Queer

 

O termo “Queer” – que em língua inglesa significa estranho, esquisito, peculiar – foi ressignificado pelos movimentos de liberação gays e lésbicos nos anos 1970 e 1980 e incorporado ao mundo acadêmico nos anos 1990 com a “Teoria Queer”. Atenta à “irredutível diversidade de concepções, vivências e reflexões ligadas ao queer”, Aléxia Cruz Bretas nos oferece uma narrativa instigante sobre a potência desse termo para a desconstrução do binarismo e da heteronormatividade. Refletindo sobre as reverberações das teorias e práticas desconstrutivas no sul global, a autora também apresenta a vertente “criticamente quer” que aponta para as suas insuficiências e contradições.

Você pode ler o verbete aqui. Além do verbete, você pode conferir aqui a entrevista que nossa editora Monique Hulshof realizou com Aléxia Bretas no dia 12 de maio, no nosso canal do Youtube.

Aléxia Cruz Bretas é professora de Filosofia na Universidade Federal do ABC (UFABC). Tem mestrado e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas. Realizou estágios de pesquisa na Freie Universität Berlin e na Université Paris 8. É autora dos livros: A Constelação do Sonho em Walter Benjamin (Humanitas/Fapesp, 2008), Do Romance de Artista à Permanência da Arte (Annablume/Fapesp, 2013) e Fantasmagorias da Modernidade (Ed. UNIFESP, 2017). É integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e do GT de Filosofia e Gênero da ANPOF.

2 thoughts on “Queer

  • 8 de junho de 2021 em 15:07
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    Excelente artigo e entrevista.
    Parabéns à Aléxia!
    Este é um tema muito falado hoje em dia.

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    • 9 de junho de 2021 em 14:20
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      Obrigada, Carlos! Justamente pela relevância, merece atenção e estudo.

      Resposta

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