesmo diante de um opressor.  

 

O segundo sexo 

Um dos motivos para o tardio reconhecimento acadêmico e público de Simone de Beauvoir como filósofa foi o fato de que ela não adotou em seu trabalho a metodologia de construção de um sistema filosófico, que ela considerava abstrata e universalizante. Sua opção, em termos metodológicos, foi buscar analisar criticamente o conhecimento construído sobre os temas de seu interesse e, a partir dessa crítica, analisar as experiências vividas das pessoas diretamente implicadas na questão.  

A pensadora deu um importante passo nesse sentido e estabeleceu as bases de seu método em sua obra filosófica mais conhecida: O segundo sexo. Hoje um texto canônico da filosofia feminista, O segundo sexo foi escrito a partir de uma extensa pesquisa iniciada em 1946 e concluído em 1949. Mas o texto não foi pensado pela autora como uma obra feminista em si. O que Beauvoir tinha em mente era apresentar uma discussão, com base no existencialismo, na fenomenologia e no marxismo, sobre a condição das mulheres nas sociedades ocidentais em meados do século XX, o livro traz como centrais os conceitos de situação e de Outro. 

O conceito de situação é fundamental no existencialismo e se refere basicamente ao fato de estarmos posicionados no tempo, no espaço e em relação com os outros sobre condições específicas que não escolhemos nem controlamos (nossa nacionalidade, etnia, idade, classe social, educação, o sexo que nos é atribuído já nas primeiras semanas de gestação, nossas limitações físicas, os valores vigentes no momento histórico em que vivemos, as contingências da existência). A situação expressa o lugar social de indivíduos ou de coletividades.  

Beauvoir inicia seu texto identificando a situação das mulheres como uma situação de aprisionamento em uma condição de inferiorização: as mulheres têm suas ações no mundo limitadas, são relegadas à alteridade absoluta, a condição de Outro, e essa condição é produzida e sustentada, nas sociedades ocidentais patriarcais, pelo modo como as mulheres são retratadas pela ciência, a história e a psicanálise. Todo conhecimento produzido historicamente sobre as mulheres convergiu para um ponto que consistiu em justificar, a partir das diferenças biológicas, um lugar secundário para as mulheres na vida social. Essa justificação se sustenta por meio de uma série de mitos sobre a biologia, o psiquismo e o papel intelectual, social e econômico das mulheres.  

Às mulheres é reservado um lugar secundário não porque elas sejam inferiores aos homens, mas porque o poder de determinar o que significa ser mulher e o que significa ser homem está nas mãos dos homens. Retomando a ideia da ambiguidade do sujeito, Beauvoir nos diz que nenhum sujeito define a si mesmo como Outro. Porque essa definição exige uma objetificação que nunca pode recair sobre o próprio sujeito. “Por que as mulheres não contestam a soberania do macho? Nenhum sujeito se define imediata e espontaneamente como o inessencial; não é o Outro que se definindo como Outro define o Um; ele é posto como Outro pelo Um definindo-se como Um. Mas para que o Outro não se transforme no Um é preciso que se sujeite a esse ponto de vista alheio” (Beauvoir, 2009a, p. 18).   

Histórica, social, cultural e politicamente, as mulheres são retratadas como seres essencialmente biológicos e submetido às leis da natureza em contraposição aos homens como seres da razão, do conhecimento, e capazes de transcender sua biologia.  

É nesse sentido que a filósofa escreve no texto que “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher” (Beauvoir, 2009a, p. 361). Beauvoir explica o sentido de sua frase nos parágrafos seguintes, especificando que a fêmea humana não é dotada “naturalmente” de características como “misteriosos instintos [que] a destinem imediatamente à passividade, ao coquetismo, à maternidade” (Beauvoir, 2009a, p. 361), mas que essas atribuições, que são socialmente associadas à feminilidade, são impostas ou ensinadas à menina já nos primeiros anos de vida. Essas imposições e essa mistificação do que é “ser mulher” constituem as bases da opressão patriarcal, que submete as mulheres à condição de Outro limitando sua liberdade de ação, de escolha, e a possibilidade de que ela defina a si mesma.  

