Piada de Médico

As piadas sempre trazem alguma coisa de verdade. Quando s√£o contadas pelos pelos pr√≥prios protagonistas ent√£o, nem se fala. Parece que o politicamente incorreto se dissolve na figura do contador e a situa√ß√£o fica mais engra√ßada. Especificamente, em rela√ß√£o √†s “piadas de m√©dico”, s√£o revelados estere√≥tipos da personalidade dos profissionais de diferentes especialidades. Vou contar duas das piadas que mais circulam no meio m√©dico.

http://www.calculateme.com/MySpace/background-images/hundred-dollar-bill.jpgNota de Cem Dólares

Sabe como esconder uma nota de cem dólares de um médico? Você vai depender da especialidade dele para ter sucesso. Vejamos:
Como se escondem 100 dólares de um anestesista? No paciente. E de um ortopedista? Num livro de medicina. De um clínico, não precisa esconder porque ele nunca viu e não sabe o que é. E de um cirurgião-plástico? Impossível, ele vai achar de qualquer jeito!

Talvez uma das mais interessantes seja a est√≥ria d’…

Os caçadores

http://www.monfortur.pt/IMAGENS_SETEMBRO_2006/LARGADA_PATOS_2.jpgUm grupo de m√©dicos de especialidades diferentes resolveu sair num fim-de-semana para ca√ßar patos. O grupo era constitu√≠do por um radiologista, um patologista, um anestesista, um sanitarista, um pediatra, um cl√≠nico, um cirurgi√£o, um ortopedista e um psiquiatra. Depois de discutirem amplamente a verba necess√°ria para o projeto com o sanitarista, embarcaram todos, no carro super-hiper-equipado, cheio de tecnologias inovadoras do radiologista… Este, ao chegar ao local, decide n√£o sair do carro: “√Č mais confort√°vel aqui… Espero voc√™s e depois vejo esses ‘patos’. Depois de descerem do carro, o anestesista olha um nuvenzinha no final do horizonte e diz: “Vamos cancelar essa ca√ßada!” No que o cirurgi√£o imediatamente responde: “Ah, n√£o, aqui tamb√©m esse cara quer ser estraga-prazeres? Vamos ca√ßar de qualquer jeito!”. Preparam-se ent√£o para ca√ßada… O pediatra aponta a espingarda, mas olhando para o alvo, diz: “Coitado do patinho, ah, t√£o pequenininho…” E n√£o atirou. O cl√≠nico ent√£o aproxima-se, tamb√©m prepara-se para atirar, mas raciocina: “Parece um pato, tem forma de pato, bico de pato, mas… talvez… a cor das penas… por outro lado… o estilo de v√īo… talvez…” E o pato voa! O cirurgi√£o, ansioso com o resultado da ca√ßada at√© o momento, chega, toma a espingarda e sai atirando em tudo o que se mexe. Vira para o patologista e diz: “Vai l√° e v√™ o que √© pato e o que n√£o √©!” O ortopedista, voluntarioso, entra no mato, volta, entra de novo, e cansado ao sair, pergunta: “Gente, mas o que √© pato mesmo?” Nesse momento, o psiquiatra interv√©m: “Mas, pessoal, por que O PATO?”.

√Č isso.