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Desejos/legendas/angústias/observações/etc.

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…nos comentários.

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Matar o pai?

Nada disso.
Antes sim, deixar descansar a genialidade do pai para que a Evolução continue a singrar por si.
Sem esquecer a originalidade e genialidade da obra de Darwin.
É disso que trata um ensaio no New York Times de hoje.

“But our understanding of how life works since Darwin won’t swim in the public pool of ideas until we kill the cult of Darwinism. Only when we fully acknowledge the subsequent century and a half of value added can we really appreciate both Darwin’s genius and the fact that evolution is life’s driving force, with or without Darwin.”

“Darwinism Must Die So That Evolution May Live”, Carl Safina
New York Times, 10 de Fevereiro de 2009

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O primeiro post

Você pode postar e admnistrar o seu blog selecionando uma opção no menu localizado à esquerda desta mensagem.
Se você precisar de ajuda, mande um email para o seu representante local, que irá te ajudar.
Os autores do blog foram autorizados a editar seus próprios módulos — isso não significa que você poderá editar todos os templates disponíveis.
Os módulos que você poderá (e deverá) editar são:

  1. Estático – Sobre (esta será sua página Sobre principal)
  2. Estático – Contato (esta é o seu conatto pessoal)
  3. Blogs recomendados (uma lista de links à sua escolha)
  4. Módulo livre (um espaço vazio para conteúdo como divulgação de livros, troca de links, etc.)
  5. Perfil (uma pequena descrição sua, com ou sem foto)
  6. Sidebar (um “meta” incluído e que não deve ser editado a não ser que você queira rearranjar a ordem dos módulos na columa da esquerda)

Todos os templates marcados como “Linked” são recursos comunais que não devem ser editados a não ser pelos admnistradores.

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Legenda, à sexta.
Nos comentários.

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Sem palavras

Simples.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2884813&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1
A Thousand Words from Ted Chung on Vimeo.

Dúvidas

Por que é que a Turiscar me cobra 75 euros de caução, pagos por multibanco e, para proceder ao retorno da referida quantia, precisa de uma semana já que “tem seguir uma carta para Lisboa para darem autorização”?

Por que é que a TMN me cobra indevidamente por via electrónica um valor mas, ao proceder ao reembolso do erro, me obriga a enviar-lhes uma carta assinada?

Por que é um representante de uma marca automóvel me aceita um carro para reparação mas quando constata que a mesma reparação não será cobrada à companhia de seguros, que o havia recomendado, empaleia durante uma semana para me responder que só ao fim de 15 dias é que terá um orçamento?

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Fotografia

A Cooperativa de Comunicação e Cultura apresenta, de 16 de Janeiro a 13 de Fevereiro, a Exposição de Fotografia do fotógrafo Nuno Moura. A inauguração tem lugar dia 16 de Janeiro pelas 22:00 na CCC, Torres Vedras.”

Este post surgiu da minha mania de escutar conversas.
Gosto.
Desligo apenas quando sinto que invado a privacidade alheia.
Não foi o caso.
Num sítio inusitado falavam de Robert Frank.

Atentei mais ainda.

Falavam mesmo de Robert Frank.

Num ginásio.
Era o Nuno.

E a conversa começou aí.

Foi o princípio deste post.
Num sítio inusitado para falar de fotografia.
Sabe bem.

Entrevista ao ao fotógrafo – aqui.

Imagens – Nuno Moura,
“A Way of Life“

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Contextualizada, ou não, pelos tempos que correm.

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Manada

Escorria.
Escorria mesmo e parecia água.
O som era inconfundível.
“Pode escorrer água do chão?”
Contra natura.
“Salto?”
O som que lhe entrava pelos ouvidos e lhe confundia a razão, fez agora sentido.
No meio da escuridão intermitente, estava a 20 metros do chão, prestes a saltar para o vazio.
As luzes pirilâmpicas não cessavam.
Não se podia abrigar do lado esquerdo.

Estava atrasado e não entendia como os da meteorologia se enganam cada vez menos – chovia e não parava de chover, tal como haviam repetido na rádio.
Ainda abrandou.
Sempre era uma cortina de granizo que não se abria perante o pára-brisas.
Rodou e rodou.
Tudo parecia mais luminoso nesse final de tarde em que caía granizo.
Rodou e rodou.
Se se encolhesse o bastante, menor seria a probabilidade de algo metálico lhe conhecer o corpo.
A dança mecânica tinha acabado.
O seu lado anti-social, aparentemente, também se revelava com metais.
E agora?
Sair.
Fugir da manada e saltar para lá da barreira.
Do lado esquerdo.
Escapar das involuntárias apresentações automóveis.
E conhecer o vazio.

Tinha migrado para o lado direito e a manada não parava.
Havia que os desviar.
Irracionalizados pelo caminho obrigatório, não findavam a passagem.
Havia que os parar.
Como?

P.S.- qualquer semelhança entre este texto e um despiste na A8 não é pura coincidência.

Imagem Рindica̵̤es na mesma.