Um dos aspectos importantes é que neste livro Beauvoir estabelece a importância de retratar e analisar as experiências vividas pelas mulheres como parte de seu método, dando a essas experiências sua dimensão filosófica e política. Ela se baseia em conversas, diários e narrativas de mulheres sobre suas experiências concretas para refletir sobre as formas e as consequências da opressão patriarcal, da infância até a velhice. Com isso, ela mostra não apenas o impacto da opressão patriarcal sobre a vida concreta das mulheres como apresenta as bases para a superação da condição de inferioridade a elas imposta.  

Polêmico ainda hoje, 70 anos depois de sua publicação original, O segundo sexo tornou-se uma obra feminista devido à grande potência política inerente ao próprio conceito de situação. Em sociedades profundamente marcadas por desigualdades e injustiças, é inevitável que a discussão sobre a situação de indivíduos e grupos se torne uma discussão sobre poder. 

A vitalidade do conceito de situação, a escolha metodológica por privilegiar as experiências vividas bem como o modo como Beauvoir apresenta seu discurso em O segundo sexo são aspectos que evidenciam a ligação de Beauvoir com a fenomenologia. Essas características e o retorno ao conceito de Outro irão marcar também outro de seus textos mais importantes: A velhice (1990a [1970]).  

Publicada em 1970, esta obra também é dividida em duas partes. Na primeira, o tema é analisado de fora, pelo conhecimento formal da biologia, da etnografia, da história e da sociologia; a segunda parte trata da velhice como experiência vivida. Dessa forma, a autora nos mostra como o envelhecimento é, antes de uma limitação física ou intelectual, um processo contínuo da existência e uma transformação pessoal que não se explica apenas por questões biológicas: é uma transformação no modo como somos objetificados nas relações interpessoais, nas circunstâncias econômica e no contexto familiar. A autora investiga ainda, nesse texto, como o processo de envelhecimento não tem as mesmas consequências e sentidos nas experiências de homens e mulheres e de pessoas de classes sociais diferentes.  

 

Para além dos textos filosóficos 

Embora conhecida e estudada principalmente por O segundo sexo, nem o feminismo nem a filosofia de Simone de Beauvoir se esgotam com essa obra. Em relação ao feminismo, estima-se (Zéphir, 1984, p. 144) que, entre 1949 e 1979, Beauvoir produziu mais de 150 textos feministas, incluindo aí artigos e entrevistas. Em à relação ao debate mais estritamente filosófico, além dos primeiros ensaios e dos dois tratados já mencionados, a autora produziu cerca de mais duas dezenas de ensaios e artigos publicados principalmente na revista Les Temps Modernes. Nesses textos, ela tratou, por exemplo, de temas como o pensamento de grupos políticos privilegiados em O pensamento de direita, hoje (1967 [1955]), a ética e a sexualidade em “Deve-se queimar Sade” (1964 [1955]).  

Além dos textos formal e explicitamente políticos, entretanto, Beauvoir fez amplo uso da filosofia para o embasamento e a argumentação de toda a sua produção textual. Quando escreve sobre o racismo nos Estados Unidos em América dia a dia (1963 [1948]), família, gênero e poder em sua peça Les bouches inutiles (1945), colonialismo em Pour Djamila Boupacha (1960), por exemplo, ela mobiliza temas e reflexões filosóficas que ainda requerem análises mais detalhadas. Além disso, ela produziu vários romances de caráter claramente metafísico como A convidada (1985 [1943]), O sangue dos outros (1990b [1945]) e Todos os homens são mortais (1995 [1946]) nos quais temas como o Outro e a ambiguidade do sujeito ganham concretude nas situações vividas pelas personagens. Em suas memórias (publicadas originalmente entre 1958 e 1970) e em Os mandarins (1965b [1954]), Beauvoir não só discute alguns dos conceitos filosóficos de sua obra como apresenta um vívido retrato da história e dos conflitos intelectuais da França em meados do século XX. 

