Durante o calor…

…apetece…

Como arruinar/melhorar as fotos dos outros

O princípio é: uma máquina modificada capta o flash de outras e projecta imagens ou texto de modo a que estes fiquem nas fotografias dos incautos fotógrafos.
O inventor, Julius von Bismarck, afirma tratar-se de “intervenção artística” mas que também poderá ser utilizada para fins negativos.

Já estou a imaginar uma conferência de imprensa de políticos do partido A e o jornalistas chegarem às redacções com imagens repletas do slogan do partido B…

Chama-se Fulgurator.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=EAX_3Bgel7M]

Fonte – daqui
Imagem – daqui

Choque tecnológico

Imagem – Luís Azevedo Rodrigues, Universidad de Girona

Darwin 2.0*

Quando um paleontólogo escreve um excelente artigo de divulgação no NY Times só me restam duas coisas:
admiração e…inveja!!!

Douglas Erwin – “Darwin Still Rules, but Some Biologists Dream of a Paradigm Shift”

Imagem – do site do NY Times

*título “roubado” aqui.

Killer of Sheep

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-nXw-8MXhVE]

Um filme que gostava muito de ver…

“Loosely flanking the woe-stricken day-to-day life of Stan (Henry G Sanders) – a reticent family man and slaughterhouse stiff living in LA’s Watts ghetto – the film comprises a series of jokes, social encounters and family ‘scenes’ that coalesce to create a rich and realistic (or so it feels) depiction of black urban America.
In terms of story, that’s pretty much it, but for a film in which each frame bursts with texture, mood and an aching sensitivity towards life’s small moments of pain and euphoria, there’s little need for more.”

A sugestão veio daqui

Top 10 2007

O site da MSNBC apresenta uma apresentação multimedia sobre 10 novos seres vivos descobertos em 2007.

A lista, obviamente, não é exaustiva e tem aquele “ar-de-top-para-as-audiências-de-TV-norte-americana” mas, mesmo assim, vale a pena ser vista…

Fonte – aqui
Imagem – um dos listados, Megaceras briansaltini – ASU/IISE

Rãs com garras

Um grande plano das “garras” da rã Trichobatrachus robustus.
Com aspas porque são protuberâncias ósseas…

Fonte- daqui
Imagem – referência na mesma

Dark side of the herd

Tal como a Lua, também as manadas têm dois lados.
De um lado e do outro da encosta.

Imagens – Luís Azevedo Rodrigues

RODRIGUES SOLITÁRIO

rodriguessolitaireHá uns tempos, o meu amigo e biólogo Jesus Marugán-Lobon, contava-me que em espanhol existe uma expressão que é “estar de Rodriguez”.
Esta expressão significa que o parceiro/a vai de viagem sozinho/a ou que um dos membros do casal fica a trabalhar enquanto o outro vai de férias com a prole.

Um pouco à semelhança do que acontecia no filme “O pecado mora ao lado (The Seven Year Itch)” onde Marylin Monroe atormenta um desgraçado “Rodriguez” que ficou em NY a trabalhar, enquanto o resto da família goza o prazeres da praia.

Na altura achei piada à expressão “Estar de Rodriguez”, sobretudo devido ao meu apelido, e perguntei-lhe se sabia a sua origem.
Explicou-me que deveria ter estar relacionado com a ave Pezophaps solitaria (solitário-de-Rodrigues, em alusão à ilha de Rodrigues no arquipélago das Maurícias).
Esta ave columbiforme não voava e era aparentada com o Dodó, tendo-se extinguido no séc. XIX.

Achei curiosa esta associação quer ao nome quer ao comportamento.

Alguém sabe mais associações de nomes animais ou plantas a nomes/comportamentos de pessoas?

Imagens – daqui e daqui

Dinossáurios de Portugal…pegadas

É com enorme alegria que vejo que o primeiro paleontólogo de vertebrados português (neste caso uma paleontóloga) a adaptar a sua tese e a publicá-la sob a forma de obra de divulgação científica.
É um livro sobre o registo de pegadas de dinossáurio em Portugal, onde é abordado o seu valor científico e patrimonial.
Para além de todas as jazidas portuguesas, individualizadas, é feita introdução sobre os diversos tipos de dinossáurios e os processos geológicos que proporcionaram a sua fossilização.
Acima de tudo, um livro muito pedagógico, com excelentes ilustrações de Mário Estevens, também ele doutorado em Paleontologia.

“Em Portugal existem pegadas e pistas de dinossáurios em zonas
litorais e em antigas pedreiras. O estudo destes icnofósseis permite
conhecer a anatomia dos pés e das mãos dos dinossáurios
que os produziram, o seu modo de locomoção, o seu comportamento
individual e social, os ambientes que frequentaram,
entre outros aspectos. As jazidas com pegadas de dinossáurios
são, assim, uma importante fonte de informação sobre este
grupo de animais já extintos há 65 milhões de anos e constituem,
igualmente, locais privilegiados para o ensino de temas
relacionados com a Geologia e a Paleontologia.
O presente trabalho pretende divulgar o conhecimento científico
adquirido com o estudo destas jazidas, realçando o seu
valor científico, cultural, pedagógico e patrimonial, e contribuir
para a sua preservação.”
Páginas do livro

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