Todas essas características peculiares da produção intelectual da autora bem como sua metodologia particular chamam a atenção para o fato de que a compreensão e análise do trabalho filosófico de Beauvoir passa, necessariamente, pela análise de seu papel como intelectual pública preocupada principalmente com a maneira como as marcas sociais da alteridade se entrecruzam na experiência individual e coletiva. Sua preocupação com a compreensão de como diversas situações influenciam o acesso a privilégios, a experiência de opressão e a experiência fenomenológica e política do corpo é profundamente relevante para os dias atuais. As pesquisas sobre o pensamento de Simone de Beauvoir na atualidade têm se concentrado em três principais linhas: a compreensão de sua metodologia filosófica, a análise de seus textos filosóficos e dos aspectos filosóficos de seus textos literários e memorialísticos, importante para a compreensão das relações entre filosofia e a literatura e ainda, a recepção de sua obra em diversos países e culturas. Esta última linha de pesquisa se concentra, principalmente, em O segundo sexo. Além disso, as pesquisas sobre a biografia de Beauvoir também têm sido importantes para a compreensão da trajetória das mulheres na história da filosofia. 

 

Referências bibliográficas 

Obras de Simone de Beauvoir 

Beauvoir, S. de (1945). Les bouches inutiles – pièce en deux actes et huit tableaux. Paris: Gallimard. 

______ (1960). Pour Djamila Boupacha. Le Monde, 2 juin, p. 5. 

______ (1963). A América dia a dia. Tradução de Emília Rodrigues. Lisboa: Arcádia. 

______ (1964). Faut-il brûler Sade. In Beauvoir, S.de. Privilèges. Paris: Gallimard. 

______ (1965a). O existencialismo e a sabedoria das nações. Tradução de Bruno da Ponte e Manuel de Lima. Lisboa: Editorial Minotauro. 

_____ (1965b). Os mandarins. Tradução de Hélio de Souza. São Paulo: Difusão Européia do Livro. 

______ (1967) O pensamento de direita hoje. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 

______ (1985). A convidada. Tradução de Vitor Ramos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (1990a). A velhice. Tradução de Maria Helena Franco Monteiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (1990b). O sangue dos outros. Tradução de Heloysa de Lima Dantas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (1995). Todos os homens são mortais. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (2005). Por uma moral da ambiguidade, seguido de Pirro e Cineias. Tradução de Marcelo Jacques de Moraes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (2009a). O segundo sexo. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (2009b). Memórias de uma moça bem-comportada. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______ (2010a). A força da idade. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

______(2010b). A força das coisas. Tradução de Maria Helena Franco Martins. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 

Literatura secundária 

Burawoy, M (2010). As antinomias do feminismo: Beauvoir encontra Bourdieu. In:  

Burawoy, M. O marxismo encontra Bourdieu. Tradução de Fernando Rogério Jardim. Campinas, SP: Editora da Unicamp, pp. 131-158. 

Candiani, H.R. (2018). Na tessitura da situação: a trama das opressões na obra de Simone de Beauvoir. (Tese de Doutorado, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP). Recuperado de http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/332410. Acesso em 19 ago. 2019. 

Chaperon, S (1999). Auê sobre O Segundo Sexo. Cadernos Pagu. v.12, pp. 37-53. 

______ (2000). A segunda Simone de Beauvoir, Novos Estudos Cebrap, nº 57, p.103-123. 

Cyfer, I (2015). Afinal, o que é uma mulher? Simone de Beauvoir e “a questão do sujeito” na teoria crítica feminista. Lua Nova, nº 94, São Paulo, pp. 41-77.  

Daigle, C (2014). Pensando com Simone de Beauvoir e para além, Sapere Aude, Belo Horizonte, v.5 – n.9, pp. 381-392. 

Gunella, E. J. (2014). Ontologia e Ética n’O Segundo Sexo de Simone de Beauvoir. (Dissertação de Mestrado, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP). Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-12122014-195339/pt-br.php. Acesso em 19 ago. 2019. 

Kruks, S (2012). Teorizando a opressão, Sapere Aude, Belo Horizonte, v.3 – n.6, pp. 13-56.  

Zéphir, J. J (1984). Importance des Écrits féministes de Simone de Beauvoir postérieurs au Deuxième Sexe. Simone de Beauvoir Studies, v. 2, pp. 117-147

Skip to content